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segunda-feira, 6 de agosto de 2018
DESCALÇOS EM TEMPOS DE BOTAS
"Descalços Em Tempos De Botas", João Almeida, Editorial Futura, 2014, 272 págs, 12 €.
Numa altura em que se assinalam os 50 anos do AVC de Salazar, este título é um achado!
O livro é de 2014, mas só agora tomei conhecimento dele por uma nota do Manuel Falcão no "Jornal de Negócios".
domingo, 25 de dezembro de 2016
terça-feira, 21 de julho de 2015
SANTIAGO
Pôço de S. Tiago, Sever do Vouga, Aveiro - 914 008 596
Costumo dizer (aprendi com o meu filho) que não "como ambientes", mas este Santiago com esplanada para o Vouga e para a ponte de S. Tiago é inultrapassável.
A gente até se esquece do que está a comer, mas, valha a verdade, a comida também condiz bem com a vista!
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sábado, 18 de julho de 2015
terça-feira, 30 de junho de 2015
PASTÉIS D'ULVEIRA
Pastéis d'Ulveira, um novo doce de Lafões, desta feita de Oliveira de Frades (encomendas - 968 539 400)
Ainda não testei (dieta oblige), mas dizem-me que tem a massa do pastel de Vouzela e que o miolo é à base de amêndoa.
Cortesia de João Pinheiro de Almeida
sexta-feira, 19 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
sábado, 10 de janeiro de 2015
O DAVID
Sacorelhe, Ventosa, Vouzela, Viseu - 232 771 473
Tenho de re-visitar este belo restaurante, no sentido de apreciar como está actualmente a cozinha que era muito, muito boa.
Foi neste restaurante que copiei as fantásticas mesas e os não menos fantásticos bancos que repliquei na casa de família em Pinheiro de Lafões.
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014
quinta-feira, 2 de maio de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
domingo, 26 de agosto de 2012
SUSPENSÃO DO VV FOI HÁ 40 ANOS
Os comboios na linha do Vale do Vouga, de bitola reduzida, foram suspensos no dia 26 de Agosto de 1972, faz hoje 40 anos!
Depois dessa data circularam automotoras (algumas delas antigos autocarros jugoslavos) e hoje em dia nem sequer linha há, substituída, em partes, por ciclovias.
A linha do Vale do Vouga ligava as cidades de Aveiro e de Viseu.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
ACABOU MESMO!
Não importa aqui saber se o vinho de Lafões era bom, assinale-se apenas que era único em Portugal (um vinho entre o verde e o maduro) e um dos únicos na Europa. Na Roménia e na Bulgária há semelhantes.
Tinha 62 anos e era a mais antiga do País ainda em actividade.
Vi agora que a sede da Adega, um magnífico edifício do Estado Novo está à venda no OXL.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
domingo, 5 de dezembro de 2010
IGREJA DE PINHEIRO DE LAFÕES EM VIAS DE CLASSIFICAÇÃO
O magnífico conjunto constituído pela Igreja paroquial de Pinheiro de Lafões, adro, cemitério e ponte ferroviária (desactivada) está em vias de ser classificada como património de interesse cultural.
Nota Histórico-Artistica:
As mais antigas referências documentais que se conhecem sobre a paróquia de Santa Maria de Pinheiro, inscrita no julgado de Lafões, remontam às Inquirições de 1258, mas a realidade é que a sua existência parece ser bastante mais remota.
A igreja actual resulta das várias campanhas de obras de que foi objecto, no decorrer do século XVIII, e da reconstrução ocorrida em 1827, data que surge gravada na fachada principal.
As obras documentadas da primeira metade de Setecentos incidiram sobre a capela-mor, demolida em 1729 e substituída por uma nova, construindo-se ainda, em 1741, uma capela com acesso para a rua.
Já na segunda metade da centúria, os trabalhos incidiram na residência paroquial, que se admite corresponder à primitiva igreja, onde se registou a data de 1787, no portal de entrada.
Já no contexto da campanha do século XIX, e para além da frontaria com o ano de 1827, registam-se obras na sacristia em 1831.
A residência paroquial foi alvo de um incêndio que a destruiu, bem como ao seu acervo documental, em 1982, mas em sete anos mais tarde já se encontrava reconstruída.
Por fim, entre 1997 e 1998, todo o conjunto arquitectónico beneficiou de um projecto de valorização, com o arranjo do adro, e a colocação neste espaço do antigo portal de acesso à residência paroquial.
A fachada do templo denuncia, nas suas linhas onduladas e em pormenores neoclássicos, a feição tardia da sua execução. Delimitada por pilastras coroadas por urnas, e frontão de lanços curvos, é marcada pela abertura do portal, com pilastras estriadas, de verga curva e com frontão de aletas e remate em cortina.
Sobrepõe-se-lhe a janela do coro, de linhas curvas ladeada por outras duas de dimensão mais reduzida. A torre sineira ergue-se à esquerda, dividindo-se em três registos, terminando em coruchéus.
No interior, de nave única abobadada, ganha especial importância o retábulo-mor que, tal como os colaterais, pode ser datado do final do século XVIII ou do início do século XIX. Já os laterais são da primeira metade de Setecentos.
O templo é envolto pelo adro, com a casa paroquial à direita e, alinhado com a fachada da igreja, o antigo portal da residência paroquial, de verga recta encimado por frontão de aletas interrompido.
Do conjunto faz ainda parte o cemitério, do lado direito da igreja, inaugurado a 16 de Setembro de 1870 e a ponte ferroviária, junto ao cemitério. Construída em 1913, inscreve-se na série de pontes da linha do Vale do Vouga, encontrando paralelo na Ponte dos Melos, também no concelho de Oliveira de Frades.
Trata-se de uma estrutura de arcos múltiplos, em alvenaria de pedra, e de traçado em curva. A estação de Pinheiro de Lafões foi desactivada na década de 1970.
(RC)
Explicação de Isabel Tissot:
O património classificado fica protegido legalmente de toda e qualquer acção que se pretenda realizar no imóvel. Por exemplo, se o sr. padre quiser mudar a porta de madeira por uma em alumínio é obrigado, por lei, a pedir autorização ao ministério da Cultura para o fazer. Essa autorização pode ser ou não concedida.
Mas o mais interessante deste caso particular é que é o conjunto igreja, adro, cemitério e ponte ferroviária que está em vias de classificação. Para todos os efeitos, neste momento, ninguém pode destruir ou atentar contra a integridade estética deste conjunto.
Nota Histórico-Artistica:
As mais antigas referências documentais que se conhecem sobre a paróquia de Santa Maria de Pinheiro, inscrita no julgado de Lafões, remontam às Inquirições de 1258, mas a realidade é que a sua existência parece ser bastante mais remota.
A igreja actual resulta das várias campanhas de obras de que foi objecto, no decorrer do século XVIII, e da reconstrução ocorrida em 1827, data que surge gravada na fachada principal.
As obras documentadas da primeira metade de Setecentos incidiram sobre a capela-mor, demolida em 1729 e substituída por uma nova, construindo-se ainda, em 1741, uma capela com acesso para a rua.
Já na segunda metade da centúria, os trabalhos incidiram na residência paroquial, que se admite corresponder à primitiva igreja, onde se registou a data de 1787, no portal de entrada.
Já no contexto da campanha do século XIX, e para além da frontaria com o ano de 1827, registam-se obras na sacristia em 1831.
A residência paroquial foi alvo de um incêndio que a destruiu, bem como ao seu acervo documental, em 1982, mas em sete anos mais tarde já se encontrava reconstruída.
Por fim, entre 1997 e 1998, todo o conjunto arquitectónico beneficiou de um projecto de valorização, com o arranjo do adro, e a colocação neste espaço do antigo portal de acesso à residência paroquial.
A fachada do templo denuncia, nas suas linhas onduladas e em pormenores neoclássicos, a feição tardia da sua execução. Delimitada por pilastras coroadas por urnas, e frontão de lanços curvos, é marcada pela abertura do portal, com pilastras estriadas, de verga curva e com frontão de aletas e remate em cortina.
Sobrepõe-se-lhe a janela do coro, de linhas curvas ladeada por outras duas de dimensão mais reduzida. A torre sineira ergue-se à esquerda, dividindo-se em três registos, terminando em coruchéus.
No interior, de nave única abobadada, ganha especial importância o retábulo-mor que, tal como os colaterais, pode ser datado do final do século XVIII ou do início do século XIX. Já os laterais são da primeira metade de Setecentos.
O templo é envolto pelo adro, com a casa paroquial à direita e, alinhado com a fachada da igreja, o antigo portal da residência paroquial, de verga recta encimado por frontão de aletas interrompido.
Do conjunto faz ainda parte o cemitério, do lado direito da igreja, inaugurado a 16 de Setembro de 1870 e a ponte ferroviária, junto ao cemitério. Construída em 1913, inscreve-se na série de pontes da linha do Vale do Vouga, encontrando paralelo na Ponte dos Melos, também no concelho de Oliveira de Frades.
Trata-se de uma estrutura de arcos múltiplos, em alvenaria de pedra, e de traçado em curva. A estação de Pinheiro de Lafões foi desactivada na década de 1970.
(RC)
Explicação de Isabel Tissot:
O património classificado fica protegido legalmente de toda e qualquer acção que se pretenda realizar no imóvel. Por exemplo, se o sr. padre quiser mudar a porta de madeira por uma em alumínio é obrigado, por lei, a pedir autorização ao ministério da Cultura para o fazer. Essa autorização pode ser ou não concedida.
Mas o mais interessante deste caso particular é que é o conjunto igreja, adro, cemitério e ponte ferroviária que está em vias de classificação. Para todos os efeitos, neste momento, ninguém pode destruir ou atentar contra a integridade estética deste conjunto.
sábado, 25 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
HABITAÇÃO SOCIAL
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
NESPEREIRA
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