A Marisa, de quem já falei várias vezes, continua em grande.
Desta, a exposição 'Colour+Form'.
Quem passar ali pela Noruega, que tire uma tarde para a visitar... eu cá farei o mesmo (quem me dera!)
Boa sorte, Amiga.
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
Mostrar mensagens com a etiqueta Arte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arte. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Dulcineias e Teresinhas
Já conhecia as Dulcineias, que adoro!
Conheci as Teresinhas há dias e fiquei 'in love'.
Uma criação do Atelier VianaCabral
Conheci as Teresinhas há dias e fiquei 'in love'.
Uma criação do Atelier VianaCabral
sábado, 16 de maio de 2009
Marisa Ferreira
TWO WAYS OF THINKING,GALLERI F12 - STAVANGER, NORWAY
TWO WAYS OF THINKING,GALLERI F12 - STAVANGER, NORWAY
Decorreu entre 26 de Março e 29 de Abril em Stavanger na Noruega, a exposição da Marisa Ferreira.
Estão agora disponíveis na página dela fotos da exposição.
Quem estiver interessado em comprar alguma das suas obras, podem fazê-lo através do site.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Frida Kahlo
Não, nem faz anos que nasceu, nem que morreu.
Simplesmente apeteceu-me falar dela.
Filha de um fotógrafo judeu e de uma mexicana mestiça, cedo começou a ter sinais de que a sua vida não seria um conto de fadas.
As suas longas e exóticas saias mexicanas, tornaram-se sua imagem de marca, fazendo moda na época. Poucos sabiam é que Frida as usava, para encobrir a atrofia numa das pernas provocada pela poliomielite aos seis anos de idade.
Há biografias que fazem alusão a um acidente de autocarro, que lhe provocou uma fractura na bacia. Como consequência dessa fractura ficou impedida de ter partos normais, pelo que foi aconselhada a não engravidar. Esse mesmo acidente fê-la desistir de um outro sonho: ser médica.
A obra, 'A Cama Voadora', pintado em 1932, retrata bem a dor de Frida pela incapacidade de ser mãe.
Casou com um artista, o muralista Diego Rivera, esteve grávida várias vezes, mas nunca foi mãe, as sequelas do acidente nunca lhe permitiram levar uma gravidez até ao fim.
A sua vida sentimental foi também muito atribulada. O seu casamento foi recheado de relacionamentos extra conjugais, tanto por parte dela como do marido. Ambos aceitavam essas relações, excepto as de Frida com outras mulheres. Frida era bissexual.
Dizem ainda, que teve uma relação com
Nas suas obras está quase sempre presente a arte e o folclore mexicano.
Sendo muitas auto-retratos, todas as suas obras são episódios marcantes da sua vida, daí o ter afirmado sobre a sua obra: pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Frida foi encontrada morta em sua casa, em 1954. Apesar de a certidão de óbito atestar embolia pulmonar, por escritos dela, supõe-se que se tenha suicidado.
"Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar - Frida"
Nasceu e morreu no mês de Julho: 6 de 1907 e 13 de 1954
Frida pintou o quadro O Hospital Henry Ford, também conhecido como A Cama Voadora (1932). O quadro mostra a pintora deitada no leito do hospital, localizado em Detroit, EUA. Flutuando sobre o leito, pode ser visto um feto do sexo masculino, um caramujo e um modelo anatómico de abdómen e de pelve. No chão, abaixo do leito, são vistos uma pelve óssea, uma flor e um auto clave. Todas as seis figuras estão presas à mão esquerda de Frida por meio de artérias, de modo a lembrar os vasos de um cordão umbilical. O lençol sob Frida está bastante ensanguentado. Seu corpo é demasiadamente pequeno em relação ao tamanho do leito hospitalar, de modo a sugerir seu sofrimento e sua grande solidão.
Do olho esquerdo de Frida goteja uma enorme lágrima, simbolizando a dor de uma mãe pela perda do filho; a pelve óssea é um testemunho da causa anatómica da impossibilidade de ser mãe.
O chão sob o qual Frida repousa encontra-se todo fendido, rachado, simbolizando as fracturas nos seus ossos. Sobre a maca, ela deixa à mostra as regiões lombar e pélvica, nas quais pode-se ver a incisão sangrenta feita para a osteo síntese vertebral, e outra incisão oblíqua na projecção da crista ilíaca direita, de onde foi retirado o osso para enxertia. A Árida sentada ao lado da maca com vestimenta tendo segura na mão esquerda o colete ortopédico que ela sonhava abandonar quando estivesse curada. Na mão direita, ela agita uma bandeirola que dá nome ao quadro.
Para fazer este post para além de andar pela minha memória, andei por aqui e por aqui
Fica ainda uma imagem da Casa Azul, a sua casa familiar, que quatro anos após a sua morte foi transformada em museu.
Simplesmente apeteceu-me falar dela.
Filha de um fotógrafo judeu e de uma mexicana mestiça, cedo começou a ter sinais de que a sua vida não seria um conto de fadas.
As suas longas e exóticas saias mexicanas, tornaram-se sua imagem de marca, fazendo moda na época. Poucos sabiam é que Frida as usava, para encobrir a atrofia numa das pernas provocada pela poliomielite aos seis anos de idade.
Há biografias que fazem alusão a um acidente de autocarro, que lhe provocou uma fractura na bacia. Como consequência dessa fractura ficou impedida de ter partos normais, pelo que foi aconselhada a não engravidar. Esse mesmo acidente fê-la desistir de um outro sonho: ser médica.
A obra, 'A Cama Voadora', pintado em 1932, retrata bem a dor de Frida pela incapacidade de ser mãe.
Casou com um artista, o muralista Diego Rivera, esteve grávida várias vezes, mas nunca foi mãe, as sequelas do acidente nunca lhe permitiram levar uma gravidez até ao fim.
A sua vida sentimental foi também muito atribulada. O seu casamento foi recheado de relacionamentos extra conjugais, tanto por parte dela como do marido. Ambos aceitavam essas relações, excepto as de Frida com outras mulheres. Frida era bissexual.
Dizem ainda, que teve uma relação com
Nas suas obras está quase sempre presente a arte e o folclore mexicano.
Sendo muitas auto-retratos, todas as suas obras são episódios marcantes da sua vida, daí o ter afirmado sobre a sua obra: pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Frida foi encontrada morta em sua casa, em 1954. Apesar de a certidão de óbito atestar embolia pulmonar, por escritos dela, supõe-se que se tenha suicidado.
"Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar - Frida"
Nasceu e morreu no mês de Julho: 6 de 1907 e 13 de 1954
Frida pintou o quadro O Hospital Henry Ford, também conhecido como A Cama Voadora (1932). O quadro mostra a pintora deitada no leito do hospital, localizado em Detroit, EUA. Flutuando sobre o leito, pode ser visto um feto do sexo masculino, um caramujo e um modelo anatómico de abdómen e de pelve. No chão, abaixo do leito, são vistos uma pelve óssea, uma flor e um auto clave. Todas as seis figuras estão presas à mão esquerda de Frida por meio de artérias, de modo a lembrar os vasos de um cordão umbilical. O lençol sob Frida está bastante ensanguentado. Seu corpo é demasiadamente pequeno em relação ao tamanho do leito hospitalar, de modo a sugerir seu sofrimento e sua grande solidão.
Do olho esquerdo de Frida goteja uma enorme lágrima, simbolizando a dor de uma mãe pela perda do filho; a pelve óssea é um testemunho da causa anatómica da impossibilidade de ser mãe.
Para fazer este post para além de andar pela minha memória, andei por aqui e por aqui
Fica ainda uma imagem da Casa Azul, a sua casa familiar, que quatro anos após a sua morte foi transformada em museu.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Paul Jackson Pollock
Entre muitas coisas, disse:
"Eu não pinto a natureza, eu sou a natureza".
e que:
a mão, o braço e o corpo do artista não dependiam da vontade nem da mente mas eram instrumento de uma espécie de furor e euforia, desligados de quaisquer normas compositivas e estéticas.
A sua forma de trabalhar era esta:

E o resultado era:
Paul Jackson Pollock, pintor Americano 28 de Janeiro de 1912 – 11 de Agosto de 1956
Gosto!
"Eu não pinto a natureza, eu sou a natureza".
e que:
a mão, o braço e o corpo do artista não dependiam da vontade nem da mente mas eram instrumento de uma espécie de furor e euforia, desligados de quaisquer normas compositivas e estéticas.
A sua forma de trabalhar era esta:
E o resultado era:
Paul Jackson Pollock, pintor Americano 28 de Janeiro de 1912 – 11 de Agosto de 1956
Gosto!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Chaplin em Imagens, a Exposição
O SAPO hoje está (mais) lindo... o seu logo é uma homenagem a Charlie Chaplin, o Charlot personagem que o eternizou.
A razão é porque chegou a Portugal a exposição Chaplin em Imagens.
Diz Vera Moutinho numa reportagem do Sapo, sobre a exposição:
Calças largas, casaco apertado e chapéu de coco. O bigode e a bengala completaram o figurino mais famoso do cinema mudo dos anos 20. Nascia Charlot, no corpo de Charlie Chaplin.
....
A exposição «Chaplin em Imagens» que chegou agora a Portugal traz a personagem de Charlot novamente à vida e deixa pistas para compreender não só o actor mas também a figura pública e o realizador. Esta é, aliás, a primeira grande exposição baseada nos arquivos da família de Chaplin e que já passou passou por outras cidades como Barcelona, Paris, Roterdão e Bruxelas.
....
Curiosidades:
Sabiam que foi o actor mais bem pago da década de 20?
Sabiam que era canhoto?
... E que ele tinha uma paixão por Portugal?
Mais sobre este mestre do cinema da década de 20 na Wikipédia.
Ele disse:
«Uma pessoa pode ter uma infância triste e mesmo assim chegar a ser muito feliz na maturidade. Da mesma forma, pode nascer num berço de ouro e sentir-se enjaulada pelo resto da vida.»
A razão é porque chegou a Portugal a exposição Chaplin em Imagens.
Diz Vera Moutinho numa reportagem do Sapo, sobre a exposição:
Calças largas, casaco apertado e chapéu de coco. O bigode e a bengala completaram o figurino mais famoso do cinema mudo dos anos 20. Nascia Charlot, no corpo de Charlie Chaplin.
....
A exposição «Chaplin em Imagens» que chegou agora a Portugal traz a personagem de Charlot novamente à vida e deixa pistas para compreender não só o actor mas também a figura pública e o realizador. Esta é, aliás, a primeira grande exposição baseada nos arquivos da família de Chaplin e que já passou passou por outras cidades como Barcelona, Paris, Roterdão e Bruxelas.
....
Curiosidades:
Sabiam que foi o actor mais bem pago da década de 20?
Sabiam que era canhoto?
... E que ele tinha uma paixão por Portugal?
Mais sobre este mestre do cinema da década de 20 na Wikipédia.
Ele disse:
«Uma pessoa pode ter uma infância triste e mesmo assim chegar a ser muito feliz na maturidade. Da mesma forma, pode nascer num berço de ouro e sentir-se enjaulada pelo resto da vida.»
Subscrever:
Mensagens (Atom)