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segunda-feira, 12 de julho de 2010

13

E muito haveria para dizer sobre estes 13 anos que foram uma autêntica montanha russa de emoções...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Dia do Casamento

Das ronda por alguns blogues e da leitura de algumas revistas, claro a Caras, a Maria. Porque não? Alguém as lê... elas vendem e não é para fazer aviões nem forrar caixas de sapatos...
Pronto eu leio, no cabeleireiro, no café... pronto leio as que os outros compram...
... e como ia dizendo, destas leituras, começo a pensar que eu sou a única noiva que duas horas antes de sair de casa para casar estava sentada no terraço de casa a comer uvas!

E que boas que eram. Não fosse toda a gente à minha volta ( tinha a casa cheia de vistas) a moer-me o juízo sobre o atraso da cabeleireira estava-se bem!

Até a vizinha, aos pulos do outro lado do muro: 'Ainda estás aí? o casamento não é às quatro? E consegues ter fome?'

Acho que foi o dia, mesmo com todos os incidentes, que não foram poucos e suficientemente maus para partir tudo, em que estive mais calma!

E eu sou stressada... se eu fosse agora criança, seria 'hiper activa'!

Sobrevivi... por isso não stressem... o dia há-de chegar, passar a correr e se não o receberem com calma e descontracção nem o 'saboreiam'!

domingo, 12 de julho de 2009

12 Anos

Faz hoje doze anos era Sábado, estava um doa como o de hoje, de sol e calor.
Por esta hora mais de cem pessoas aguardavam dentro da Capela Carlos Alberto, nos jardins do Palácio de Cristal, não pela chegada da noiva, mas do padre.
O padre que insistira para que não houvesse atrasos, foi ele quem se atrasou e, numa tentativa de minimizar o atraso, resolve pular umas sebes e ... espalhou-se ao comprido num dos canteiros.

Eu não vi, poucos viram...
Houve casamento, houve festa, houve drama, houve incidente e muitos sinais de que... o que aconteceu depois ia acontecer e eu não 'vi'. Tudo foi 'dito' naquele dia e eu não vi (quis ver).

O maior cego não é o que não vê, é o que não quer ver!

sábado, 12 de julho de 2008

Hoje é dia 12!

Hoje é dia 12 de Julho. O meu afilhado J.N. faz 13 anos.
Hoje é dia 12 de Julho.
Faz 11 anos que me casei!
11 anos
de muito e muito pouco!
11 anos
de muitas preocupações, de muitas tristezas, de muitas mudanças e de muito poucas coisas boas!
11 anos às voltas com doenças, operações, viagens, mudanças de casa, zangas e...mais nada!
11 anos com muito pouco para mim e muito tirado de mim! Sangessugas fossem todos estes acontecimentos e eu já não tinha pinta de sangue!
Comprei uma casa numa nova cidade, fui para lá viver, porque eram mais barata e porque também era, e é; a cidade onde trabalhava!
8 meses passados do casamento, um acidente de trabalho, que no final foi considerado pela companhia de seguros 'Doença Natural'!
Seguiram-se 4 meses de hospitais, operações, gastos de dinheiro interminável e, no final, o insucesso: a cegueira de uma vista!
A vida aí deu uma volta de 180 graus: a partir deste momento deixei de saber o que queria deste casamento! Como dizem a minha amiga Sãozinha e a minha dentista: Esta mulher é dura! Deixei de pensar no que queria, passei a viver o dia a dia e, eu que sou quem menos culpa tem do que se passou, sim porque há culpados e esses culpados têm nome, mas aqui só um nome lhe assenta: Covardes! Mas o propósito deste post não é falar dessa gentinha!
Hoje vivo para o dia de hoje, amanhã logo se verá!
Auto eduquei-me, passei a não deixar que qualquer coisa ou qualquer um me atinjam. Sei o que tenho e o que não quero mais! Por isso mimo-me, consolo-me, convenço-me, tudo de mim para mim, porque só Eu e só Eu e o meu Eu ninguém há-de derrubar!
O resto já sei que é assim, minimizo, desvalorizo, ignoro...talvez sirva para pagamento de alguma coisa algures noutro mundo!