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domingo, 19 de outubro de 2014

HUNTER DAVIES


"The Beatles Lyrics", Hunter Davies, Weidenfeld & Nicolson, 2014, 376 págs, 32,50 €

Oh meu Deus!

Colaboração de Teresa Lage

terça-feira, 28 de maio de 2013

HUNTER DAVIES DOA DOCUMENTOS DOS BEATLES


O biógrafo oficial dos Beatles, Hunter Davies, doou diversos documentos, incluindo manuscritos, à Biblioteca Britânica no âmbito de uma campanha oficial de redução de impostos (Plano de Doações Culturais).

O material é considerado precioso, encontrando-se entre cartas e canções escritas por Lennon as letras de "In My Life", "She Said She Said" e "Strawberry Fields Forever", por exemplo.

“Eu quero que a minha colecção fique junta em um só lugar e em exibição pública. A Biblioteca Britânica é a casa perfeita para ela. Eu sempre tive o prazer de a ver no acervo nacional, perto da Carta Magna e de obras de Shakespeare e Beethoven, porque é lá que eu acho que eles pertencem", disse o escritor.

Roly Keating, director da Biblioteca, disse que a montra dos Beatles é das mais populares da galeria dos Tesouros.

Hunter Davies confessou a este blogue que está a escrever um livro sobre as letras dos Beatles.

quinta-feira, 7 de março de 2013

LIZZIE BRAVO EM LISBOA 03


Depois de um fantástico bacalhau à lagareiro e de cantorias dos Beatles, na Floresta Oriental, em Lisboa, Lizzie Bravo assinou exemplares do LP "No One's Gonna Change Our World", onde se inclui "Across The Universe", dos Beatles, que tem Lizzie nos coros, do livro "The John Lennon Letters", de Hunter Davies, que publica bilhetes de John Lennon para a brasileira, e ainda o LP de Roberto Carlos, "Verde e Amarelo", onde Lizzie também canta.

Este grupo inclui Teresa Lage, PPBEAT, Duarte e Tiago Vilardebó.

LIZZIE BRAVO EM LISBOA 01


A brasileira Lizzie Bravo, que em 1968 gravou os coros de "Across The Universe", dos Beatles, passou hoje por Lisboa onde conviveu com amigos portugueses.

Almoçou no Café no Chiado, deu uma entrevista de uma hora no programa de Júlio Heitor, da Rádio Renascença, e comeu 6 (seis!!!) pastéis de Belém com chá.

Passeou pela zona monumental de Belém, pela Baixa pombalina e Parque das Nações.

A noite terminou com um bacalhau à lagareiro na Floresta Oriental e cantorias dos Beatles, onde não faltou o inevitável "Across The Universe".

Amanhã, Lizzie Bravo segue para Londres, onde vai ser homenageada pelos estúdios de Abbey Road e terá contactos com vários especialistas em Beatles, como Hunter Davies e Mark Lewisohn.

Lizzie Bravo está a preparar um livro, "From Rio To Abbey Road", onde relata em estilo diário a sua convivência com os Beatles entre 1967 e 1969.

domingo, 9 de dezembro de 2012

THE BEATLES BOOK Nº 11


"The Beatles Book", nº 11, June 1964

Cortesia de Hunter Davies

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

AS CARTAS DE JOHN LENNON


"The John Lennon Letters", Hunter Davies, Weidenfeld & Nicolson, 2012, 392 págs., 11,65 £ (amazon.co.uk)

Notável recolha de 285 cartas/notas/telegramas/postais  e/ou desenhos escritos por John Lennon a amigos, familiares, fãs, estranhos entre 1951 e 1980.

Hunter Davies faz questão de sublinhar que nenhum deste espólio pertence a Yoko Ono, que escreveu um brevíssimo prefácio.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

EDIÇÃO BRASILEIRA DE HUNTER DAVIES


"A Vida Dos Beatles", Hunter Davies, Editôra Expressão E Cultura, 1968, tradução de Henrique Benevides, capa de Miguel Mascarenhas, 418 págs

Com a cumplicidade de Filhote e uma mãozinha do suiço Matthias, já me chegou a primeira edição da biografia oficial dos Beatles, em português, de Hunter Davies.

O livro data de Novembro de 1968, cinco meses após a edição original na Grã-Bretanha.

O exemplar ostenta visivelmente os 40 anos de manuseamento.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

3ª EDIÇÃO DE HUNTER DAVIES (2002)


"The Beatles", Hunter Davies, Cassell Illustrated, 2002, 416 págs

Esta é a edição mais luxuosa da biografia de Hunter Davies.

Magnífica!

De luxo asiático, diria o Filhote!

2ª EDIÇÃO DE HUNTER DAVIES (1985)


"The Beatles", Hunter Davies, Jonathan Cape, 1985, 498 págs

Este exemplar foi adquirido numa das HMVs de Oxford Street, em Londres, na véspera de entrevistar Paul McCartney em 1987.

1ª EDIÇÃO DE HUNTER DAVIES (1968)


"The Beatles", Hunter Davies, Heinemann, 1968, 374 págs

E este é o primeiro grande livro sobre os Beatles. Trata-se de uma biografia autorizada, da autoria do jornalista britânico Hunter Davies.

Esta é a capa da primeira edição, datada de 1968. Como se sabe, foi parcialmente escrita na Praia da Luz, no Algarve.

O livro, simplesmente intitulado "The Beatles", teve edições subsequentes em 1985, 2002 e 2009.

E há uma tradução em português do Brasil.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

QUARRYMEN


"The Quarrymen", Hunter Davies, Omnibus Press, 2001, 262 págs, £ 12,95 (€ 14,60)

O grupo de skiffle que começou os Beatles.

sábado, 18 de junho de 2011

HUNTER DAVIES NOS STATES


"The Beatles", Hunter Davies, Dell, 1968, 406 págs.

Edição norte-americana.

Última edição britânica aqui.

Em português aqui.

Primeira edição britânica aqui.

terça-feira, 19 de abril de 2011

THE BEATLES, FOOTBALL AND ME


"The Beatles, Football And Me", Hunter Davies, Headline Review, 2006, 344 págs

A contracapa do livro apresenta uma fotografia de Hunter Davies com Paul, Linda e filhos tirada em Portugal, no Algarve, em 1968.

Na pág. 202 Hunter Davies confessa que comprou uma casa em Porto de Mós, ao arq. José de Veloso, a que deu o nome de Casa D'Aviz. Custou-lhe 4.500 libras (uns 5 mil euros)

terça-feira, 2 de março de 2010

JOTTA HERRE, OS DE "PENINA"


(da esquerda para a direita: Aníbal Cunha, Giuseppe Flamínio (José Carlos Flamínio), Rui Pereira e Carlos Pinto)
Os Jotta Herre são um dos meus assuntos preferidos. Não desisto até conseguir a história definitiva da banda.

Conhecidos exclusivamente por serem os intérpretes originais de "Penina", da autoria de Paul McCartney, os Jotta Herre ter-se-ão formado em 1963 ou 1964 na cidade do Porto.

Eram então constituídos por Jaime João e Rui Pereira (teclas), cujas iniciais deram origem à designação do conjunto, e ainda Aníbal Cunha (guitarra), Carlos Pinto (voz e baixo) e Lourenço Pereira (bateria).

Ao longo dos anos, muitos foram os músicos que passaram pelo grupo, entre os quais Jean Sarbib e Vitorino.

Vitorino foi substituir Rui Pereira que se encontrava doente. Foi indicado pelo nosso agente em Lisboa. Fomos à capital no nosso dia de folga, que era à segunda-feira, e encontrámo-nos com Vitorino penso que na Leitaria Garret, explica José Carlos Flamínio, actual quadro da Universal no Porto.

De Jaime João pouco ou nada se sabe (terá emigrado para o Brasil pouco depois), Rui Pereira faleceu em 1972, vítima de doença pulmonar.

Carlos Pinto, a voz de "Penina", foi mais tarde presidente em Portugal da Sony Music, mas nunca se manifestou disponível para falar da sua experiência de juventude.

Aníbal Cunha nasceu em Tupaciquara, no Brasil, mas estudava Belas Artes, no Porto, (hoje está ligado à cerâmica e à pintura) e Lourenço Pereira foi substituído na bateria por Américo de Sousa, candidato derrotado à presidência da Junta de Freguesia de Oliveira do Douro, pelo PSD, e depois por Giuseppe Flamínio.

Giuseppe (ou José Carlos) nasceu em Vila Nova de Gaia, filho de casal italiano.

Nos anos 60, como não estava muito interessado na espingarda que me queriam dar, cancelei a Nacionalidade Portuguesa, mantendo até hoje a Nacionalidade Italiana, esclarece José Carlos Flamínio.

Antes de se fixarem numa residência musical no Penina Golf Hotel, em Montes de Alvor (Portimão) (hoje Le Méridien Penina Golf & Resort), inaugurado em 1966, os Jorra Herre fizeram os circuitos de bares em Ofir e na Corunha (Espanha).

A história de "Penina" é amplamente conhecida, segue por isso, apenas, o resumo de um dos seus protagonistas, Giuseppe Flamínio.

Para contextualizar, diga-se tão-só que Paul McCartney e Linda Eastman se encontravam de férias em Portugal, na Praia da Luz, na Quinta das Redes, alugada pelo jornalista e escritor britânico Hunter Davies para escrever a biografia oficial dos Beatles.

Corria o mês de Dezembro de 1968.

Os Jotta Herre foram contratados por 500 escudos cada um e por noite para animar o bar do novo Hotel Penina. De Inverno vestíamos smoking preto e de Verão branco.

Nesse dia, que ninguém sabe precisar a data, estávamos de somoking preto. Paul McCartney foi visto por Aníbal Cunha na recepção do hotel a trocar libras e foi convidado a tocar connosco.
Paul tocou standards norte-americanos ao piano e depois foi para a bateria. Eu que sou baterista, com formação de jazz, nunca tinha visto ninguém a tocar assim.

De repente, Paul voltou para o piano e disse que nos ia oferecer uma música
. Vocês são porreiros!
E assim nasceu "Penina", tipo café instantâneo, tal era a facilidade com que lhe saía a música.
Outro protagonista, Paul McCartney, conta assim a sua versão:

Fui a Portugal de férias e uma noite, quando regressava ao hotel, já alegrote, resolvi tomar mais uns copos no bar. Estava um grupo a tocar e eu acabei por ir para à bateria. O hotel chamava-se Penina e improvisei ali uma canção sobre esse nome. Alguém me perguntou se podia ficar com ela e eu dei-lha. Nunca pensei em gravá-la eu próprio.
Colaboração de Luís Pinheiro de Almeida

quarta-feira, 24 de junho de 2009

4ª EDIÇÃO DE HUNTER DAVIES (2009)

"The Beatles", Hunter Davies, Ebury Press, 2009, 544 págs.

A única biografia autorizada dos Beatles, da autoria de Hunter Davies, publicou este ano a 4ª edição, para assinalar os 40 anos da .

Trata-se de uma edição revista, aumentada, actualizada e... mórbida!

Inclui um memento mori:

- Neil Aspinall (1942-2008)
- Mal Evans (1935-1975)
- Derek Taylor (1934-1997)
- Aunt Mimi (1903-1992)
- Freddie Lennon (1912-1976)
- Jim McCartney (1902-1976)
- Louise Harrison (1911-1970)
- Harold Harrison (1909-1978)
- Elsie Graves (1914-1987)
- Linda McCartney (1941-1998)
- Maureen Starkey (1946-1994)
- Mona Best (1924-1988)
- Bob Wooler (1926-2002)
- Clive Epstein (1936-1988)
- Dick James (1920-1986)
- Maharishi (1917-2008)

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

VINHO DO PORTO PARA FUTEBOLISTAS


Hunter Davies não é apenas o único biógrafo oficial autorizado dos Beatles. Bom, agora há Mark Lewisohn.

Como quer que seja, Hunter Davies já escreveu sobre futebol e em 2004 publicou este curioso livro de listas e outros pormenores de que todos gostamos.

Já que falamos de futebol e já que alguns bravos defendem a gastronomia britânica, eis a dieta, durante uma semana, que a equipa de futebol do Blackburn Olympic seguiu antes de bater o Old Etonians por 2-1 na final de 1883:

pré-pequeno almoço: um copo de vinho do Porto às 06H00, seguido de dois ovos (crus) e um passeio ao longo da praia;

pequeno almoço: aveia

almoço: perna de carneiro

chá: aveia e meio litro de leite

ceia: uma dúzia de ostras para cada um.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

RESTAURANTE RAMPA


Menu actual do Restaurante Rampa, no Algarve, que Paul McCartney frequentou nos anos 60.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

QUINTA DO ESCORPIÃO


João Viana, 30 anos, explica o tamanho e como retirou da parede do quarto da Quinta do Escorpião a placa "To Moira, Love From George Harrison".

What?

Contemos então a história desde o princípio.

Por causa do desaparecimento ou do homicídio de Maddie, Hunter Davies regressou à Praia da Luz, no Algarve (Lagos), 40 anos depois.

Seguimos também as pisadas, mas fomos bem mais longe! Conseguimos finalmente descobrir a casa onde George Harrison escreveu o álbum "Living In The Material World".

Deixámos Lisboa pela nóvel A2 que, 200 quilómetros depois, atravessa o rio Mira, momento que Paul McCartney se lembra de ter escrito "Yesterday" em 1965.

Saímos para Monchique à procura de "A Rampa", restaurante que McCartney frequentou em Dezembro de 1968, na companhia de Hunter Davies.

O restaurante fica na estrada nacional 266-3 entre Monchique e Fóia, a 3 Km de Monchique, e mantém-se exactamente como há 40 anos.

É um restaurante caseiro, com esplanada e comida (excepcional) regional. Mantém-se nos trinques.

Quando chegámos tocava "Ebony And Ivory" e a empregada que nos serviu chamava-se Paula.

Também (ainda) vimos um burro de aluguer, de que Hunter Davies fala na sua biografia oficial dos Beatles e que tanto encantou Paul e Linda, dando até origem a uma história de férias.

Maria Teresa Albano Baiona de Jesus, 73 anos feitos exactamente hoje (há coincidências, não há?), ainda a proprietária, não se lembra de nada, nem das visitas de Paul McCartney nem do regresso de Hunter Davies.

"Tenho aí uns recortes de jornais de agora que uns clientes ingleses me deram".

"Então não manda emoldurar os recortes? Era bom para o restaurante".

"Não, não. Quero manter o restaurante exactamente como estava".

Também comemos o famoso frango com piri-piri. Fantástico e barato, o que espantou.

O restaurante estava repleto de alemães, ingleses e espanhóis. Nós éramos os únicos portugueses.

Seguimos o roteiro de Hunter Davies e ficámos num aldeamento na praia de Porto Mós, nas cercanias de Lagos. Foi preciso um jornalista inglês indicar uma pérola algarvia escondida.

Porto Mós, com 1,350 Km de praia, é uma benção dos deuses! Inacreditável de tanta beleza, com as suas escarpas íngremes, a sua erosão, o seu sossego. Os bares e restaurantes são soberbos, mantendo a traça regional e ignorando ostensivamente a sofisticação bacoca de outros.

Revisitámos Albufeira, onde Paul McCartney esteve em 1965 em casa de Bruce Welch, dos Shadows, e onde terminou, como se sabe, a letra de "Yesterday".

Voltámos ao "Penina", hoje "Le Merédien - Penina Golf & Resort", onde Paul McCartney escreveu "Penina" em 1968, para os Jotta Herre, então banda residente do hotel.

(Na banda de hoje, o guitarrista era canhoto. Perseguição?).

Finalmente, o hotel tem um quadro onde se evoca a canção. É que o hotel, até há pouco, ignorava completamente o feito.

Também fomos, como é óbvio, à Quinta das Redes, na Praia da Luz, que Hunter Davies tão bem descreve.

A Quinta é uma antiga fábrica de conservas, bem junto à praia, que agora está transformada em apartamentos. Diferente é certo, mas a mística mantém-se.

A cereja no topo no bolo aconteceria depois. Tínhamos a informação de que George Harrison tinha passado férias no Algarve em 1972, tempo durante o qual escreveu o álbum "Living In The Material World".

Na Internet, descobrimos um texto-anúncio da venda de uma propriedade na Herdade do Funchal (Lagos) onde George Harrison teria deixado uma mensagem na parede.

Ana Machado, da Knight Frank, deu-nos a informação preciosa: a propriedade chamava-se "Quinta do Escorpião".

O problema veio a seguir: o Funchal é uma encosta vastíssima, à saída de Lagos, direcção Sagres, com dezenas e dezenas e dezenas de vivendas meio escondidas, todas com ar dos anos 60, e ninguém conhecia a "Quinta do Escorpião".

Ao fim de seguramente uns 30 minutos completamente perdidos em ruelas minúsculas encosta acima, encosta abaixo, vimos a placa divina "Quinta do Escorpião". YES!!! Numa dead end street lá estava a Quinta do Escorpião, em obras.

Um operário a dormir, disse, enramelado, que podíamos visitar a propriedade. Era hora de almoço e todos os operários estavam naturalmente no seu direito de descanso.

Todos acordaram, excitados com a nossa presença, e João Viana lá explicou que o novo proprietário da Quinta mandou retirar a inscrição de George Harrison e a guardou para si há cerca de dois meses.

Resta acrescentar que o novo proprietário - cujo nome se omite, por opção, - é o proprietário da quinta contígua, curiosamente chamada "Las Brisas", ou seja, uma canção gravada por Ringo Starr.

Luís Pinheiro de Almeida e Teresa Lage

domingo, 28 de outubro de 2007

HUNTER DAVIES REGRESSOU AO ALGARVE

O jornalista britânico Hunter Davies, autor da única biografia oficial dos Beatles (excluindo a Antologia, claro), "The Beatles" regressou quase 40 anos depois ao local onde a escreveu, na Praia da Luz, no Algarve.

Tudo por causa do desaparecimento da pequena Madie. "The Mail On Sunday" lembrou-se de Hunter Davies e patrocinou - e ainda bem - o seu regresso a terras algarvias.

Em 1968, Hunter alugou por seis meses a Quinta das Redes, na Praia da Luz, para escrever a biografia. Foi aí também que recebeu em finais desse ano a visita inopinada de Paul McCartney e de Linda Eastman (nada a ver com a Kodak). McCartney viria a compôr nessa altura a canção "Penina" para os Jotta Herre (mas isso é outra história).

Hunter gostou tanto do Algarve que no ano seguinte, em 1969, comprou uma casa - Casa D'Aviz - em Porto de Mós (Lagos), por £5.000.

E nos 25 anos seguintes, Hunter e a família passou férias no Sul de Portugal.

O jornalista vendeu a casa em 1995 a uma britânica por £60.000 que, por sua vez, a vendeu aos actuais proprietários, em 2004, por £250.000.

Hunter Davies escreve um bem interessante artigo na edição de 21 de Outubro de "The Mail On Sunday", com as suas impressões de como era dantes, de como é hoje, as alterações ocorridas.

Revisitou os sítios onde viveu, bem como os locais que mostrou a Paul McCartney, designadamente o restaurante Rampa, em Monchique, ainda hoje existente. Deslumbrou-se com a rede viária, ficou atónito com o desenvolvimento, que elogiou.

Na Quinta das Redes, os actuais locatários - ingleses, claro - esbugalharam os olhos quando Hunter lhes contou que Paul e Linda tinham lá dormido.

Mas Hunter não conseguiu reconhecer o quarto, porquanto a casa sofreu alterações.