diretor: Guillermo del Toro
roteiro: Guillermo del Toro
Não li uma história em quadrinhos sequer do Hellboy e praticamente tudo que conheço sobre o personagem foi através do cinema. Digo isso pra vocês saberem que o meu nível de exigência com o herói é zero. Quando paro pra ver um filme como HELLBOY, minha única exigência é com a minha diversão, sem me preocupar se as fidelidades e os elementos que o processo de transposição de HQ para o cinema estão de acordo. Se por um lado, sou um ignorante em relação ao personagem, por outro sou um grande apreciador da obra do homem que realizou os dois filmes do herói: Guillermo del Toro.
Em O LABIRINTO DO FAUNO, Del Toro chegou no ápice no sentido de colocar pra fora todo universo de fantasias e criaturas que estavam enjaulados em sua cabeça esperando uma oportunidade pra virar um deslumbre cinematográfico. Esse universo é incrivelmente aproveitado em HELLBOY. Digo mais uma vez: não sei se nos quadrinhos o mundo de Hellboy é tratado com tamanha variedade de criaturas e cenários mitológicos, mas tenho certeza que para o cinema, Del Toro deixou sua marca e explorou ao máximo suas obsessões pela fantasia, principalmente neste HELLBOY II.
Pra melhorar ainda mais a favor de Del toro, e pra nossa obviamente, o diretor demonstra uma excelente capacidade de realizar cenas de ação, de pancadaria, sabendo utilizar efeitos de computação gráfica e todos os recursos que têm em mãos não deixando o filme esfriar em momento algum, embora ainda haja um excesso de gracinhas desnecessárias do roteiro e romances melosos, o que não chega a incomodar tanto, mas às vezes enchem o saco.
A cena em que Hellboy e o Dr. Krauss (um dos personagens mais fascinantes do filme) enfrentam o tal Exército de Ouro é grandiosa e digna para provar que Del Toro, dentro de seu cinema específico, é um dos melhores e, provavelmente, a escolha certa de Peter Jackson para a adaptação de O Hobbit, que particularmente não vejo graça alguma, mas nas mãos do diretor de HELLBOY, pode ser que a coisa funcione de forma mais interessante como é o caso deste aqui, que está longe de ser perfeito, mas atende tranquilamente a exigência que faço quando vou ver um filme como este.

roteiro: Guillermo del Toro
Não li uma história em quadrinhos sequer do Hellboy e praticamente tudo que conheço sobre o personagem foi através do cinema. Digo isso pra vocês saberem que o meu nível de exigência com o herói é zero. Quando paro pra ver um filme como HELLBOY, minha única exigência é com a minha diversão, sem me preocupar se as fidelidades e os elementos que o processo de transposição de HQ para o cinema estão de acordo. Se por um lado, sou um ignorante em relação ao personagem, por outro sou um grande apreciador da obra do homem que realizou os dois filmes do herói: Guillermo del Toro.
Em O LABIRINTO DO FAUNO, Del Toro chegou no ápice no sentido de colocar pra fora todo universo de fantasias e criaturas que estavam enjaulados em sua cabeça esperando uma oportunidade pra virar um deslumbre cinematográfico. Esse universo é incrivelmente aproveitado em HELLBOY. Digo mais uma vez: não sei se nos quadrinhos o mundo de Hellboy é tratado com tamanha variedade de criaturas e cenários mitológicos, mas tenho certeza que para o cinema, Del Toro deixou sua marca e explorou ao máximo suas obsessões pela fantasia, principalmente neste HELLBOY II.
A cena em que Hellboy e o Dr. Krauss (um dos personagens mais fascinantes do filme) enfrentam o tal Exército de Ouro é grandiosa e digna para provar que Del Toro, dentro de seu cinema específico, é um dos melhores e, provavelmente, a escolha certa de Peter Jackson para a adaptação de O Hobbit, que particularmente não vejo graça alguma, mas nas mãos do diretor de HELLBOY, pode ser que a coisa funcione de forma mais interessante como é o caso deste aqui, que está longe de ser perfeito, mas atende tranquilamente a exigência que faço quando vou ver um filme como este.