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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Amores perfeitos...

...só mesmo estes...



...os outros, meus, não o são, nunca o serão, não têm que ser, nem eu quero que o sejam.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Feliz dia Papá

Não há que inventar sobre o assunto.
Pai é Pai e o que há para dizer resume-se sempre ao mesmo:

Feliz dia Papá.
Gosto muito de ti.
És o melhor Pai do Mundo!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

S. Valentim: Amor é...

E há palavras mais sinceras do que as saídas da boca de uma criança?
Amor é ( recebido por email há uns tempos.):


«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»
Rebeca, 8 anos

«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»
Billy, 4 anos

«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»
Karl, 5 anos

«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»
Chrissy, 6 anos

«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»
Terri, 4 anos

«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»
Danny, 7 anos

«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»
Emily, 8 anos rsssssssssssssss

«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»
Noelle, 7 anos

«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)
Tommy, 6 anos

«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»
Clare, 6 anos

«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»
Elaine, 5 anos

«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»
Chris, 7 anos

«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia.»
Mary Ann, 4 anos tão querida

«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.» (quanta arte!)
Karen, 7 anos

«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se.»
Jessica, 8 anos

E a última? O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa.

A vencedora foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse:
"Nada, só o ajudei a chorar".

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Hoje o dia ainda é mais importante que os outros

Lembro-me particularmente de uma prenda que ofereci à minha Mãe no aniversário dela. Devia ter aí uns sete anos e resolvi fazer-lhe um colar... cm papel de lustro!
Lembro-me que tinha um caderno desse papel com cores muito fortes: verde, azul, rosa, laranja, vermelho e também branco e preto.
Resolvi então cortar o papel em tiras de cerca de cinco centímetros e rematar as pontas em bico. Passei cola na parte de dentro do papel e enrolei as tiras numa agulha de croché. Depois de secas enfiei-as num fio e dei um nó. Meti num envelope branco onde na parte de fora desenhei umas flores, também todas cheias de cor.
Andei imensos dias afazer aquilo. Fazia Às escondidas no quarto antes da hora do jantar e quando a minha Mãe me ia chamar para jantar eu escondia as coisas.
É claro que a minha Mãe nunca usou o colar. Guardou na gaveta da mesinha de cabeceira, dizendo que quando chegasse a Primavera iria arranjar uma blusa para poder usar o colar. E sempre que eu abria a gaveta da mesinha de cabeceira saía a pergunta:Ó Mãe ainda não arranjaste a blusa?'. Enquanto não foi Primavera a desculpa de esperar serviu, depois passou para 'Ainda não encontrei uma que combinasse com essas cores.'-dizia-me ela.
Eu acreditava. Eu tinha sete anos. E tinha a convicção de que o colar era lindíssimo e que ela podia perfeitamente usá-lo na rua, por isso a questão era mesmo a blusa. Para além disso a minha Mãe era e é uma pessoa com gostos muito singulares a quem nem tudo agrada, principalmente o que agrada a todos. É pessoa de fazer as suas próprias modas... não fosse ela conhecida como a 'miss de S. Pedro' na freguesia onde nasceu e morou até casar.

Sim a minha Mãe é especial porque é minha Mãe e porque é mesmo uma Mulher muito especial. Não tem medo das pessoas. Já em miúda enfrentava os rapazes mais velhos, maiores que ela... defendia o primo e ia-lhes fazer esperas à porta da escola para tirar satisfações sobre as maldades que eles faziam ao primo mais novo que ela um ano.
Mas tem medo, pavor até, das acções da Mãe Natureza, do vento, tem muito medo do vento. Tem pavor da trovoada, mesmo depois de numa noite de trovoada o meu Avô a ter obrigado a ver a trovoada à janela. Tem medo do Mar e tem um medo tal, que atá a palavra lhe custa pronunciar, do cancro. Quantas vezes não a ouvi dizer: 'Deus nosso Senhor nos livre dessa doença.'. Ironicamente foi a ela que tocou cuidar do meu avô na sua doença quando já em estado terminal, o que ela fez de uma forma tal que o médico de família a convidou para fazer voluntariado num hospital ou até mesmo tirar um curso de enfermagem.
Sim é uma mulher especial. Tão forte como fraca. Tão meiga como rude. Não, não é uma mulher do meio termo, é de extremos que Às vezes nos leva a temer pela sua reacção.

É a minha Mãe e muito haveria para dizer sobre ela, mas seria pouco.

Ela hoje faz anos e cada ano que passa este dia continua a ter mais importância porque a tenho comigo e que seja por muitos anos. Não me consigo imaginar sem ela e sem o meu Pai.
Um dia que isso aconteça todo o chão desaparecerá debaixo dos meus pés e nem eu, nem o meu viver serão os mesmo. Que longe estejam esses dias.

E como o dia de hoje é de festa, vou-lhe ligar já já.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Paris: Le Cheval Fou Arrêté Par La police


Um cavalo a galope pelas margens do Sena. É uma realidade nunca imaginada, ou talvez sim...
De que fugia ele, ou atrás do que corre ele? ... provavelmente as duas coisas: Corre atrás de uma linda égua pela qual se apaixonou e foge do vil tratador que o quer impedir de ir atrás da sua amada!

Não acho que seja tolo, não...

Afinal Paris não é a cidade do Amor?

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Amor Perfeito

O Bono e a Tigra 'vivem' um amor perfeito:
Quando ele quer qualquer coisa, começa a ladrar... chato, como só ele sabe ser!
A partir de um determinado momento em vez de continuar virado para mim, vira-se para a cadela e começa a ladrar, de outra forma, como se estivesse a dar-lhe uma ordem!
Aí ela começa a ladrar e ele cala-se enquanto ela ladra, olhando alternadamente para mim e para ela... se ela se cala, ele ladra-lhe 'de alto', como dizendo:
-Porque paraste? Ela (sou eu!) ainda não fez o que queríamos, continua!
E é isto até o 'Sr Bono' atingir o 'seu' objectivo ou... eu virar as costas aos dois! Aí ele começa a ladrar e quando eu desapareço, calam-se os dois!

Passados uns minutos, lá ouço os dois a lutar... parece que ele está a ralhar com ela por não ter sido 'eficiente'!

Digam lá se não é a verdadeira definição de amor perfeito!... até os cães! Sinceramente!