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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

2º E ÚLTIMO EP DOS MORGANS - 1965


RAPSÓDIA - EPF 5.268 - 1965

Uma Casa Portuguesa (Artur Fonseca) - Vou Andar Por Aí (Newton Chaves) - Lisboa Antiga-Coimbra (Raul Portela/Raul Ferrão) - Canção do Mar (Ferrer Trindade)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

CARLOS PINTO CANTAVA NO JAIME JOÃO


ALVORADA - MEP 60.389

Al Di Lá (Mogol/Donida) - Carolina Dai (Panzeri/Pace) - Marcianita (José Imperatore Marcone, versão de Fernando César) - I Go Ape (Greenfield/Neil Sedaka)

Quem canta neste EP do Conjunto de Jaime João é Carlos Pinto, futuro Jotta Herre e voz, também, de "Penina".

Com este disco fomos à RTP-Porto uma duas ou três vezes, o que nos tornou razoavelmente conhecidos.

José Lima era em 1961 o baterista do conjunto, oriundo do Porto, mas pouco conhecido do grande público, navegando nas áreas do pré-yé-yé, ao estilos dos conjuntos italianos então em voga, como Marino Marini, Renato Carosone e/ou Andrea Tosi.

O Conjunto durou pouco tempo, confessa José Lima. Era também formado por Jaime João (piano e voz), Adolfo Lapa, ex-Walter Behrend, (guitarra e voz), já falecido, e Manuel Poças (contrabaixo).

Depois de algumas actuações na RTP-Porto e em bailes de Faculdades, etc, o conjunto durou pouco tempo, porque o seu titular foi para o Brasil, depois de uma passagem pelos Jotta Herre. Nunca mais soube nada dele, explica José Lima.

Depois, com amigos comuns, Renato Pombo (sax, voz), já falecido, que era filho do antigo presidente do FC Porto, dr. Paulo Pombo, Zeferino Lapa, irmão de Adolfo Lapa, (guitarra, voz) e Miguel Braga (piano, voz), formámos os Morgans.

Por causa do serviço militar, os Morgans acabaram e passei então para o
Conjunto Académico Orfeu.
José Lima explicou também a este blogue as relações com os Jotta Herre, intérpretes originais de "Penina", da autoria de Paul McCartney:

Tínhamos relações de amizade com os Jotta Herre, oriundos do Conjunto Walter Behrend, e a coincidência foi que alugámos uma sala no mesmo prédio onde eles ensaiavam. Por vezes até alternávamos com eles nos bailes e/ou espectáculos.
O Conjunto Walter Behrend foi formado em 1955 com Aníbal Cunha, Rui Pereira e Lourenço Pereira, elementos que, mais tarde, em 1963, apareceram no Jotta Herre.

Jaime João deu origem ao J de Jotta Herre, enquanto Rui Pereira deu o R.

O Jaime saiu do Jotta Herre antes de irmos para o Hotel Penina, mas nós decidimos não mudar o nome, pois já éramos bastante conhecidos, conta Carlos Pinto.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

1º EP DOS MORGANS (1965)


RAPSÓDIA - EPF 5.264 - 1965

Amores de Estudante (Dr. Aureliano da Fonseca) - Querida Maninha (J. Plante/J. Van Heusen) - Lenda do Beijo (Soutullo/Vert) - Opus (Zeferino Lapa)

Da esquerda para a direita, Renato Pombo (viola acompanhamento), já falecido, era filho do antigo presidente do Futebol Clube do Porto, Paulo Pombo, Miguel Braga (viola solo) ainda rola, toca em hotéis e piano-bar, sózinho ou com André Sarbib (também acompanham, por vezes, Paulo de Carvalho), Zeferino Lapa (voz) era irmão de Adolfo Lapa, já falecido, que tocou no Conjunto Walter Behrend e no Jotta Herre, José Lima (bateria), que passou pelo Conjunto de Jaime João e, mais tarde, pelo Conjunto Académico Orfeu, e Rui Menezes (viola baixo) que só tocou nos Morgans.

A foto da capa foi tirada na propriedade de um familiar de Rui Menezes no Marco (Marco de Canaveses)

Colaboração de José Lima