E (dos maus inícios) destas andanças. herdei , como diria o L., um 'joelho do tempo',
Não era preciso! Hoje em dia com tanta tecnologia, conseguimos ter uma previsão do tempo, com níveis satisfatórios de certeza, para um período de 10 ou 15 dias!
Mas não! Tinha que ter caído quase dois dias seguidos, ter batido com o mesmo joelho no chão e, para além de ter empenado a bike e rasgado dois pares de calças, ainda fiquei aqui com o lembrete!
Parece-me a mim que o ser humano evolui a uma velocidade inferior à das tecnologias (se é que o ser humano evolui, mas isso é outra conversa).
No tempo dos meus avós, em que só havia rádio e o 'Borda d'água, fazia jeito ter uns bicos de papagaio , umas cruzes sensíveis ou uns joelhos fragilizados. Sempre dava algum jeito. Hoje em dia, não dá jeito absolutamente nenhum!
Pelo contrário! Estas quedas só me deram direito a uma despesa na farmácia, quase (fosse eu picuinhas) ter tomado antibióticos e, azar meu maior, ter levado isto comigo para férias e sempre que entrava no mar ou na piscina isto arder os sete farrapos!
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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domingo, 10 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Concentração contra os Atropelamentos
Os mais atentos a se devem ter apercebido que nos últimos tempos os atropelamentos, mortais na sua maioria, de cilcistas tem sido em grnade número. (um que fosse seria muito... quando se trata de alguém perder a vida!)
A FPCUB - Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta está a promover uma manifestação para alertar para estew 'flagelo'. A concentração/manifestação será a nível naional e até agora já estão organizadas várias cidades: Porto, Braga, Guarda, Famalicão, MAchico, entre outras e Braga, claro.
E eu vou!
Vamos?
Bora lá!
A FPCUB - Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta está a promover uma manifestação para alertar para estew 'flagelo'. A concentração/manifestação será a nível naional e até agora já estão organizadas várias cidades: Porto, Braga, Guarda, Famalicão, MAchico, entre outras e Braga, claro.
E eu vou!
Vamos?
Bora lá!
domingo, 11 de novembro de 2012
E esta coisa da bike vicia!
Hoje juntamos o útil ao agradável, que é como quem diz: andamos de bike, integrados numa volta pela cidade numa acção de solidariedade para com a AIA.
Hoje juntamos o útil ao agradável, que é como quem diz: andamos de bike, integrados numa volta pela cidade numa acção de solidariedade para com a AIA.
domingo, 28 de outubro de 2012
Passeio Bike Recreativo e Gastronómico
Passeio Bike Recreativo e Gastronómico, era assim o titulo do email, onde eu e mais 14 colegas e amigos eram convidados para 'fazer' a ecovia Ponte de Lima-Ponte da Barca.
Este percurso é conhecido por ter ao longo do percurso tasquinhas, pontos de paragem obrigatórios para quem quer cumprir à risca o passeio.
As coisas não começaram da melhor forma.
Atrasamo-nos, coisa que detesto, e fomos os últimos a chegar (vergonha!). E às 9h10 lá nos juntamos aos outros. Tiramos as bikes do carro e quandonos preparavamos para rumar ao Telhadinho, primeiro ponto de paragem, a minha bike não andava! Tinha a roda de trás presa! Inédito!
Sorte a minha estarmos entre engenheiro, dos práticos, dos que sabem o que fazem e como fazem. Depois de detectar o problema e sua causa, uma chave umbraco e cinco minutos resolveram a situação.
Foram cinco minutos em me imaginava sentada numa daquelas esplanadas da praça, a ler a Visão ou a Caras e a jogar no telemovel, enquanto os homens iam em passeio! Mas não! E ainda bem, porque foi um passeio fantabulástico!
A minha maçariquice manifestou-se com frequência. Entre o uso errado das mudanças, o medo (receio) de algumas descidas ou o só com muito esforço aceitar fazer um percurso em estrada nacional (medo!).
Houve alguns tombos pelo meio. Um mais grave que os outros em que não fosse o capacete e uma fractura craniana podia ter sido a consequência. Assim ficou por um ombro dorido e uma coxa negra!
O passeio acabou 34km depois no centro de Ponte de Lima, sentados numa esplanada a comer rojões, bacalhau e vitela. Demo-nos o direito a sobremesa.
Pelo meio houve paragens, pois está claro. Umas para 'abastecer', outras para descansa e também para esperar pelos mais atrasados. Afinal se íamos em grupo, era para estarmos juntos!
Das chuvas dos últimos dias, ficaram algumas poças de água, que não se podiam evitar. Resultado, a bike ficou com uns apontamentos de castanho... os ténis e as calças também! Pendan, não?
E no meio disto tudo, estou muito orgulhosa de mim. Aprendi muito hoje, sobre bikes, muitas técnicas e concluí que ainda tenho reservas dos meus tempos de natação, volei e aérobica.
Os meus colegas são uns queridos. Nunca me largaram, ajudaram-me imenso e deram-me muita força, nos momentos em que eu duvidei das minhas aptidões!
Estou aqui fresca como uma alface, como se nada se tivesse passado! Dores de penas, nada. Dores de costas, nada!
Bem, estou pronta para o próximo. Só espero que me convidem!
Este percurso é conhecido por ter ao longo do percurso tasquinhas, pontos de paragem obrigatórios para quem quer cumprir à risca o passeio.
As coisas não começaram da melhor forma.
Atrasamo-nos, coisa que detesto, e fomos os últimos a chegar (vergonha!). E às 9h10 lá nos juntamos aos outros. Tiramos as bikes do carro e quandonos preparavamos para rumar ao Telhadinho, primeiro ponto de paragem, a minha bike não andava! Tinha a roda de trás presa! Inédito!
Sorte a minha estarmos entre engenheiro, dos práticos, dos que sabem o que fazem e como fazem. Depois de detectar o problema e sua causa, uma chave umbraco e cinco minutos resolveram a situação.
Foram cinco minutos em me imaginava sentada numa daquelas esplanadas da praça, a ler a Visão ou a Caras e a jogar no telemovel, enquanto os homens iam em passeio! Mas não! E ainda bem, porque foi um passeio fantabulástico!
A minha maçariquice manifestou-se com frequência. Entre o uso errado das mudanças, o medo (receio) de algumas descidas ou o só com muito esforço aceitar fazer um percurso em estrada nacional (medo!).
Houve alguns tombos pelo meio. Um mais grave que os outros em que não fosse o capacete e uma fractura craniana podia ter sido a consequência. Assim ficou por um ombro dorido e uma coxa negra!
O passeio acabou 34km depois no centro de Ponte de Lima, sentados numa esplanada a comer rojões, bacalhau e vitela. Demo-nos o direito a sobremesa.
Pelo meio houve paragens, pois está claro. Umas para 'abastecer', outras para descansa e também para esperar pelos mais atrasados. Afinal se íamos em grupo, era para estarmos juntos!
Das chuvas dos últimos dias, ficaram algumas poças de água, que não se podiam evitar. Resultado, a bike ficou com uns apontamentos de castanho... os ténis e as calças também! Pendan, não?
E no meio disto tudo, estou muito orgulhosa de mim. Aprendi muito hoje, sobre bikes, muitas técnicas e concluí que ainda tenho reservas dos meus tempos de natação, volei e aérobica.
Os meus colegas são uns queridos. Nunca me largaram, ajudaram-me imenso e deram-me muita força, nos momentos em que eu duvidei das minhas aptidões!
Estou aqui fresca como uma alface, como se nada se tivesse passado! Dores de penas, nada. Dores de costas, nada!
Bem, estou pronta para o próximo. Só espero que me convidem!
| Eu |
| Ponto de paragem |
| Adicionar legenda |
| Almoço |
| Frota |
sábado, 20 de outubro de 2012
Regresso... à Bike
E, um mês depois, a bike saiu à rua. O sol assim o convidava. Ressentimo-nos um pouco das temperaturas da época.
As calças deram lugar aos calções e as mangas substituíram as alças.
Foi um passeio pequeno. O milho já está nos espigueiros, os campos deixam ver mais além.
Definitivamente uma paisagem (muito) diferente de há um mês atrás.
O passeio não foi para além dos 12km. Deu para desenferrujar e perceber que temos que arranjar roupas apropriadas para a época...
E amanhã, permita-o o Sr. São Pedro, há mais...
As calças deram lugar aos calções e as mangas substituíram as alças.
Foi um passeio pequeno. O milho já está nos espigueiros, os campos deixam ver mais além.
Definitivamente uma paisagem (muito) diferente de há um mês atrás.
O passeio não foi para além dos 12km. Deu para desenferrujar e perceber que temos que arranjar roupas apropriadas para a época...
E amanhã, permita-o o Sr. São Pedro, há mais...
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Minha Amora Negra...
E ontem, foi dia de apanhar algumas amoras. Há duas semanas já tinha levado para casa um saco delas.
Depois de lavadas, aguardam no congelador por dias menos bons para actividades ao ar livre: jardinar, caminhar, andar de bike...
Vão tendo a companhia da abóbora
.
Depois de lavadas, aguardam no congelador por dias menos bons para actividades ao ar livre: jardinar, caminhar, andar de bike...
Vão tendo a companhia da abóbora
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Entre Campos
E, para além de fazer bem à saúde, ao espírito, ainda se encontram verdadeiras pérolas da arquitectura dos tempos idos.
Amei esta estrutura em ferro de uma nora, por entre folhagem e sebes.
E a imaginação levou-me a um cenário de mulheres de saias longas, aventais e lenços na cabeça a tirar água para o dia-a-dia. Arados puxados por cavalos, homens de sachola às costas... enfim, tempos mágicos, mas dificeis!
Amei esta estrutura em ferro de uma nora, por entre folhagem e sebes.
E a imaginação levou-me a um cenário de mulheres de saias longas, aventais e lenços na cabeça a tirar água para o dia-a-dia. Arados puxados por cavalos, homens de sachola às costas... enfim, tempos mágicos, mas dificeis!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Da Pasteleira à Bike
Pois seja, e caro também: bicicletas caras, equipamento a condizer no preço, capacetes, óculos e quando está a chover até impermeáveis. É que na Segunda-feira é dia de trabalho e não podem correr o risco de se constiparem! Isso era antigamente, quando a bicicleta, a pasteleira, era meio de transporte para o trabalho. As molas da roupa prendiam as calças, para que elas não se prendessem na corrente, e no triângulo ia pendurada a bolsa com a marmita, que era aquecida na fogueira da obra ou do pátio da fábrica! Chovesse ou fizesse sol , o equipamento era sempre o mesmo: as botas de andar na obra, as calças rotas manchadas de tinta e o boné, não para proteger das quedas, mas do sol ou do frio. A alternativa era ir a pé! Não havia dinheiro para o bilhete do eléctrico!
Agora não. Ter uma bike de marca toda XPTO, algumas com nomes duvidosos, propensos a trocadilhos maliciosos, e uma outra 'para ir para o monte', uma BTT!
Algumas dessas 'bikes' cujos nomes são sonantes no meio, custam pequenas fortunas. Exactamente por não terem dinheiro é que 'os outros' andavam de pasteleira!
Como as coisas mudaram! Para melhor, talvez, porque agora só anda quem quer, só se molha quem quer e porque quer. Dantes o porque queriam era porque tinham de sustentar a família e precisavam dela para ir trabalhar.
Uma coisa ficou bem pior: a forma como se comportam os nossos ciclistas de fim-de-semana.
Aprenderam a avaliar uma bike, a escolher um equipamento e esqueceram algo de tão básico como que, quando se anda na estrada a pé ou de bicicleta se deve andar em fila indiana! Sinceramente!
Adenda: Enquanto procurava pela net uma imagem para ilustrar este post descobri que a ´pasteleira´agora é uma peça muito cobiçada por coleccionadores, que as compram por balurdios, as restauram e as expõem!
Há forums e blogues por esse mundo fora sobre este tema.
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