E muito haveria para dizer sobre estes 13 anos que foram uma autêntica montanha russa de emoções...
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
terça-feira, 14 de julho de 2009
Dia do Casamento
Pronto eu leio, no cabeleireiro, no café... pronto leio as que os outros compram...
... e como ia dizendo, destas leituras, começo a pensar que eu sou a única noiva que duas horas antes de sair de casa para casar estava sentada no terraço de casa a comer uvas!
E que boas que eram. Não fosse toda a gente à minha volta ( tinha a casa cheia de vistas) a moer-me o juízo sobre o atraso da cabeleireira estava-se bem!
Até a vizinha, aos pulos do outro lado do muro: 'Ainda estás aí? o casamento não é às quatro? E consegues ter fome?'
Acho que foi o dia, mesmo com todos os incidentes, que não foram poucos e suficientemente maus para partir tudo, em que estive mais calma!
E eu sou stressada... se eu fosse agora criança, seria 'hiper activa'!
Sobrevivi... por isso não stressem... o dia há-de chegar, passar a correr e se não o receberem com calma e descontracção nem o 'saboreiam'!
domingo, 12 de julho de 2009
12 Anos
Faz hoje doze anos era Sábado, estava um doa como o de hoje, de sol e calor.
Por esta hora mais de cem pessoas aguardavam dentro da Capela Carlos Alberto, nos jardins do Palácio de Cristal, não pela chegada da noiva, mas do padre.
O padre que insistira para que não houvesse atrasos, foi ele quem se atrasou e, numa tentativa de minimizar o atraso, resolve pular umas sebes e ... espalhou-se ao comprido num dos canteiros.
Eu não vi, poucos viram...
Houve casamento, houve festa, houve drama, houve incidente e muitos sinais de que... o que aconteceu depois ia acontecer e eu não 'vi'. Tudo foi 'dito' naquele dia e eu não vi (quis ver).
O maior cego não é o que não vê, é o que não quer ver!
Por esta hora mais de cem pessoas aguardavam dentro da Capela Carlos Alberto, nos jardins do Palácio de Cristal, não pela chegada da noiva, mas do padre.
O padre que insistira para que não houvesse atrasos, foi ele quem se atrasou e, numa tentativa de minimizar o atraso, resolve pular umas sebes e ... espalhou-se ao comprido num dos canteiros.
Eu não vi, poucos viram...
Houve casamento, houve festa, houve drama, houve incidente e muitos sinais de que... o que aconteceu depois ia acontecer e eu não 'vi'. Tudo foi 'dito' naquele dia e eu não vi (quis ver).
O maior cego não é o que não vê, é o que não quer ver!
sábado, 12 de julho de 2008
Hoje é dia 12!
Hoje é dia 12 de Julho. O meu afilhado J.N. faz 13 anos.
Hoje é dia 12 de Julho.
Faz 11 anos que me casei!
11 anos de muito e muito pouco!
11 anos de muitas preocupações, de muitas tristezas, de muitas mudanças e de muito poucas coisas boas!
11 anos às voltas com doenças, operações, viagens, mudanças de casa, zangas e...mais nada!
11 anos com muito pouco para mim e muito tirado de mim! Sangessugas fossem todos estes acontecimentos e eu já não tinha pinta de sangue!
Comprei uma casa numa nova cidade, fui para lá viver, porque eram mais barata e porque também era, e é; a cidade onde trabalhava!
8 meses passados do casamento, um acidente de trabalho, que no final foi considerado pela companhia de seguros 'Doença Natural'!
Seguiram-se 4 meses de hospitais, operações, gastos de dinheiro interminável e, no final, o insucesso: a cegueira de uma vista!
A vida aí deu uma volta de 180 graus: a partir deste momento deixei de saber o que queria deste casamento! Como dizem a minha amiga Sãozinha e a minha dentista: Esta mulher é dura! Deixei de pensar no que queria, passei a viver o dia a dia e, eu que sou quem menos culpa tem do que se passou, sim porque há culpados e esses culpados têm nome, mas aqui só um nome lhe assenta: Covardes! Mas o propósito deste post não é falar dessa gentinha!
Hoje vivo para o dia de hoje, amanhã logo se verá!
Auto eduquei-me, passei a não deixar que qualquer coisa ou qualquer um me atinjam. Sei o que tenho e o que não quero mais! Por isso mimo-me, consolo-me, convenço-me, tudo de mim para mim, porque só Eu e só Eu e o meu Eu ninguém há-de derrubar!
O resto já sei que é assim, minimizo, desvalorizo, ignoro...talvez sirva para pagamento de alguma coisa algures noutro mundo!
Hoje é dia 12 de Julho.
Faz 11 anos que me casei!
11 anos de muito e muito pouco!
11 anos de muitas preocupações, de muitas tristezas, de muitas mudanças e de muito poucas coisas boas!
11 anos às voltas com doenças, operações, viagens, mudanças de casa, zangas e...mais nada!
11 anos com muito pouco para mim e muito tirado de mim! Sangessugas fossem todos estes acontecimentos e eu já não tinha pinta de sangue!
Comprei uma casa numa nova cidade, fui para lá viver, porque eram mais barata e porque também era, e é; a cidade onde trabalhava!
8 meses passados do casamento, um acidente de trabalho, que no final foi considerado pela companhia de seguros 'Doença Natural'!
Seguiram-se 4 meses de hospitais, operações, gastos de dinheiro interminável e, no final, o insucesso: a cegueira de uma vista!
A vida aí deu uma volta de 180 graus: a partir deste momento deixei de saber o que queria deste casamento! Como dizem a minha amiga Sãozinha e a minha dentista: Esta mulher é dura! Deixei de pensar no que queria, passei a viver o dia a dia e, eu que sou quem menos culpa tem do que se passou, sim porque há culpados e esses culpados têm nome, mas aqui só um nome lhe assenta: Covardes! Mas o propósito deste post não é falar dessa gentinha!
Hoje vivo para o dia de hoje, amanhã logo se verá!
Auto eduquei-me, passei a não deixar que qualquer coisa ou qualquer um me atinjam. Sei o que tenho e o que não quero mais! Por isso mimo-me, consolo-me, convenço-me, tudo de mim para mim, porque só Eu e só Eu e o meu Eu ninguém há-de derrubar!
O resto já sei que é assim, minimizo, desvalorizo, ignoro...talvez sirva para pagamento de alguma coisa algures noutro mundo!
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