Mostrando postagens com marcador quadrinhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador quadrinhos. Mostrar todas as postagens
13.8.12
2.4.12
1.3.12
25.8.11
15.6.11
ALMIGHTY THOR (2011)
Este aqui é complicado… Não sei nem por onde começar. Mas tudo bem, vamos pela história, que não possui qualquer relação com os quadrinhos do Deus do Trovão, mas já sabemos de antemão que se trata de mais uma produção da The Asylum, então não é surpresa alguma. Em ALMIGHTY THOR, Loki (Richard Grieco) não é irmão de Thor (Cody Deal), mas uma espécie de feiticeiro que surge sem muita explicação e usa seus poderes e umas criaturas que parecem cachorros misturados com dinossauros, feitos em um CGI bem fuleiro, para destruir Asgard em busca de um tal martelo da invencibilidade!
Odin, antes de ser morto (ah, não se preocupem com spoilers), se livra do martelo através de um portal mágico. Seu filho, Thor, junto com uma guerreira local, consegue passar pelo portal e vem parar aqui na terra, onde tenta encontrar o artefato para derrotar Loki!
Sim, até parece ser um filmaço, mas não se engane pela minha descrição, nem pelo poster ou trailer. ALMIGHTY THOR é uma porcaria extremamente mal dirigida, com efeitos especiais pobres, um roteiro risível, atuações constrangedoras, pós produção mal acabada, etc. Claro que tudo isso são detalhes que dão um charme às produções da The Asylum e divertem aqueles que sabem apreciar esse tipo de tralha. O problema é a “seriedade” com a qual a coisa é levada. O filme é arrastadíssimo, chato e sem graça… e nem cabe aqui a desculpa da falta de dinheiro da produção. Falta mesmo é bom senso dos realizadores…
As cenas da batalha do início dão vergonha alheia. A noção de tempo, espaço e continuidade é lançada às favas e é preciso ter estômago pra aceitar alguma coisa. Quando a trama passa a transcorrer na Terra, a impressão é de que o filme vai melhorar. Mas infelizmente consegue ficar pior!!! É uma encheção de linguiça que tem certa graça no início pela situação ridícula, do tipo tão ruim que chega a ser bom, mas depois meia hora assistindo a mesma coisa, fica difícil… De tempos em tempos temos umas ceninhas de ação, mas são rápidas e não dá pra animar muito a vida do espectador.
Das poucas centelhas de genialidade (sim, temos algumas, haha!), uma delas é este plano acima, onde Thor parte pra cima de Loki com uma UZI!!!! O martelo não é suficiente?! Esse era o espírito que o filme deveria manter do início ao fim, mas não consegue… Quem consegue é Richard Grieco, o único que parece à vontade, percebeu a bomba que se meteu e não está nem aí, apenas ri de si mesmo. Cody Deal faz um Thor patético, abobalhado, bunda mole e chorão…difícil, muito difícil…
Mas ainda assim, prefiro ALMIGHTY THOR do que o THOR do Kenneth Branagh!
PS: A direção é de Christopher Ray, filho do Fred Olen Ray!
25.4.10
THE SCARAB
Pelo teor do trailer abaixo, dá para notar que esta produção não é bem chegada aos padrões de qualidade aprovada pela crítica “séria” nem pelo grande público. No entanto, em tempos de superproduções milionárias de super heróis inspirados em quadrinhos (e que poucas vezes resultam em algo realmente interessante), quem curte uma boa tralha de baixíssimo orçamento poderá tirar algum proveito de AVENGING FORCE: THE SCARAB (2010).
Como podem ver, o filme definitivamente não estará cotado para a disputa do próximo Oscar (acho que nem no Framboesa ele teria chance), mas eu tenho uma fascinação obsessiva com este tipo de filme ruim e só descanso depois de ter visto com meus próprios olhos. Posso até me arrepender pelos 90 minutos perdidos, mas na maioria das vezes a diversão é garantida!
THE SCARAB terá lançamento discreto nos cinemas canadenses no próximo dia 26 de Abril (sim, amanhã, em plena segunda feira), terra natal do diretor Brett Kelly, realizador de algumas “pepitas” classe B nos últimos dez anos. O personagem título é baseado em quadrinhos criado nos anos 40.
THE SCARAB terá lançamento discreto nos cinemas canadenses no próximo dia 26 de Abril (sim, amanhã, em plena segunda feira), terra natal do diretor Brett Kelly, realizador de algumas “pepitas” classe B nos últimos dez anos. O personagem título é baseado em quadrinhos criado nos anos 40.
13.8.09
Mr. Freeze
Estava eu assistindo ontem à noite ao saudoso seriado BATMAN E ROBIN dos anos 60 no canal TCM, aquele em que os heróis eram interpretados pelos inesquecíveis Adam West e Burt Ward. O episódio que passou foi o que o astuto vilão Mr. Freeze e seus capangas causam o terror em Gothan City, sequestrando uma Miss e tramando um problemão para a dupla dinâmica.
Mas pensem no susto que eu levei quando eu descobri quem era o ator que encarnou o fascínora gelado!
Mas pensem no susto que eu levei quando eu descobri quem era o ator que encarnou o fascínora gelado!
8.5.09
filmes recentes
Agora, tem como não apreciar um filme que possui o extremo bom gosto de iniciar com uma canção de Leonard Cohen? Não estou falando de QUANDO OS HOMENS SÃO HOMENS, do Altman, aliás, é um bom exemplo dum filme que preciso ver... mas me refiro a MR73 (2008), de Olivier Marchal, puta filme policial francês como há muito tempo não via!
A trama gira em torno do policial interpretado por Daniel Auteuil – grande ator, está perfeito no papel de um homem sendo devorado vivo, como bem define uma personagem. Sujeito está acabado, bêbado, traumatizado por uma tragédia de família, e tentando incansavelmente resolver um caso de um serial killer. Paralelamente, o roteiro constrói uma subtrama que envolve uma moça que na infância teve seus pais brutalmente assassinados por um psicopata que está prestes a sair da prisão por bom comportamento. Filmaço mesmo! Marchal consegue trabalhar as questões morais sem ser piegas e o final é poderoso, a direção é segura, corajosa e sem frescuras e Daniel cria um personagem e tanto. Altamente recomendado!
Já o filme que conta a origem do personagem de quadrinhos Wolverine, X-MEN ORIGINS: WOLVERINE (2009), não fica num nível muito acima de THE SPIRIT não. Ou seja, só não chega a ser uma decepção pega de surpresa porque eu não esperava muita coisa, mas mesmo assim surpreende pela incompetência dos responsáveis em adaptar um material que não necessita de muito esforço pra ficar bom. Mesmo assim, deu no que deu... O filme tem cheiro de blockbuster sem vergonha que só serve pra encher os bolsos dos executivos que se aproveitam da série iniciada em 2001.
As mudanças na origem do personagem em relação à fonte são ofensivas e forçam a barra, aliás, o roteiro é dos mais vagabundos, cheio de falhas e clichês mal trabalhados que me irritam profundamente. Nem mesmo as cenas de ação conseguem tirar o filme do buraco. O diretor Gavin Hood não tem, sequer, noção do que está fazendo. Confia demais nos efeitos de CGI (bem cretinos, diga-se de passagem), não tem ciência de espaço, não valoriza os planos, cenas de lutas mal acabadas, artificiais, mal filmadas, um horror. Até o povo que detona o Zack Snyder vai começar achar WATCHMEN uma obra prima!
As mudanças na origem do personagem em relação à fonte são ofensivas e forçam a barra, aliás, o roteiro é dos mais vagabundos, cheio de falhas e clichês mal trabalhados que me irritam profundamente. Nem mesmo as cenas de ação conseguem tirar o filme do buraco. O diretor Gavin Hood não tem, sequer, noção do que está fazendo. Confia demais nos efeitos de CGI (bem cretinos, diga-se de passagem), não tem ciência de espaço, não valoriza os planos, cenas de lutas mal acabadas, artificiais, mal filmadas, um horror. Até o povo que detona o Zack Snyder vai começar achar WATCHMEN uma obra prima!
OBS: O Dia da Fúria foi atualizado hoje! Tem textinho do Osvaldo Neto sobre O DIA DA DESFORRA e um meu sobre QUANDO OS BRUTOS SE DEFRONTAM. Delírios de Sergio Sollima!
10.4.09
THE SPIRIT (2008), de Frank Miller
Pura sorte não ter conseguido assistir a essa bomba no cinema...
Miller fingindo que é diretor de cinema.
8.3.09
WATCHMEN (2009), de Zack Snyder
Sinceramente não tenho do que me queixar de WATCHMEN. Acho que os críticos sérios reclamam demais e os fãs estão fazendo chiliques por pura oposição preconceituosa, já que consideram a obra infilmável. Problemas com o diretor eu até entendo, mas ainda bem que eu não tenho. Minha expectativa era discreta, mas bastante curiosa – e da fonte da qual beberam, é de se esperar no mínimo um bom filme. A grande sacada de Zack Snyder (e seus roteiristas) foi tentar ao máximo manter a lealdade do universo criado por Alan Moore e Dave Gibbons respeitando a estória central (com uma pequena modificação no desfecho, mas nada muito gritante), as subtramas, estrutura narrativa, personagens, localização temporal, etc. Evidentemente muita coisa se perde, algumas passagens ganham mais espaço que outras, a ação é intensificada, mas o resultado não deixa de ser surpreendente.
Zack Snyder é desses que na maior parte do tempo pensa que está dirigindo um vídeo clipe e ainda possui a velha mania de exagerar no slow motion durante as cenas de ação. Felizmente, WATCHMEN não é um filme de ação e a força narrativa concentra-se na dramaticidade das situações vividas pelos personagens, heróis decadentes e humanos em uma realidade bem estranha. E Snyder, na medida do possível, até que manda bem como narrador. Pelo menos conseguiu me segurar tranquilamente em suas 2h e 40m de duração. Isso tudo levando em conta o visual fascinante muito semelhante ao das páginas dos quadrinhos, mesmo sendo a maioria criada por CGI (e não sou muito radical, sempre elogiei quando bem utilizado, como é o caso aqui); há também os personagens complexos e interessantes interpretados por um elenco que dá conta do recado, principalmente Jackie Earle Haley no papel de Rorschach, de longe o mais batuta, obscuro e revoltado do grupo, além de visualmente/psicologicamente idêntico ao original. A trilha sonora vai gerar uma discussão à parte. É uma das mais inusitadas para um filme do gênero e conta com uma compilação que vai de Simon & Garfunkel a Leonard Cohen. Eu achei sensacional a escolha das canções e maneira como foram inseridas na trama.
Embora tenha o probleminha da câmera lenta (que é um pouco mais contida em relação a 300), as cenas de lutas de uma forma geral são boas e sem os exageros afetados, filmadas de maneira simples, claras e violentas pra dedéu! Com direito a ossos quebrados, fraturas expostas e bastante sangue. Aliás, o filme possui uma essência extremamente violenta com momentos de gore que deixaria Lucio Fulci orgulhoso. WATCHMEN conta também com uma cena de sexo bem picante para o padrão de filmes de super-heróis, o que não é muito habitual. Admiro essa determinação do Snyder em abraçar uma obra e brigar com seja lá quem for para que o filme tenha a sua visão mesmo contendo elementos pouco rentáveis para os executivos de Hollywood – como nudez, sexo, violência gráfica, a longa duração, detalhes em relação à fidelidade da obra. A preocupação parece situar sempre na qualidade de seu filme (mesmo que ainda tenha muito que amadurecer). É um diretor no mínimo corajoso, na minha opinião, e o filme ganha muito com isso: WATCHMEN é uma das melhores e mais fiéis adaptações de HQ's.

20.8.08
HELLBOY II - THE GOLDEN ARMY (2008)
diretor: Guillermo del Toro
roteiro: Guillermo del Toro
Não li uma história em quadrinhos sequer do Hellboy e praticamente tudo que conheço sobre o personagem foi através do cinema. Digo isso pra vocês saberem que o meu nível de exigência com o herói é zero. Quando paro pra ver um filme como HELLBOY, minha única exigência é com a minha diversão, sem me preocupar se as fidelidades e os elementos que o processo de transposição de HQ para o cinema estão de acordo. Se por um lado, sou um ignorante em relação ao personagem, por outro sou um grande apreciador da obra do homem que realizou os dois filmes do herói: Guillermo del Toro.
Em O LABIRINTO DO FAUNO, Del Toro chegou no ápice no sentido de colocar pra fora todo universo de fantasias e criaturas que estavam enjaulados em sua cabeça esperando uma oportunidade pra virar um deslumbre cinematográfico. Esse universo é incrivelmente aproveitado em HELLBOY. Digo mais uma vez: não sei se nos quadrinhos o mundo de Hellboy é tratado com tamanha variedade de criaturas e cenários mitológicos, mas tenho certeza que para o cinema, Del Toro deixou sua marca e explorou ao máximo suas obsessões pela fantasia, principalmente neste HELLBOY II.
Pra melhorar ainda mais a favor de Del toro, e pra nossa obviamente, o diretor demonstra uma excelente capacidade de realizar cenas de ação, de pancadaria, sabendo utilizar efeitos de computação gráfica e todos os recursos que têm em mãos não deixando o filme esfriar em momento algum, embora ainda haja um excesso de gracinhas desnecessárias do roteiro e romances melosos, o que não chega a incomodar tanto, mas às vezes enchem o saco.
A cena em que Hellboy e o Dr. Krauss (um dos personagens mais fascinantes do filme) enfrentam o tal Exército de Ouro é grandiosa e digna para provar que Del Toro, dentro de seu cinema específico, é um dos melhores e, provavelmente, a escolha certa de Peter Jackson para a adaptação de O Hobbit, que particularmente não vejo graça alguma, mas nas mãos do diretor de HELLBOY, pode ser que a coisa funcione de forma mais interessante como é o caso deste aqui, que está longe de ser perfeito, mas atende tranquilamente a exigência que faço quando vou ver um filme como este.

roteiro: Guillermo del Toro
Não li uma história em quadrinhos sequer do Hellboy e praticamente tudo que conheço sobre o personagem foi através do cinema. Digo isso pra vocês saberem que o meu nível de exigência com o herói é zero. Quando paro pra ver um filme como HELLBOY, minha única exigência é com a minha diversão, sem me preocupar se as fidelidades e os elementos que o processo de transposição de HQ para o cinema estão de acordo. Se por um lado, sou um ignorante em relação ao personagem, por outro sou um grande apreciador da obra do homem que realizou os dois filmes do herói: Guillermo del Toro.
Em O LABIRINTO DO FAUNO, Del Toro chegou no ápice no sentido de colocar pra fora todo universo de fantasias e criaturas que estavam enjaulados em sua cabeça esperando uma oportunidade pra virar um deslumbre cinematográfico. Esse universo é incrivelmente aproveitado em HELLBOY. Digo mais uma vez: não sei se nos quadrinhos o mundo de Hellboy é tratado com tamanha variedade de criaturas e cenários mitológicos, mas tenho certeza que para o cinema, Del Toro deixou sua marca e explorou ao máximo suas obsessões pela fantasia, principalmente neste HELLBOY II.
A cena em que Hellboy e o Dr. Krauss (um dos personagens mais fascinantes do filme) enfrentam o tal Exército de Ouro é grandiosa e digna para provar que Del Toro, dentro de seu cinema específico, é um dos melhores e, provavelmente, a escolha certa de Peter Jackson para a adaptação de O Hobbit, que particularmente não vejo graça alguma, mas nas mãos do diretor de HELLBOY, pode ser que a coisa funcione de forma mais interessante como é o caso deste aqui, que está longe de ser perfeito, mas atende tranquilamente a exigência que faço quando vou ver um filme como este.
10.8.08
DANGER: DIABOLIK (1968)
direção: Mario Bava
roteiro: Arduino Maiuri; Brian Degas; Tudor Gates e Mario Bava
O diretor italiano Mario Bava é mais conhecido por ser um mestre do horror nos 60 e 70, tendo realizado diversos clássicos como A MÁSCARA DO DEMÔNIO, OPERAZIONE PAURA, LISA E IL DIAVOLO e muitos outros. Com DANGER: DIABOLIK, Bava debruça em um gênero que ainda não havia explorado: filmes baseado em quadrinhos. E foi a prova da versatilidade do diretor. Ao aproximar o seu talento com o design atmosférico de cenários cinematográficos para um projeto de baixo orçamento, Bava alcançou um resultado visual extremamente original. O filme foi produzido pelo lendário Dino DeLaurentiis e estralado por John Phillip Law, que possuía características físicas semelhantes ao personagem criado pelas irmãs Angela e Luciana Giussani.
Diabolik é o autêntico anti-herói cuja diversão é roubar por simples prazer. Sua parceira no crime é a belíssima Eva Kent (Marisa Mell). Juntos, formam uma equipe perfeita de terroristas que deixam o cabelo da polícia em pé. Mario Bava construiu um incrível universo psicodélico para narrar suas aventuras no cinema. Isso fica claro já na primeira sequência em que vemos Diabolik em ação. Depois de roubar o dinheiro da policia, jogá-lo em sua lancha e mergulhar na água, a câmera roda freneticamente criando um caleidoscópio de cores onde entram os créditos, sem contar o acompanhamento musical das geniais partituras de Ennio Morricone.
A principal pedra no sapato de Diabolik é o inspetor Ginko, vivido pelo grande ator francês Michel Piccoli, que procura de todas as formas anular o personagem mascarado. Outro inimigo é Valmont (Adolfo Celi), um chefão do crime organizado que também tenta se livrar de Diabolik para manter sua hegemonia no mundo do crime. Ao longo de toda projeção, o herói (ou vilão?) tem de lidar com essas duas figuras e seus capangas. O filme tem um ritmo bastante intenso e a todo instante vemos Diabolik em seu jaguar preto (ou branco, depende da ocasião) em perseguições ou praticando um roubo altamente calculado.

DANGER: DIABOLIK funciona não somente como uma das melhores adaptações de história em quadrinhos, mas como um exercício de estilo, uma experiência visual e também uma surpresa para os fãs do diretor acostumados com os tons pesados de seus filmes de horror gótico que contrastam com a luminosidade colorida e psicodélica desta verdadeira obra de arte do cinema.
O diretor italiano Mario Bava é mais conhecido por ser um mestre do horror nos 60 e 70, tendo realizado diversos clássicos como A MÁSCARA DO DEMÔNIO, OPERAZIONE PAURA, LISA E IL DIAVOLO e muitos outros. Com DANGER: DIABOLIK, Bava debruça em um gênero que ainda não havia explorado: filmes baseado em quadrinhos. E foi a prova da versatilidade do diretor. Ao aproximar o seu talento com o design atmosférico de cenários cinematográficos para um projeto de baixo orçamento, Bava alcançou um resultado visual extremamente original. O filme foi produzido pelo lendário Dino DeLaurentiis e estralado por John Phillip Law, que possuía características físicas semelhantes ao personagem criado pelas irmãs Angela e Luciana Giussani.
A principal pedra no sapato de Diabolik é o inspetor Ginko, vivido pelo grande ator francês Michel Piccoli, que procura de todas as formas anular o personagem mascarado. Outro inimigo é Valmont (Adolfo Celi), um chefão do crime organizado que também tenta se livrar de Diabolik para manter sua hegemonia no mundo do crime. Ao longo de toda projeção, o herói (ou vilão?) tem de lidar com essas duas figuras e seus capangas. O filme tem um ritmo bastante intenso e a todo instante vemos Diabolik em seu jaguar preto (ou branco, depende da ocasião) em perseguições ou praticando um roubo altamente calculado.
DANGER: DIABOLIK funciona não somente como uma das melhores adaptações de história em quadrinhos, mas como um exercício de estilo, uma experiência visual e também uma surpresa para os fãs do diretor acostumados com os tons pesados de seus filmes de horror gótico que contrastam com a luminosidade colorida e psicodélica desta verdadeira obra de arte do cinema.
Assinar:
Postagens (Atom)