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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Pavillon de Thé (PA) by Joana Vasconcelos




Joana Vasconcelos em grande!


A obra 'Pavillon de Thé (PA)' de Joana Vasconcelos está agora instalada no jardim do Cafesjian Center for the Arts, em Yerevan, Arménia, juntamente com obras de Fernando Botero, Lynn Chadwick, Barry Flanagan and Jaume Plensa.

Joana Vasconcelos' 'Pavillon de Thé (PA)' is now installed in the Sculpture Garden of the Cafesjian Center for the Arts, in Yerevan, Armenia, alongside works of Fernando Botero, Lynn Chadwick, Barry Flanagan and Jaume Plensa.

Photo: Courtesy and Copyright of the Cafesjian Center for the Arts

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Constantin Brâncuşi , hoje no Google

O Google de hoje: Constantin Brâncuşi

 Não conhecia, confesso. Foi só o mais célebre escultor romeno  (Hobiţa, Romênia, 19 de fevereiro de 1876 — Paris, 16 de março de 1957) foi o mais célebre escultor romeno e um dos principais nomes da vanguarda moderna.)

Agora já conheço e gostei do que vi.



domingo, 15 de agosto de 2010

Histórias Minhas (VI)

RR

Aproveitando para na passagem de mais um aniversário do seu nascimento ( 14 de Agosto), recordo esta grande artista, Rosa Ramalho.
Os passeios da escola eram sempre uma aventura. Definitivamente as emoções são irrepetíveis. Ficam presas nos momentos.







quarta-feira, 10 de março de 2010

Marisa Ferreira:Experiments in form

Já aqui falei dela. A Marisa Ferreira é uma amiga, que vive Noruega e a cada trabalho, tem-se revelado uma artista fantástica.Vale a pena espreitar no site dela, a sua mais recente criação: Experiments in forms



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Amo-te PORTO

Uns mais que outros, mas todos os dias me lembro dele, do meu Porto.

Lembro-me da Ribeira, de quando lá ia com a minha avó comprar o carneiro para comer no São João. Lembro-me dos Sábados à tarde em que lá passava com os meus pais para comprar um frango assado no Julião. E também dos Domingos de manhã em ia com o meu pai comprar azeitonas.

No Verão, das crianças a mergulharem no rio para apanhar as moedas que os transeuntes atiravam. Que inveja eu tinha delas. Andavam descalças, não tinham calor e passavam o dia na água. HAveria melhor forma de passar as férias de Verão? Pensava eu. Eu que não sabia que aquelas crianças passavam fome, não tinham brinquedos e as moedas que apanhavam no fundo do rio eram para comprar vinho. Se bem que muitas vezes ouvi as velhotas dizerem:'Ó Senhore, não atire, que ele dá ao pai para comprar vinho!'

Recordo do ritual de colocar a moedinha e acender a vela nas 'Alminhas' da ponte.

E as iscas de bacalhau? Vejo a mulher curvada sobre o fogareiro a gás a vazar a massa de uma concha para a sertã, que de tão usada já mais não era que um só de gordura. Há muito que o ferro deixara de se ver. Lembro-me que sempre desejei uma dessas iscas, mas nunca tive coragem de a pedir, nem aos meus pais, muito menos à minha avó. A vontade de a provar depressa se acabava ao olhar para o mar de gordura que se depositava no papel mata-borrão onde eram embrulhadas.


Ainda ouço a minha avó a contar a história da tragédia da ponte das barcas, enquanto procura me dá a moedinnha para colocar na caixa das esmolas. Ouço a minha mãe contar as aventuras dela de quando 'fugia' do atelier dos bordado e juntamente com as amiga ia 'às iscas'.

'Às iscas' ia também o meu pai, mas depois dos bons resultados na escola e depois de receber 20$00 das mãos do engenheiro Ricca, o então director da Efacec.






Porto II
Óleo sobre tela, 73×92cm, 1994
Colecção particular
Número atribuído: 224

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Amália Rodrigues


Amália Rodrigues, por Maluda
Julho 1920-06 de Outubro de 1999


Óleo sobre tela, 1964, 94×67cm
Colecção Fundação Amália Rodrigues, Lisboa

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

E como vou estar em Évora, na Lubrapex 09, nada melhor que o Bloco da Lubrapex 88, qure também foi em Évora.

O bloco é da autoria de Maluda, que para mim nunca é demais divulgar a sua obra...




(clicar na imagem para mais pormenores sobre a emissão)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Solnado por Maluda

Raúl Solnado
Óleo sobre tela, 1966, 65×54cm
Colecção particular, Lisboa

( Retirado do Blogue de Maluda)

domingo, 23 de agosto de 2009

Maluda, o álbum


Está disponível aqui um álbum, que reúne obra de Maluda e inclui a sua primeira biografia.

Intitula-se Maluda e reúne 500 ilustrações representando 90% da obra total da artista plástica, num total de 400 páginas.

O álbum tem uma prefácio do Presidente da República, Cavaco Silva, e uma introdução do historiador de arte José-Augusto França, tendo sido recolhidos testemunhos de muitos que conviveram com a artista que pintou janelas, eléctricos, retratos, paisagem urbana e, «por capricho, fez uma série de quatro telas de frutos».

Actualmente, na Assembleia da República está patente uma exposição retrospectiva da pintora que encerra dia 30 de Agosto, comissariada por Rodrigues Batista.

A mostra reúne 50 obras da artista - paisagens, janelas, retratos e obra gráfica, pertencentes a várias colecções públicas e privadas - muitas das quais nunca tinham estado expostas ao público.

Notícia Sol/Lusa

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

RR


Há muitos, muitos anos, andava eu na escola primária e o 'passeio da escola' foi a Barcelos.
Mas como eu tinha uma professora que primava pela diferença, não nos levou à feira, levou-nos sim a visitar a Rosa Ramalho!
Quando lá chegamos, estava uma senhora muito velhinha, a moldar barro. Tratava o barro por 'tu' e fazia dele o queria. Tinha umas mãos grossa, mas muito ágeis, que sem meiguice fazia do barro o que queria. Durante o tempo que lá estivemos saíram das mãos dela uns poucos de Cristos. Parecia tão fácil!
Lembro-me que quis comprar um. Custava 12$50. Contei o dinheiro que tinha no porta-moedas e 'já não chega!'- disse eu à senhora que estava a vender as peças, a neta. A minha cara devia espelhar tanta desilusão, que a senhora perguntou: 'E quanto tens?'. '11$00'-respondi.
Foi então que a senhora foi junto da barrista, que sem tirar os olhos do barro e depois de algumas palavras da neta, acenou de forma afirmativa com a cabeça.
A neta voltou então para junto de mim e disse: 'Está bem, leva o Cristo, fica com 1$00, podes precisar até casa.'
Que feliz eu vim!
Até ali eu não sabia quem era Rosa Ramalho. Para mim tínhamos ido ver como se modelava o barro e nada mais.
Mais tarde é que percebi quem era Rosa Ramalho.
O Cristo ainda existe...
Felizmente a neta Júlia Ramalho, a senhora que me vendeu o Cristo, seguiu as suas pegadas.

Obrigado Alberto por ao assinalar o aniversário do nascimento da Rosa Ramalho me ter feito ir ao baú buscar este dia...

sábado, 16 de maio de 2009

Marisa Ferreira
TWO WAYS OF THINKING,GALLERI F12 - STAVANGER, NORWAY




Decorreu entre 26 de Março e 29 de Abril em Stavanger na Noruega, a exposição da Marisa Ferreira.

Estão agora disponíveis na página dela fotos da exposição.

Quem estiver interessado em comprar alguma das suas obras, podem fazê-lo através do site.

Rhombus II, silkscreen 50x50cm, 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Recordar Maluda na Filatelia (V)

Évora, Selo de bloco de 150$00.

Ficha Filatélica:

Selo de 150$00 integrado num bloco emitido para assinalar a LUBRAPEX 88: Évora Património Mundial.
Circulou de 13 de Maio de 1988 a 31 de Agosto de 1995 e foram emitidos 100 000 blocos.

O Bloco:

Recordar Maluda na Filatelia (IV)

A Madeira em selos, nas suas fortaleza, vistas por Maluda.Sob temática Fortalezas da Madeira, quatro selos de 22$50, 52$50, 68$50 e 100$00, emitidos em 1986, circularam de 1 de Julho de 1986 e 31 de Dezembro de 1992.
Mais uma impressão a offset da INCM.


Recordar Maluda na Filatelia (II)

Justiça feita à beleza de Sintra neste selo. Linda Sintra, lindos os seus palácios, lindo selo.

Dados Filatélicos:
Emitido em Bloco em 1997, selo de 350$00
O período de circulação foi de 5 de Dezembto de 1997 a 30 de Setembto de 2001
Teve uma tiragem de 100 000 exemplares, impressos a Offset na INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda).

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

As Meninas da Agustina e da Paula

Porque nunca li Agustina, porque gosto de Paula Rego, comprei no sábado passado As Meninas. escrito por Agustina e ilustrado por Paula Rego.
A primeira edição, especial, foi publicada em 2001. Só por si o livro é lindo! (vou se mázinha). Para quem gosta de comprara livro para decorar estantes, perdeu um bom objecto decorativo!
Eu cá apanhei a edição de 2008, menos luxuosa, mas com o mesmo conteúdo. Para já vai decorar a estante, também, mas a curto prazo, será lido...está em lista de espera...
Sacadinhas da net as imagens da edição de 2001, que se comprava aqui por 40€ e a edição disponível, a 2ª de 4000 exemplares, que se compra em qualquer livraria por 22€.
Alguém já leu?