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terça-feira, 27 de março de 2018
CAPA CENSURADA
RCA VICTOR - RD-7803 - edição norte-americana (1966)
Produção de Lou Adler.
Inclui a versão "mamas and papas" de "I Call Your Name", dos Beatles.
terça-feira, 26 de março de 2013
MAMA CASS
STATESIDE - 8 E 016 40011 M - edição portuguesa
It's Getting Better (Barry Mann/Cynthis Weil) - Talkin' To Your Toothrush (John Simon) - Who's To Blame (Leah Kunkel) - Blues For Breakfeast (R. Manuel)
Cortesia de PPBEAT
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Mamas and Papas,
PPBEAT
sábado, 28 de janeiro de 2012
MAMAS AND PAPAS
RCA - TP-279 - edição portuguesa
Monday, Monday - California Dreamin' - Hey Girl - Spanish Harlem
Colaboração de PPBEAT
segunda-feira, 22 de março de 2010
PUSSYCAT
VARÈSE SARABANDE - 302 066 903 2 - 2008
Wilderness Of Love - 2001 - Oh Virginia - Mr. Blue - She's Just 14 - Zulu Warrior - Pussycat - Sunset Boulevard - Very Dread - Susa, Susan - Time Machine (Cutting Akead) - Feather Your Nest - Don't Turn Back Now (World's Greatest Dancer) - Liar, Liar - Hello Mary Lou (instrumental)
O disco foi parcialmente produzido por Mick Jagger e Keith Richards, tendo John Phillips sido o primeiro artista da Rolling Stones Records.
Tudo começou num Verão de 1976, em Londres, com Mick Jagger apaixonado pelas ideias musicais de John Phillips. Daí à gravação do disco foi um pequeno passo, o pior foi o resto.
De início, a excitação era grande.
Por exemplo, na gravação de "Zulu Warrior", uma canção anti-apartheid inspirada pela mulher de Phillips, a sul-africana Genevieve Waite, participaram, entre outros, Ron Wood, Mick Taylor, Keith Richards e Mick Jagger, pela primeira vez desde a saída de Taylor dos Stones, e ainda Reebop Kwaku Baah, dos Traffic, Laura Mackenzie Phillips, Michèlle Phillips e Jean Rousell, músico de Cat Stevens, Donovan e Bob Marley.
Uma festa! A droga depois deu cabo de tudo...
Para dizer a verdade, ainda não percebi se as canções constantes deste CD foram alguma vez editadas em vinil. Da leitura do inlay e de uma rápida consulta na Wikipedia, não me parece, mas...
Por isso chamam a este conjunto de canções, interessantes sem serem instigantes, the lost album.
Em Setembro do ano passado, a filha de John, Laura Mackenzie, acusou o pai de relações incestuosas - escreveu mesmo um livro, "High On Arrival" - mas muita gente do círculo familiar negou as alegações.
Vai-se lá saber onde está a verdade...
Wilderness Of Love - 2001 - Oh Virginia - Mr. Blue - She's Just 14 - Zulu Warrior - Pussycat - Sunset Boulevard - Very Dread - Susa, Susan - Time Machine (Cutting Akead) - Feather Your Nest - Don't Turn Back Now (World's Greatest Dancer) - Liar, Liar - Hello Mary Lou (instrumental)
O disco foi parcialmente produzido por Mick Jagger e Keith Richards, tendo John Phillips sido o primeiro artista da Rolling Stones Records.
Tudo começou num Verão de 1976, em Londres, com Mick Jagger apaixonado pelas ideias musicais de John Phillips. Daí à gravação do disco foi um pequeno passo, o pior foi o resto.
De início, a excitação era grande.
Por exemplo, na gravação de "Zulu Warrior", uma canção anti-apartheid inspirada pela mulher de Phillips, a sul-africana Genevieve Waite, participaram, entre outros, Ron Wood, Mick Taylor, Keith Richards e Mick Jagger, pela primeira vez desde a saída de Taylor dos Stones, e ainda Reebop Kwaku Baah, dos Traffic, Laura Mackenzie Phillips, Michèlle Phillips e Jean Rousell, músico de Cat Stevens, Donovan e Bob Marley.
Uma festa! A droga depois deu cabo de tudo...
Para dizer a verdade, ainda não percebi se as canções constantes deste CD foram alguma vez editadas em vinil. Da leitura do inlay e de uma rápida consulta na Wikipedia, não me parece, mas...
Por isso chamam a este conjunto de canções, interessantes sem serem instigantes, the lost album.
Em Setembro do ano passado, a filha de John, Laura Mackenzie, acusou o pai de relações incestuosas - escreveu mesmo um livro, "High On Arrival" - mas muita gente do círculo familiar negou as alegações.
Vai-se lá saber onde está a verdade...
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terça-feira, 31 de março de 2009
MAMA CASS
segunda-feira, 23 de março de 2009
MONDAY MONDAY
SOUNDS SUPERB/MUSIC FOR PLEASURE - SPR 90025 - edição britânica (1968)
Lado A
Monday Monday - Words Of Love - Go Where You Wanna Go - Spanish Harlem - Sing For Your Supper - My Girl
Lado B
Dedicated To The One I Love - Do You Wanna Dance - Trip Stumble And Fall - California Earthquake - For The Love Of Ivy - Dream A Little Dream Of Me
Cortesia de João Pedro Martins
Lado A
Monday Monday - Words Of Love - Go Where You Wanna Go - Spanish Harlem - Sing For Your Supper - My Girl
Lado B
Dedicated To The One I Love - Do You Wanna Dance - Trip Stumble And Fall - California Earthquake - For The Love Of Ivy - Dream A Little Dream Of Me
Cortesia de João Pedro Martins
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
MAMAS AND PAPAS
Este é um dos meus álbuns preferidos de sempre! Não é essa porém a opinião da maioria dos entendidos que o acha um disco menor na carreira dos Mamas and Papas.
Bem sei que se trata de um álbum para cumprir contrato, mesmo assim acho-o uma delícia! Provavelmente é mais uma das influências do "Em Órbita", já que o passava amiúde.
People Like Us - Pacific Coast Highway - Snowqueen Of Texas - Shooting Star - Step Out - Lady Genevieve - No Dough - European Blueboy - Pearl - I Wanna Be A Star - Grasshopper - Blueberries For Breakfast
segunda-feira, 30 de junho de 2008
"FEITO POR TODOS, DITO POR MIM"
RCA VICTOR - TP 328 - edição portuguesa
Dedicated To The One I Love (Bass/Pauling) - Free Advice (M. Gilliam/John Phillips) - Even If I Could (John Phillips) - Once Was A Time I Thought (John Phillips)
Se uma modificação profunda se processou no gosto musical de uma geração, isso deve-se ao "Em Órbita". Raros foram os dias em que o não ouvi no velho “Blaupunkt”, de olho verde à esquerda,” de casa do meu pai.
Isso até Junho de 1967 porque por esses dias assentei praça em Tavira e chegou um tempo em que o FM do Rádio Clube Português não chegava às ondas do transístor de fancaria que ouvia na caserna do CISMI.
Quando passados tempos regressei, o “Em Órbita”, entrara em novas aventuras e deixara de ser o programa que conhecera.
Quem não o ouviu não sabe o que foi e não dá para explicar, se isso, naturalmente, fosse possível – "Um programa feito por todos e dito por mim", como dizia o Cândido Mota, em minha modesta opinião, a melhor voz que o “Em Órbita” teve. (estou de acordo! - nota do editor).
Este disco, com esta bonita capa, Made in Portugal, é um dos muitos que comprei por causa do “Em Órbita” e escolho este porque “Dedicated to the One I Love” se tornou uma das canções das minhas diversas vidas.
“While I'm far away from you, my baby
I know it's hard for you, my baby
Because it's hard for me, my baby
And the darkest hour is just before dawn".
Como diria o Tom Waits, esta é do fundo do coração e como a vida nunca é exactamente o que queremos, transportamos, por vezes, algumas canções que associamos a memórias mágicas.
Mas isto já está a resvalar para a lamechice e por aqui me fecho. Até porque os silêncios são mais precisos que as palavras e eu só queria lembrar o “Em Órbita”, mostrar esta capa e concluir que, como dizia alguém que agora não lembro o nome, é preciso chegar aos sessenta anos para se ver que aos vinte é que se teve tudo.
Colaboração de Gin-Tonic
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