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segunda-feira, 11 de abril de 2016
HOLLIES EM LONDRES
Quando há alguns meses atrás me preparava para entrar no Spectrum, em Oslo, para assistir a um concerto do Crosby, Stills & Nash, me entregaram um folheto anunciando uma apresentação dos Hollies naquela cidade, fiquei muito admirado pois desconhecia que ainda se encontravam em actividade.
Embora lhes reconheça o mérito do sucesso nos anos 60, com Graham Nash na formação, quando colocavam canções nos tops com a facilidade de quem estrela um ovo, nunca foi para mim uma banda de primeira linha e daí não acompanhar com proximidade o que faziam.
Assim e com a ajuda da net descobri que tinham vários concertos agendados para este ano. Escolhi o de Londres, mais concretamente Wimbledon, e foi só comprar ingressos, marcar voos, reservar hotel, fazer as malas e…lá vamos nós.
Valeu a pena!
Embora a formação actual tenha pouco a ver com o grupo de jovens que em 1962 arrancou para um percurso internacionalmente reconhecido, o som continua o mesmo e as harmonias vocais excelentes, a fazer lembrar os velhos tempos.
Durante cerca de duas horas foram percorridos os grandes sucessos da banda: Bus Stop, Sorry Suzanne, Jennifer Eccles, The Air That I Breathe, He Ain’t Heavy, He’s My Brother, etc. que resultaram num excelente espectáculo para uma plateia que, embora maioritariamente sénior, se mostrou bastante participativa e animada,
Em palco estiveram Tony Hicks (71 anos/ no grupo desde 1962), Peter Howarth (56/2004), Ian Parker (63/1991), Bobby Elliott (75/1963), Steve Lauri (62/2004) e Ray Stiles (70/1986).
Fica ainda o registo de, como é típico dos ingleses, o espectáculo ter começado rigorosamente á hora marcada e o senão de ter havido um intervalo que, em minha opinião, prejudica a dinâmica do evento.
Texto e imagem de Fausto Azul, em Londres
domingo, 11 de outubro de 2015
CROSBY, STILLS AND NASH
Quando nos anos 60 David Crosby (Byrds), Stephen Stills (Buffalo Springfield) e Graham Nash (Hollies) se juntaram estavam longe de pensar que, passado quase meio século, ainda conseguiam encher pavilhões.
Durante parte deste período ainda tiveram como companheiro de viagem o canadiano Neil Young também ele ex-integrante dos Buffalo Springfield.
Tendo sido anunciada uma digressão europeia para este ano, decidi deslocar-me a Oslo, última paragem desta viagem que passou pelo Reino Unido, França, Holanda, Bélgica, Suiça, Itália, Alemanha e Dinamarca.
Como curiosidade, acrescente-se que a viagem desde os EUA até ao velho continente foi feita no navio Queen Mary 2 entre os dias 4 e 11 de Setembro, período durante o qual o trio realizou concertos exclusivos para os viajantes a bordo.
Diga-se de passagem que já James Taylor tinha optado pela mesma solução este ano.
Quanto ao concerto propriamente dito, devo referir que o mesmo decorreu no Spectrum de Oslo, completamente esgotado o que representa uma audiência a rondar as 9.000 pessoas.
Durante cerca de duas horas, com um intervalo de 15 minutos (prefiro os concertos sem quebras - também - nota do editor), foi um desfilar de músicas conhecidas e o anúncio de que continuam a compor novas canções faz supor que mais cedo ou mais tarde deverá ser apresentada nova obra.
Crosby, Stills and Nash (CSN) foram acompanhados no palco por cinco excelentes músicos dos quais destaco o guitarrista, Shane Fontayne, lead guitar de Sting e Bruce Springsteen. Os restantes músicos, Russ Kunkel, Kevin McCormick, Todd Caldwell e James Raymond (produtor e compositor, filho de David Crosby) também já trabalharam com os melhores: James Taylor, Bob Dylan, Stevie Nicks, Jackson Brown, Bonnie Raitt, Bruce Hornsby, etc. Enfim, uma constelação de estrelas.
CSN formam uma das melhores bandas de sempre que influenciou gerações com temas que, embora antigos, continuam actuais como por exemplo "For What It’s Worth" (tema anti-guerra escrito em 1966) e "Burning For The Buddha" (contra a ocupação do Tibete).
Continuam numa forma admirável com David Crosby fantástico em "Guinnevere", Stephen Stills a mostrar por que é considerado um dos melhores guitarristas de sempre e Graham Nash, que se apresentou descalço, levou os noruegueses (e dois portugueses, digo eu) ao rubro quando se sentou ao piano a tocar "Our House".
Como seria de esperar também "Long Time Gone", "Helplessly Hoping", "Teach Your Children" e "Suite Judy Blue Eyes" tiveram a preferência do público que no final rendeu uma longa ovação ao grupo.
Pelo meio ainda houve tempo de Graham Nash dedicar uma música à minha noiva que se encontra nos bastidores e David Crosby dedicar um tema à mulher com quem estou casado há mais de 38 anos.
A set list foi a seguinte:
Carry On/Questions
Marrakesh Express
Long Time Gone
I Used To Be A King
Southern Cross
Chicago
Somebody Home
Cathedral
Our House
Déjà Vu
For What It's Worth
Helplessly Hoping
Myself At Last
Girl From the North Country
What Makes It So
Guinnevere
Burning For The Buddha
Virtual World
Love The One You're With
Almost Cut My Hair
Wooden Ships
Teach Your Children
Suite Judy Blue Eyes
Colaboração de Fausto Azul, em Oslo
Etiquetas:
Concertos,
Crosby Stills and Nash,
Vodkas
quarta-feira, 29 de abril de 2015
VODKAS
CLAVE 20
Time Is Drawing Near (A. Veríssimo/Luís António) - Sé Sempre Só (A. Soares) - S, Francisco Girls (A. Veríssimo/Guina Matias) - Rosas (A. Veríssimo/José de Matta e Dias)
Este já é, finalmente, o meu exemplar...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
PRIMEIRA FORMAÇÃO DOS VODKAS
Primeira formação dos Vodkas (Figueira da Foz, 1965/66), da esquerda para a direita. Zé Tó Pinona, Ministro Pedro (Cafum), Fausto Azul e Tó Barreto.
Colaboração de Fausto Azul
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
VODKAS
Da esquerda para a direita, Zé Tó Pinona, Ninito, Fausto Azul, Ministro Pedro (Cafum) e Tó Barreto.
Colaboração de Fausto Azul
VODKAS
Conjunto ié-ié da Figueira da Foz.
Da esquerda para a direita, Ninito, Cafum, Zé Tó Pinona, Tó Barreto e Fausto Azul.
A foto foi tirada no Casino da Figueira, em 1967, na altura em que o grupo era residente naquela sala de espectáculos.
Colaboração de Fausto Azul
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
VODKAS
Da esquerda para a direita, Tó Barreto, Fausto Azul, Zé Tó Pinona (à frente), Ninito e Ministro Pedro (Cafum). Foto de 1967.
Colaboração de Fausto Azul
quarta-feira, 27 de abril de 2011
VODKAS
CLAVE/CASTRO, PAZ & CIA - CLAVE 20 - 1969
Time Is Drawing Near (António Veríssimo/Luís António) - Só Sempre Só (A Soares) - S. Francisco Girls (António Veríssimo/Guina Matias) - Rosas (António Veríssimo/José de Matta e Dias)
Time Is Drawing Near (António Veríssimo/Luís António) - Só Sempre Só (A Soares) - S. Francisco Girls (António Veríssimo/Guina Matias) - Rosas (António Veríssimo/José de Matta e Dias)
Os Vodkas formaram-se na Figueira da Foz em 1965, tendo na sua génese a Orquestra Infantil do Grupo Caras Direitas. Fausto Azul e Ministro ("Cafum") tinham participado em 60/63 nos Conchinhas, réplica dos Conchas, tocando o seu repertório ("Oh Carol!", "Adão e Eva"...).
Com instrumentos disponíveis nos Caras Direitas (Buarcos), organizou-se uma orquestra de baile com acordeão, bateria, "rabecão", saxofone e viola, tendo como referencia as orquestras de baile existentes como as de Shegundo Galarza e Jorge Costa Pinto.
Em 1965, Fausto Azul foi convidado pelo director de uma colectividade - José Sarmento - a formar um conjunto yé-yé para o qual garantia financiamento e na Casa Ruvina, no Porto, foram comprados um órgão Farfisa, violas EKO e bateria Premier.
Em 1965, Fausto Azul foi convidado pelo director de uma colectividade - José Sarmento - a formar um conjunto yé-yé para o qual garantia financiamento e na Casa Ruvina, no Porto, foram comprados um órgão Farfisa, violas EKO e bateria Premier.
Eram então José António Pereira (voz), Ministro Pedro (Cafum) (teclas), Fausto José Azul da Cunha e Costa (viola baixo) e António Barreto da Silva (bateria).
A escolha do nome de Vodkas deu alguma polémica por poder ser associado à URSS, mas o grupo não chegou nunca a ter problemas, actuando em bailes de finalistas, matinées dançantes, festas particulares, bailes de colectividades e no Casino da Figueira.
Pela banda passaram ainda Luís Maurício e Genito (Eugénio) que viriam posteriormente a participar em conjuntos de Coimbra, como os Pops e In Locco.
Fausto Azul esteve na banda até 1969, altura em que foi obrigado ao cumprimento do serviço militar, não tendo já participado na gravação do EP.
António Manuel Barbosa Veríssimo, Cafum, José António Pereira, Tomé e Norton de Matos Ferreira foram os protagonistas do disco, único na carreira do grupo.
Os Vodkas ainda tiveram actividade regular até aos anos 80, tendo então acabado por saturação dos seus elementos.
Na sua primeira saída a Coimbra, pouco após a formação, os Vodkas foram convidados a tocar no Coimbra Clube que, julgavam, era coisa chic.
Na sua primeira saída a Coimbra, pouco após a formação, os Vodkas foram convidados a tocar no Coimbra Clube que, julgavam, era coisa chic.
Como não tinhamos transporte, fomos de comboio com os instrumentos, mandámos fazer uns fatos novos e pensávamos apanhar uns taxis para nos levar (e aos instrumentos) ao dito clube, mas nenhum nos quis levar, com o argumento de que o clube era muito próximo da Estação Nova.
Pedimos então a um peixeiro que nos levasse na sua camioneta (para a venda de peixe) e lá fomos nós de fato novo com calças à boca de sino numa camioneta de caixa aberta para o clube, perante a incredibilidade dos responsáveis da colectividade.
É que para a "barraca" ser ainda maior, o clube não tinha nada de elitista, mas, ao contrário, era o local onde se encontravam as prostitutas da zona e respectivos acompanhantes.
Colaboração de Fausto Azul, viola baixo dos Vodkas
PS - Não se conhece o titular dos direitos sobre este EP.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
VODKAS
Da esquerda para a direita: Ministro Pedro (Cafum) (teclas), António Barreto da Silva (Tó Barreto) (baterista), Fausto Azul (viola-baixo), José Sarmento (empresário) e José António Pereira (voz).
Os Vodkas, da Figueira da Foz, editaram em 1969, pela Clave, um único EP com "Time Is Drawing Near", "Só Sempre Só", "S. Francisco Girls" e "Rosas".
Cortesia de Fausto Azul, viola-baixo dos Vodkas
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