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segunda-feira, 20 de abril de 2015

TIETA


DISCOSSETE - DSG-734 - 1990

Eu E Você (Renato Barros/Vadinho) - Felizes Seremos (G. Bonner/A. Gordon/António José)

Luís N'Gambi foi membro dos Rocks.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

ROCK'S


Magazine, 25 de Fevereiro de 1967

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

TALVEZ UM BELO CONCERTO


28 de Novembro de 1966.

Se bem repararem esta é a verdadeira grafia de "Rock's".

domingo, 23 de novembro de 2014

PAVILHÃO DOS DESPORTOS


Situado no Parque Eduardo VII, em Lisboa, o Pavilhão dos Desportos (Pavilhão Carlos Lopes) foi idealizado pelos arquitectos Guilherme e Carlos Rebello de Andrade e Alfredo Assunção Santos para a Grande Exposição Internacional do Rio de Janeiro, abrindo a 21 de Maio de 1923.

Mais tarde seria reconstruído em Lisboa e chamado Palácio das Exposições. A sua abertura deu-se em 3 de Outubro de 1932 com a Grande Exposição Industrial Portuguesa.

Foi adaptado para eventos desportivos em 1946, tendo-se lá disputado o Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins em 1947 de que Portugal se sagrou campeão.

Em 1984, mudou o nome em homenagem ao atleta português Carlos Lopes.

Foi encerrado em 2003, mas reabre na Primavera de 2017, como Centro de Eventos da Associação de Turismo de Lisboa, que custeou a sua recuperação.

Nos anos 70 abriu as suas portas ao rock, onde vi, por exemplo, 10.000 Maniacs (14 de Outubro de 1989) e Hothouse Flowers (20 de Junho de 1993), depois de ter assistido, nos anos 60, a muitos jogos internacionais de hóquei em patins.

Mas muitos outros concertos ocorreram no Pavilhão, como, por exemplo, Pete Seeger (02 de Dezembro de 1983), documentado em disco, Nick Cave (1988), Vaya Con Dios (1990), Marillion, Jesus and Mary Chain, Van Morrison.

Os Delfins gravam em 1990 um concerto para a RTP e no mesmo ano a Sétima Legião gravou um DVD.

Em tempo, realizou-se também no local um Festival Ié-Ié.

O Pavilhão dos Desportos sempre foi utilizado pela Casa da Imprensa para os espectáculos de entrega dos seus Prémios:

14 de Fevereiro de 1963: Maria de Lourdes Resende, António Calvário, Jorge Machado, Trio Odemira, Eugénia Lima;

01 de Fevereiro de 1964: Simone de Oliveira, Rui de Mascarenhas, Trio Odemira;

03 de Abril de 1965: Simone de Oliveira, Tony de Matos, Conjunto Académico João Paulo;

04 de Março de 1967: Madalena Iglésias, Sérgio Borges, Rock's;

03 de Fevereiro de 1968: Antónia Tonich, Rui de Mascarenhas, Quarteto 1111, Em Órbita;

08 de Fevereiro de 1969: Lenita Gentil, Nicolau Breyner, Duo Ouro Negro, Carlos Paredes;

04 de Abril de 1970: Fernando Tordo, Manuel Freire, José Afonso.

Fontes: BLITZ, Wikipédia, "Casa da Imprensa - 100 Anos de História - 1905-2005", Afonso Serra e Mário Branco, Campo das Letras/Casa da Imprensa, 2006

sábado, 31 de maio de 2014

PAULA RIBAS E LUÍS N'GAMBI


DISCOSSETTE - DSG-734 - 1990

Eu e Você (Renato barros/Vadinho) - Felizes Seremos (G. Bonner/A. Gordon/António José)

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

DISCOS E CONCERTOS DE ADAMO E ROCK'S


"Diário Popular", 28 de Outubro de 1966

Adamo cantou no Monumental, em Lisboa, nos dias 28, 29 e 30 de Outubro de 1966 com os Rock's na 1ª parte e a Valentim aproveitou para publicitar os seus mais recentes EPs.

domingo, 14 de julho de 2013

GARANTIDO - A BORDO NÃO HÁ CALOR


"Diário Popular", 14 de Julho de 1966

Anúncio do Porão da Nau com a incorrecção de chamar António Nascimento ao vocalista dos Rock's (Eduardo Nascimento).

Ceias até às 5 da madrugada. Aberta todas as noites a partir das 22 H. Serviço impecável - frequência escolhida.

O Porão da Nau foi aberto por Vasco Morgado no dia 17 de Fevereiro de 1965.

No primeiro ano de vida, a cave sombria serve de palco a superestrelas como Ella Fitzgerald, Duke Ellington, Gilbert Bécaud, Charles Aznavour, Sylvie Vartan e Rita Pavone e a conjuntos nacionais.

Artistas de teatro, jornalistas, locutores, gente da rádio e da publicidade fazem do Porão destino habitual. São famosos os bifes servidos noite dentro.

Fonte: "LX 60", Joana Stichini e Nick Mrozowski, D. Quixote, 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012

SANDIE SHAW EM LISBOA HÁ 45 ANOS


Espectáculo no Teatro Monumental, em Lisboa, no dia 03 de Julho de 1967, faz hoje 45 anos!

terça-feira, 17 de maio de 2011

OS ROCKS AGRADECEM


"Diário Popular", 03 de Maio de 1966

Os Rocks ficaram em 2º lugar no Concurso Yé-Yé.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

2º E ÚLTIMO EP DOS ROCKS (1968)


DECCA - PEP 1233 - 1968

Don't Blame Me (Paul M Connor) - With Your Hands (Filipe de Andrade) - Hold My Hand (Paul M Connor) - Something's Gotten Hold Of My Heart (Greeaway-Cook)

Os Rocks, de Angola, foram um dos mais significativos grupos yé-yé então portugueses.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

ROCKS NO CASINO


Os Rocks - e outros artistas - inauguraram o novo Casino Estoril no dia 28 de Março de 1968 na presença do então Chefe de Estado, Américo Thomaz, facto que o ex-Presidente omite na autobiografia "Últimas Décadas de Portugal" (Edições Fernando Pereira, 1983).

terça-feira, 12 de agosto de 2008

FAUSTO ENQUANTO YÉ-YÉ


Campas Nunes (teclas), Rui Chaves (baixo), Vicky (vocalista e ritmo), Tony Matos (baterista) e Fausto (viola solo e vozes) - foto de 1965

Fausto, prestigiado cantor da Língua e da História Portuguesas, foi músico yé-yé nos seus tempos de juventude em Angola. Fez parte dos Rebeldes, como a imagem documenta (primeiro à direita).

Quem o recorda é Vicky, seu companheiro no conjunto.

A banda formou-se em 1963. Eu e o Fausto só entrámos em 1964. Tocávamos essencialmente Beatles, mas por vezes fazíamos bailes e aí tocávamos tudo o que estava na moda, além de Beatles: Roberto Carlos, música africana (merengues), tudo o que uma banda de baile tocava na altura.

O Fausto anda aí. Os outros elementos estou em contacto permanente com eles e inclusivé já falámos sobre a possibilidade de nos reagruparmos, para fazer uns concertos.

Gravámos uns temas para o Rádio Clube do Huambo, mas nunca foram editados. Um dos temas, de autoria do Fausto, "Boneco Chorão", chegou ao nono lugar nas tabelas de Angola. Não sei aonde param essas gravações.

Houve o tal episódio no Festival Ié-Ié de Launda, no qual ficámos em primeiro lugar, mas a Maria Supico Pinto, presidente do Movimento Nacional Feminino, foi aos camarins entregar-nos o prémio monetário e disse que os Rocks, do Eduardo Nascimento, eram os verdadeiros representantes de Angola.

Alegou que eram todos negros, daí seriam eles a ficar com o resto do prémio, ou seja, vinda para a metrópole e gravação de um disco na Valentim... salazarices de merda. Injustiça do tamanho do mundo . Éramos superiormente melhores do que os Rocks, em todos os aspectos.
Percorremos Angola de norte a sul. Saíamos à quinta-feira para ir tocar a Malange ou a Sá da Bandeira, ou seja, três dias on the road, só para fazer um gig, e na 2ª feira ... back home, por matas e desertos... nunca tivémos um problema, isto entre 1964 e 1966.

Na foto, reparem nas nossas botas à Beatle!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

1º EP DOS ROCKS (1967)


DECCA - PEP 1173 - 1967

Wish I May (Luís Miguel de Oliveira/José Alberto Diogo) - I Put A Spell On You (Hawkins) - The Pied Piper (Kornfeld/Duboff) - Only One Such As You (Adam Faith).

Nesta altura, a banda angolana era constituída por Luiz Alfredo, Fernando Saraiva, Eduardo Nascimento, João Cláudio e Elmer Pessoa.

Foi um dos melhores conjuntos portugueses de yé-yé.

À época, comparáveis aos Rocks, em termos de popularidade e de número de concertos, havia os Sheiks, o Quinteto Académico, os Claves, o Conjunto Académico de João Paulo e pouco mais.

Na célebre final do Concurso Yé-Yé no Teatro Monumental, em Lisboa, no dia 30 de Abril de 1966, os Rocks ficaram em 2º lugar com 45 pontos, logo a seguir aos Claves, vencedores, com 55 pontos, e antes dos Night Stars, moçambicanos, com 39,5 pontos.

Lê-se na contracapa deste disco:

Desde 1963 que este conjunto se compõe de Luiz Alfredo, Fernando Saraiva, Eduardo Nascimento, João Cláudio e Elmer Pessoa.

Considerado o melhor agrupamento de Angola, percorreram esta nossa província, actuando centenas de vezes em festas, espectáculos e programas de rádio.

Já em 1962 se haviam deslocado à Metrópole onde se exibiram com êxito na "Ronda" ao lado do Conjunto de Thilo's Combo. A Televisão contou com a sua presença também nessa altura.

Regressando a Angola foi a vez de começar a recolher os troféus ganhos em todos os festivais em que colaboraram, finalizando por ser reconhecidos como "os melhores de Angola de 1966", pela Imprensa e Rádio Angolanas.

Presentes pela 2ª vez na Metrópole para a final do Concurso "Yé-Yé" foram incontestavelmente os vencedores do certame como teve ocasião de verificar quem a ele assistiu. A sua classificação em 2º lugar deu aso a ruidosas manifestações de descontentamento, perante a decisão do júri.

Os mais destacados artistas portugueses têm sido acompanhados por este magnífico conjunto que actualmente actua no "Porão da Nau" e brevemente surgirá como atracção da fantasia de grande montagem "Esta Lisboa Que Eu Amo".

Mas será através deste disco, o primeiro gravado pelos Rocks, que o público melhor apreciará o valor destes rapazes que fixados entre nós, não tardará que adquiram uma projecção que será o reflexo da sua invulgar categoria.

Disco adquirido pelo irmão caçula no dia 29 de Abril de 1967.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

EDUARDO NASCIMENTO, O ATLETA

DECCA - PEP 1193 - 1967

O Vento Mudou (João Magalhães Pereira/Nuno Nazareth Fernandes) - A Lenda Do Rochedo (Nuno Nazareth Fernandes) - Stop Please Don't Cry (João Magalhães Pereira/Nuno Nazareth Fernandes) - Um Homem Só (Francisco Nicholson/José Mesquita)

Em casa de "Ed" Nascimento, a discoteca avulta com acetatos de Frank Sinatra, o intérprete favorito do cantor de "O Vento Mudou". Aliás, "Ed" conta Sinatra como seu ídolo: "ele está para a música como Eusébio figura para o futebol português". Concludente.

Em Luanda, Eduardo Nascimento foi companheiro do "internacional" benfiquista Ferreira Pinto nas "peladas" do Bairro Alfredo Saraiva que conduziam as futuras vedetas até ao magnífico Estádio dos Coqueiros.

"Ed" formava a defesa-central à frente do guarda-redes Benje, hoje no Varzim: o seu estilo assemelhava-o a Miguel Arcanjo.

Em criança, o representante português no mais recente festival musical levado a efeito pela Eurovisão praticava natação, alinhando pelo "Nuno Álvares" e logrando estabelecer novo máximo angolano no percurso de 200 metros, em "crawl" e "bruços".

Em Atletismo, Eduardo Nascimento envergou as cores do Clube Atlético de Luanda. Lançador de peso (recordista júnior da Província) também corria os 400 e 800 metros. Por seu turno, o ténis de mesa igualmente o conquistou: o clube onde alinhava era o Atlético de Luanda.

Em Lisboa, "Ed" permanece sportinguista indefectível, raramento deixando de acompanhar a turma de futebol mais representativa do clube de Alvalade.

O que, para quem se deita às tantas da madrugada, é proeza de tomo e espelho de verdadeira afeição.

Neves de Sousa, in "Magazine", 08 de Abril de 1967

domingo, 25 de novembro de 2007

CLAVES, CAMPEÕES DO YÉ-YÉ


Como se sabe, os Claves foram os grandes vencedores do Concurso de Yé-Yé organizado pelo Movimento Nacional Feminino, com o apoio do jornal "O Século", no Teatro Monumental, em Lisboa, em 1965 e 1966.

A grande e polémica final realizou-se no dia 30 de Abril de 1966, com os seguintes resultados:

1 - Claves (Lisboa) - 55 pontos
2 - Rocks (Angola) - 45 pontos
3 - Night Stars (Moçambique) - 39,5 pontos
4 - Jets (Lisboa) - 35 pontos
5 - Ekos (Lisboa) - 29,5 pontos
6 - Chinchilas (Carcavelos) - 29 pontos
7 - Espaciais (Porto) - 18 pontos
8 - Tubarões (Viseu) - 18 pontos

Para chegar ao lugar cimeiro do podium, os Claves, que então se chamavam Saints, eliminaram os Sombras da Parede (Parede), Bárbaros (Arcos de Valdevez), os Blusões Negros (Vila Nova de Gaia) e os Cometas (Beja), na 12ª eliminatória, realizada no dia 13 de Novembro de 1965, mas ficaram abaixo dos Espaciais (Porto), em termos de pontuação - 34,5 contra 36,5.

Conseguiram vencer a 2ª meia-final, no dia 15 de Janeiro de 1966, batendo os Jets (Lisboa), Tubarões (Viseu), Cometas Negros (Castelo Branco), Kímicos (Lisboa) e Boys (Coimbra).

Para a final, os Saints mudaram a sua designação para a mais bem portuguesa de Claves.

Quem eram então os Claves?

José Jervis de Athouguia - é o elemento mais recente do grupo. Toca bateria e piano (fora da banda). Nunca aprendeu música, tocando por intuição. Tem 18 anos, nasceu em Cascais e vive em Lisboa. Não gosta de música yé-yé que acha muito ruidosa, prefere a pop-música, que é mais melodiosa. Não gosta de cinema, nem de teatro, mas gosta de dormir. Pratica hipismo, automobilismo e carrinhos eléctricos. Estuda, mas não tem projectos. Admira o Thilo's Combo, João Ferreira Rosa e Beach Boys.

Luís Pinto de Freitas - viola-solo. É natural de Lisboa e tem 20 anos. É estudante e pensa tirar um curso de direcção administrativa. Lê, vai ao cinema e ao teatro. Dedica quase todo o tempo livre à música, embora nunca tenha estudado e toque por intuição. Admira o Thilo's Combo, Teresa Tarouca e os Beatles.

João Valeriano - tem 19 anos, é natural de Goa e vive em Lisboa há 5 anos. Há 2 anos e meio aprendeu viola-baixo, instrumento que toca no conjunto. Também toca viola clássica. Acha que a música yé-yé está a trilhar bons caminhos, "basta ver a evolução dos discos dos Beatles". Também é estudante e pensa seguir Engenharia. Vai ao cinema de vez em quando, gosta de ler livros sobre a II Grande Guerra e pratica basquete. Não namora, nem lhe falem em casamento, por enquanto! Admira o Thilo's Combo e o trio Odemira. Gosta dos Beatles, de algumas composições dos Byrds e da música de Oscar Peterson.

João Ferreira da Costa - é de Lisboa e vive em Lisboa. Tem só 18 anos, mas anda sempre muito ocupado. Além de tocar órgão electrónico, está a tirar o 6º ano de piano do Conservatório. É estudante (pensa seguir Económicas), pratica futebol, esqui aquático, hipismo e é criador de chinchilas. No teatro gosta de revista e comédia, no cinema gosta de suspense. Admira o Sporting (o pai foi campeão de atletismo). Acha a música yé-yé barulhenta que se fosse mais harmoniosa teria mais adeptos. Admira o Thilo's Combo, os Beatles e a música moderna brasileira. Como todos os outros elementos, não pensa ainda em casar.

Luís de Freitas Branco - é filho de João de Freitas Branco, tendo, portanto, ligado ao seu nome louros honrosos no campo da música. Nasceu em Lisboa, vive em Lisboa, tem 19 anos. Em pequeno, aprendeu piano e violino, mas esqueceu esses conhecimentos. Hoje, toca viola-acompanhamento por intuição. Foi ele o fundador do conjunto, há cerca de um ano. Eram apenas três elementos, dos quais além dele está presente João Valeriano, visto que o baterista Alexandre Corte Real se ausentou para o estrangeiro. Tinham por nome The Saints por aliarem ao conjunto a figura de que é símbolo "O Santo". Foi o técnico de gravação da "23ª Hora", Moreno Pinto, que lhes sugeriu o nome de Claves. Luís de Freitas Branco estuda, quer continuar a tocar (a música yé-yé está em franco progresso) e tem uma vaga aspiração de vir talvez a ser engenheiro. Não gosta de cinema nem de teatro. Não namora nem pensa em casar, por enquanto. No panorama artístico português admira o Thilo's Combo e no estrangeiro os Beatles, os "pais de todos".

João Bragança - tem 18 anos, é natural do Porto, viveu 11 anos em Moçambique e presentemente mora em Lisboa. Andou no Colégio Militar e pensa tirar Económicas. A sua actuação não é no palco, mas fora dele - está encarregado das relações públicas e da publicidade.

Os Claves editaram dois EPs, um para a Marfer ("Keep On Running", "Where Have All The Good Times Gone", "Fare Thee Well", "Crer"), outro para a Alvorada, "California Dreaming", "Somebody Help Me", "Daydream", "Sha La La Lee".

(Fontes: O Século, Diário Popular, Flama e Rádio & Televisão)

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

O VOZEIRÃO


DECCA - PEP 1193 - 1967

O Ventou Mudou (João Magalhães Pereira/Nuno Nazareth Fernandes) - Stop Please Don't Cry (João Magalhães Pereira/Nuno Nazareth Fernandes) - Um Homem Só (Francisco Nicholson/José Mesquita) - A Lenda do Rochedo (Nuno Nazareth Fernandes)