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sábado, 20 de julho de 2013
POPS, DE COIMBRA (1967)
Pops, de Coimbra, com Fernando Dias (Nando), 19 anos, já falecido, Luís Romão, 19 anos, viola-solo, Luís Monteiro, 18 anos, bateria, Joaquim Colaço, 17 anos, viola-ritmo, já falecido, e João Carlos Mora (Kali), 20 anos, órgão.
Nunca chegaram a gravar comercialmente.
domingo, 13 de janeiro de 2008
O CANTO E AS ARMAS
ORFEU - STAT 003 - 1970
FACE 1
E De Súbito Um Sino (poema dito por Ruy Mendes) - Raiz (Manuel Alegre/Adriano Correia de Oliveira) - E A Carne Se Fez Verbo (Manuel Alegre/Adriano Correia de Oliveira) - E O Bosque Se Fez Barco (Manuel Alegre/Adriano Correia de Oliveira) - Peregrinação (Adriano Correia de Oliveira) - A Batalha de Alcácer-Quibir (Manuel Alegre/Adriano Correia de Oliveira) - Regresso (Manuel Oliveira/Adriano Correia de Oliveira)
FACE 2
Canção da Fronteira (António Cabral/Adriano Correia de Oliveira) - Por Aquele Caminho (José Afonso/Adriano Correia de Oliveira) - Canto Da Nossa Tristeza (Manuel Alegre/Luís Colaço) - Trova Do Vento Que Passa Nº 2 (Manuel Alegre/Adriano Correia de Oliveira) - As Mãos (Manuel Alegre/Adriano Correia de Oliveira) - Post-Scriptum (Manuel Alegre/Adriano Correia de Oliveira)
Capa de J. Bugalho, acompanhamento à viola de Rui Pato.
Foram dois militares que gravaram este LP num estúdio de Campolide, em Lisboa: o aspirante a oficial miliciano de Cavalaria, Rui Pato, e o alferes miliciano da Polícia Militar, Adriano Correia de Oliveira.
O LP foi gravado em duas noites de patrulha de Adriano. Com a cumplicidade dos restantes militares, o jeep andava na ronda, enquanto o alferes pousava a pistola em cima do piano: o canto e as armas.
Testemunho de Luís Colaço, autor da música de "Canto Da Nossa Tristeza":
O poema "Canto da Nossa Tristeza" faz parte do livro do Manuel Alegre "O Canto e As Armas", sendo o único poema deste disco que não foi musicado pelo Adriano.
Musiquei-o em Lisboa, quando alguns dos meus camaradas nacionalistas angolanos que estudavam em Coimbra, foram presos pela PIDE, após a Crise Académica de 1969, incluindo o meu irmão Joca Colaço (já falecido), estudante do 2º ano de Medicina (colega do Rui Pato) e que também era um bom músico pop e tocava no conjunto Os Pops.
Nessa altura tive plena consciência de que teria de rapidamente sair clandestinamente de Portugal.
Tinha obtido o livro do Manuel Alegre e o poema que mais me sensibilizou, pela tristeza combatente que transpirava e que era semelhante à que eu sentia ao ter de abandonar tudo e todos - família, namorada, amigos, o último ano do curso de engenharia civil no I.S.T, os Álamos, o Rádio Clube Português, a editora Movieplay etc. - em prol das minhas opções ideológicas e nacionalistas, foi o "Canto Da Nossa Tristeza".
Musiquei-o com esse sentimento, daí a sua harmonia nostálgica tão bem interiorizada pelo Rui Pato no seu arranjo musical para o disco, com uma bela introdução e um solo de viola sensacional.
Obrigado meu grande amigo Rui!
Soube pelo técnico de som Moreno Pinto, da Polysom, que me contactou na Movieplay, onde eu era o Chefe do Departamento de Promoção, que o Adriano iria gravar com o Rui Pato um disco baseado nos poemas do livro de Manuel Alegre.
Desloquei-me no dia anunciado para a gravação (em finais de Fevereiro de 1970, se não estou em erro) aos estúdios da Polysom, em Campolide, disse ao Adriano (que chegou ao Estúdio fardado e armado de pistola à cintura) que tinha uma composição para o "Canto da Nossa Tristeza", poema que ele não havia musicado e propus-lhe que a cantasse no disco.
O Rui emprestou-me a viola dele, cantei-lhe a música "em bruto", ele gostou bastante e depois de ouvir a opinião do Rui Pato pediu-lhe para fazer ali mesmo os arranjos musicais que eu achei óptimos, e depois das outras faixas do disco terem sido gravadas a minha música foi finalmente gravada com o acompanhamento do Rui Pato!
Só grandes músicos conseguiam fazer tal proeza, com tanta qualidade e em tão pouco tempo!
Do que me recordo, todo o disco foi gravado em menos de 24 horas! Uma obra…
Começou de manhã e só acabou alta madrugada quando todas as faixas tinham sido gravadas! E eram 13! Os arranjos musicais do Rui Pato iam sendo feitos música a música, logo seguida da respectiva gravação. Assisti a todas as gravações e no final ouvimos tudo seguido, bem cansados! Só voltei a ouvi-las 2 anos depois! Já nem me lembrava delas.
Esta gravação foi em Março de 1970 e por isso situo a gravação de "O Canto E As Armas" no final de Fevereiro de 1970. Mas, como já disse, já lá vão muitos anos…Uma coisa é certa: o disco não foi gravado em 1969 como por lapso aparece no disco.
Só ouvi pela primeira vez o disco já editado, em 1972, em Argel, nos estúdios da Radiotelevisão Argelina, onde era gravado o programa do Manuel Alegre “A Voz da Liberdade”.
Era um Long Play (LP) com a capa da “manifestação estudantil de 1969” e um pequeno texto “muito cuidadoso” do Adriano, sem falar nunca do Manuel Alegre, para não alertar a PIDE (DGS) e o disco ser confiscado.
Acompanhei pessoalmente o Adriano nessa música, pela primeira e única vez, em Luanda, em 1976, logo após a Independência de Angola, quando ele cá veio com o Zeca Afonso, por proposta minha, a convite do Governo angolano, acompanhado do Fausto.
Saí clandestinamente de Portugal em Abril de 1970, logo após ter chegado de Londres, onde acompanhei com o Bóris (Carlos Correia), o Zeca Afonso na gravação do disco "Traz Outro Amigo Também", depois de várias peripécias com a PIDE, inclusivé ter sido preso dentro do avião, minutos antes do embarque para Londres. Consegui apesar de tudo embarcar uma semana depois do Zeca e do Bóris partirem!
Já agora, um último detalhe: já fora de Portugal soube que o disco "O Canto E As Armas" ia ser corajosamente editado e pedi, a partir de França, em Agosto de 1970, ao meu amigo Magalhães Pereira, Chefe do Departamento ZIP-Música das Organizações ZIP-ZIP Publicidade, Lda, que salvaguardasse por contrato os meus direitos de autor da música.
Infelizmente nunca recebi o Contrato de Edição que me foi enviado para França, provavelmente por o correio enviado ter sido confiscado pela PIDE (DGS).
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
QUEM ERAM OS POPS?
Os Pops formaram-se em 1967 como resultado da fusão dos Lordes e dos Protões, estes últimos formados por rapaziada do Bairro Marechal Carmona, no Calhabé, em Coimbra - e vencedores da Taça de Prata "Yé-Yé" no I Festival de Música Yé-Yé que se realizou no Teatro Avenida, em Coimbra, no dia 23 de Abril de 1966.
Os Protões eram constituiídos por Jorge Carvalho (Jó), Eugénio Eliseu, Nóbrega Pontes, António Carlos e Fernando Dias (o Nando ou Fernando Beatle), já falecido.
"O Fernando assinava FoDias (o ponto era sempre uma bolinha). Era primo do Jorge Carvalho. Levou uma vida razoavelmente aventurosa, cheia de viagens e histórias", lembra Paulo Oliveira.
Carlos Martins corroborou esta impressão.
"O Jorge Carvalho - conta ainda Paulo Oliveira - está reformado, Nóbrega Pontes vive nos Camarões".
Os Pops eram então formados por Fernando Dias (viola-baixo, que vinha dos Protões) e ainda por Quim Colaço, irmão de Luís Filipe Colaço, dos Álamos, (viola-ritmo), Luís Romão (viola-solo, ex-Cocktails, vencedor do troféu "Guitarra Yé-Yé", do tal Festival), Carlos Mora (Kali) (órgão), Eugénio Eliseu (bateria, ex-Protões) e Carlos Martins, manager/relações públicas.
Eugénio Eliseu viria a ser substituído mais tarde por Luís Monteiro.
Carlos Martins lembra-se ainda que o grupo utilizava amplificadores Vox, iguais aos dos Beatles, e essa era uma das razões por que "havia tanta miúda à nossa volta".
"Claro que cantávamos canções dos Beatles, mas lembro-me muito bem de termos uma fantástica versão de "Gimme Some Loving", do Spencer Davis Group, que era cantada por Luís Romão, o único profissional da banda".
Os Pops nunca gravaram qualquer disco e nunca fizeram qualquer digressão à Madeira, apesar de o seu manager, à época, ter mandado essa notícia para os jornais.
"Apesar dos nossos truques, os Pops tocavam lindamente e não eram produto de marketing (coisa desconhecida na altura). O Kali era brilhante no órgão e piano, o Luís Monteiro um virtuoso na bateria, o Nando na viola-baixo, o Romão na guitarra e o Colaço idem", refuta Carlos Martins.
"Os nossos grandes rivais eram os Álamos. O meu irmão João é que era o manager deles", finaliza.
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POPS, DE COIMBRA, COM A AJUDA DO MARKETING
Os Pops, de Coimbra, foram sobretudo um produto de marketing inteligente, ou não estivesse à sua frente uma personagem mister em relações públicas/marketing, que vim a conhecer - sem saber dos seus antecedentes - décadas mais tarde, em Lisboa.
É uma história deveras interessante de se contar e - para dizer a verdade - nem sei por onde começar.
O melhor mesmo é começar pelo princípio.
Numa das minhas insistentes investidas na Hemeroteca Municipal de Lisboa dei conta, na passada sexta-feira, dia 14 de Dezembro, de uma Plateia de 18 de Junho de 1968 (a da imagem).
Olhei e exclamei para mim próprio: "Mas este é o Carlos Martins! Não acredito!".
É preciso dizer que conheço o Carlos Martins desde 1976, altura em que entrou para a Agência ANOP e onde chegou - já em tempo de Lusa - a Director Comercial!. "Não acredito, é mesmo o gajo!".
Por via das dúvidas, levei o recorte da Plateia para um almoço que exactamente no dia seguinte, sábado, reunia, em Marinhais, os castiços do costume, todos ex-agências noticiosas: o Luís Pinheiro de Almeida, o irmão, João Pinheiro de Almeida, o FO (Fernando Correia de Oliveira, o nosso mestre em China, Tempo e Luxo) e o João Pedro Martins, anfitrião, dono da esplêndida moradia (com piscina) que nos acolhe.
Na ausência de Fernando Fraga da Silva, SIC, ausente em Gibraltar a tomar conta dos netos, estiveram presentes, pela primeira vez, Francisco Saraiva Marques, o nosso eterno "agenda", ainda na Lusa, e o "sr. Lino" que foi nosso Director de Pessoal (agora diz-se Recursos Humanos) e que sempre nos moeu o juízo.
Mostrei o recorte da Plateia e, no meio do ZimbroMel, atirei logo, tapando o nome e a incumbência: "quem é este gajo?" Uns diziam que sim, outros que não.
Por via das dúvidas, - again - nada melhor do que falar para o próprio! Telefonemas para a Sónia Jorge, telefonemas para o Jorge Galvão e lá se chegou ao telemóvel do Carlos Martins: "Ó pá, és tu mesmo?".
"Ó meu Deus, sou eu mesmo! És da ASAE ou quê? Há 40 anos! Já nem me lembro", riposta o actual docente universitário de Direito da Comunicação na Escola Superior de Educação, na Guarda.
Para encurtar... almocei hoje com o Carlos Martins no "Favas Contadas", no Centro Comercial Fonte Nova, em Lisboa, perto da Agência Lusa.
Carlos Martins, 58 anos, lembra-se muito pouco dessa altura. "O que nós queríamos era gajas e ainda ganhávamos algumas massas!", disse e só disso se lembra.
Carlos Martins estudava então (1967/68) na Escola de Regentes Agrícolas, na Bencanta, e depois no Colégio de S. Pedro. "Foram tempos fantásticos, fazíamos os Bailes de Finalistas, tocávamos no "Tubarão", na Figueira da Foz, fizémos um Fim de Ano no Mirasol, na Praia de Mira".
"Eu não tocava nada, mas havia virtuosos no conjunto como o Colaço. Eu estava lá por causa das miúdas. O grupo nunca gravou nada e só tocámos na Região Centro, mas mandávamos para os jornais que íamos fazer digressões na Madeira".
"E sabes como aparecíamos nos jornais? Sem a conhecer, convidei a Vera Lagoa, que tinha uma coluna no "Diário Popular" - "Bisbilhotices" - para nossa madrinha. Tiro e queda. Fomos logo falados no "Popular". Um dia telefonei ao Vasco Morgado. Atendeu-me e viémos a Lisboa. Acho que não chegámos a tocar em sítio algum. Queríamos era vir a Lisboa. O mais longe que tínhamos ido era Tomar!".
"Ah! E mandava cartas para as revistas sobre o nosso conjunto".
Isso sei eu, respondia-lhe, mostrando um recorte da Flama, de 24 de Maio de 1968, com uma carta de um tal "obsequioso correspondente" em Coimbra, de nome Carlos Francisco Mendes, que de um modo pretensamente independente e isento apresentava um novo e excelente conjunto em Coimbra, os Pops.
Ah! Ah! Ah!
O "Carlos Francisco Mendes" - "obsequioso correspondente" em Coimbra - , como já devem ter percebido, era nem mais nem menos do que o nosso Carlos Martins!
"Que gozo foram esses tempos! Os nossos adversários, em Coimbra, eram os Álamos. Era o meu irmão, João, que era o manager deles. Por isso havia essa cumplicidade e foi por isso que nasceu o meu conluio com os Pops".
Para terminar: o que mais me intriga nesta história é que trabalhei uns 30 anos com o Carlos Martins e nunca soube destas suas traquinices no yé-yé.
É uma história deveras interessante de se contar e - para dizer a verdade - nem sei por onde começar.
O melhor mesmo é começar pelo princípio.
Numa das minhas insistentes investidas na Hemeroteca Municipal de Lisboa dei conta, na passada sexta-feira, dia 14 de Dezembro, de uma Plateia de 18 de Junho de 1968 (a da imagem).
Olhei e exclamei para mim próprio: "Mas este é o Carlos Martins! Não acredito!".
É preciso dizer que conheço o Carlos Martins desde 1976, altura em que entrou para a Agência ANOP e onde chegou - já em tempo de Lusa - a Director Comercial!. "Não acredito, é mesmo o gajo!".
Por via das dúvidas, levei o recorte da Plateia para um almoço que exactamente no dia seguinte, sábado, reunia, em Marinhais, os castiços do costume, todos ex-agências noticiosas: o Luís Pinheiro de Almeida, o irmão, João Pinheiro de Almeida, o FO (Fernando Correia de Oliveira, o nosso mestre em China, Tempo e Luxo) e o João Pedro Martins, anfitrião, dono da esplêndida moradia (com piscina) que nos acolhe.
Na ausência de Fernando Fraga da Silva, SIC, ausente em Gibraltar a tomar conta dos netos, estiveram presentes, pela primeira vez, Francisco Saraiva Marques, o nosso eterno "agenda", ainda na Lusa, e o "sr. Lino" que foi nosso Director de Pessoal (agora diz-se Recursos Humanos) e que sempre nos moeu o juízo.
Mostrei o recorte da Plateia e, no meio do ZimbroMel, atirei logo, tapando o nome e a incumbência: "quem é este gajo?" Uns diziam que sim, outros que não.
Por via das dúvidas, - again - nada melhor do que falar para o próprio! Telefonemas para a Sónia Jorge, telefonemas para o Jorge Galvão e lá se chegou ao telemóvel do Carlos Martins: "Ó pá, és tu mesmo?".
"Ó meu Deus, sou eu mesmo! És da ASAE ou quê? Há 40 anos! Já nem me lembro", riposta o actual docente universitário de Direito da Comunicação na Escola Superior de Educação, na Guarda.
Para encurtar... almocei hoje com o Carlos Martins no "Favas Contadas", no Centro Comercial Fonte Nova, em Lisboa, perto da Agência Lusa.
Carlos Martins, 58 anos, lembra-se muito pouco dessa altura. "O que nós queríamos era gajas e ainda ganhávamos algumas massas!", disse e só disso se lembra.
Carlos Martins estudava então (1967/68) na Escola de Regentes Agrícolas, na Bencanta, e depois no Colégio de S. Pedro. "Foram tempos fantásticos, fazíamos os Bailes de Finalistas, tocávamos no "Tubarão", na Figueira da Foz, fizémos um Fim de Ano no Mirasol, na Praia de Mira".
"Eu não tocava nada, mas havia virtuosos no conjunto como o Colaço. Eu estava lá por causa das miúdas. O grupo nunca gravou nada e só tocámos na Região Centro, mas mandávamos para os jornais que íamos fazer digressões na Madeira".
"E sabes como aparecíamos nos jornais? Sem a conhecer, convidei a Vera Lagoa, que tinha uma coluna no "Diário Popular" - "Bisbilhotices" - para nossa madrinha. Tiro e queda. Fomos logo falados no "Popular". Um dia telefonei ao Vasco Morgado. Atendeu-me e viémos a Lisboa. Acho que não chegámos a tocar em sítio algum. Queríamos era vir a Lisboa. O mais longe que tínhamos ido era Tomar!".
"Ah! E mandava cartas para as revistas sobre o nosso conjunto".
Isso sei eu, respondia-lhe, mostrando um recorte da Flama, de 24 de Maio de 1968, com uma carta de um tal "obsequioso correspondente" em Coimbra, de nome Carlos Francisco Mendes, que de um modo pretensamente independente e isento apresentava um novo e excelente conjunto em Coimbra, os Pops.
Ah! Ah! Ah!
O "Carlos Francisco Mendes" - "obsequioso correspondente" em Coimbra - , como já devem ter percebido, era nem mais nem menos do que o nosso Carlos Martins!
"Que gozo foram esses tempos! Os nossos adversários, em Coimbra, eram os Álamos. Era o meu irmão, João, que era o manager deles. Por isso havia essa cumplicidade e foi por isso que nasceu o meu conluio com os Pops".
Para terminar: o que mais me intriga nesta história é que trabalhei uns 30 anos com o Carlos Martins e nunca soube destas suas traquinices no yé-yé.
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