Se a criança tem o sono agitado, não dorme as horas suficientes, deita-se tarde... poderá estar em risco de desenvolver ou agravar os sintomas do distúrbio do défice de atenção e hiperatividade. "A observação de horários relativamente estáveis e regulares de descanso na infância são da maior importância para o desenvolvimento equilibrado da criança."(1)
"Segundo os resultados da investigação realizada por uma equipa americana, menos horas de sono podem agravar os sintomas do distúrbio do défice de atenção e hiperatividade em idades precoces, nomeadamente, nos primeiros seis anos de vida."(1)
"Até aos três anos, as crianças deverão dormir 12 a 14 horas de sono e dos três aos seis cerca de 10 a 12 horas por noite."(1)
A hiperatividade é um problema mais habitualmente visto em crianças. Os sintomas ´são a desatenção (pessoa muito distraída) e a hiperatividade (pessoa muito ativa, por vezes agitada, bem além do comum). Tais aspectos são normalmente encontrados em pessoas sem o problema, mas para haver o diagnóstico desse transtorno a falta de atenção e a hiperatividade devem interferir significativamente na vida e no desenvolvimento normais da criança ou do adulto.
"O Transtorno por déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) tem três sintomas: hiperatividade, falta de atenção e impulsividade. Trata-se da síndrome da conduta, de origem neurobiológica, mais frequente durante a infância. Estima-se que cerca de 5% da população infanto-juvenil, de 3 a 16 anos, sofre, sendo 3 vezes mais frequente nos homens."(2)
Bibliografia:
(1) - SIMÕES, Paula Martins, "Detectar a hiperactividade infantil", Focus, nº 611;
(2) - http://www.gforum.tv/board/1735/325052/hiperatividade-infantil-tdah.html
Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 28 de junho de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Como explora o livro com o seu filho?
Hoje estava para aqui a passar tempo no face, e vi um artigo sobre a leitura e a importância dos livros. Confesso que sou uma leitura assídua, adoro ler e, sobretudo adoro um bom livro infantil - principalmente um livro que me cative pela capa, pelas ilustrações ou até pelas texturas. Não sei se por ser educadora e ter o espírito mais aberto para este tipo de iniciativas, ou se, apenas porque sempre tive uma boa relação com os livros, a verdade é que fui logo ler o artigo em causa.
"Uma leitura alegre é tão útil à saúde como o exercício do corpo", Emmanuel Kant.
Começa logo pela escolha desta frase de Kant, que compara o exercício da mente com o exercício do corpo. São ambos importantes, pois claro! E ambos têm de ser trabalhados e desenvolvidos em harmonia para que a saúde física e mental nos torne pessoas equilibradas. Mas o que tem isto a ver com a leitura de livros infantis? Ora então, não é de pequenino que se torce o pepino? Então também é desde o berço que a leitura deve ser estimulada. E aprender a ler, não começa na escola quando se juntam as primeiras letras, começa muito mais cedo quando a criança:
- ouve contar histórias;
- morde os livros;
- observa os pais quando estes lhe estão a contar histórias;
- usa os livros como um brinquedo, explorando-o de inúmeras formas;
- observa as ilustrações no livro e associa imagens às palavras;
- constrói mentalmente as suas próprias sequencias, a partir das imagens do livro, mesmo que não pela ordem correta;
- conta ela própria a história!
"A exploração de livros é, naturalmente, uma estratégia bastante associada à aquisição e ao desenvolvimento da linguagem. "
Então, vi no artigo que têm a mesma opinião que eu: há livros lá em casa para o Martim, desde que eu estava grávida dele. Ele tem acesso aos livros e já escolhe a história que quer ouvir.
"A leitura partilhada apoia-se na interação pai-criança, sendo a leitura um momento divertido, agradável, espontâneo, de partilha e entusiasmo comum".
Nem sempre, ou melhor, nem tantas vezes como eu desejaria, lemos histórias ao Martim. Não o fazemos sempre, porque umas vezes é ele que não está disponível para isso e rapidamente se aborrece e quer passar para outra atividade. E noutras vezes, somos nós que não temos disponibilidade para isso. Quando o fazemos, temos tempo para estar com ele de volta do livro, enquanto ele quiser, para ler, reler, contar de outra maneira, brincar ao "lobo e ao porquinho" ("Mãe eu sou o uobo, foge"... e sopra!)
"Mais do que ler o conteúdo do livro e seguir as frases ou as falas das personagens, procura-se que a criança se sinta envolvida e motivada pelo momento da leitura."
A motivação é realmente tão importante. Sem ela de que valeria estar ali a ler as linhas para depois acabar e mandá-lo dormir? E essa motivação tem de ser mútua para que o momento valha a pena. Além disso, muitas vezes, é mesmo ele que vai buscar dois ou três livros da sua caixa e pede para irmos para a cama com ele. Por isso acho que estou a conseguir motivá-lo.
"É indispensável, portanto, dar espaço e liberdade para a criança expressar-se (nomeando e/ou descrevendo as imagens, comentando, colocando perguntas, imaginando…), não esquecendo de valorizar e elogiar as suas respostas e a sua colaboração (Wesseling & Lachmann, 2012)".
E o que dizem sobre uma criança da faixa etária dos 2 - 3 anos (onde se inclui o meu filho)?
- Estimular a criança a falar sobre o livro: fazer comentários; colocar perguntas simples e abertas – O que é? Onde está?, acompanhando os interesses e os tempos da criança;
- Avaliar a resposta da criança, colocando as perguntas anteriores ou dizendo frases incompletas para o seu filho/a completar (exemplo: Olha! É um…);
- Expandir a resposta da criança, repetindo e adicionando informação;
- Solicitar novamente a informação para garantir que a criança aprendeu;
- Elogiar as respostas dadas e assumir uma atitude de interesse e motivação pelas respostas da criança.
Sim costumo fazer isto. E no fim ele já diz: "E vitóia, vitóia, apagou-se a históia! E tenho a boca toda cheia mameuada!" - ou como devia ser "Vitóra vitória, acabou-se a história! Tenho a minha história contada e a boca cheia de marmelada!"
Créditos: http://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/crescer/desenvolvimento/como-explorar-os-livros-com-o-meu-filho-a#.UXWj9aJwqSp
"Uma leitura alegre é tão útil à saúde como o exercício do corpo", Emmanuel Kant.
Começa logo pela escolha desta frase de Kant, que compara o exercício da mente com o exercício do corpo. São ambos importantes, pois claro! E ambos têm de ser trabalhados e desenvolvidos em harmonia para que a saúde física e mental nos torne pessoas equilibradas. Mas o que tem isto a ver com a leitura de livros infantis? Ora então, não é de pequenino que se torce o pepino? Então também é desde o berço que a leitura deve ser estimulada. E aprender a ler, não começa na escola quando se juntam as primeiras letras, começa muito mais cedo quando a criança:
- ouve contar histórias;
- morde os livros;
- observa os pais quando estes lhe estão a contar histórias;
- usa os livros como um brinquedo, explorando-o de inúmeras formas;
- observa as ilustrações no livro e associa imagens às palavras;
- constrói mentalmente as suas próprias sequencias, a partir das imagens do livro, mesmo que não pela ordem correta;
- conta ela própria a história!
"A exploração de livros é, naturalmente, uma estratégia bastante associada à aquisição e ao desenvolvimento da linguagem. "
Então, vi no artigo que têm a mesma opinião que eu: há livros lá em casa para o Martim, desde que eu estava grávida dele. Ele tem acesso aos livros e já escolhe a história que quer ouvir.
"A leitura partilhada apoia-se na interação pai-criança, sendo a leitura um momento divertido, agradável, espontâneo, de partilha e entusiasmo comum".
Nem sempre, ou melhor, nem tantas vezes como eu desejaria, lemos histórias ao Martim. Não o fazemos sempre, porque umas vezes é ele que não está disponível para isso e rapidamente se aborrece e quer passar para outra atividade. E noutras vezes, somos nós que não temos disponibilidade para isso. Quando o fazemos, temos tempo para estar com ele de volta do livro, enquanto ele quiser, para ler, reler, contar de outra maneira, brincar ao "lobo e ao porquinho" ("Mãe eu sou o uobo, foge"... e sopra!)
"Mais do que ler o conteúdo do livro e seguir as frases ou as falas das personagens, procura-se que a criança se sinta envolvida e motivada pelo momento da leitura."
A motivação é realmente tão importante. Sem ela de que valeria estar ali a ler as linhas para depois acabar e mandá-lo dormir? E essa motivação tem de ser mútua para que o momento valha a pena. Além disso, muitas vezes, é mesmo ele que vai buscar dois ou três livros da sua caixa e pede para irmos para a cama com ele. Por isso acho que estou a conseguir motivá-lo.
"É indispensável, portanto, dar espaço e liberdade para a criança expressar-se (nomeando e/ou descrevendo as imagens, comentando, colocando perguntas, imaginando…), não esquecendo de valorizar e elogiar as suas respostas e a sua colaboração (Wesseling & Lachmann, 2012)".
E o que dizem sobre uma criança da faixa etária dos 2 - 3 anos (onde se inclui o meu filho)?
- Estimular a criança a falar sobre o livro: fazer comentários; colocar perguntas simples e abertas – O que é? Onde está?, acompanhando os interesses e os tempos da criança;
- Avaliar a resposta da criança, colocando as perguntas anteriores ou dizendo frases incompletas para o seu filho/a completar (exemplo: Olha! É um…);
- Expandir a resposta da criança, repetindo e adicionando informação;
- Solicitar novamente a informação para garantir que a criança aprendeu;
- Elogiar as respostas dadas e assumir uma atitude de interesse e motivação pelas respostas da criança.
Sim costumo fazer isto. E no fim ele já diz: "E vitóia, vitóia, apagou-se a históia! E tenho a boca toda cheia mameuada!" - ou como devia ser "Vitóra vitória, acabou-se a história! Tenho a minha história contada e a boca cheia de marmelada!"
Elsa Filipe
_______________________________________________________________________________Créditos: http://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/crescer/desenvolvimento/como-explorar-os-livros-com-o-meu-filho-a#.UXWj9aJwqSp
Referências bibliográficas
- Dunst, C. J., Simkus, A. & Hamby, D. W. (2012). Effects of reading to infantsand toddlers on their early language development [Versão eletrónica], Center for Early Literacy Learning, 5 (4) Wesseling, P. B. C. & Lachmann, T. (2012)
- Aquisição e desenvolvimento da linguagem por meio da biblioteca e programa de leitura dialógica para crianças em idade-escolar [Versão eletrónica], Congreso Iberoamericano de las Lenguas en la Educación: Salamanca
Etiquetas:
Brincar,
Creche,
Desenvolvimento,
Experiências-chave,
Família,
linguagem,
Literacia,
Livros,
O meu bebé,
Reflexão,
Saúde
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Para a próxima consulta
Está quase no dia da próxima consulta do meu bebé e estou bastante ansiosa. Então eu não sou tão estúpida que nunca me tinha apercebido que a pele da pilinha dele estava tão presa? Não desce nada e possivelmente já só lá irá com cirurgia. Estou preocupada com tudo isto e com as dores por que ele terá de passar.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Workshop - Suporte Básico de Vida
Realiza-se no próximo dia 26 de Maio, no quartel dos Bombeiros Mistos do Concellho do Seixal, o Workshop "Suporte Básico de Vida - Adulto". Eu vou estar presente e agradeço desde já a vossa divulgação!
Não faltem, vamos tratar de assuntos muito importantes!
Não faltem, vamos tratar de assuntos muito importantes!
Etiquetas:
Apoios e Campanhas,
Bombeiros,
Prevenção,
Saúde,
Workshops
segunda-feira, 12 de março de 2012
Mais uma semana...
em casa. Desta vez de baixa médica. Sete dias. Desapontei completamente e já só me apetecia chorar. Não queria ir para a baixa, fiquei com aquela sensação estranha de culpa. Culpa por estar em casa numa altura complicada como esta. Mudar de vida, é o que mais me apetece, pois tenho aquela sensação que mesmo quando regressar ao trabalho não será a mesma coisa, vou sentir sempre algumas limitações.
Hoje ao chegar a casa, fiz como a médica disse - aplicar a pomada e calor húmido -e a dor no pulso e pelo braço foi ainda pior, mas a verdade é que agpra parece estar um pouco melhor. Estou a fazer anti-inflamatório e analgésico.
O Martim quer colo, subir e descer, subir e descer, brincar comigo... mas a dor começa a piorar e custa-me pegá-lo. Invento outras tropelias que não impliquem pegá-lo ao colo, mas ele quer miminhos. Custa-me dar-lhe a sopa à boca ou lavar-lhe os dentes... são coisas que tenho de fazer, mesmo sabendo que a tendinite só passa com descanso.
Alguma solução?
Hoje ao chegar a casa, fiz como a médica disse - aplicar a pomada e calor húmido -e a dor no pulso e pelo braço foi ainda pior, mas a verdade é que agpra parece estar um pouco melhor. Estou a fazer anti-inflamatório e analgésico.
O Martim quer colo, subir e descer, subir e descer, brincar comigo... mas a dor começa a piorar e custa-me pegá-lo. Invento outras tropelias que não impliquem pegá-lo ao colo, mas ele quer miminhos. Custa-me dar-lhe a sopa à boca ou lavar-lhe os dentes... são coisas que tenho de fazer, mesmo sabendo que a tendinite só passa com descanso.
Alguma solução?
Etiquetas:
Bombeiros,
Desabafos,
O meu bebé,
Saúde
quarta-feira, 7 de março de 2012
Consulta dos 18 meses.
Às 11h a consulta dos 18 meses - tarde para um bebé pequeno, pois só saímos de lá quase à uma da tarde e ele já estava cheio de fome e de sono!
Peso - 8,950g (aumentou 405g)
Altura - 76 cm
Perímetro cefálico - 46 cm
Continua magricela, peso pluma, muito mexido. Em casa fala que se desunha, lá não queria conversa com elas... o habitual. Quanto à prisão de ventre a médica diz para não me preocupar (?) e para tentar farelo de aveia misturado na comida. Bem já não sei que mais dar ao miúdo, mas lá vamos tentar os farelos. Levou a vacina dos 18 meses, só refilou e não chorou. Chorou para despir, para vestir... o Martim no seu melhor.
Viram os dentes que já tinha e os que tem a romper, acharam bem ele querer comer sozinho e disseram para lhe dar essa liberdade.
E, enquanto esperavamos, viu outras crianças a comer na sala, começou a pedir pão e lá fui eu (mãe desnaturada que nem me lembrei de levar nada para ele) comprar um pacote de bolachas do Ruca (0.60c por 4 simples bolachas maria) porque não havia mais nada que ele pudesse comer - era isso ou salame de chocolate que ele iria certamente adorar mas que antes de almoço não ia ser uma boa ideia!
Peso - 8,950g (aumentou 405g)
Altura - 76 cm
Perímetro cefálico - 46 cm
Continua magricela, peso pluma, muito mexido. Em casa fala que se desunha, lá não queria conversa com elas... o habitual. Quanto à prisão de ventre a médica diz para não me preocupar (?) e para tentar farelo de aveia misturado na comida. Bem já não sei que mais dar ao miúdo, mas lá vamos tentar os farelos. Levou a vacina dos 18 meses, só refilou e não chorou. Chorou para despir, para vestir... o Martim no seu melhor.
Viram os dentes que já tinha e os que tem a romper, acharam bem ele querer comer sozinho e disseram para lhe dar essa liberdade.
E, enquanto esperavamos, viu outras crianças a comer na sala, começou a pedir pão e lá fui eu (mãe desnaturada que nem me lembrei de levar nada para ele) comprar um pacote de bolachas do Ruca (0.60c por 4 simples bolachas maria) porque não havia mais nada que ele pudesse comer - era isso ou salame de chocolate que ele iria certamente adorar mas que antes de almoço não ia ser uma boa ideia!
Etiquetas:
Alimentação,
Bebés,
Comportamento,
Crescimento,
Crianças,
Dentinhos,
Desenvolvimento,
O meu bebé,
Saúde,
Segundo ano
terça-feira, 6 de março de 2012
De seguro.
Novamente por causa da suposta tendinite que tenho no pulso direito e que, hoje, além de me incomodar como é habitual, me começou mesmo a doer a sério. Não me apetecia nada estar em casa, mas vai ter de ser nos próximos dias. Paciência. Quarta-feira tenho consulta de ortopedia à tarde.
De resto está tudo bem com o meu piratinha. E com a nossa prematurinha, também não há novidades, o que é um bom sinal.
De resto está tudo bem com o meu piratinha. E com a nossa prematurinha, também não há novidades, o que é um bom sinal.
domingo, 4 de março de 2012
De coração.
Esta semana foi muito complicada. Como se as notícias da nossa prematurinha não chegassem já, ainda tivemos a morte de um colega e amigo, que nos deixa uma grande saudade. Tem sido difícil vir aqui porque fico sem saber o que escrever... mas hoje lá me arrisquei.
Mas quero que o post de hoje tenha algumas coisas boas e por isso começamos com os Parabéns! à mamã Telma e ao seu filhote que nasceu no dia 29 de Fevereiro. No mesmo dia que a minha avó faz anos também - assim não me esqueço. É um dia especial de certeza que vos vai trazer muita sorte! Beijinhos Xuxa.
O Martim está melhor. Já come muito melhor e agora quer ser sempre ele a comer sozinho. Está muito autónomo o meu filhote. Hoje comeu a sopa sozinho e até nem se sujou muito. Está a crescer e quer comida a sério, fruta cortada em vez de passada, sopa com os legumes inteiros, arroz onde enfiar as mãos. Nem sempre consigo dar-lhe essa oportunidade, mas tento sempre que posso, deixá-lo comer sozinho, experimentar a colher, o garfo, a faca, chupar os dedos, lamber o prato... fica todo lambuzado, mas não me importo. São momentos felizes para ele e está a aprender e a descobrir. Ainda tenho dúvidas mas acho que vai ser canhoto.
Ontem foi pela primeira vez à piscina, à natação. Correu tão bem! Ele parecia uma lapa agarrado ao meu pescoço, mas não estava com medo, estava a sondar o ambiente à nossa volta a rir para os outros meninos, a sentir a água. Não queria que o afastasse de mim e respeitei-o para não o forçar. Quando chegou a altura de brincar com a bola soltou-se naturalmente, sem medos e, comigo a segurá-lo ao de leve, lá se movia pela água atrás da bola. E ria. Eu adorei a primeira aula. O que custou mais foi no fim, tirá-lo da piscina, secá-lo e vesti-lo. Fez uma fita descomunal para trocar a fralda! Não podia ser tudo rosas não é?
Depois tivemos o nosso encontro de mamãs e bebés no Entremães, que este mês se realizou nos Bombeiros do Seixal. Conhecemos mais duas mamãs novas. Foi um encontro muito giro, em que falamos de amamentação, bebés prematuros ou que por algum motivo tiveram problemas ao nascer e tiveram de ficar no serviço de neonatologia e falámos de internamentos. Falamos de alimentação e de não termos pressa de introduzir sólidos (eles pedem, e eu mesma caí nesse erro de introduzir a sopa cedo demais). (Aguardamos pelo próximo encontro que, se calhar, se vai realizar em Monsanto, na Casa Verdes Anos.)
À tarde, dormiu uma sesta desde as 14h até quase às 18h. Lanchou e a seguir fomos à Bebeteca, com o pai, brincar. Estes momentos em família são o melhor do mundo e esta semana estava mesmo a precisar de desanuviar a cabeça. Sentir que aproveitamos o tempo juntos é o melhor, porque assim sabemos a sorte que temos em estarmos todos com saúde e perto uns dos outros. À noite fomos a um Karaoke, mas só um bocadinho, porque o Martim apesar de se portar bem, estava a começar a ficar irrequieto e estar parado não é com ele! Adormeceu tarde mesmo assim, devia ser da excitação do dia, mas como dormiu tanto à tarde nem me importei muito. Um dia não são dias, não é?
Mas quero que o post de hoje tenha algumas coisas boas e por isso começamos com os Parabéns! à mamã Telma e ao seu filhote que nasceu no dia 29 de Fevereiro. No mesmo dia que a minha avó faz anos também - assim não me esqueço. É um dia especial de certeza que vos vai trazer muita sorte! Beijinhos Xuxa.
O Martim está melhor. Já come muito melhor e agora quer ser sempre ele a comer sozinho. Está muito autónomo o meu filhote. Hoje comeu a sopa sozinho e até nem se sujou muito. Está a crescer e quer comida a sério, fruta cortada em vez de passada, sopa com os legumes inteiros, arroz onde enfiar as mãos. Nem sempre consigo dar-lhe essa oportunidade, mas tento sempre que posso, deixá-lo comer sozinho, experimentar a colher, o garfo, a faca, chupar os dedos, lamber o prato... fica todo lambuzado, mas não me importo. São momentos felizes para ele e está a aprender e a descobrir. Ainda tenho dúvidas mas acho que vai ser canhoto.
Ontem foi pela primeira vez à piscina, à natação. Correu tão bem! Ele parecia uma lapa agarrado ao meu pescoço, mas não estava com medo, estava a sondar o ambiente à nossa volta a rir para os outros meninos, a sentir a água. Não queria que o afastasse de mim e respeitei-o para não o forçar. Quando chegou a altura de brincar com a bola soltou-se naturalmente, sem medos e, comigo a segurá-lo ao de leve, lá se movia pela água atrás da bola. E ria. Eu adorei a primeira aula. O que custou mais foi no fim, tirá-lo da piscina, secá-lo e vesti-lo. Fez uma fita descomunal para trocar a fralda! Não podia ser tudo rosas não é?
Depois tivemos o nosso encontro de mamãs e bebés no Entremães, que este mês se realizou nos Bombeiros do Seixal. Conhecemos mais duas mamãs novas. Foi um encontro muito giro, em que falamos de amamentação, bebés prematuros ou que por algum motivo tiveram problemas ao nascer e tiveram de ficar no serviço de neonatologia e falámos de internamentos. Falamos de alimentação e de não termos pressa de introduzir sólidos (eles pedem, e eu mesma caí nesse erro de introduzir a sopa cedo demais). (Aguardamos pelo próximo encontro que, se calhar, se vai realizar em Monsanto, na Casa Verdes Anos.)
À tarde, dormiu uma sesta desde as 14h até quase às 18h. Lanchou e a seguir fomos à Bebeteca, com o pai, brincar. Estes momentos em família são o melhor do mundo e esta semana estava mesmo a precisar de desanuviar a cabeça. Sentir que aproveitamos o tempo juntos é o melhor, porque assim sabemos a sorte que temos em estarmos todos com saúde e perto uns dos outros. À noite fomos a um Karaoke, mas só um bocadinho, porque o Martim apesar de se portar bem, estava a começar a ficar irrequieto e estar parado não é com ele! Adormeceu tarde mesmo assim, devia ser da excitação do dia, mas como dormiu tanto à tarde nem me importei muito. Um dia não são dias, não é?
Etiquetas:
Afectos,
Amamentação,
Atividades,
Bebés,
Bombeiros,
Brincar,
Crescimento,
Desabafos,
Desenvolvimento,
Entremães,
Eventos,
Família,
O meu bebé,
Parto,
Prematuros,
Saúde,
Segundo ano,
Socialização
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Domingo em casa
Hoje fiquei em casa com o piratinha. Estranhei ele dormir até tão tarde, não era para menos, quando acordou estava com 37.9º de febre. Pus-lhe Ben-u-ron (125 ainda) e bebeu o leitinho ao meu colo, muito sossegado. Assim que ganhou energias, saltou logo para o chão para ir brincar, mas mesmo assim andou sempre muito chochinho. Almoçou peixinho com arroz de tomate, sozinho, e um iogurte. Nem insisti para mais nada porque ele comeu tudo muito bem. Saímos de casa só pelas 15 horas para um passeio de carro, aqui à volta. Adormeceu e está até agora na minha cama a dormir. Vamos ver se a febre não volta entretanto. Saíram-lhe dois dentinhos esta semana, no Domingo passado já se viam as pontinhas a espreitar. E tem outros a querer romper, por isso penso que estas crises sejam a junção dos dentinhos e de alguma constipação que não o larga. Espero que seja só isso.
Ontem o passeio foi pelo Campera. Perdi-me por uma casaca preta e por umas sabrinas de meia estação, em camurça castanha clara. O frio é que não se suportava de maneira nenhuma! Esta manhã, o Paulo ao chegar a casa anuncia que estavam -4º na Torre da Marinha e 0º aqui à porta. Não dei por nada...
Ontem o passeio foi pelo Campera. Perdi-me por uma casaca preta e por umas sabrinas de meia estação, em camurça castanha clara. O frio é que não se suportava de maneira nenhuma! Esta manhã, o Paulo ao chegar a casa anuncia que estavam -4º na Torre da Marinha e 0º aqui à porta. Não dei por nada...
Etiquetas:
Dentinhos,
Doenças,
Família,
O meu bebé,
Saúde
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A vida às vezes é madrasta... atualização
Faltava-me atualizar a ituação das pequeninas que estão (ainda) a cargo do meu pai.
São duas meninas saudáveis, mas que por infortúnio da mãe estar no hospital, estão agora sem ninguém. Sem ninguém não é bem asim. Felizmente, o meu pai acolheu-as em casa e é como se já fizessem parte da família. Algumas pessoas ajudam (depois há aquelas parvas que vão para o café comentar "coitado, com três a cargo dele agora ainda foi buscar mais duas" ou coisas piores que nem vale a pena pôr aqui), com alimentação, vestuário, fraldas. Se virmos bem as coisas, tem sido a comunidade a envolver-se no bem estar destas bebés e que tem ajudado o meu pai a dar-lhes uma vida melhor. No sábado fui levar um saco de roupa para a mais pequenina. Mimos pelo menos têm, algo que não sei se teriam com o suposto pai...
É que, perdoem-me o desabafo, onde anda o pai (ou o companheiro da mãe das meninas, salvo seja)? Não as vai buscar, mora no mesmo prédio e elas todas os dias dormem e comem na casa do meu pai. Se é para isso, mais vale que esta passe a ser a sua famíla (de acolhimento, de adoção whatever) mas é uma família que já se está a apegar a elas. A mãe, infelizmente, continua no hospital e as informações sobre o seu estado de saúde são poucas. Já se fala de tanta coisa, que prefiro não adiantar aqui muito mais até ter a certeza. Elas estão entregues.
E depois, há aquela senhora que ficou como ama a tomar conta da mais pequenina. Começou numa segunda-feira. Na sexta-feira avisou que não podia vir no sábado. E no Domingo avisou que o Centro de Emprego lhe tinha ligado para ir a uma entrevista na segunda e desde aí ninguém sabe dela. Senhores da Segurança Social: a intenção foi boa, mas por favor escolham melhor as amas. Esta senhora de certeza que tinha outros interesses. Desculpem lá: o Centro de Emprego não telefona ao domingo a marcar entrevistas! Ou estarei errada?
São duas meninas saudáveis, mas que por infortúnio da mãe estar no hospital, estão agora sem ninguém. Sem ninguém não é bem asim. Felizmente, o meu pai acolheu-as em casa e é como se já fizessem parte da família. Algumas pessoas ajudam (depois há aquelas parvas que vão para o café comentar "coitado, com três a cargo dele agora ainda foi buscar mais duas" ou coisas piores que nem vale a pena pôr aqui), com alimentação, vestuário, fraldas. Se virmos bem as coisas, tem sido a comunidade a envolver-se no bem estar destas bebés e que tem ajudado o meu pai a dar-lhes uma vida melhor. No sábado fui levar um saco de roupa para a mais pequenina. Mimos pelo menos têm, algo que não sei se teriam com o suposto pai...
É que, perdoem-me o desabafo, onde anda o pai (ou o companheiro da mãe das meninas, salvo seja)? Não as vai buscar, mora no mesmo prédio e elas todas os dias dormem e comem na casa do meu pai. Se é para isso, mais vale que esta passe a ser a sua famíla (de acolhimento, de adoção whatever) mas é uma família que já se está a apegar a elas. A mãe, infelizmente, continua no hospital e as informações sobre o seu estado de saúde são poucas. Já se fala de tanta coisa, que prefiro não adiantar aqui muito mais até ter a certeza. Elas estão entregues.
E depois, há aquela senhora que ficou como ama a tomar conta da mais pequenina. Começou numa segunda-feira. Na sexta-feira avisou que não podia vir no sábado. E no Domingo avisou que o Centro de Emprego lhe tinha ligado para ir a uma entrevista na segunda e desde aí ninguém sabe dela. Senhores da Segurança Social: a intenção foi boa, mas por favor escolham melhor as amas. Esta senhora de certeza que tinha outros interesses. Desculpem lá: o Centro de Emprego não telefona ao domingo a marcar entrevistas! Ou estarei errada?
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Esta tosse que não passa...
...e não nos deixa dormir descansados de noite. É assim que temos andado nos últimos dias.
Ontem levei-o à urgência e, tal como calculava, é só uma constipação. Mas a tosse não há meio de passar. Está a fazer puffs de ventilan, aerossóis e soro, (e aqui para nós um xarope caseiro de cenoura e açucar mascavado que não faz mal a ninguém). Tem dois dentinhos a nascer e isso também pode estar a ajudar à festa. De resto, tem andado sempre bem disposto, não fosse ensopar babetes de baba e ranho, ninguém diria que está doente.
Ontem levei-o à urgência e, tal como calculava, é só uma constipação. Mas a tosse não há meio de passar. Está a fazer puffs de ventilan, aerossóis e soro, (e aqui para nós um xarope caseiro de cenoura e açucar mascavado que não faz mal a ninguém). Tem dois dentinhos a nascer e isso também pode estar a ajudar à festa. De resto, tem andado sempre bem disposto, não fosse ensopar babetes de baba e ranho, ninguém diria que está doente.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
para perguntar na consulta de 1 ano
Estava um bocado preocupada com umas bolinhas que o M. tem na parte de trás do pescoço e que às vezes ficam mais visíveis. Já falei anteriormente nelas à médica mas a resposta foi que era normal, desde que não lhe doessem. De facto, acho que não o incomodam - a mim é que me incomoda muito vê-las ali. Agora até estão mais pequenas. Mas parece que não fazem parte e que não deveriam ali estar! Vou voltar a perguntar apesar de que nos últimos dias até diminuiram de tamanho.
"Os gânglios são pequenas massas de tecido linfático semelhantes a nódulos (uma espécie de bolinhas) que estão repartidos por diversas partes do corpo. Contêm células que defendem o organismo contra as infecções." (1)
São sinais de alarme:
- o ganglio dói quando lhe tocamos? - (não, não me parece que doa)
- o seu diâmetro supera os 3 cms? - (não, deve ter aí 1 cm cada um)
- continua maior que 1 cm ao fim de um mês? - (acho que os vi ali desde sempre, mas não tem 1 cm)
- a pele está vermelha? - (nada)
- se é duro ou não se mexe - (não apertei mas acho que é duro, mas mexe-se bem)
- a criança sente-se mal ou tem febre sem razão aparente? - (teve febre quando começou com a varicela e nessa altura notei que os ganglios incharam mais, mas anda normalmente bem disposto)
- quando se desconhece a causa do inchaço.
Bibliografia:
(1) - "De A a Z - A saúde do Bebé: Ganglios", Bebé d'Hoje, nº101;
"Os gânglios são pequenas massas de tecido linfático semelhantes a nódulos (uma espécie de bolinhas) que estão repartidos por diversas partes do corpo. Contêm células que defendem o organismo contra as infecções." (1)
São sinais de alarme:
- o ganglio dói quando lhe tocamos? - (não, não me parece que doa)
- o seu diâmetro supera os 3 cms? - (não, deve ter aí 1 cm cada um)
- continua maior que 1 cm ao fim de um mês? - (acho que os vi ali desde sempre, mas não tem 1 cm)
- a pele está vermelha? - (nada)
- se é duro ou não se mexe - (não apertei mas acho que é duro, mas mexe-se bem)
- a criança sente-se mal ou tem febre sem razão aparente? - (teve febre quando começou com a varicela e nessa altura notei que os ganglios incharam mais, mas anda normalmente bem disposto)
- quando se desconhece a causa do inchaço.
Bibliografia:
(1) - "De A a Z - A saúde do Bebé: Ganglios", Bebé d'Hoje, nº101;
sábado, 27 de agosto de 2011
Problemas em amamentar: mastites e abcessos!
O nome só por si assusta! Este é mais um post sobre amamentação, uma forma de partilhar alguma informação que vou encontrando. Cada uma de vós agora, analisa e comenta.
Desta vez procurei informação sobre as mastites.
A mastite é uma infeção no peito que traz febre. "O peito torna-se duro, vermelho e muito doloroso. Nestes casos, é necessário o uso de analgésicos, antipiréticos e antibióticos."(1)
Se houver proliferação de germes, "inicia-se um processo inflamatório que pode vir a ser complicado."(2)
É essencial que se continue a retirar o leite, usando uma bomba por exemplo. Pode-se dar esse leite ao bebé, mas se o sabor ficar alterado ele poderá rejeitar e nesses casos, por vezes até se recomenda começar com o leite em pó. Para mim, desde que a criança aceite o leite não deve haver problema e tirar o leite ajuda a mãe a recuperar, contribuindo para a diminuição das dores provocadas pela rigidez e pelos desconfortáveis caroços que se podem formar. "Em principio quando a mãe melhorar, a amamentação poderá ser retomada, sem grandes dramas."(2)
Se a mastite não for convenientemente tratada pode em "cerca de 5 a 10% dos casos resultar num abcesso mamário", o qual se identifica "através da palpação."(2) Quando detetado, deve-se consultar um especialista, que poderá aconselhar ao seu esvaziamento recorrendo a "drenagem cirúrgica ou aspiração."(2) No entanto, estes casos são os mais graves. Na maioria das vezes, a mãe consegue ir tirando o leite, principalmente se continuar a amamentar o bebé, evitando assim ter de recorrer a processos mais invasivos.
Um conselho meu: eu situações de dúvidas, dor na amamentação sem razão aparente, desconforto... consultem alguém que vos possa realmente ajudar. Existem diversas pessoas e grupos de apoio à amamentação que ajudam mesmo! E pessoalmente ou por telefone, é sempre melhor para criar relações de entreajuda.
E não se esqueçam que sábado (3 de Setembro) vai decorrer mais um Entremães, no Espaço Zambujal, Sesimbra!
Bibliografia:
(1) - OOM, Paulo, "Amamentação - 20 regras práticas", Pais e Filhos, Março de 2000;
(2) - BATISTA, InÊs de Barros, "Malditas Mastites", Pais e Filhos, Junho de 2005;
Desta vez procurei informação sobre as mastites.
A mastite é uma infeção no peito que traz febre. "O peito torna-se duro, vermelho e muito doloroso. Nestes casos, é necessário o uso de analgésicos, antipiréticos e antibióticos."(1)
Se houver proliferação de germes, "inicia-se um processo inflamatório que pode vir a ser complicado."(2)
É essencial que se continue a retirar o leite, usando uma bomba por exemplo. Pode-se dar esse leite ao bebé, mas se o sabor ficar alterado ele poderá rejeitar e nesses casos, por vezes até se recomenda começar com o leite em pó. Para mim, desde que a criança aceite o leite não deve haver problema e tirar o leite ajuda a mãe a recuperar, contribuindo para a diminuição das dores provocadas pela rigidez e pelos desconfortáveis caroços que se podem formar. "Em principio quando a mãe melhorar, a amamentação poderá ser retomada, sem grandes dramas."(2)
Se a mastite não for convenientemente tratada pode em "cerca de 5 a 10% dos casos resultar num abcesso mamário", o qual se identifica "através da palpação."(2) Quando detetado, deve-se consultar um especialista, que poderá aconselhar ao seu esvaziamento recorrendo a "drenagem cirúrgica ou aspiração."(2) No entanto, estes casos são os mais graves. Na maioria das vezes, a mãe consegue ir tirando o leite, principalmente se continuar a amamentar o bebé, evitando assim ter de recorrer a processos mais invasivos.
Um conselho meu: eu situações de dúvidas, dor na amamentação sem razão aparente, desconforto... consultem alguém que vos possa realmente ajudar. Existem diversas pessoas e grupos de apoio à amamentação que ajudam mesmo! E pessoalmente ou por telefone, é sempre melhor para criar relações de entreajuda.
E não se esqueçam que sábado (3 de Setembro) vai decorrer mais um Entremães, no Espaço Zambujal, Sesimbra!
Bibliografia:
(1) - OOM, Paulo, "Amamentação - 20 regras práticas", Pais e Filhos, Março de 2000;
(2) - BATISTA, InÊs de Barros, "Malditas Mastites", Pais e Filhos, Junho de 2005;
Etiquetas:
Amamentação,
Entremães,
Maternidade,
Saúde
domingo, 21 de agosto de 2011
Baba e mais baba!
Um babete... dois babetes... três... quatro... e o dia ainda não chegou ao fim! Ensopam com a baba e lá conseguimosver que andam aí mais dentes a espreitar... Quem é a mãe que não se vê aflita com tanto pingo de baba?
"Durante a dentição (ainda que não tenha saído o primeiro dente) produz-se um aumento da baba. Alguns pediatras acreditam que acontece porque esta etapa coincide com a introdução de alimentos sólidos na dieta do bebé, e a saliva é essencial para a sua ingestão. Outros asseguram que a inflamação das gengivas e a sensação de ter um corpo estranho na boca (o novo dente) faz aumentar a salivação."(1)
Esta salivação abundante é característica. Os bebés "babam" de modo excessivo. "O desconforto, a dor, ou a coceira provocados pelo estiramento das mucosas da gengiva provocam uma maior salivação. Tome cuidados especiais, secando constantemente a boca de seu bebê para evitar que a saliva irrite a pele do queixo e das bochechas."(2)
"Também há especialistas que afirmam que a partir dos 3 meses as glandulas salivares começam a amadurecer e a aumentar a sua produção. A criança não consegue tragar toda a saliva que se cria e por isso expulsa-a."(1)
É bom saber que a situação melhora por volta dos 2 anos, quando a criança já domina a arte de deglutir.
Bibliografia:
(1) - "Primeiros dentes - verdades e mentiras", Bebé d'Hoje, nº 116;
(2) - http://profissaosupermae.blogspot.com/2011/02/denticao.html
"Durante a dentição (ainda que não tenha saído o primeiro dente) produz-se um aumento da baba. Alguns pediatras acreditam que acontece porque esta etapa coincide com a introdução de alimentos sólidos na dieta do bebé, e a saliva é essencial para a sua ingestão. Outros asseguram que a inflamação das gengivas e a sensação de ter um corpo estranho na boca (o novo dente) faz aumentar a salivação."(1)
Esta salivação abundante é característica. Os bebés "babam" de modo excessivo. "O desconforto, a dor, ou a coceira provocados pelo estiramento das mucosas da gengiva provocam uma maior salivação. Tome cuidados especiais, secando constantemente a boca de seu bebê para evitar que a saliva irrite a pele do queixo e das bochechas."(2)
"Também há especialistas que afirmam que a partir dos 3 meses as glandulas salivares começam a amadurecer e a aumentar a sua produção. A criança não consegue tragar toda a saliva que se cria e por isso expulsa-a."(1)
É bom saber que a situação melhora por volta dos 2 anos, quando a criança já domina a arte de deglutir.
Bibliografia:
(1) - "Primeiros dentes - verdades e mentiras", Bebé d'Hoje, nº 116;
(2) - http://profissaosupermae.blogspot.com/2011/02/denticao.html
Etiquetas:
Bebés,
Dentinhos,
Higiene,
O meu bebé,
Saúde
domingo, 14 de agosto de 2011
Bloqueio dos ductos mamários
Como é hábito aqui por este blogue, aqui vos deixo mais uma pequena pesquisa sobre alguns problemas que podem surgir na amamentação. Como sempre, também, aqui podem deixar os vossos comentários e opiniões sobre o assunto.
O bloqueio dos ductos mamários "ocorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é drenado de forma adequada. A situação dá-se com mais frequência quando a mama não é totalmente esvaziada, quando o bebé apresenta uma sucção insuficiente ou quando os intervalos entre mamadas são demasiado longos."(1) Este problema pode ocorrer em qualquer fase da amamentação - seja nos primeiros dias, seja por exemplo, quando a mãe volta ao trabalho e passa mais horas sem amamentar.
Para ajudar a resolver este problema, deve-se "continuar a dar de mamar do lado afetado" para desta forma esvaziar os ductos bloqueados. Quando tal não é possível, se a mãe já está a trabalhar por exemplo, tirar com a bomba é uma opção. Depois de vazios, sente-se o alívio da dor, mas também resulta se pusermos um saco de água quente sobre o peito no intervalo das mamadas, ou se tomarmos um duche e massajar-mos a área que está mais rija e dorida com a água quente. Só em casos mais graves, o antibiótico é receitado. De qualquer forma, deixar de dar mama não é uma solução pois só iria piorar a situação.
Bibliografia:
(1) - BATISTA, Inês de Barros, "Malditas Mastites", Pais e Filhos, Junho de 2005;
O bloqueio dos ductos mamários "ocorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é drenado de forma adequada. A situação dá-se com mais frequência quando a mama não é totalmente esvaziada, quando o bebé apresenta uma sucção insuficiente ou quando os intervalos entre mamadas são demasiado longos."(1) Este problema pode ocorrer em qualquer fase da amamentação - seja nos primeiros dias, seja por exemplo, quando a mãe volta ao trabalho e passa mais horas sem amamentar.
Para ajudar a resolver este problema, deve-se "continuar a dar de mamar do lado afetado" para desta forma esvaziar os ductos bloqueados. Quando tal não é possível, se a mãe já está a trabalhar por exemplo, tirar com a bomba é uma opção. Depois de vazios, sente-se o alívio da dor, mas também resulta se pusermos um saco de água quente sobre o peito no intervalo das mamadas, ou se tomarmos um duche e massajar-mos a área que está mais rija e dorida com a água quente. Só em casos mais graves, o antibiótico é receitado. De qualquer forma, deixar de dar mama não é uma solução pois só iria piorar a situação.
Bibliografia:
(1) - BATISTA, Inês de Barros, "Malditas Mastites", Pais e Filhos, Junho de 2005;
Quando o cordão tem anomalias
Mais uma pesquisa que aqui quero partilhar convosco.
As situações são raras, mas pode acontecer que o cordão umbilical tenha algumas anomalias. Esta é uma das principais estruturas que permitem a vida no ventre materno. Quando não se detetam outras causas, uma anomalia deste órgão pode ser a causa principal de morte fetal.
Asfixia - quando ocorre a obstrução completa da veia ou das artérias que o formam, podendo levar à morte do feto durante a gravidez ou mesmo do bebé no momento do parto.
Artéria umbilical única - é uma situação muito rara (ocorre em apenas 1% dos fetos) e quando isolada (sem outras complicações associadas) pode não ter consequências, embora seja essencial uma vigilância especial e atenta da gravidez.
Prolapso do cordão - quando o cordão exterioriza antes do bebé. Acontece entre 1 a 3 casos em cada 300 partos. Devem ser acautelados os cuidados necessários para que não ocorra asfixia do bebé, devido à pressão da cabeça deste sobre o cordão, pressionando os vasos que lhe permitem uma boa oxigenação, essencial durante o esforço do parto. No entanto, "a sua ocorrência é mais frequente quando o feto está em apresentação pélvica e com os pés abaixo das nádegas."(1) Cordões mais pesados e compridos, são mais susceptíveis a esta complicação.
Vasa prévia - ocorre em cerca de 1 em cada 1000 nascimentos, quando há inserção do cordão nas membranas fetais em vez de no centro da placenta. "Nestes casos, após a entrada dos vasos do cordão nas membranas, estes acabam por entrar na placenta pela sua margem ou mais adiante."(1)
Se a placenta estiver inserida na área proximal do orifício interno do colo do útero, "canal por onde sairá o bebé, pode haver uma porção desses vasos que passa esse orifício de um lado ao outro. E é aos vasos umbilicais nesta localização que se chama vasa prévia."(1) Na suspeita de um caso de vasa prévia, pode ser programada uma cesariana antes da entrada em trabalho de parto, de forma a evitar as complicações deste defeito de implantação do cordão umbilical.
Circulares do Cordão - ocorre em cerca de 1/4 dos nascimentos, sendo por isso uma situação menos rara que as anteriores. Acontece quando o cordão se dispõe à volta do pescoço, das pernas ou do tronco de bebé, numa ou em mais voltas.
Nó verdadeiro do cordão - acontece em cerca de 1% dos nascimentos . Não traz consequências a não ser que o cordão seja muito curto e o bebé o aperte demasiado ao descer o canal de parto.
Bibliografia:
(1) - FERREIRA, José Carlos, "O cordão que dá vida", Pais e Filhos, Outubro de 2005;
As situações são raras, mas pode acontecer que o cordão umbilical tenha algumas anomalias. Esta é uma das principais estruturas que permitem a vida no ventre materno. Quando não se detetam outras causas, uma anomalia deste órgão pode ser a causa principal de morte fetal.
Asfixia - quando ocorre a obstrução completa da veia ou das artérias que o formam, podendo levar à morte do feto durante a gravidez ou mesmo do bebé no momento do parto.
Artéria umbilical única - é uma situação muito rara (ocorre em apenas 1% dos fetos) e quando isolada (sem outras complicações associadas) pode não ter consequências, embora seja essencial uma vigilância especial e atenta da gravidez.
Prolapso do cordão - quando o cordão exterioriza antes do bebé. Acontece entre 1 a 3 casos em cada 300 partos. Devem ser acautelados os cuidados necessários para que não ocorra asfixia do bebé, devido à pressão da cabeça deste sobre o cordão, pressionando os vasos que lhe permitem uma boa oxigenação, essencial durante o esforço do parto. No entanto, "a sua ocorrência é mais frequente quando o feto está em apresentação pélvica e com os pés abaixo das nádegas."(1) Cordões mais pesados e compridos, são mais susceptíveis a esta complicação.
Vasa prévia - ocorre em cerca de 1 em cada 1000 nascimentos, quando há inserção do cordão nas membranas fetais em vez de no centro da placenta. "Nestes casos, após a entrada dos vasos do cordão nas membranas, estes acabam por entrar na placenta pela sua margem ou mais adiante."(1)
Se a placenta estiver inserida na área proximal do orifício interno do colo do útero, "canal por onde sairá o bebé, pode haver uma porção desses vasos que passa esse orifício de um lado ao outro. E é aos vasos umbilicais nesta localização que se chama vasa prévia."(1) Na suspeita de um caso de vasa prévia, pode ser programada uma cesariana antes da entrada em trabalho de parto, de forma a evitar as complicações deste defeito de implantação do cordão umbilical.
Circulares do Cordão - ocorre em cerca de 1/4 dos nascimentos, sendo por isso uma situação menos rara que as anteriores. Acontece quando o cordão se dispõe à volta do pescoço, das pernas ou do tronco de bebé, numa ou em mais voltas.
Nó verdadeiro do cordão - acontece em cerca de 1% dos nascimentos . Não traz consequências a não ser que o cordão seja muito curto e o bebé o aperte demasiado ao descer o canal de parto.
Bibliografia:
(1) - FERREIRA, José Carlos, "O cordão que dá vida", Pais e Filhos, Outubro de 2005;
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Amamentação: quando acontece a subida do leite!
Não se esqueçam! Dia 6 de Agosto, no Espaço Zambujal, conversamos sobre Amamentação!
Subida do leite:
É um dos acontecimentos mais comuns de quem amamenta e nem sei se lhe posso chamar um problema. Acontece e pronto!
Falam-nos disto nas consultas pré-natal. Eu passei por esta situação tinha o meu bebé 6 dias. O desconforto de nos sentir-mos repentinamente inundadas de leite que sai sem parar, passa a dor quando o peito começa a ficar inchado e quente, com o excesso de leite. A solução passa por se tirar o leite em excesso, dando de mamar com maior frequência ou usando a bomba. Podemos também congelar o leite e dá-lo mais tarde ao bebé. São momentos dolorosos, mas principalmente são situações ocasionais que devem ser geridas com calma - (agora falo do alto da minha experiência de quase 11 meses a amamentar, mas leiam lá para trás e vejam como andava desesperada nessa altura - foi só um aparte!) - e com o apoio importante do companheiro, que poderá ajudar nestas ocasiões.
Estas subidas de leite, podem conduzir à inflamação dos ductos mamários e às mastites que já falei atrás nos posts anteriores sobre este tema. Partilhem as vossas experiências pois assim também ajudamos as mães que agora começam esta nova fase das suas vidas, que não é tão fácil como nos fazem acreditar - mas que se correr bem é maravilhosa!
Subida do leite:
É um dos acontecimentos mais comuns de quem amamenta e nem sei se lhe posso chamar um problema. Acontece e pronto!
Falam-nos disto nas consultas pré-natal. Eu passei por esta situação tinha o meu bebé 6 dias. O desconforto de nos sentir-mos repentinamente inundadas de leite que sai sem parar, passa a dor quando o peito começa a ficar inchado e quente, com o excesso de leite. A solução passa por se tirar o leite em excesso, dando de mamar com maior frequência ou usando a bomba. Podemos também congelar o leite e dá-lo mais tarde ao bebé. São momentos dolorosos, mas principalmente são situações ocasionais que devem ser geridas com calma - (agora falo do alto da minha experiência de quase 11 meses a amamentar, mas leiam lá para trás e vejam como andava desesperada nessa altura - foi só um aparte!) - e com o apoio importante do companheiro, que poderá ajudar nestas ocasiões.
Estas subidas de leite, podem conduzir à inflamação dos ductos mamários e às mastites que já falei atrás nos posts anteriores sobre este tema. Partilhem as vossas experiências pois assim também ajudamos as mães que agora começam esta nova fase das suas vidas, que não é tão fácil como nos fazem acreditar - mas que se correr bem é maravilhosa!
sábado, 30 de julho de 2011
Amamentar: um seguro de saúde nem sempre fácil
Dar mama é bom! Sim, lá vão dizendo por aí que é do melhor, mas quem tem ou teve problemas com a amamentação, sabe que nem sempre é um mar de facilidades e que muitas mães (e eu incluo-me nesse grupo) choraram algumas vezes, fosse de dor, fosse de receio de não estar a proporcionar ao bebé o suficiente...
Dia 6 de Agosto às 16 horas, realiza-se um encontro para futuras mamãs que irá esclarecer algumas dúvidas sobre amamentação, mas principalmente será um espaço de partilha de experiências e de troca de informações. No Zambujal, perto de Sesimbra. O encontro é grátis e não carece de inscrição prévia. Por isso, apareçam! Eu também irei lá estar!
Contactos:
www.bionascimento.com
e-mail: geral@bionascimento.com
tlf.: + 351 93 720 16 30
fax: 21 087 82 15
"Amamentar pode não ser fácil. Para quem acabou de ter o primeiro filho pode até ser muito complicado. Por isso toda a informação é importante."(1)
Aqui ficam alguns problemas que podem surgir, mas que, se solucionados, não são impeditivos de continuar a amamentar:
- bloqueio dos ductos;
- subida do leite;
- mastite;
- abcesso mamário;
- gretas e fissuras;
Mas, "não vale desistir cedo de mais. O esforço investido na continuidade da amamentação, considere-o como um seguro de saúde para o seu filho e para si."(1)
Existem algumas associações de apoio à amamentação:
- http://www.sosamamentacao.org.pt/
- www.lalecheleague.org/Portugal.html
- http://www.mamamater.pt/ - tel.: 214532019
- http://www.leitematerno.org/
Bibliografia:
(1) - LAMÚRIAS, Patrícia, "Aprender a dar de mamar", Pais e Filhos, Julho de 2006;
Dia 6 de Agosto às 16 horas, realiza-se um encontro para futuras mamãs que irá esclarecer algumas dúvidas sobre amamentação, mas principalmente será um espaço de partilha de experiências e de troca de informações. No Zambujal, perto de Sesimbra. O encontro é grátis e não carece de inscrição prévia. Por isso, apareçam! Eu também irei lá estar!
Contactos:
www.bionascimento.com
e-mail: geral@bionascimento.com
tlf.: + 351 93 720 16 30
fax: 21 087 82 15
"Amamentar pode não ser fácil. Para quem acabou de ter o primeiro filho pode até ser muito complicado. Por isso toda a informação é importante."(1)
Aqui ficam alguns problemas que podem surgir, mas que, se solucionados, não são impeditivos de continuar a amamentar:
- bloqueio dos ductos;
- subida do leite;
- mastite;
- abcesso mamário;
- gretas e fissuras;
Mas, "não vale desistir cedo de mais. O esforço investido na continuidade da amamentação, considere-o como um seguro de saúde para o seu filho e para si."(1)
Existem algumas associações de apoio à amamentação:
- http://www.sosamamentacao.org.pt/
- www.lalecheleague.org/Portugal.html
- http://www.mamamater.pt/ - tel.: 214532019
- http://www.leitematerno.org/
Bibliografia:
(1) - LAMÚRIAS, Patrícia, "Aprender a dar de mamar", Pais e Filhos, Julho de 2006;
Etiquetas:
Amamentação,
Apoios e Campanhas,
Bebés,
Jovens,
Saúde
sexta-feira, 29 de julho de 2011
As malditas pintas
Tenho estado em casa com o pequenino, numa espécie de férias forçadas. Está a melhorar mas demorará ainda alguns dias a ficar totalmente bem.
A varicela é contagiosa e o surto que atingiu o meu pirata veio das crianças que estão com ele na ama. Já esperava, pois mesmo que os meninos tivessem ficado em casa - como ele está agora - o contágio pode dar-se nos dias que antecedem o aparecimento dos sintomas. A doença está lá mas demora uns dias a manifestar-se. Da mesma forma ele pode ter contagiado outras crianças com as quais teve contato (a priminha por exemplo).
Qual é o período de contágio da varicela?
"O período de contágio da varicela é de cerca de dez dias (desde o dia anterior ao aparecimento da erupção até todas as vesículas estarem secas, formando crostas que já não contêm vírus vivos). Em alguns casos, em que a erupção é ligeira, este período pode ser menor, mas a legislação obriga a um período de afastamento escolar de dez dias, nas crianças em idade escolar que contraíram varicela."(1)
Ao fim de quanto tempo após o contacto com um doente com varicela aparece a doença, no caso de haver contágio?
"O tempo que decorre desde o contágio até ao aparecimento da varicela (período de incubação) é de cerca de quinze dias, podendo variar desde dez e vinte dias."(1)
Por isso, quando vemos as manchas - e eu até vi na sexta, mas só no Domingo começaram a manifestar-se em força - já houve um período prévio em que a criança era portadora do vírus e contagiou outras.
"Outra característica da erupção da varicela é a sua rápida evolução, passando as lesões da pele por várias fases num período de poucas horas. As primeiras lesões são manchas de cor rosada (máculas), que se tornam salientes (pápulas), formam pequenas bolhas com líquido transparente no centro (vesículas) que ao secarem vão formar uma crosta."(1)
"Devido à sua rápida evolução a característica mais evidente da erupção cutânea (exantema) da varicela é a coexistência dos quatro tipos de lesões (máculas, pápulas, vesículas e crostas) ao fim do primeiro ou segundo dia de doença. As lesões da varicela poupam a palma das mãos e a planta dos pés e atingem o couro cabeludo e as mucosas (garganta, órgãos genitais e conjuntiva), onde podem causar pequenas feridas dolorosas. Outra característica da varicela é causar habitualmente prurido (comichão), que pode ser intenso."
No caso do meu pirata, a planta dos pés não foi poupada. Aliás, tem entre os dedos das mãos, planta dos pés, tornozelos, sovacos, virilhas, junto aos olhos, dentro dos ouvidos... Enfim, pelo corpinho todo!
"Em relação à febre, é um sintoma variável na varicela, podendo ir de quase inexistente a febre elevada (39º - 40º), sendo a sua intensidade geralmente proporcional à extensão da erupção."(1)
Bibliografia:
(1) - http://www.medicoassistente.com/varios/varicela
A varicela é contagiosa e o surto que atingiu o meu pirata veio das crianças que estão com ele na ama. Já esperava, pois mesmo que os meninos tivessem ficado em casa - como ele está agora - o contágio pode dar-se nos dias que antecedem o aparecimento dos sintomas. A doença está lá mas demora uns dias a manifestar-se. Da mesma forma ele pode ter contagiado outras crianças com as quais teve contato (a priminha por exemplo).
Qual é o período de contágio da varicela?
"O período de contágio da varicela é de cerca de dez dias (desde o dia anterior ao aparecimento da erupção até todas as vesículas estarem secas, formando crostas que já não contêm vírus vivos). Em alguns casos, em que a erupção é ligeira, este período pode ser menor, mas a legislação obriga a um período de afastamento escolar de dez dias, nas crianças em idade escolar que contraíram varicela."(1)
Ao fim de quanto tempo após o contacto com um doente com varicela aparece a doença, no caso de haver contágio?
"O tempo que decorre desde o contágio até ao aparecimento da varicela (período de incubação) é de cerca de quinze dias, podendo variar desde dez e vinte dias."(1)
Por isso, quando vemos as manchas - e eu até vi na sexta, mas só no Domingo começaram a manifestar-se em força - já houve um período prévio em que a criança era portadora do vírus e contagiou outras.
"Outra característica da erupção da varicela é a sua rápida evolução, passando as lesões da pele por várias fases num período de poucas horas. As primeiras lesões são manchas de cor rosada (máculas), que se tornam salientes (pápulas), formam pequenas bolhas com líquido transparente no centro (vesículas) que ao secarem vão formar uma crosta."(1)
"Devido à sua rápida evolução a característica mais evidente da erupção cutânea (exantema) da varicela é a coexistência dos quatro tipos de lesões (máculas, pápulas, vesículas e crostas) ao fim do primeiro ou segundo dia de doença. As lesões da varicela poupam a palma das mãos e a planta dos pés e atingem o couro cabeludo e as mucosas (garganta, órgãos genitais e conjuntiva), onde podem causar pequenas feridas dolorosas. Outra característica da varicela é causar habitualmente prurido (comichão), que pode ser intenso."
No caso do meu pirata, a planta dos pés não foi poupada. Aliás, tem entre os dedos das mãos, planta dos pés, tornozelos, sovacos, virilhas, junto aos olhos, dentro dos ouvidos... Enfim, pelo corpinho todo!
"Em relação à febre, é um sintoma variável na varicela, podendo ir de quase inexistente a febre elevada (39º - 40º), sendo a sua intensidade geralmente proporcional à extensão da erupção."(1)
Bibliografia:
(1) - http://www.medicoassistente.com/varios/varicela
terça-feira, 26 de julho de 2011
A varicela
Ela anda por aí - segundo tenho ouvido - e já apareceu por aqui por casa. Mas de que se trata?
Aqui ficam algumas coisas que descobri, na net, sobre esta doença:
O que é a varicela?
"A varicela é uma doença infecciosa causada por um vírus chamado Vírus da Varicela Zoster (porque é também o agente causador do herpesInfecção recidivante por vírus que determina erupção cutânea, nas mucosas ou nos genitais que é dolorosa e transmissível sexualmente ou por contacto directo com as lesões. Pode ocasionar cefaleias, conjuntivite, encefalite, encefalomielite, estomatite, glossite, hipertermia, leucoencefalite, Iinfadenite, prurido ou morte. Frequentemente, é co-mórbido com a SIDA ou outras imunodeficiências. zoster ou zona)."(1)
A varicela é uma doença contagiosa?
"Sim. A varicela é uma doença muito contagiosa, embora a sua transmissão dependa quase sempre do contacto directo com a pessoa infectada, pois o vírus é muito sensível à lavagem das mãos de quem trata do doente e ao arejamento dos locais onde este permanece. A transmissão pelo ar (através das gotículas de saliva), é teoricamente possível mas muito rara."(1)
Aqui ficam algumas coisas que descobri, na net, sobre esta doença:
O que é a varicela?
"A varicela é uma doença infecciosa causada por um vírus chamado Vírus da Varicela Zoster (porque é também o agente causador do herpesInfecção recidivante por vírus que determina erupção cutânea, nas mucosas ou nos genitais que é dolorosa e transmissível sexualmente ou por contacto directo com as lesões. Pode ocasionar cefaleias, conjuntivite, encefalite, encefalomielite, estomatite, glossite, hipertermia, leucoencefalite, Iinfadenite, prurido ou morte. Frequentemente, é co-mórbido com a SIDA ou outras imunodeficiências. zoster ou zona)."(1)
A varicela é uma doença contagiosa?
"Sim. A varicela é uma doença muito contagiosa, embora a sua transmissão dependa quase sempre do contacto directo com a pessoa infectada, pois o vírus é muito sensível à lavagem das mãos de quem trata do doente e ao arejamento dos locais onde este permanece. A transmissão pelo ar (através das gotículas de saliva), é teoricamente possível mas muito rara."(1)
Subscrever:
Mensagens (Atom)