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21.10.13

ESPECIAL HALLOWEEN 2013 #4: THE BURNING MOON (1997)


Sempre fui fanático por antologias de horror, filmes compostos por várias pequenas histórias de medo e mistério, como CREEPSHOW (83), de George A. Romero, ou os clássicos da Amicus, como ASILO SINISTRO (72), de Roy Ward Baker. Para incrementar o mês especial de Halloween aqui no blog, resolvi conferir THE BURNING MOON, produção alemã de orçamento minúsculo dirigido pelo mago dos efeitos especiais do cinema extremo Olaf Ittenbach e que tem no currículo alguns exemplares adorados pelos fãs de splatter movies recheado de muito gore. E, não por acaso, este aqui é uma antologia.

São apenas três historinhas em THE BURNING MOON. A primeira é a que serve de base para as outras duas e mostra o dia de um jovem pagando de rebelde, com calças rasgadas no joelho e cabelo bagunçado, vivido pelo próprio diretor. Começando com uma entrevista de emprego na qual não faz a mínima questão de passar, depois, o sujeito se mete numa violenta briga de gangues e, logo, chega em casa tocando o terror pra cima de seus pais, que já não sabem o que fazer. Por fim, o mancebo resolve injetar na veia alguma substância saudável e vai ao quarto da irmã mais nova contar algumas histórias de ninar para fazê-la dormir...


Assim, surgem os dois episódios seguintes. Mas não se preocupem. Não teremos pôneis ou fadas por aqui. A primeira história contada pelo rapaz (ou a segunda do filme, seguindo a ordem) é JULIA'S LOVE, sobre um psicopata apaixonado que até chegar à sua amada vai deixando um rastro de corpos estraçalhados pelo caminho. E quando a encontra, decide passar a faca na família da moça também. A trama se desenrola de maneira boba, mas a quantidade de nojeira, sanguinolência e mutilações - no mais puro gore old school - farão o deleite do espectador. Inclusive com alguns planos bem criativos, como uma barriga sendo perfurada visto de dentro do corpo; um olho enfiado garganta abaixo sob o ponto de vista da goela, e por aí vai. Ao final, um policial chega ao local metendo bala, chateado porque uma cabeça decepada foi jogada em seu carro pelo assassino... Hahaha!

O último segmento de THE BURNING MOON é bem melhor. Chama-se THE PURITY e a premissa é sobre um padre num pequeno vilarejo que costuma realizar a missa ao dia, mas durante as noites resolve estuprar e assassinar aleatoriamente. A culpa cai pra cima de um jovem agricultor que não tem nada a ver com os assassinatos, mas os moradores da região decidem contratar um jagunço para matá-lo. O negócio é que após ser brutalmente assassinado, o sujeito volta do mundo dos mortos para se vingar, levando seus desafetos ao inferno.


É aí que temos a famosa sequência que justifica a reputação e a existência de THE BURNING MOON. São quase dez minutos no inferno de Olaf Ittenbach, um espetáculo visual de brutalidade desenfreada com violência explicitamente detalhada, exagerada e sem qualquer remorso com o espectador. E tudo realizado com os efeitos especiais de fundo de quintal, mas com uma perturbadora eficiência que me deixou hipnotizado. Um final perfeito para esta tranqueira divetidíssima do cinema extremo alemão, que não tenta empurrar lições de moral, nem trata de temas edificantes e filosóficos. Mas também não tem vergonha de se assumir como produto de um sujeito apaixonado por cinema e que descobriu que poderia transformar sangue falso e efeitos hardcore de maquiagem em subversão visual cinematográfica.

31.8.13

WEREWOLF IN A WOMEN'S PRISON (2006)


Mais um filme de lobisomem do Jeff Leroy produzido com um orçamento minúsculo, da mesma maneira que EYES OF WEREWOLF (1999), que eu comentei aqui outro dia. Aliás, recomendo uma olhada no post deste último antes de ler sobre WEREWOLF IN A WOMEN'S PRISON, para ter uma noção do que é o universo microbudget e o que esperar dos filmes de um realizador do naipe de Jeff Leroy. Só não pensem que o tema principal do sujeito se resuma ao famigerado monstro que se transforma nas noites de lua cheia. Leroy já atirou para todos os tipos de gêneros e se há um denominador comum no seu cinema é a quantidade de sangue e peitos na tela.


A trama de WEREWOLF IN A WOMEN'S PRISON é bem simples e faz uma mistura muito louca entre werewolf movie com Women in Prison, gênero no qual mulheres prisioneiras são protagonistas. Sarah (Victoria de Mare, que não chega aos pés da Stephanie Beaton, mas dá pro gasto) sai para acampar com seu namorado quando ambos são atacados por um lobisomem. A moça acaba sobrevivendo, mas acorda numa estranha prisão e descobre que seu namorado foi morto pela criatura. O problema é que Sarah foi mordida pelo lobisomem e, bom, todos nós sabemos o que isso significa. Leroy abusa de todos os clichês que se espera num filme de prisão feminina: briga de detentas, lesbianismo, guardas sádicos, nudez gratuita... O fator lobisomem entra no conjunto acrescentando um sabor a mais: doses cavalares e explícitas de gore. 


Não custa ressaltar novamente que se trata de uma produção extremamente pobre e só é recomendando para paladares finos. É preciso muita boa vontade por parte do espectador para aceitar o péssimo desempenho do elenco (se bem que com a abundância de peitos, atuação não faz muita diferença), os cenários modestos que parecem tudo, menos uma prisão, e os efeitos especiais toscos, mas eficientes e criativos, levando em conta o orçamento humilde da produção... Finalizo citando o amigo Osvaldo Neto quando diz que o charme de WEREWOLF IN A WOMEN'S PRISON "reside no roteiro cheio de referência e amor ao cinema exploitation e na mais completa cara de pau do seu realizador e equipe fazerem de tudo para o longa ser um espetáculo de sanguinolência e putaria do início ao fim." Eu não poderia concordar mais.  

22.8.13

EYES OF THE WEREWOLF (1999)


Esse lance de cinema de orçamento minúsculo é especialidade do meu amigo Osvaldo Neto, do blog Vá e Veja, o guru dos B movies, a maior autoridade no Brasil sobre cinema independente de gênero feito nos Estados Unidos. Como ele me incentiva a ver esse tipo de produção com tanto entusiasmo, lá vou eu conferir algumas coisas. Resolvi escrever sobre um dos exemplares em especial que vi esses dias: EYES OF THE WEREWOLF.

Mas antes de começar a falar sobre o filme, é preciso que o leitor tenha em mente que estamos entrando no universo do microbudget e falamos sério sobre o quão irrisório é o montante dessas produções. Não se trata de cinema de baixo orçamento, mas de filmes feitos literalmente SEM orçamento algum! Pelas próprias screenshots do post já dá pra ter uma noção da qualidade dos cenários, do visual pobre, dos efeitos especiais caseiros....


O orçamento de EYES OF THE WEREWOLF, por exemplo, gira em torno de cinco mil dólares, segundo o imdb. CINCO MIL dólares!!! Não dá nem prá pagar o almoço do Tom Cruise num dia de filmagem numa produção Hollywoodiana. E esses caras fazem um filme inteiro com esse dinheiro, na raça e por amor ao cinema de gênero!

E é preciso fazer essa introdução porque esse tipo de cinema, infelizmente, não é pra qualquer um. Pode parecer arrogância, mas são poucos os que possuem paciência e boa vontade para encarar exemplares que parecem filmados com câmera de VHS... Na verdade, muitos filmes desse universo são realmente realizados com esse tipo de equipamento. No entanto, quem conseguir entrar no clima e aproveitar as boas coisas que esses filmes tem a oferecer, será bem recompensado. Eu acho...


Bom, estão avisados. Vamos ao filme. EYES OF THE WEREWOLF é sobre Rich Stevens, um cientista que sofre um acidente de laboratório que o deixa completamente cego. Graças a um milagroso transplante de olhos o sujeito consegue enxergar novamente. O problema é que o médico responsável pela operação compra órgãos do mercado negro e, por uma grande coincidência, os novos olhos do protagonista pertenciam a alguém que nas noites de lua cheia se transformava em lobisomem. É claro que não demora muito e o sujeito começa a uivar, assumir a forma meio lobo, meio humano, e atacar as pessoas durante as noites que a lua brilha mais forte. Rich conta com a ajuda de uma galeria de personagens interessantes, entre eles a enfermeira gostosa Sondra, interpretada pela robusta Stephanie Beaton, e um anão aleijado especializado em ocultismo, além de uma detetive lésbica que fica dando em cima da enfermeira o tempo todo...


O filme foi escrito e dirigido por Tim Sullivan, que também faz o papel do médico. Na verdade, Sullivan é ator e pode ser visto em várias produções do "gênero" microbudget. Embora não seja creditado, o imdb aponta Jeff Leroy também como diretor. Acredito que atualmente Leroy seja a mente mais criativa no cenário independente de gênero, trabalhando em diversas incumbências atrás das câmeras, como diretor de fotografia, edição e efeitos especiais. Neste último item, quase sempre p faz à moda antiga, bem artesanal, evitando ao máximo o uso de CGI, mesmo em trabalhos mais recentes.

Alíás, um dos principais destaques de EYES OF THE WEREWOLF é justamente os efeitos especiais de maquiagem nas cenas dos ataques violentos do lobisomen. Apesar de toscos, são cheios de gore e demonstram a criatividade de Leroy para driblar os evidentes problemas orçamentários.


Mas o principal atrativo do filme se chama Stephanie Beaton, a enfermeira que se apaixona pelo protagonista. Uma ruiva maravilhosa de corpo exuberante e que não tem receio algum em botar os peitões prá fora. E os diretores fizeram muito bem em explorar a boa vontade da moça em tirar a blusa. Os nossos olhos agradecem. Há duas longas cenas de sexo softcore (nem a calcinha ela tira) na qual os atributos de Beaton ficam em expostos por um bom tempo na tela.



Agora, em outros departamentos a coisa complica. O visual dos cenários é bem simples, o trabalho de câmera é pobrezinho, as cenas noturnas são claramente filmadas durante o dia e são porcamente adicionados filtros que imitam a noite; as atuações de todo o elenco são péssimas, com exceção do anão aleijado que parece levar seu personagem à sério. hehehe! Beaton está perdoada pela dose de nudez. Mas tudo isso faz parte do charme desse tipo de produção e seria estranho se não fosse assim. EYES OF THE WEREWOLF é uma boa maneira de entrar com o pé direito nesse universo do microbudget. Há boas ideias, peitos, violência, um lobisomem à solta e cumpre a missão de ser uma despretensiosa diversão.

OBS: Se o imdb estiver correto e Jeff Leroy tiver mesmo participação na direção, trata-se da sua estreia nessa função.

OBS2: Leroy aproveitou exatamente a mesma maquiagem de Lobisomem utilizada aqui em EYES OF THE WEREWOLF em outro filme seu: WEREWOLF IN A WOMEN'S PRISON, outra belezinha que pretendo comentar depois.


6.12.11

PLANET OF THE VAMPIRE WOMEN (2011)

 

Após uma semana de CINEFANTASY em São Paulo, estamos de volta! Aos poucos vou trazendo algumas novidades que eu pude conferir por lá, especialmente curtas metragens interessantes que me surpreenderam bastante, afinal, fui jurado dessa categoria no festival. Mas, para retomar as atividades por aqui, vamos de PLANET OF THE VAMPIRE WOMEN, um sci-fi delicioso de baixíssimo orçamento que me fez abrir um sorrisão do início ao fim. É o extremo oposto de PLAGUERS, outra ficção que eu comentei aqui outro dia e que reclamei por se levar à sério demais (e por não ter peitinhos balançando na tela). Pois aqui não tenho nada do que reclamar nesse sentido. É um festival de peitos, muito sangue, efeitos especiais toscos, cenários improvisados e monstros de látex, numa produção em que todo mundo parece estar se divertindo à beça.


Um grupo de piratas espaciais saqueia um cassino em uma estação estelar, é perseguido pela polícia e acaba abatido num planeta desconhecido. Sem poder levantar vôo de imediato, em pouco tempo a líder do grupo pirata é transformada misteriosamente em uma vampira e vocês já podem começar a adivinhar o que acontece a partir daí, até porque não vale a pena ficar descrevendo.


O legal de PLANET OF THE VAMPIRE WOMEN é o elenco que compõe uma galeria de personagens tão bem construídos quanto num filme de Robert Altman. Pacquita Estrada interpreta a Capitã dos piratas e exala um aura exótica, uma espécie de Pam Grier dos pobres, mas muito convincente e expressiva dentro de um colant de couro preto. Outro destaque é Stephanie Hyden, que vive um clone do prazer e possui a habilidade de mudar sua aparência para cada ocasião, mas sempre com vários modelitos, cada um mais sexy que o outro. Além de um colírio para os olhos, é o alívio cômico oficial do filme, já que tudo aqui é muito cômico. Ainda temos Liesel Hanson que se transforma na heroina machona da trama; Keith Letl, um sujeito que vive o drama de ser metade humano, metade cyborg, além de outras figuras interessantes…


Eu sei que esses nomes são todos deconhecidos para a grande maioria, mas pra quem já assistiu ao divertido MONSTER FROM BIKINI BEACH, filme anterior do diretor Darin Wood, esses rostos já são familiarizados.

Mas o mais importante não é o rosto, e sim os peitos! E 80% do elenco feminino que aparece em cena expõe seus atributos mamários de alguma forma, da maneira mais criativa até a mais forçada e gratuita possível. Who cares? Peitos grandes, pequenos e médios, temos de todos os tamanhos e formatos para embelezar a tela.


PLANET OF THE VAMPIRE WOMEN é o terceiro longa metragem da produtora especializada em filmes de baixo orçamento de gênero, Trash Film Orgy, todos dirigidos pelo Darin Wood. Só tinha visto o MONSTER FROM BIKINI BEACH, uma bela homenagem aos filmes de monstros, mas um pouco irregular, diferente desta belezinha aqui, obrigatória para os fãs de filmes baratos, mas realizado com paixão e sinceridade. Já estou na espera do que esse povo vai aprontar na próxima!


CINEFANTASY

Sobre a minha passagem no Cinefantasy, seria impossível descrever com detalhes como foi essa aventura, uma semana participando do corpo de jurados do festival. Tivemos muitos curtas pra conferir, cerveja, dvd‘s do Dolph Lundgren que encontramos num sebo, longas caminhadas pela augusta, rodizio de massas, rodízio de carne, "Casarão" da Augusta (se é que me entendem...), etc, etc... Digamos que foi uma fuga da realidade, algo sensacional. E claro, não teria sido tão mágico se não fosse o reencontro com o Edu e a Vivi, organizadores do festival, além dos meus amigos de sempre, o Leopolo, Takeo, Felipe Guerra e vários outros. Em especial, claro, o meu caro amigo Osvaldo Neto, que pude conhecer pessoalmente após longos anos de conversas virtuais. Foi um prazer também conhcer outras figuras maravilhosas como o Alexander, Carlos (ambos do Rio) e Ivo (de BH), que formaram o júri popular de longas. Como se não bastasse, ainda fiz amizade com algumas atrações internacionais, o mexicano Ulises Gusman, diretor do maravilhoso documentário ALUCARDOS, e a dupla alemã Daniel e Kasper, do belíssimo curta WERK. Agora é voltar à realidade e esperar até o ano que vem, pois com certeza teremos mais. Vida longa ao CINEFANTASY.

25.11.11

PLAGUERS (2008)


Filme extremamente anacrônico, oitentista, esta ficção científica do diretor independente Brad Sykes. Botar alguém pra assistir sem informação alguma, o sujeito juraria que se trata de uma produção do Roger Corman de 25 anos atrás. Particularmente, acho isso maravilhoso! No entanto, reconheço também que não é um filme recomendável pra qualquer um, como veremos adiante, principalmente para o público jovem atual.

PLAGUERS segue a linha do horror sci-fi de ALIEN e todas as cópias que surgiram na época, só que no lugar de um monstro alienígena, temos uma tripulação de uma nave espacial transformada em zumbis alienígenas. Foi realizado com um orçamento baixíssimo, o único rosto reconhecível é do Steve Railsback, um dos protagonistas de LIFEFORCE, do Tobe Hooper, que eu comentei aqui outro dia; o filme possui também algumas coisas legais, como um grupo feminino de piratas espaciais usando um modelito bem sexy e uma bola verde de energia alienígena. É justamente este item que começa a liberar algo estranho transformado alguns tripulantes em zumbis-aliens dentuços que parecem saídos de DEMONS, do Lamberto Bava.


Sim, parece que PLAGUERS é tão divertido quanto a minha descrição, com todos esses ingredientes que me conquistam fácil. E eu realmente gosto do filme. Dá pra perceber que estamos diante de uma produção de pouco recurso financeiro e que o diretor se desdobra como pode para se sair bem. O resultado é um trabalho acima da média dentro do gênero, quando se trata de um orçamento como este. Pontos para Brad Sykes!

Mas vamos ver o lado ruim da coisa. Eu não recomendaria PLAGUERS a qualquer um porque todo esse universo criado aqui é tratado com uma desnecessária seriedade. O filme é despretensioso, mas Sykes lida com determinadas situações como se estivesse na obrigação de fazer um sucesso de bilheteria mundial. Isso torna vários momentos pedantes e arrastados, nem mesmo a atmosfera claustrofóbica constante e o visual retrô dão conta de segurar a atenção do espectador moderno, acostumado com edição "videoclíptica" e muita barulheira.


Talvez um pouco de ousadia e exploração em detalhes que realmente importam já resolveria grande parte do problema. Por exemplo, o cara possui um grupo de atrizes gostosas e de vestido curto e não as coloca pra tirar a roupa em momento algum! Não temos uma cena sequer com peitos de fora!

Mas voltemos às boas coisas que o filme tem para oferecer. A principal delas são os momentos de violência gráfica, com efeitos gore old school, muito sangue, muita maquiagem de látex utilizada para o visual dos zumbis e da criatura que surge no final. A cena em que o personagem chamado Riley tem seu corpo rasgado ao meio por um grupo de zumbis é digna de um George Romero dos velhos tempos. Até mesmo os efeitos de computação gráfica da nave se deslocando no espaço lembra os efeitos primitivos do CGI dos anos 90.


Já o elenco não é lá grandes coisas, mas aí também é exigir demais e geralmente atuações ruins me divertem neste tipo de produção, então não tenho do que reclamar. Embora no caso da atriz Alexis Zibolis, que faz a protagonista, ela manda muito bem! E Railsback não é tão aproveitado quanto podia, mas sempre que aparece rende bons momentos.

PLAGUERS é isso. Funciona perfeitamente como um bom entretenimento caseiro, mesmo com o gostinho de que “podia ser melhor no fim das contas”, especialmente se você é fã de sci-fi retrô e generoso com tralhas de baixo orçamento, cheia de imperfeições. Aqui está uma boa pedida.