Há patamares que se vão subindo e, como na vida, aparecem novos desafios que é preciso ultrapassar. Do alto dos seus três anos e meio, ontem o meu filho decidiu que queria ir dormir na cama dele, no quartinho dele. Claro que pensámos que era apenas uma ideia momentânea, mas afinal, a sua vontade prevaleceu e conseguiu ficar lá toda a noite.
Demorou 2 horas e 5 histórias para adormecer, mas valeu a pena.
Hoje não sei.
Mas fica o registo: Sou uma mãe muito orgulhosa!
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segunda-feira, 17 de março de 2014
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Festas e animações
Entre tanto trabalho que tenho tido e esta história de trabalhar por turnos à qual ainda não me habituei a 100%, tenho andado ocupada nas minhas festas de aniversário, na animação de batizados e em tardes de pinturas no Fórum Montijo.
Tudo junto, tem-me sobrado pouco tempo. O que vale são os sorrisos das crianças e, principalmente, a alegria do meu filho...
Aqui ficam alguns momentos para recordar!
Festa da Inês Vicente, nos Bombeiros do Seixal:
Festa da Mariana, no café Pink, no Seixal...
Casamento e batizado em Azeitão, com a Rita Catita, outra animadora, minha grande amiga e uma excelente profissional!
Tudo junto, tem-me sobrado pouco tempo. O que vale são os sorrisos das crianças e, principalmente, a alegria do meu filho...
Aqui ficam alguns momentos para recordar!
Festa da Inês Vicente, nos Bombeiros do Seixal:
Festa da Mariana, no café Pink, no Seixal...
Casamento e batizado em Azeitão, com a Rita Catita, outra animadora, minha grande amiga e uma excelente profissional!
Batizado do Diogo, um menino da família, ao qual ofereci as pinturas faciais!
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domingo, 14 de julho de 2013
É só água!
E se o levamos para lá, grita desalmadamente, como se a água fria queimasse. Não o obrigamos a ir pois até se diverte, brinca nas poças e até deixa que o molhemos com o balde. O que me incomoda não é ele não querer sair da sua zona de conforto, o que me preocupa é ele entrar num estado de terror quando o faz.
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
As otites
A otite é uma inflamação do ouvido e pode ter diversas causas: bactérias, fungos e vírus.
É um problema mais frequente nos meses de Inverno, mas que também pode ocorrer no Verão, quando as idas à praia ou à piscina significarem mais água a entrar e a permanecer no ouvido.
A otite externa atinge o canal auditivo. Se for média atinge o ouvido médio. E se for interna atinge os canais semicirculares (estes são responsáveis pelo sentido espacial).
Muitas vezes, senão quase sempre, as otites são precedidas de uma gripe, constipação ou resfriado. "As secreções nasais passam facilmente para o ouvido, onde se convertem em caldo de cultivo de vírus ou bactérias, o que faz desenvolver a otite. Ou seja, produz-se uma infeção e uma inflamação, que é o que provoca a dor."(1)
Os antibióticos são eficazes se tomados apenas quando necessário e quando perscritos pelo médico assistente, uma vez que a sua toma frequente pode criar resistências que poderão trazer problemas de futuro. Muitas vezes, a administração de um anti-pirético e de um anti-inflamatório é suficiente para debelar a infeção em três a quatro dias, dependendo da sua gravidade.
"A melhor forma de evitar que o seu filho tenha uma otite é pôr de lado a forma excessiva como o agasalha."(2)
Precauções a ter em conta:
- evitar usar cotonetes continuamente e evitar lavar repetidamente os ouvidos.
- colocar tampões nos ouvidos antes de ir para a natação;
- lavar frequentemente o nariz;
- estar atenta aos sinais;
- recorrer à ajuda de um médico especialista.
Sinais e sintomas:
- dor intensa;
- diminuição na audição;
- inchaço nos tecidos;
- comichão;
- corrimento;
Nos bebés, acrescente-se ainda:
- irritabilidade;
- apatia;
- falta de apetite.
Bibliografia:
(1) - "Dói-lhe o ouvido: como tratar a otite", Bebé d'Hoje, Fevereiro 2011;
(2) - ESTEVES, Carla Oliveira, "Como tratar as otites?", Crescer com saúde, nº 141;
É um problema mais frequente nos meses de Inverno, mas que também pode ocorrer no Verão, quando as idas à praia ou à piscina significarem mais água a entrar e a permanecer no ouvido.
A otite externa atinge o canal auditivo. Se for média atinge o ouvido médio. E se for interna atinge os canais semicirculares (estes são responsáveis pelo sentido espacial).
Muitas vezes, senão quase sempre, as otites são precedidas de uma gripe, constipação ou resfriado. "As secreções nasais passam facilmente para o ouvido, onde se convertem em caldo de cultivo de vírus ou bactérias, o que faz desenvolver a otite. Ou seja, produz-se uma infeção e uma inflamação, que é o que provoca a dor."(1)
Os antibióticos são eficazes se tomados apenas quando necessário e quando perscritos pelo médico assistente, uma vez que a sua toma frequente pode criar resistências que poderão trazer problemas de futuro. Muitas vezes, a administração de um anti-pirético e de um anti-inflamatório é suficiente para debelar a infeção em três a quatro dias, dependendo da sua gravidade.
"A melhor forma de evitar que o seu filho tenha uma otite é pôr de lado a forma excessiva como o agasalha."(2)
Precauções a ter em conta:
- evitar usar cotonetes continuamente e evitar lavar repetidamente os ouvidos.
- colocar tampões nos ouvidos antes de ir para a natação;
- lavar frequentemente o nariz;
- estar atenta aos sinais;
- recorrer à ajuda de um médico especialista.
Sinais e sintomas:
- dor intensa;
- diminuição na audição;
- inchaço nos tecidos;
- comichão;
- corrimento;
Nos bebés, acrescente-se ainda:
- irritabilidade;
- apatia;
- falta de apetite.
Bibliografia:
(1) - "Dói-lhe o ouvido: como tratar a otite", Bebé d'Hoje, Fevereiro 2011;
(2) - ESTEVES, Carla Oliveira, "Como tratar as otites?", Crescer com saúde, nº 141;
Deixem os miúdos brincar!
O texto é brasileiro, mas retrata a importância da brincadeira na construção da identidade da criança como ser social, interveniente e participativo. Às vezes, pensamos que eles brincam sem nexo, sem daí retirar nada, mas eu acho que brincar é sempre proveitoso. É uma forma de aprendizagem como outras e tão ou mais importante. Deixem as crianças brincar então!
"A ludicidade, é tal qual a infância, um construto cultural. Ela foi pensada como
principal meio de socialização das crianças no mundo dos adultos. Por essa razão, a
experiência de uma criança com a ludicidade vai estar fundamentada na cultura geral
em que ela está inserida, modificando-se a cultura lúdica de uma sociedade para outra.
Tendo como invólucro a cultura geral e como fim a socialização, a ludicidade é
rica em significados, ela permite à criança que a vivencia, a experiência de ser criança,
fazer parte da cultura adulta e preparar-se para assumir um papel, uma função social na comunidade de que participa. Por essa razão, a cultura lúdica de um povo revela muito sobre ele, sobre o lugar das crianças em sua sociedade, sobre o modo como elas são ensinadas, socializadas e sobre em que circunstâncias o mundo adulto e infantil se
encontram.
Como construção cultural, e portanto variável, a ludicidade se modifica
principalmente a depender do local em que se realiza. Com base nisso é que esta
pesquisa se propõe a verificar a cultura lúdica das crianças com fins de apreender como
se dá a utilização dos brinquedos de que dispõem ; se são adquiridos de fora de sua
cultura; que brincadeiras são realizadas por elas nos mais diversos momentos do seu
cotidiano; e qual a função que a brincadeira e o brinquedo cumprem no processo de socialização destas crianças."
(OLIVEIRA, Leide, SOUSA, Emilene, Brincar para Comunicar: A ludicidade como forma de Socialização das Crianças - Universidade Federal do Maranhão, Imperatriz, MA)
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quinta-feira, 14 de março de 2013
Festas infantis!
Faça da festa de anos do seu filho um momento único que ele vai pedir para repetir! Festas infantis mais divertidas: animação e pinturas faciais.
atelierfestasinfantis.blogspot.com
Este é o novo endereço do Atelier dos Saberes. Visitem e fiquem a par das novidades e das minhas andanças e participações.
Estou a adorar imenso fazer nascer sorrisos na cara dos mais pequenos. Espero um dia fazê-lo consigo, na festinha do seu princópe ou da sua princesa!
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Este Natal...
...anime ainda mais a sua festa!!
Já pensou no que vai fazer na festa de Natal da sua empresa? E os mais novos, como os vai animar durante toda a tarde?
Este ano, torne a sua festa especial!
Nós tratamos da animação da sua festa! Recebemos os mais novos e passamos a tarde com eles em inúmeras brincadeiras e muita diversão, enquanto os pais se divertem!
Neste Natal, pode contar com:
- Pinturas Faciais!
- Modelagem de Balões!
- E muita animação!
E udo isto a preços muito competitivos! Peça já o seu orçamento através do email: atelierdossaberes@gmail.com ou pelo tel.: 963988723.
Já pensou no que vai fazer na festa de Natal da sua empresa? E os mais novos, como os vai animar durante toda a tarde?
Este ano, torne a sua festa especial!
Nós tratamos da animação da sua festa! Recebemos os mais novos e passamos a tarde com eles em inúmeras brincadeiras e muita diversão, enquanto os pais se divertem!
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sábado, 29 de setembro de 2012
Próximo Workshop
Plano:
• Sistema Integrado de Emergência Médica - Onde me enquadro e que funções desempenho?
• Noções de funcionamento da Cadeia de Sobrevivência – Como posso pedir ajuda?
• Medidas de segurança - Que precauções devo tomar?
• Abordagem da vítima
•Suporte Básico de Vida Pediátrico
•Desobstrução da via aérea
Local: Quartel-sede Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal
Alameda dos Bombeiros Voluntários, 2840-395 Seixal
Horário:
Inicio às 9:00 – Fim às 13:00
Custo:
Sócios 10€
Não Sócios 12,50€
domingo, 9 de setembro de 2012
O bebé e os objetos de afeto
O seu bebé tem um objeto ou peluche que leva para todo o lado? Estava aqui a lembrar-me que o meu filho nunca teve um boneco especial que levasse sempre com ele. Gosta de vários e consoante a sua vontade, ora lhe apetece dormir agarrado aos tambores, ora se deita com os peluches... ora chega à cama e empurra de lá os bonecos todos e dorme sozinho. Nós nunca impusémos nada. Ontem, por exemplo, adormeceu agarrado a um boneco do Ruca, enorme e que ocupava mais espaço que ele na cama.
Até agora o Martim ainda não se agarrou a nenhum brinquedo em especial. Adora as suas bolas e os carrinhos servem para levar para a cama e para brincar até adormecer, mas pode ser um ou o outro, não mostra ter preferência por um único. No entanto, muitas crianças começam nesta idade a mostrar preferência por um determinado objecto transitivo. Mas o que é isso e o que representa para a criança?
Este termo foi inicialmente criado por Donald Winnicott em 1953, para denominar um objeto concreto selecionado e preferido pelo bebé e pela criança pequena em certas situações com vista a alcançar a tranquilidade. Este objeto pode ser um ursinho de peluche, uma fralda, um cobertor, etc.
Em termos psicológicos, o objeto transitivo constitui um tipo de mediador entre o mundo interno do bebé ou criança e o mundo externo, a realidade que o envolve, já que, apesar de ser algo palpável, é investido de simbolismo e significado subjetivo.
Segundo Winnicott, esta capacidade de utilização por parte do bebé de um objeto transitivo consente e permite a transição da primeira relação, que é oral, que tinha com a mãe, para a verdadeira relação de objeto. Este objeto é sentido como algo quase inseparável do bebé, mas em simultâneo representa a posse de algo que não é ele próprio, mas que é verdadeiramente só dele.
A função deste objeto prolonga-se durante toda a vida, como algo que é pertencente tanto ao imaginário como ao mundo real. Pode ser manifestado em vários tipos de experiência, mas especialmente nas atividades de criação sejam elas artísticas, culturais ou religiosas ou outras, que representam a capacidade do sujeito de se poder localizar no domínio do imaginário e da ilusão.
In.: http://www.infopedia.pt/$objecto-transitivo
Até agora o Martim ainda não se agarrou a nenhum brinquedo em especial. Adora as suas bolas e os carrinhos servem para levar para a cama e para brincar até adormecer, mas pode ser um ou o outro, não mostra ter preferência por um único. No entanto, muitas crianças começam nesta idade a mostrar preferência por um determinado objecto transitivo. Mas o que é isso e o que representa para a criança?
Este termo foi inicialmente criado por Donald Winnicott em 1953, para denominar um objeto concreto selecionado e preferido pelo bebé e pela criança pequena em certas situações com vista a alcançar a tranquilidade. Este objeto pode ser um ursinho de peluche, uma fralda, um cobertor, etc.
Em termos psicológicos, o objeto transitivo constitui um tipo de mediador entre o mundo interno do bebé ou criança e o mundo externo, a realidade que o envolve, já que, apesar de ser algo palpável, é investido de simbolismo e significado subjetivo.
Segundo Winnicott, esta capacidade de utilização por parte do bebé de um objeto transitivo consente e permite a transição da primeira relação, que é oral, que tinha com a mãe, para a verdadeira relação de objeto. Este objeto é sentido como algo quase inseparável do bebé, mas em simultâneo representa a posse de algo que não é ele próprio, mas que é verdadeiramente só dele.
A função deste objeto prolonga-se durante toda a vida, como algo que é pertencente tanto ao imaginário como ao mundo real. Pode ser manifestado em vários tipos de experiência, mas especialmente nas atividades de criação sejam elas artísticas, culturais ou religiosas ou outras, que representam a capacidade do sujeito de se poder localizar no domínio do imaginário e da ilusão.
In.: http://www.infopedia.pt/$objecto-transitivo
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Hoje é dia da Criança.
E de manhã perguntaram-me assim: "Que vais dar ao teu menino?"
E eu: "Nada."
"Mas é o dia da criança..."
Sim, não me levem a mal, mas ele ainda não percebe. Vai brincar com os amigos, vai participar nas atividades com a ama. Tem tudo o que lhe faz falta. Não tem uma prenda paar desembrulhar. Paciência. Vão haver outros anos e ele aí vai começar a pedir brinquedos e coisas que nessa altura terei de decidir se posso dar ou não.
Feliz Dia da Criança.
E eu: "Nada."
"Mas é o dia da criança..."
Sim, não me levem a mal, mas ele ainda não percebe. Vai brincar com os amigos, vai participar nas atividades com a ama. Tem tudo o que lhe faz falta. Não tem uma prenda paar desembrulhar. Paciência. Vão haver outros anos e ele aí vai começar a pedir brinquedos e coisas que nessa altura terei de decidir se posso dar ou não.
Feliz Dia da Criança.
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sexta-feira, 16 de março de 2012
Que tal nos encontrarmos lá?
Dia 5 de Maio, Sábado, no Pavilhão do Conhecimento, Lisboa, com o tema: "Entender , Comunicar e cuidar das nossas crianças."
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quarta-feira, 7 de março de 2012
Consulta dos 18 meses.
Às 11h a consulta dos 18 meses - tarde para um bebé pequeno, pois só saímos de lá quase à uma da tarde e ele já estava cheio de fome e de sono!
Peso - 8,950g (aumentou 405g)
Altura - 76 cm
Perímetro cefálico - 46 cm
Continua magricela, peso pluma, muito mexido. Em casa fala que se desunha, lá não queria conversa com elas... o habitual. Quanto à prisão de ventre a médica diz para não me preocupar (?) e para tentar farelo de aveia misturado na comida. Bem já não sei que mais dar ao miúdo, mas lá vamos tentar os farelos. Levou a vacina dos 18 meses, só refilou e não chorou. Chorou para despir, para vestir... o Martim no seu melhor.
Viram os dentes que já tinha e os que tem a romper, acharam bem ele querer comer sozinho e disseram para lhe dar essa liberdade.
E, enquanto esperavamos, viu outras crianças a comer na sala, começou a pedir pão e lá fui eu (mãe desnaturada que nem me lembrei de levar nada para ele) comprar um pacote de bolachas do Ruca (0.60c por 4 simples bolachas maria) porque não havia mais nada que ele pudesse comer - era isso ou salame de chocolate que ele iria certamente adorar mas que antes de almoço não ia ser uma boa ideia!
Peso - 8,950g (aumentou 405g)
Altura - 76 cm
Perímetro cefálico - 46 cm
Continua magricela, peso pluma, muito mexido. Em casa fala que se desunha, lá não queria conversa com elas... o habitual. Quanto à prisão de ventre a médica diz para não me preocupar (?) e para tentar farelo de aveia misturado na comida. Bem já não sei que mais dar ao miúdo, mas lá vamos tentar os farelos. Levou a vacina dos 18 meses, só refilou e não chorou. Chorou para despir, para vestir... o Martim no seu melhor.
Viram os dentes que já tinha e os que tem a romper, acharam bem ele querer comer sozinho e disseram para lhe dar essa liberdade.
E, enquanto esperavamos, viu outras crianças a comer na sala, começou a pedir pão e lá fui eu (mãe desnaturada que nem me lembrei de levar nada para ele) comprar um pacote de bolachas do Ruca (0.60c por 4 simples bolachas maria) porque não havia mais nada que ele pudesse comer - era isso ou salame de chocolate que ele iria certamente adorar mas que antes de almoço não ia ser uma boa ideia!
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terça-feira, 6 de março de 2012
18 meses!
Hoje o meu bebé faz 18 meses! Já???
Aos 18 meses o Martim...
- anda, corre, pula, sobe e desce do sofá.
- tenta subir sozinho para as cadeiras da cozinha.
- de tudo faz um degrau para trepar, ou um banco para se sentar!
- sobe e desce escadas, de mão dada para não cair.
- sobe as escadinha de madeira do parque infantil, trepa e desce o escorrega sozinho.
- joga à bola, chuta e atira com as mãos.
- come sozinho, com as mãos... e mais com a mão esquerda, com a colher, com o garfo e tenta usar a faca.
- usa a caneta e os lápis de cêra corretamente (risca folhas, sofás...) e gosta de apagar os desenhos que faço na ardósia com uma esponja.
- bebe sozinho a papa pelo biberão, aponta para o quer e refila muito até o conseguir.
- adora música, principalmente tambores e tudo serve para fazer de baquetas e de tambor!
- gosta de dançar!
Aos 18 meses, o meu filho já diz...
- pai, mãe ou "mã";
- "inho" (leitinho), "uta!" (chuta), "auão" (balão), "boua" (bola), papa...
- cão, "ena" (Lena), Nuno, "ia" (Sofia)...
- chama o "Pêpi" (Pepe, o cão da madrinha).
- diz "ouá" (olá) e acena a dizer "áu" (xau).
- pede "áua", diz "i" (sim) quando acertamos no que ele quer!
- repete o fim das nossas frases como se fosse um papagaio, com umas expressões faciais marcantes daquilo que quer dizer.
Aos 18 meses, ele e os outros:
- brinca a par com os meninos da sua idade e com mais velhinhos, observa e imita o que vê os outros fazerem.
- diz "ouá" e sabe dar um "passou-bem?"
- dá "mais 5!"
- sorri e é muito comunicativo.
- vai com toda a gente e fica bem quando o deixo em casa da ama, da avó, dos tios, da madrinha, da "ti" Cláudia, ou de quem for. Porta-se bem (às vezes até melhor do que connosco) e não chora.
- empurra os meninos no parque quando eles não avançam na fila do escorrega e ralha com eles quando lhe tiram a bola.
- gosta de brincar com as coisas dos outros, mas não acha muita piada a emprestar as suas.
- Não mostra medo de nada.
Aos 18 meses o Martim...
- anda, corre, pula, sobe e desce do sofá.
- tenta subir sozinho para as cadeiras da cozinha.
- de tudo faz um degrau para trepar, ou um banco para se sentar!
- sobe e desce escadas, de mão dada para não cair.
- sobe as escadinha de madeira do parque infantil, trepa e desce o escorrega sozinho.
- joga à bola, chuta e atira com as mãos.
- come sozinho, com as mãos... e mais com a mão esquerda, com a colher, com o garfo e tenta usar a faca.
- usa a caneta e os lápis de cêra corretamente (risca folhas, sofás...) e gosta de apagar os desenhos que faço na ardósia com uma esponja.
- bebe sozinho a papa pelo biberão, aponta para o quer e refila muito até o conseguir.
- adora música, principalmente tambores e tudo serve para fazer de baquetas e de tambor!
- gosta de dançar!
Aos 18 meses, o meu filho já diz...
- pai, mãe ou "mã";
- "inho" (leitinho), "uta!" (chuta), "auão" (balão), "boua" (bola), papa...
- cão, "ena" (Lena), Nuno, "ia" (Sofia)...
- chama o "Pêpi" (Pepe, o cão da madrinha).
- diz "ouá" (olá) e acena a dizer "áu" (xau).
- pede "áua", diz "i" (sim) quando acertamos no que ele quer!
- repete o fim das nossas frases como se fosse um papagaio, com umas expressões faciais marcantes daquilo que quer dizer.
Aos 18 meses, ele e os outros:
- brinca a par com os meninos da sua idade e com mais velhinhos, observa e imita o que vê os outros fazerem.
- diz "ouá" e sabe dar um "passou-bem?"
- dá "mais 5!"
- sorri e é muito comunicativo.
- vai com toda a gente e fica bem quando o deixo em casa da ama, da avó, dos tios, da madrinha, da "ti" Cláudia, ou de quem for. Porta-se bem (às vezes até melhor do que connosco) e não chora.
- empurra os meninos no parque quando eles não avançam na fila do escorrega e ralha com eles quando lhe tiram a bola.
- gosta de brincar com as coisas dos outros, mas não acha muita piada a emprestar as suas.
- Não mostra medo de nada.
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sábado, 17 de dezembro de 2011
Biblioteca
Hoje passsámos a tarde na Biblioteca Municipal do Barreiro. Ainda não a conhecia. Adorei e desejo lá voltar e explorá-la melhor. Hoje o dia foi dedicado aos mais novos da casa: brincadeira e faz-de-conta em fartura!
O importante é mesmo aproveitar estes pequenos prazeres e vê-los ser crianças! O Martim adorou brincar com os carrinhos, a pista e com as frutas e legumes da zona da casinha! O espaço é amplo e está muito bem dividido. Além disso, e não fosse uma biblioteca, tem ainda muitos livros ao alcance dos mais pequenos, que podem explorar, desfolhar, espalhar e brincar... num primeiro contato antes de realmente os serem capazes de ler.
O importante é mesmo aproveitar estes pequenos prazeres e vê-los ser crianças! O Martim adorou brincar com os carrinhos, a pista e com as frutas e legumes da zona da casinha! O espaço é amplo e está muito bem dividido. Além disso, e não fosse uma biblioteca, tem ainda muitos livros ao alcance dos mais pequenos, que podem explorar, desfolhar, espalhar e brincar... num primeiro contato antes de realmente os serem capazes de ler.
terça-feira, 26 de julho de 2011
A varicela
Ela anda por aí - segundo tenho ouvido - e já apareceu por aqui por casa. Mas de que se trata?
Aqui ficam algumas coisas que descobri, na net, sobre esta doença:
O que é a varicela?
"A varicela é uma doença infecciosa causada por um vírus chamado Vírus da Varicela Zoster (porque é também o agente causador do herpesInfecção recidivante por vírus que determina erupção cutânea, nas mucosas ou nos genitais que é dolorosa e transmissível sexualmente ou por contacto directo com as lesões. Pode ocasionar cefaleias, conjuntivite, encefalite, encefalomielite, estomatite, glossite, hipertermia, leucoencefalite, Iinfadenite, prurido ou morte. Frequentemente, é co-mórbido com a SIDA ou outras imunodeficiências. zoster ou zona)."(1)
A varicela é uma doença contagiosa?
"Sim. A varicela é uma doença muito contagiosa, embora a sua transmissão dependa quase sempre do contacto directo com a pessoa infectada, pois o vírus é muito sensível à lavagem das mãos de quem trata do doente e ao arejamento dos locais onde este permanece. A transmissão pelo ar (através das gotículas de saliva), é teoricamente possível mas muito rara."(1)
Aqui ficam algumas coisas que descobri, na net, sobre esta doença:
O que é a varicela?
"A varicela é uma doença infecciosa causada por um vírus chamado Vírus da Varicela Zoster (porque é também o agente causador do herpesInfecção recidivante por vírus que determina erupção cutânea, nas mucosas ou nos genitais que é dolorosa e transmissível sexualmente ou por contacto directo com as lesões. Pode ocasionar cefaleias, conjuntivite, encefalite, encefalomielite, estomatite, glossite, hipertermia, leucoencefalite, Iinfadenite, prurido ou morte. Frequentemente, é co-mórbido com a SIDA ou outras imunodeficiências. zoster ou zona)."(1)
A varicela é uma doença contagiosa?
"Sim. A varicela é uma doença muito contagiosa, embora a sua transmissão dependa quase sempre do contacto directo com a pessoa infectada, pois o vírus é muito sensível à lavagem das mãos de quem trata do doente e ao arejamento dos locais onde este permanece. A transmissão pelo ar (através das gotículas de saliva), é teoricamente possível mas muito rara."(1)
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Mães trabalhadoras...
... crianças infelizes?
Desde já respondo: Não. Não tem de ser necessariamente assim.
Primeiro, nem se coloca a questão dos pais que trabalham. Fala-se da mãe. Mas e o pai, não será também tão importante? No nosso país a lei é desigual entre os direitos da maternidade e da paternidade. Criam-se bebés dependentes das mães e por isso elas se sentem culpadas ao ter de os deixar com alguém. São responsáveis por eles e arcam com essa responsabilidade mesmo quando esta parece ser repartida com o outro projenitor - isto na maioria dos casos e salvo algumas exceções, claro está.
A ansiedade de ir trabalhar e deixar a criança com outra pessoa - na creche, na ama, com os avós - é real e eu passei (e ainda passo) por ela, mas trabalhar é uma necessidade tanto economica, como social e de realização pessoal. Sempre trabalhei e tive horários preenchidos. Com a chegada do Martim tive de me adaptar mas não deixei de fazer nada do que fazia antes. Mas claro que por vezes, dou comigo a pensar que poderei não estar presente quando os marcos da vida dele acontecerem: as primeiras palavras, os primeiros passos... e isso deixa-me triste.
"A separação torna-se muito difícil porque, à medida que o tempo vai passando, a ligação entre mãe e filho aumenta."(1) Concordo com este facto, mas não é também verdade que esta ligação pode ser ela mesma transmissora de segurança emocional para a criança e, complementarmente, para a mãe? Para a criança - ou bebé - porque esta vinculação facilita a aquisição da sua própria autonomia e essa é indispensável para uma boa adaptação à ama ou à Creche, e para a mãe, porque ela sabe que o seu bebé está seguro e que vai ficar bem e que esta experiência será enriquecedora para o seu crescimento. Por outro lado, temos de pensar que há aquisições que só serão feitas fora do ambiente familiar. "Há especialistas que defendem a integração de uma criança pequena na creche. Esta decisão permite-lhe que se relacione desde cedo, com outras pessoas."(1)
"Ao estimular o seu filho a criar relações de amizade fora do núcleo familiar, está a facilitar o processo de separação entre si e o seu bebé." - Bem, nem tanto ao mar nem tanto à terra, um bebé cria relações, mas não sabe o que é amizade - apenas mais tarde irá desenvolver essa capacidade - enquanto que a noção de separação, surge bem mais cedo.
Bem vistas as coisas, não me culpo de ir trabalhar ou de ir a formações, porque sei que o meu bebé fica bem na ama ou na casa da avó. Muitas vezes, tenho dificuldade em encontrar quem fique com ele durante as horas de formação ou nos casos de ter de trabalhar aos fins-de-semana, mas tudo se tem resolvido. Quando é preciso, falto ou encontro outras formas de dar a volta à situação. O ideal é haver uma adaptação em família e sabermos com quem podemos contar nas horas de maior aperto. E, claro está, primeiro está o meu bebé, isso nem é posto em causa!
Desde já respondo: Não. Não tem de ser necessariamente assim.
Primeiro, nem se coloca a questão dos pais que trabalham. Fala-se da mãe. Mas e o pai, não será também tão importante? No nosso país a lei é desigual entre os direitos da maternidade e da paternidade. Criam-se bebés dependentes das mães e por isso elas se sentem culpadas ao ter de os deixar com alguém. São responsáveis por eles e arcam com essa responsabilidade mesmo quando esta parece ser repartida com o outro projenitor - isto na maioria dos casos e salvo algumas exceções, claro está.
A ansiedade de ir trabalhar e deixar a criança com outra pessoa - na creche, na ama, com os avós - é real e eu passei (e ainda passo) por ela, mas trabalhar é uma necessidade tanto economica, como social e de realização pessoal. Sempre trabalhei e tive horários preenchidos. Com a chegada do Martim tive de me adaptar mas não deixei de fazer nada do que fazia antes. Mas claro que por vezes, dou comigo a pensar que poderei não estar presente quando os marcos da vida dele acontecerem: as primeiras palavras, os primeiros passos... e isso deixa-me triste.
"A separação torna-se muito difícil porque, à medida que o tempo vai passando, a ligação entre mãe e filho aumenta."(1) Concordo com este facto, mas não é também verdade que esta ligação pode ser ela mesma transmissora de segurança emocional para a criança e, complementarmente, para a mãe? Para a criança - ou bebé - porque esta vinculação facilita a aquisição da sua própria autonomia e essa é indispensável para uma boa adaptação à ama ou à Creche, e para a mãe, porque ela sabe que o seu bebé está seguro e que vai ficar bem e que esta experiência será enriquecedora para o seu crescimento. Por outro lado, temos de pensar que há aquisições que só serão feitas fora do ambiente familiar. "Há especialistas que defendem a integração de uma criança pequena na creche. Esta decisão permite-lhe que se relacione desde cedo, com outras pessoas."(1)
"Ao estimular o seu filho a criar relações de amizade fora do núcleo familiar, está a facilitar o processo de separação entre si e o seu bebé." - Bem, nem tanto ao mar nem tanto à terra, um bebé cria relações, mas não sabe o que é amizade - apenas mais tarde irá desenvolver essa capacidade - enquanto que a noção de separação, surge bem mais cedo.
Bem vistas as coisas, não me culpo de ir trabalhar ou de ir a formações, porque sei que o meu bebé fica bem na ama ou na casa da avó. Muitas vezes, tenho dificuldade em encontrar quem fique com ele durante as horas de formação ou nos casos de ter de trabalhar aos fins-de-semana, mas tudo se tem resolvido. Quando é preciso, falto ou encontro outras formas de dar a volta à situação. O ideal é haver uma adaptação em família e sabermos com quem podemos contar nas horas de maior aperto. E, claro está, primeiro está o meu bebé, isso nem é posto em causa!
(1) - ESTEVES, Carla Oliveira, "Mães trabalhadoras, crianças infelizes?", Crescer com Saúde, nº 141;
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domingo, 17 de julho de 2011
Aprender a dormir
É desde que nascem que os bebés começam a criar hábitos de sono, da mesma forma que criam as suas rotinas, hábitos e começam a definir os seus gostos e preferências. Também é nessa altura que os pais lhes devem ensinar hábitos de sono saudáveis.
O bebé aprende a associar cada altura do dia a um acontecimento - a isto se chama rotina. E mesmo sem repararmos, estamos a criar-lhes certos hábitos que, podendo ser positivos - na medida em que lhes transmitem confiança e beneficiam o desenvolvimento da sua autonomia - também podem ser difíceis de retirar uma vez instituídos. Por exemplo, o bebé sabe que depois do banho, a mãe lhe vai dar maminha. Todos os dias, durante muito tempo, esse acontecimento se repete. O bebé cria esta rotina e antecipa o seu acontecimento. O mesmo se passa na hora de dormir. O bebé associa os cheiros, sons, sensações, ao sono. E conforme cresce, os hábitos instalam-se e em alguns casos podem ser difíceis de "tirar". Isto pode trazer alguns problemas aos pais, quando tentam alterar um hábito em casa e vêem as suas tentativas completamente frustradas!
Um banho relaxante, uma conversa em tom suave ou uma história contada em tom calmo, podem ser bons truques para uma rotina saudável antes de adormecer: acalmam o bebé sem ser preciso embalá-la ao colo. O tom de voz da mãe ou do pai também embalam tão bem como o movimento do corpo. Mas também não há mal nenhum, se um dia ou outro adormecer ao colo do pai, ou na maminha da mãe. Mas não sendo sempre, não há problema quando tal não acontece. Quando o hábito é adormecer a mamar, como será quando lhe quisermos tirar a maminha?
Que outros hábitos os vossos bebés têm para adormecer?
O bebé aprende a associar cada altura do dia a um acontecimento - a isto se chama rotina. E mesmo sem repararmos, estamos a criar-lhes certos hábitos que, podendo ser positivos - na medida em que lhes transmitem confiança e beneficiam o desenvolvimento da sua autonomia - também podem ser difíceis de retirar uma vez instituídos. Por exemplo, o bebé sabe que depois do banho, a mãe lhe vai dar maminha. Todos os dias, durante muito tempo, esse acontecimento se repete. O bebé cria esta rotina e antecipa o seu acontecimento. O mesmo se passa na hora de dormir. O bebé associa os cheiros, sons, sensações, ao sono. E conforme cresce, os hábitos instalam-se e em alguns casos podem ser difíceis de "tirar". Isto pode trazer alguns problemas aos pais, quando tentam alterar um hábito em casa e vêem as suas tentativas completamente frustradas!
Um banho relaxante, uma conversa em tom suave ou uma história contada em tom calmo, podem ser bons truques para uma rotina saudável antes de adormecer: acalmam o bebé sem ser preciso embalá-la ao colo. O tom de voz da mãe ou do pai também embalam tão bem como o movimento do corpo. Mas também não há mal nenhum, se um dia ou outro adormecer ao colo do pai, ou na maminha da mãe. Mas não sendo sempre, não há problema quando tal não acontece. Quando o hábito é adormecer a mamar, como será quando lhe quisermos tirar a maminha?
Que outros hábitos os vossos bebés têm para adormecer?
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Hoje não sei...
... do que falar. As notícias tristes acumulam-se e ler o jornal só dá vontade de chorar.
Falo de um rapaz que está em morte cerebral, e de outro que faleceu no mesmo acidente, mas que ninguém (ou quase ninguém fala) e de uma moça de 17 anos que está em estado grave - mas faltam-lhe os cartazes a apoiá-la à porta do hospital.
Falo também daqueles pais que perderam um bebé num final trágico de um dia que devia ser para todos recordarem. O dia de anos do irmão vai ficar sempre marcado pela pior dor que uma família pode sentir. E por uma estupidez, por falta de vigilância, por falhas no socorro, ninguém sabe. Todos são culpados... e ninguém tem culpa.
E falo daquele menino - lindo sorriso que tinha - que morreu no seu quarto em chamas. Nem os bombeiros lá conseguiram entrar para o salvar. Já nada havia a fazer.
E falo...
Não. Não falo de mais nada. Já chega por hoje, ainda a semana vai a meio...
Falo de um rapaz que está em morte cerebral, e de outro que faleceu no mesmo acidente, mas que ninguém (ou quase ninguém fala) e de uma moça de 17 anos que está em estado grave - mas faltam-lhe os cartazes a apoiá-la à porta do hospital.
Falo também daqueles pais que perderam um bebé num final trágico de um dia que devia ser para todos recordarem. O dia de anos do irmão vai ficar sempre marcado pela pior dor que uma família pode sentir. E por uma estupidez, por falta de vigilância, por falhas no socorro, ninguém sabe. Todos são culpados... e ninguém tem culpa.
E falo daquele menino - lindo sorriso que tinha - que morreu no seu quarto em chamas. Nem os bombeiros lá conseguiram entrar para o salvar. Já nada havia a fazer.
E falo...
Não. Não falo de mais nada. Já chega por hoje, ainda a semana vai a meio...
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Ainda sobre as amas...
...ilegais.
Mais do que de ilegalidade, fala-se aqui em maus tratos e em desrespeito pela criança.
"Quando a assistente social passou pelo papagaio, percebeu que a ama (...) escondia algo. O pássaro só dizia palavrões, um léxico que parecia ter aprendido com a dona."(1) Assim começa o artigo da Sábado sobre o atual tema das amas ilegais. Mas um papagaio mal-educado, não prova nada em concreto. No entanto, basta continuarmos a ler a reportagem para ficarmos com os cabelos em pé.
"Noutras divisões havia mais crianças a dormir. E, ao fundo, na sala, estava um menino de 5 anos sozinho." Relata a assistente social que ele se tinha portado mal e estava de castigo, sozinho. "Entretanto uma bebé acordou e, em vez de a segurar com cuidado, a ama agarrou-a pelo braço e num esticão pegou-lhe ao colo. Mesmo em frente à assistente social."
E se isto é o que acontece às claras, sem mostras de remorso, que se passará quando esta pessoa fica sozinha com as crianças? Nem quero imaginar...
"Quando o caso é filmado ganha outra dimensão. Maria Helena Mesquita, conhecida por Vavá, foi filmada a bater nos bebés que tinha a seu cargo."(1)
Muitas são as situações que chegam à PJ mas dessas, nem todas têm seguimento. Falta de provas é a razão mais frequente. "Entre os processos mais violentos está o de uma criança que era queimada pela ama com pontas de cigarros." Esta "alegou que o miúdo se punha a engomar e queimava-se no ferro." Mas nem que isso fosse verdade, as marcas são diferentes e não é de esperar por nenhum pai ou mãe (espero eu) que uma criança entregue aos cuidados de uma ama se ponha sequer a passar a ferro! (Nem que a queime com cigarros!)
Além dos maus tratos, também há os acidentes, que acontecem por descuido, falta de capacidade para tomar conta de crianças e bebés, falta de formação e negligência. São frequentes quando as amas, aproveitam quando as crianças dormem a sesta, para irem ao café ou ao cabeleireiro. Nos casos de acidente, há a situação em que uma criança morreu porque a ama a virou ao contrário e a sacudiu porque se tinha engasgado.
Mais do que de ilegalidade, fala-se aqui em maus tratos e em desrespeito pela criança.
"Quando a assistente social passou pelo papagaio, percebeu que a ama (...) escondia algo. O pássaro só dizia palavrões, um léxico que parecia ter aprendido com a dona."(1) Assim começa o artigo da Sábado sobre o atual tema das amas ilegais. Mas um papagaio mal-educado, não prova nada em concreto. No entanto, basta continuarmos a ler a reportagem para ficarmos com os cabelos em pé.
"Noutras divisões havia mais crianças a dormir. E, ao fundo, na sala, estava um menino de 5 anos sozinho." Relata a assistente social que ele se tinha portado mal e estava de castigo, sozinho. "Entretanto uma bebé acordou e, em vez de a segurar com cuidado, a ama agarrou-a pelo braço e num esticão pegou-lhe ao colo. Mesmo em frente à assistente social."
E se isto é o que acontece às claras, sem mostras de remorso, que se passará quando esta pessoa fica sozinha com as crianças? Nem quero imaginar...
"Quando o caso é filmado ganha outra dimensão. Maria Helena Mesquita, conhecida por Vavá, foi filmada a bater nos bebés que tinha a seu cargo."(1)
Muitas são as situações que chegam à PJ mas dessas, nem todas têm seguimento. Falta de provas é a razão mais frequente. "Entre os processos mais violentos está o de uma criança que era queimada pela ama com pontas de cigarros." Esta "alegou que o miúdo se punha a engomar e queimava-se no ferro." Mas nem que isso fosse verdade, as marcas são diferentes e não é de esperar por nenhum pai ou mãe (espero eu) que uma criança entregue aos cuidados de uma ama se ponha sequer a passar a ferro! (Nem que a queime com cigarros!)
Além dos maus tratos, também há os acidentes, que acontecem por descuido, falta de capacidade para tomar conta de crianças e bebés, falta de formação e negligência. São frequentes quando as amas, aproveitam quando as crianças dormem a sesta, para irem ao café ou ao cabeleireiro. Nos casos de acidente, há a situação em que uma criança morreu porque a ama a virou ao contrário e a sacudiu porque se tinha engasgado.
(1) - BARBOSA, André et al., "Vai deixar o seu filho numa ama?", SÁBADO, nº 371;
domingo, 19 de junho de 2011
São piratices.... mas cabem aqui!
Boa tarde!
No blogue http://www.mardopirata.blogspot.com/ estão algumas novidades! A partir de agora, aceito inscrições para a sala de estudo, já a pensar no sucesso do próximo ano letivo! Para os alunos do 1º ao 9º ano. Inscrevam-se aqui ou enviem-me um mail (elsafilipe@hotmail.com).
E para quem quiser animar as festas de verão ou de aniversário, casamentos, batizados ou festas de empresa, nada melhor que as pinturas faciais! Uma tarde de brincadeira mascarados do herói favorito ou da princesa que mais gostam, vão de certeza fazer o encanto de miúdos e graúdos!
E como sei que quem me visita é gente divertida e que gosta de ajudar, aqui ficam estas novidades, que sei que vão partilhar! Boa semana para todos! Beijocas!
No blogue http://www.mardopirata.blogspot.com/ estão algumas novidades! A partir de agora, aceito inscrições para a sala de estudo, já a pensar no sucesso do próximo ano letivo! Para os alunos do 1º ao 9º ano. Inscrevam-se aqui ou enviem-me um mail (elsafilipe@hotmail.com).
E para quem quiser animar as festas de verão ou de aniversário, casamentos, batizados ou festas de empresa, nada melhor que as pinturas faciais! Uma tarde de brincadeira mascarados do herói favorito ou da princesa que mais gostam, vão de certeza fazer o encanto de miúdos e graúdos!
E como sei que quem me visita é gente divertida e que gosta de ajudar, aqui ficam estas novidades, que sei que vão partilhar! Boa semana para todos! Beijocas!
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