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segunda-feira, 8 de julho de 2013
LENA D'ÁGUA
EMI - 1775281 - 1984
A
Ajinomoto (Luís Pedro Fonseca) - Sempre Que O Amor Me Quiser (Luís Pedro Fonseca) - Eu Tenho Um Sonho (Jorge Palma/Carlos Fortuna) - Perto De Nós (Eugénia Melo e Castro/Luís Pedro Fonseca) - Quando Vem Do Amor (Ronaldo Bastos/Luís Pedro Fonseca) - Trabalhar Para Ganhar A Vida (Luís Pedro Fonseca)
B
Olimpo (Luís Pedro Fonseca) - É Ao Mar Que Eu Pertenço (José Fanha/Luís Pedro Fonseca) - Proibido (Luís Pedro Fonseca) - Foi Ele (Luís Pedro Fonseca) - Lusitânia (Luís Pedro Fonseca)
Produção de Robin Geoffrey Cable.
Ilustração de Cristina Alves Pereira e design e fotografia de José Carlos Nascimento.
A Banda Atlântida era constituída por Necas (bateria, percussão e coros), Zeca (baixo eléctrico e coros), Carlos Fortuna (guitarra eléctrica e coros), António Cordeiro (saxofones, flauta e coros) e Luís Pedro Fonseca (teclados, percussão e coros).
João Maló (guitarra acústica) participa em "Perto De Nós" e "Foe Ele".
Colaboração de João Pinheiro de Almeida
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
LENA D'ÁGUA
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
LENA D'ÁGUA
CBS - 466030 1 - 1989
Lado 1
Tu Aqui (António Variações) - A Teia (António Variações) - Para Ti (Lena d'Água/Zé da Ponte) - Adeus (António Variações)
Lado 2
Já Não Sou Quem Era (António Variações) - La Cigarra (Perez/Soutto Raymundo) - A Culpa É Da Vontade (António Variações) - Essa Mulher (Joyce/Ana Terra)
Produção dirigida por Guilherme Inês e Zé da Ponte e participações (criativas), entre outros, de António Variações e Mário Laginha.
Lado 1
Tu Aqui (António Variações) - A Teia (António Variações) - Para Ti (Lena d'Água/Zé da Ponte) - Adeus (António Variações)
Lado 2
Já Não Sou Quem Era (António Variações) - La Cigarra (Perez/Soutto Raymundo) - A Culpa É Da Vontade (António Variações) - Essa Mulher (Joyce/Ana Terra)
Produção dirigida por Guilherme Inês e Zé da Ponte e participações (criativas), entre outros, de António Variações e Mário Laginha.
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
BEATLES NO BLITZ
A edição de Junho de 2010 da revista Blitz inclui um artigo da "Rolling Stone" de 10 páginas sobre a separação dos Beatles e apenas 3 e meia sobre o "Exile", dos Stones!
Inclui também um belo "Retrovisor" de Rui Miguel Abreu sobre Lena D'Água.
Inclui também um belo "Retrovisor" de Rui Miguel Abreu sobre Lena D'Água.
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
ÊXITOS DA PEQUENADA
COLUMBIA - COL 472882 1 - 1992
Lado A
Dentro de uma Bota (L'Italiano) (Popeline) - Fui Ontem À Feira (Onda Choc) - Natal na Neve (Sleighride In) (Jovens Cantores de Lisboa e Ana Faria) - Susana (Susanna) (Queijinhos Frescos) - A Lua É Feiticeira (Popeline) - Biquini Pequenino Às Bolinhas Amarelas (Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini (Onda Choc) - Cantiga de Embalar (Paulo de Carvalho e Lena d'Água)
Lado B
Canção do Luís (Ana Faria e Pedro) - Muito Mais (Popeline) - O Pai Natal (Jovens Cantores de Lisboa e Ana Faria) - Será Que Ele Pensa Em Mim? (Onda Choc) - Parabéns A Você (António Sala e Miguel Sala) - Se Fores No Meu Carro (Get Outta My Dreams, Get Into My Car) (Ultimatum) - Boa Noite Vitinho (IV) (Paulo de Carvalho)
Lado A
Dentro de uma Bota (L'Italiano) (Popeline) - Fui Ontem À Feira (Onda Choc) - Natal na Neve (Sleighride In) (Jovens Cantores de Lisboa e Ana Faria) - Susana (Susanna) (Queijinhos Frescos) - A Lua É Feiticeira (Popeline) - Biquini Pequenino Às Bolinhas Amarelas (Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini (Onda Choc) - Cantiga de Embalar (Paulo de Carvalho e Lena d'Água)
Lado B
Canção do Luís (Ana Faria e Pedro) - Muito Mais (Popeline) - O Pai Natal (Jovens Cantores de Lisboa e Ana Faria) - Será Que Ele Pensa Em Mim? (Onda Choc) - Parabéns A Você (António Sala e Miguel Sala) - Se Fores No Meu Carro (Get Outta My Dreams, Get Into My Car) (Ultimatum) - Boa Noite Vitinho (IV) (Paulo de Carvalho)
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sexta-feira, 19 de junho de 2009
BRASILEIROS CANTAM DANIEL BACELAR
Uma banda brasileira de nome Autoramas gravou um EP, "Brasil na CEE", onde incluiu uma versão de "Se Eu Enlouquecer", de Daniel Bacelar.
As restantes canções são "Portugal na CEE" (GNR), "Robot" (Salada de Frutas), "Grândola Vila Morena" (José Afonso) e "Couldn't Care At All" (D30).
A banda é formada por Gabriel Thomaz (voz e guitarra), Bacalhau (voz e bateria) e Flávia Couri (voz e baixo).
As restantes canções são "Portugal na CEE" (GNR), "Robot" (Salada de Frutas), "Grândola Vila Morena" (José Afonso) e "Couldn't Care At All" (D30).
A banda é formada por Gabriel Thomaz (voz e guitarra), Bacalhau (voz e bateria) e Flávia Couri (voz e baixo).
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terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
MUITO LÁ ATRÁS
O futebol que me fez vibrar na infância já não existe.
Os jogos eram aos domingos e começavam todos às 3 da tarde. Agora começam à sexta-feira e prolongam-se até segunda-feira. No intervalo dos jogos deslocávamo-nos para o lado em que o Benfica iria atacar.
Para enfrentar o frio das pedras das bancadas alugavam-se almofadas e não raro, no final dos jogos, eram lançadas para o campo, tendo por alvo preferencial a polícia. Em redor do estádio estacionavam carros com mulheres dentro a fazer malha ou tricot. Não me lembro de as ver a ler um livro ou um jornal.
Havia clubes e não SADs sujeitas a flutuações da bolsa. As camisolas tinham uma só cor e apenas eram mudadas quando o adversário apresentava equipamento igual ou similar. Agora mudam consoante as ordens das adidas e das nikes.
Tempo em que o meu avô me dizia que o Benfica não era um clube mas uma maneira de estar na vida. Quando o Benfica ganhava – e, isso, acontecia muitas mais vezes do que hoje, o meu avô levava-me a comer uma bifana e beber meio copinho de vinho branco a uma “Cova Funda” ali à Praça do Chile que, espanto dos espantos, ainda existe. Mas só quando o Benfica ganhava e mesmo o empate não dava direito a nada.
O eléctrico demorava hora e meia a fazer o trajecto entre a Praça do Chile e Carnide. Em dia de Benfica-Sporting tínhamos que sair de casa ao meio-dia. À noite, após o jantar, sentávamo-nos a ouvir, na Emissora Nacional, o rescaldo da jornada.
Sabíamos, então, os restantes resultados, não havia transístores nem noticiários de meia em meia hora. No Rossio, ao cair da tarde de domingo, na parede à porta da loja do jornal “O Século”, era colado um papel, escrito à mão em letras grandes, com os resultados da 1ª Divisão.
O futebol hoje é um negócio de milhões de euros, um amontoado de trapalhadas, escândalos, insultos, violência entre as claques.
No topo do texto está o bilhete da Festa de Despedida de José Águas, pai de Lena d’Água que já foi visita do “Ié-Ié”.
José Águas foi meu ídolo da pré-adolescência. Claro que também houve o Eusébio mas isso é uma outra história.
José Águas foi avançado-centro, como então se dizia, um verdadeiro nº9, perfeita leitura de jogo, como mais tarde diria Gabriel Alves, um jogador fino, elegante e de uma correcção inexcedível. Tinha um estupendo jogo de cabeça.
Uma tarde na Tapadinha, na sequência de um “corner”, mandou uma tolada, ainda fora da grande área, que Ernesto, guarda-redes do Atlético, só deu por isso quando a bola balançou a rede e caiu no relvado.
José Águas foi mesmo a minha alegria de menino.
Despediu-se em 5 de Setembro de 1963 num jogo em que o Benfica venceu o F.C. do Porto por 3 a 2. O porteiro ao cortar o bilhete ficou com a parte em que agora se poderia ver o preço do bilhete, mas arrisco que teria custado 10$00.
Foi José Águas quem ergueu as duas taças de Campeão Europeu que o Benfica conquistou e que, segundo profecia de Bela Guttmann, não mais voltará a ganhar.
Realmente assim tem acontecido, mas penso continuar por aí para ver como vai ser. É que decididamente não acredito em bruxas!
Colaboração de Gin-Tonic
Os jogos eram aos domingos e começavam todos às 3 da tarde. Agora começam à sexta-feira e prolongam-se até segunda-feira. No intervalo dos jogos deslocávamo-nos para o lado em que o Benfica iria atacar.
Para enfrentar o frio das pedras das bancadas alugavam-se almofadas e não raro, no final dos jogos, eram lançadas para o campo, tendo por alvo preferencial a polícia. Em redor do estádio estacionavam carros com mulheres dentro a fazer malha ou tricot. Não me lembro de as ver a ler um livro ou um jornal.
Havia clubes e não SADs sujeitas a flutuações da bolsa. As camisolas tinham uma só cor e apenas eram mudadas quando o adversário apresentava equipamento igual ou similar. Agora mudam consoante as ordens das adidas e das nikes.
Tempo em que o meu avô me dizia que o Benfica não era um clube mas uma maneira de estar na vida. Quando o Benfica ganhava – e, isso, acontecia muitas mais vezes do que hoje, o meu avô levava-me a comer uma bifana e beber meio copinho de vinho branco a uma “Cova Funda” ali à Praça do Chile que, espanto dos espantos, ainda existe. Mas só quando o Benfica ganhava e mesmo o empate não dava direito a nada.
O eléctrico demorava hora e meia a fazer o trajecto entre a Praça do Chile e Carnide. Em dia de Benfica-Sporting tínhamos que sair de casa ao meio-dia. À noite, após o jantar, sentávamo-nos a ouvir, na Emissora Nacional, o rescaldo da jornada.
Sabíamos, então, os restantes resultados, não havia transístores nem noticiários de meia em meia hora. No Rossio, ao cair da tarde de domingo, na parede à porta da loja do jornal “O Século”, era colado um papel, escrito à mão em letras grandes, com os resultados da 1ª Divisão.
O futebol hoje é um negócio de milhões de euros, um amontoado de trapalhadas, escândalos, insultos, violência entre as claques.
No topo do texto está o bilhete da Festa de Despedida de José Águas, pai de Lena d’Água que já foi visita do “Ié-Ié”.
José Águas foi meu ídolo da pré-adolescência. Claro que também houve o Eusébio mas isso é uma outra história.
José Águas foi avançado-centro, como então se dizia, um verdadeiro nº9, perfeita leitura de jogo, como mais tarde diria Gabriel Alves, um jogador fino, elegante e de uma correcção inexcedível. Tinha um estupendo jogo de cabeça.
Uma tarde na Tapadinha, na sequência de um “corner”, mandou uma tolada, ainda fora da grande área, que Ernesto, guarda-redes do Atlético, só deu por isso quando a bola balançou a rede e caiu no relvado.
José Águas foi mesmo a minha alegria de menino.
Despediu-se em 5 de Setembro de 1963 num jogo em que o Benfica venceu o F.C. do Porto por 3 a 2. O porteiro ao cortar o bilhete ficou com a parte em que agora se poderia ver o preço do bilhete, mas arrisco que teria custado 10$00.
Foi José Águas quem ergueu as duas taças de Campeão Europeu que o Benfica conquistou e que, segundo profecia de Bela Guttmann, não mais voltará a ganhar.
Realmente assim tem acontecido, mas penso continuar por aí para ver como vai ser. É que decididamente não acredito em bruxas!
Colaboração de Gin-Tonic
terça-feira, 1 de julho de 2008
SEMPRE QUE O AMOR ME QUISER
EMI - 1775397 – 1984
Sempre Que O Amor Me Quiser (Luís Pedro Fonseca) - Lusitânia (Luís Pedro Fonseca)
Não vos sei contar, só terão que imaginar, o que é andar a percorrer o armazém do Manel, estantes e mais estantes de discos por todo o lado, a tentativa de encontrar uma qualquer pérola no meio de tudo aquilo, e de repente, de minuto a minuto, passar a ouvir Mr. Ié-Ié, a trautear “Sempre Que O Amor Me Quiser".
A razão foi ele ter descoberto uma versão cantada pelo José Cid e que no mesmo dia colocou a capa no “blogue”.(02.06.2008).
Claro que não conseguem imaginar, mesmo no carro, quando íamos ao encontro do Jack Kerouac, volta e meia lá vinha o “sempre que o amor me quiser”. A coisa só terminou quando abancámos a beber umas cervejolas e a comer uns tremoços.
Nunca ouvi a versão do José Cid. Penso mesmo que a não quero ouvir, volta e meia tenho destas luas, mas, como o José Cid voltou a aterrar no blogue (28.06.2008) lembrei-me da história e fui buscar a capa do single em que a Lena d’Água, numa bela fotografia de José Carlos Nascimento, nos está a dizer que “sempre que o amor me quiser basta fazer-me um sinal soprado na brisa do mar ou num raio de sol.”
Já agora: se Mr. Ié-Ié estiver bem disposto, talvez me permita, amanhã ou depois, fazer uma pequena evocação do pai da Lena d'Água.
Colaboração de Gin-Tonic
segunda-feira, 2 de junho de 2008
SEMPRE QUE O AMOR ME QUISER
Eu sei que sou nabo, mas juro que nunca tinha ouvido falar que José Cid tinha gravado essa fantástica canção de Luís Pedro Fonseca, "Sempre Que O Amor Me Quiser", gravada por Lena d'Água.
E logo eu porque tenho a mania de que:
1 - Sou um grande fã de José Cid;
E logo eu porque tenho a mania de que:
1 - Sou um grande fã de José Cid;
2 - Acho que "Sempre Que O Amor Me Quiser" é uma das melhores canções pop jamais escritas em português.
Adelante!
Por pouco mais de 4 euros, comprei hoje uma colectânea de José Cid que inclui:
Coração de Papelão - Sempre Que O Amor Me Quiser - Holding On To Life - Em Casablanca - Tudo Bem, Tudo Bem - Há - Os Teus Secretos Segredos - Canta-me Um Blues - Caminheiro Das Noites De Estrelas - Mitos - Não Me Chames Sonhador - Se Eu Pudesse
Adelante!
Por pouco mais de 4 euros, comprei hoje uma colectânea de José Cid que inclui:
Coração de Papelão - Sempre Que O Amor Me Quiser - Holding On To Life - Em Casablanca - Tudo Bem, Tudo Bem - Há - Os Teus Secretos Segredos - Canta-me Um Blues - Caminheiro Das Noites De Estrelas - Mitos - Não Me Chames Sonhador - Se Eu Pudesse
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