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segunda-feira, 4 de julho de 2016

QUINTETO ACADÉMICO + 2


A VOZ DO DONO - MQ 229 - 1968

Why - Klaundyke Wood

Originais de Earl Jourdan e Mike Carr.

Penúltimo disco do agora septeto académico.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

TALVEZ UM BELO CONCERTO


28 de Novembro de 1966.

Se bem repararem esta é a verdadeira grafia de "Rock's".

domingo, 10 de agosto de 2014

QUINTETO ACADÉMICO


"Álbum da Canção", nº 59, 1 de Janeiro de 1968

sexta-feira, 27 de junho de 2014

7 BALAS PARA SELMA


"7 Balas Para Selma", de António Macedo, passa hoje na Cinemateca Nacional, em Lisboa, às 22 horas.

De 1967, é um policial que se enquadra no movimento vanguardista do Novo Cinema que se desenvolveu em Portugal a partir de 1962.

Depois de "Domingo À Tarde" (1965), é a segunda obra de Macedo integrada nesse movimento, influenciado pelo neo-realismo e pela nouvelle vague, escola que Macedo não encara do mesmo modo que os seus companheiros vanguardistas.

O filme estreou-se nos cinemas Éden e Alvalade, em Lisboa, a 3 de Novembro de 1967.

Tem música do Quinteto Académico.

Mais informação aqui.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

QUINTETO ACADÉMICO


"Diário Popular", 19 de Abril de 1969

Promoção do Baile dos Quintanistas de Medicina (de Lisboa), no Espelho de Água, no dia 20 de Abril, com o Quinteto Académico+2.

Os três músicos que participaram nesta promoção foram Earl Jordan, voz, Daniel Gouveia, viola-baixo, e José Manuel Fonseca, saxofone.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

QUINTETO ACADÉMICO+2 NA JUGOSLÁVIA


La Voce Del Padrone/Jugoton SVdP-8187 - edição jugoslava (1968)

Judy In Disguise - I Don't Mind

Colaboração de Pedro Brandão, em Sarajevo

quarta-feira, 7 de março de 2012

RECEPÇÃO AOS CALOIROS


Carta de João Manuel Alexandre, um dos responsáveis pelo "Em Órbita", aqui na qualidade de dirigente da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, anunciando a realização no Espelho de Água, no dia 07 de Fevereiro (de 1964), do Baile de Recepção aos Caloiros, com o conjunto de Walter Behrend e o Quinteto Académico.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

QUINTETO ACADÉMICO + GUITARRA DE FOGO


Quinteto Académico em actuação no cinema Roma, em Lisboa, no dia 26 de Maio de 1964 (num concerto em que acompanhou o cantor de charme brasileiro Francisco Egydio).

Da esquerda para a direita: Daniel Gouveia, Carlos Gândara (dos Guitarras de Fogo), Mário Assis Ferreira, José Manuel Fonseca e Artur Pinto.

terça-feira, 21 de junho de 2011

QUINTETO E EKOS, JUNTOS E NA GUERRA


Daniel Gouveia, do Quinteto Académico, e Zé Luís, dos Ekos, foram contemporâneos na guerra em Angola, em 1966. O primeiro era alferes miliciano, o segundo, cabo, mas eram sobretudo bons amigos que se tratavam por tu.

O Zé Luís fez a tropa comigo em Angola, na mesma Companhia, nos mesmos sítios, nos mesmos quartéis. Éramos bons amigos, desde as músicas. Chegámos a fazer bailes com os dois conjuntos.

Além disso, nessa Companhia (180 homens) éramos os únicos naturais de Lisboa, o resto era tudo transmontano ou beirão.

Acontece que o Zé Luís, por não ter o 5º ano do liceu completo, era cabo "cripto" (especializado em transmissões em código secreto) e eu, por ter o 7º, era alferes.

Quando o capitão, comandante da Companhia, percebeu que nos tratávamos por tu, admoestou-me, pois os oficiais podiam tratar os cabos por "tu", mas em sentido inverso tinha de ser por "meu alferes" e "vossa senhoria".

O facto de um cabo tratar um alferes por tu era atentatório do RDM (Regulamento de Disciplinar Militar).


Aquilo pareceu-me perfeitamente ridículo (como mais coisas da tropa), já que éramos todos milicianos, ou seja, civis com farda.

Então combinámos entre os dois que o Zé Luís me trataria por "meu alferes" e eu a ele por "você" e pelo apelido. Foi uma machadada no RDM, que não previa a situação e o Zé Luís passou a ser o único cabo da Companhia a ser tratado por você por um oficial.

Estava reposta a igualdade!.

Colaboração de Daniel Gouveia, do Quinteto Académico

domingo, 29 de maio de 2011

3º EP DO QUINTETO ACADÉMICO (1967)


A VOZ DO DONO - 7LEM 3189 - 1967

Train (José Alberto Diogo) - Puppet On A String (Martin/Coulter) - Finchley Central (G. Stephens/A. Klein) - 724710 (Carlos Carvalho/Pedro Osório/José Alberto Diogo)

Assistência musical de Luís Villas-Boas, colaboração do trompetista Mário de Jesus.

Este 3º EP do Quinteto Académico foi gravado por Pedro Osório, Jean Sarbib, Adrien Ransy, Carlos Carvalho e José Manuel Fonseca (em baixo) na imagem.

A máquina é uma locomotiva a vapor 023 da CP que circulou nas linhas suburbanas de Lisboa (Sintra e Cascais) entre 1900 e 1940.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

SHEIKS AUTOGRAFAM PARA QUINTETO ACADÉMICO


A propósito, Carlos Mendes fez hoje 64 anos... when I'm 64...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

JOSÉ MANUEL FONSECA E FILIPE MENDES


José Manuel Fonseca, o único membro do Quinteto Académico que esteve de princípio a fim no grupo, e Filipe Mendes, o Jimi Hendrix português, actuam na Gala da SPA, no sábado, dia 13, no BBC, em Lisboa.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

QUINTETO ACADÉMICO + 2


Mike Carr (órgão), Lawrie Brown (trompete), Adrien Ransy (bateria), Earl Jordan (voz), Tom Fox (ex-Hedgehoppers Anonymous, baixo), Carlos Carvalho (guitarra) e José Manuel Fonseca (sax)

"Donas de Casa", nº 101, 1 a 15 de Setembro de 1968

domingo, 18 de julho de 2010

PORÃO DA NAU


O famoso Porão da Nau, que ouviu, entre outros, Ella Fitzgerald e Duke Ellington, esteve aqui, na rua Pinheiro Chagas, 1 (Lisboa).

Hoje, alberga a cervejaria Maracanã que se estende à esquina, onde outrora esteve o Convés.

Um empregado mais vetusto disse-me que a cave ainda existe, estando agora reservada para grupos.

Nos anos 70, quando já tinha largado o Quinteto Académico para experimentar outros voos, toquei durante uns meses, com um outro quinteto, no "Porão da Nau", uma boîte na rua Pinheiro Chagas onde ia meia Lisboa: a minha querida amiga e saudosa actriz Anabela, o Eusébio (por vezes até em véspera de jogo), o actor Vasco Morgado, gente da televisão e da rádio.

Uma noite entrou um casal, ele preto e ela branca, e sentou-se numa mesa próxima do palco. O Luís Duarte, viola-baixo do quinteto, chegou-se ao meu ouvido e perguntou-me "ó Pedro, aquele não é o Art Blakey?".

Eu disse-lhe que realmente era parecido, mas não podia ser, primeiro porque uma vedeta como o Art não iria ali, e depois porque, embora estivesse estado no Cascais Jazz com os Jazz Messengers, isso fora há cerca de 15 dias e ele teria certamente regressado aos Estados Unidos.

O Luís concordou comigo e continuámos a tocar, não sem lançar de vez em quando uma olhadela a confirmar a semelhança.

Até que daí a meia-hora o homem levanta-se, vem ter comigo e diz-me "may I play a bit of drums with you?". Aí grito para os meus músicos "é mal, é mesmo ele!".

E foi assim que durante dois ou três temas tive o gosto de tocar com um dos maiores bateristas de sempre. Depois ele explicou que durante o festival de Cascais tinha arranjado cá uma namorada e tinha ficado por Lisboa a conhecer as duas, a namorada e a cidade.

Voltou ao Porão duas noites depois e nos anos seguintes, em passagens que fizesse por Lisboa, sempre ia visitar-me aonde quer que eu estivesse a trabalhar.

Encontros igualmente casuais me surgiram com músicos como Dexter Gordon, Gerry Mulligan, Georgie Fame, Gal Costa e uns quantos outros. No caso dos dois primeiros tive mesmo de actuar com eles, aí já mesmo a sério, por razões idênticas: os pianistas de cada um deles falhou à última hora e eu era o único que estava ali por perto.

Claro está que nunca me passou pela cabeça meter estes encontros no meu currículo. Quando às vezes vejo uns currículos de artistas sem grande mérito recheados de parcerias importantes penso se não terão sido, tal como os meus, cruzamentos que acontecem sempre a quem, como outro, anda por aí.

Pedro Osório, in "Memórias Irrisórias Com Algumas Glórias"

Diz a "Time Out" (26 de Fevereiro de 2014) que o Convés foi o primeiro restaurante português a servir pizzas nos anos 60. Já agora, não sabia que as cadeias de pizza Pizza Hut e Domino's, das mais conhecidas, não existem em Itália. Diz também a "Time Out".

quarta-feira, 14 de julho de 2010

QUINTETO ACADÉMICO TURCO


SAHIBININ SESI/ALAMETI FARIKA - 45-AX 4413 - edição turca (s/data)

Judy In Disguise (John Fred/A Bernard) - I Don't Mind (James Brown)

Comprei-o no equivalente turco do Miau.

Também comprei um EP da Amália ("Sangue Toureiro"), edição da Alvorada, e dois LPs, também da Amália, mas de edição turca.

Colaboração de Pedro Brandão, em Ankara

quinta-feira, 27 de maio de 2010

TRIO BARROCO


DECCA - PEP 1235

Summer (Verão) (Pedro Osório/José Alberto Diogo) - When Something Is Wrong With My Baby (Hayes/Porter) - Hold On I'm Coming (Sam/Dave) - Les Enfants Qui Pleurent (Michel Legrand)

Van Dixon e Pedro Osório cantam a versão inglesa de "Verão" (veja a polémica).

O Trio Barroco é aqui formado por 5 músicos: Pedro Osório (piano), Jean Sarbib (baixo), Vilas Boas (bateria), Tyree Glenn Jr (sax-flauta) e Van Dixon (trompete).

quarta-feira, 26 de maio de 2010

1º ZIP-ZIP FOI HÁ 41 ANOS


O primeiro programa Zip-Zip, na RTP, foi para o ar faz hoje 41 anos!

Participaram na estreia, Fernanda Borsatti, Almada Negreiros, Adriano Correia de Oliveira, Ana Faria, Mariema, Laura Soveral e os conjuntos musicais Zip-Zip e Quinteto Académico+2.

Segundo o "Diário Popular" de 27 de Maio de 1969, o programa surpreendeu o telespectador pela originalidade, pela anti-vulgaridade.

Curiosamente, na madrugada do dia 28, o Quinteto Académico partiu para Lourenço Marques para uma digressão de seis meses por Moçambique, África do Sul, Rodésia e Suazilândia.

Integrado no conjunto, seguiu um novo guitarrista, contratado em Londres e que pertenceu ao agrupamento do cantor John Baldry.

Produzido por Raul Solnado, Fialho Gouveia, Carlos Cruz e Baptista Rosa, o Zip-Zip era transmitido semanalmente, às segundas-feiras, do Teatro Villaret, em Lisboa.

O genérico era de Manuel Pires, a direcção musical de Thilo Krassman.

O indicativo era de Nuno Nazareth Fernandes, executado por José Manuel e Lawrie Brown (do Quinteto Académico) e Quarteto 1111.

Com participação de Nuno Martim (Zé Nuno Martins), o programa tinha cenário de Octávio Ribeiro e direcção de TV de Luís Andrade.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

QUINTETO ACADÉMICO


Pedro Correia Vaz Osório - vive em Cascais. É actualmente estudante do 5º ano de Engenharia. Sempre se dedicou à música. Estudou no Conservatório e depois enveredou pelo caminho da música ligeira. Foi o titular do conjunto de "Pedro Osório", que há verca de 4 anos era um dos melhores grupos. no seu género, em Portugal. Actualmente, tinha outro conjunto no Porto que desfez para ingressar, há cerca de um ano, no Quinteto. Toca piano, cravo, órgão e flauta. Gosta de ler ensaios literários e tudo o que envolve problemas filosóficos. Usa geralmente monóculo. Adora andar de motocicleta e a cavalo. Gosta de filmes de Fellini e Ingmar Bergman. Tem um interesse muito particular pela música clássica particularmente Bela Bartok, Bach e Beethoven.

Jean Henri Sarbib - vive na Rua José Florindo, Lote 7, 1º e nasceu no Porto no dia 22 de Março de 1943. Tem olhos e cabelos castanhos e cicatriz no nariz. Toca contrabaixo. Começou a tocar aos 15 anos. Não recorda a sua primeira aparição em público. O seu hobbie é gastar dinheiro. Gosta de Bill Evans, lagosta, caviar, uísque, gin e a sua ambição é ter bastante "bago" e ser bom músico.

Adrien Marcel Ransy - nasceu em Bruxelas, Bélgica. Toca bateria. Inicialmente, estudou e tirou um curso de electrónica. Logo, porém, se dedicou à música e particularmente ao jazz. Foi o director de um dos mais famosos conjuntos da Europa, há cerca de 5 anos, "Les Cousins", embora esse grupo não tivesse tido muita publicidade em Portugal. Venderam centenas de milhares de discos, mas o conjunto acabou por se desfazer depois de se ter apresentado e sido cabeça de cartaz por três vezes no "Olympia de Paris". Logo a seguir, como baterista de jazz, correu os cinco continentes onde tocou em alguns dos melhores conjuntos do género e onde contactou e trabalhou ao lado dos "gigantes do jazz mundial". Entrou em Maio de 1966 para o Quinteto. Adora guiar. O último carro que teve na Bélgica, um "Jaguar E", ficou desfeito num desastre de que, miraculosamente, se salvou. Gosta também de cinema e particularmente da vida nocturna de "boîte". Gosta de ler livros sobre música e filosofia.

Carlos Fernando Soeiro de Carvalho - nasceu em Lisboa. Estudou e está actualmente matriculado na Faculdade de Direito. Contudo, cedo se dedicou intensamente à música, pondo quase de parte os estudos. Formou um conjunto em Lisboa nos primeiros tempos da sua vida artística. Mas logo começou a dedicar-se à música mais séria e passou a corresponder-se e a estudar pelos métodos dos maiores guitarristas de "jazz" do mundo. Entretanto, passou a tocar com regularidade com os elementos do Quarteto de "jazz" do Hot Club. Por essas provas dadas, foi convidado para entrar para o Quinteto há cerca de 2 anos. É também um valioso orquestrador. Gosta imenso de filmes de "suspense", adora a vida nocturna de "boîtes" e todo o tempo livre é dedicado a estudar e a aperfeiçoar a sua técnica de instrumentista. Gosta muito de pratos e culinária esquisitas.

José Manuel Fonseca - vive na Rua Actor Vale, 15, 1º. Foi inicialmente estudante, depois técnico electrónico. Foi um dos fundadores do primitivo Quinteto e, deste, o único que se manteve até à data. Toca sax-alto, tenor e barítono, clarinete e flauta. As suas preferências traduzem-se em construir e desmanchar aparelhos electrónicos complicados e adora ler livros de quadradinhos. Foi um dos 2 elementos que rapou o cabelo há pouco tempo. Como diversão, gosta de filmes policiais.

Álbum da Canção, nº 59, 01 de Janeiro de 1968

quarta-feira, 19 de maio de 2010

LIVRO DE DANIEL GOUVEIA


Após 5 anos de trabalho, resumindo 40 anos de reflexões, conversas e investigações sobre o tema, vou lançar o meu livro «Ao Fado Tudo Se Canta?».

É ilustrado e inclui 3 CDs com 190 exemplos musicais.

Os pormenores do evento estão no convite anexo.

Colaboração de Daniel Gouveia, ex-membro do Quinteto Académico

segunda-feira, 3 de maio de 2010

4º DISCO DO QUINTETO ACADÉMICO (1968)


A VOZ DO DONO - MQ 228 - 1968

Judy In Disguise (John Fred/A Bernard) - I Don't Mind (James Brown)

Adquirido por Mário Pinheiro de Almeida em Évora no dia 26 de Março de 1968.