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domingo, 12 de novembro de 2017

É URGENTE MAIS FLORES


ESTÚDIO - ELPS 122

Inclui, por exemplo, "O Menino De Sua Mãe" (Fernando Pessoa), "Receita Para Fazer Um Herói" (Reinaldo Ferreira), "4 Verdades" (António Aleixo), "A Brisa Também É Vento (Fernando Luso Soares), "É Urgente Mais Flores" (João Apolinário) e "Piquenique de Burguesas" (Cesário Verde).

Dário de Barros é aqui acompanhado, entre outros, por António Chainho (guitarra clássica) e Luiz Waddington, Edmundo Silva e Luiz Moutinho, músicos dos Sheiks e da Filarmónica Fraude.

sexta-feira, 31 de março de 2017

PESSOA EM DÁRIO DE BARROS


ESTÚDIO - ELPS 122

Lado 1
O Menino De Sua Mãe (Fernando Pessoa/Carlos França) - Sonho Afadistado (Carlos França) - Receita Para Fazer Um Herói (Reinaldo Ferreira) - A Noite É Nossa Amor (Dário de Barros - Carlos França) - 4 Verdades (António Aleixo/C Ramos) - Deixa Que Eu Cante O Meu Fado (Heitor Teixeira/F de Brito) - A Brisa Também É Vento (Fernando Luso Soares)

Lado 2
Olhos Marotos (Carlos França) - É Urgente Mais Flores (João Apolinário/Acácio Gomes) - Pique-Nique De Burguesas (Cesário Verde/A Marceneiro) - Imagem Da Saudade (Dário de Barros/fado menor) - Fado Recordado (Carlos França) - Lua De Sangue (Fausto Correia Leite/Carlos França)

O curioso são as colaborações neste LP. Eis algumas delas: António Chaínho, Martinho d'Assunção, Luiz Waddington, Edmundo Silva, Luiz Moutinho....

Poemas de Fernando Pessoa, Cesário Verde, António Aleixo, Reinaldo Ferreira, Fernando Luso Soares.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PROIBIDO ANTES DO 25 DE ABRIL


ZIP FADO - FAD 11.001/E

Carta A Um Irmão Brasileiro (Ulisses Duarte/Fernando Rebocho Lima) - Gradeamento (Mário Dionísio/Fernando Rebocho Lima) - Balada de Fevereiro (Manuel Alegre/Fernando Rebocho Lima) - Fado Recordado (Carlos Alberto França)

Acompanhamento pelo conjunto de guitarras de António Luís Gomes, com António Luís Gomes, Pedro Caldeira Cabral, Fernando Alvim e Edmundo Silva.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

PAULO DE CARVALHO


TRIUMPH RECORDS - 2496 027 - edição portuguesa

A

The Day Of The Angels (Paulo de Carvalho/Vasco Noronha) - I'm Warning (Paulo de Carvalho/Vasco Noronha) - The Man Is Alone (Paulo de Carvalho/Vasco Noronha) - People Begin To See (Paulo de Carvalho/Vasco Noronha) - Sorrow And Pain (Edmundo Silva) - Walk On The Grass (Manolo Diaz)

B

O Dia Da Lua (Paulo de Carvalho/Dórdio Guimarães) - Cantar (Paulo de Carvalho) - Choro (Paulo de Carvalho) - O Homem Sentado (Paulo de Carvalho/Vasco Noronha) - Idade Dos Lilazes (Paulo de Carvalho/Dórdio de Guimarães) - Flôr Sem Tempo (José Calvário/José Sotto Mayor)

Todas as canções são acompanhadas pelos Fluido (Paulo de Carvalho, Filipe Mendes, ex-Chinchilas, Edmundo Silva, ex-Sheiks, e Cristiano Semedo (ex-Banda 4) com excepção dos dois instrumentais, "Walk On The Grass" e "Flôr Sem Tempo", gravadas pelo Sindicato (Ricardo Levy e Júlio Gomes, ex-Jets, Eduardo Oliveira (Necas), Vítor Mamede, ex-Chinchilas, e Jorge Palma).

domingo, 19 de junho de 2011

ENSAIO DO MISTÉRIO 04


Atenção a esta dupla: Duarte Mendes e Edmundo Silva.

ENSAIO DO MISTÉRIO 03


Uma fase aturada do ensaio do Conjunto Mistério, com Vítor Mamede a varrer com as vassouras.

ENSAIO DO MISTÉRIO 02


Duarte Mendes na função vocal.

Atrás de Edmundo Silva um amplificador Vox igual ao dos Beatles.

ENSAIO DO MISTÉRIO 01


Pausa no ensaio do Conjunto Mistério+Daniel Bacelar para as Festas de Sintra no próximo dia 23 de Junho. Em perspectiva um grande espectáculo.

Da esquerda para a direita: Vítor Mamede (ex-Chinchilas, ex-Sindicato), Duarte Mendes (capitão de Abril, tenente-coronel na reserva), Daniel Bacelar (Ricky Nelson português), Edmundo Silva (ex-Mistério, ex-Sheiks) e Zé Pino, virtuoso da Fender e líder incontestado da banda.

Como sou amigo de Daniel Bacelar (e ele conhece a minha opinião) aqui vai de novo o meu conselho: canta as tuas canções, pá! Deixa lá por uns momentos o Ricky Nelson.

No ensaio desta tarde ainda o obrigámos a cantar o "Nunca", mas ele não aprovou o ensaio.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

1º CASAMENTO DE PAULO DE CARVALHO


Edmundo Silva, Fernando Chaby, Fernanda Borges, Paulo de Carvalho, Rui Oliveira e Costa e Fernando Tordo. Ano: 1967.

Cortesia de Luís Futre

segunda-feira, 31 de maio de 2010

BANDA 4, POST-SHEIKS


DECCA - PEP 1260 - 1968

Baby You Got Me (Edmundo Silva/Paulo de Carvalho) - Gotta Start Lovin' You (Cristiano Semedo) - Walkin' On The Beach (Paulo de Carvalho) - O Ribeiro (Paulo de Carvalho/Luís Romão)

Cortesia de Luís Futre

sábado, 3 de abril de 2010

FLUIDO, BANDA DE PAULO DE CARVALHO


POLYDOR - 10 024 CR - 1970

The Day Of The Angels (Paulo de Carvalho/Vasco Noronha) - Choro (Paulo de Carvalho) - Cantar (Paulo de Carvalho) - Sorrow And Pain (Edmundo Silva)

Arranjos e direcção de Thilo Krassmann e produção de João Martins.

Além de Paulo de Carvalho, os Fluido eram nesta gravação formados também por Filipe Mendes (ex-Chinchilas), Edmundo Silva (ex-Sheiks) e Cristiano Semedo (ex-Banda 4).

Colaboração externa

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

EDMUNDO SILVA FAZ HOJE 70 ANOS


Edmundo Silva faz hoje 70 anos e passa obrigatoriamente à peluda, ou seja, abandona o seu lugar na Câmara Municipal de Palmela, tendo agora todo o tempo deste Mundo para a recomposição do Conjunto Mistério.

Natural de Aljustrel, Edmundo Manuel de Brito Silva. engenheiro técnico, começou a tocar guitarra aos 22 anos, em 1961, numa viola desenhada e construída por ele próprio.

Integrou o conjunto Nova Onda, com Gonçalo Lucena (voz, mais tarde viria fazer sucesso no concurso televisivo "A Visita da Cornélia"), Luís Waddington (guitarra-solo, pai de Jamiroquai), Manuel Lucena (bateria) e Francisco Deslandes (guitarra-ritmo).

Foi dos primeiros conjuntos portugueses ao estilo dos Shadows.

Em 1963, o conjunto edita um único EP - Alvorada AEP 60-576 - com uma versão pop de "Vendaval", de Tony de Matos.

O conjunto Nova Onda esgota-se pouco depois e nascem os Mascarilhas, com Edmundo Silva e Luís Waddington, da Nova Onda, mais Miguel Artur da Silveira (Michel), bateria, e António Moniz Pereira, guitarra-ritmo.

Com uma formação diferente - João Martins, António Moniz Pereira, Edmundo Silva, Fernando Mendes e Fernando Concha (vocalista ocasional) - os Mascarilhas participam no Concurso Tipo Shadows que se realizou em Setembro/Outubro de 1963, no cinema Roma, em Lisboa, a propósito da estreia do filme "Mocidade Em Férias", com Cliff Richard e os Shadows.

Vencem o concurso já com a designação de Conjunto Mistério, nome que foi encontrado na sequência de concurso de ideias realizado pela "23ª Hora", da Rádio Renascença. O prémio foi uma deslocação a Londres para conhecer os Shadows.

O Conjunto Mistério especializou-se na tradução eléctrica instrumental de canções populares portuguesas, como "Chapéu Preto", "Pauliteiros do Douro", "Coimbra Menina e Moça", "Alecrim", "Os Olhos da Marianita".

Mas a pressão dos Beatles leva o grupo a chamar os préstimos vocais de Fernando Gaspar (ex-Conchas), aka Fernando Concha, e o conjunto começa a perder a sua identidade original, passando a grupo de acompanhamento do Duo Ouro Negro.

No início de 1965, Edmundo Silva passa-se para os Sheiks onde permanece até ao fim da banda, provavelmente a mais conhecida do yé-yé português, em 1970, altura em que substitui José João Parracho (que fugiu à guerra colonial para a Holanda) na Filarmónica Fraude, durante a má-amada residência no Casino Estoril.

Com Luís Waddington, tocou no primeiro e raro LP de Fausto, "Fausto".

Após o yé-yé, Edmundo Silva andou pelo fado, onde tocou com Pedro Caldeira Cabral, Fernando Alvim, António Luís Gomes, entre outros, reaparecendo na ribalta em 1977 no Festival RTP da Canção com os Amigos.

Não gosta de gravatas e o seu prato preferido são bifes com batatas fritas. A bebida que mais toma assiduamente é o leite e as cores preferidas são o azul e o vermelho. Em matéria de automóveis, prefere o "Giullieta Sprint".

Isto... em 1966!

Edmundo Silva morreu no dia 20 de Novembro de 2021, vítima de cancro prolongado, a 6 dias de fazer 82 anos.

sábado, 28 de março de 2009

LP RETIRADO DO MERCADO


ARIOLA - PA 10071 - 1991

Trindades - Sim Ou Não - Vielas de Alfama - O Amor É Louco - Fado Ao Vento - Porto Sentido - Sete Colinas - Vila Nova de Mil Fontes - A Mariquinhas Vai À Fonte - O Fim

Este LP, produzido por Fernando Júdice e com a participação de Edmundo Silva, no baixo, e de Rui Veloso (harmónica) em "Vielas de Alfama", de Max, foi retirado do mercado por falta de autorização precisamente de uma composição de Rui Veloso e de Carlos Tê, "Porto Sentido".

aqui tinha dado conta de outro caso semelhante.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

FRANCISCO NAIA E JOSÉ AFONSO


Conheci o Professor José Afonso em Aljustrel. Fui seu aluno no Externato Filipa de Vilhena. Foi o meu professor da disciplina de História. Eu tinha 14 anos e frequentava o 4º. ano do ensino liceal. Ele teria 22 ou 23 anos. Recém-licenciado, convidado a ir leccionar para aquele colégio por um professor, seu amigo e ex-colega, que também lá ensinava: o Dr. Delgado.

O professor José Afonso era muito simpático, muito aéreo e sorridente. Por vezes andava triste e distante, outras vezes cantarolava nas aulas e nos intervalos até cantava e, ainda, por vezes, escrevinhava aquilo que trauteava.

Como deve calcular-se aquilo despertava a nossa curiosidade, nomeadamente a minha, dada a minha educação musical no seio da minha família.

O meu pai era o chefe da estação dos caminhos-de-ferro de Aljustrel e, simultaneamente, maestro. Dava aulas de música, participava em muitas actividades culturais e até tinha uma pequena orquestra formada pelos meus irmãos e outros amigos (a orquestra Tonicher).

Eu gostava de cantar, mas como era o mais novo, não tinha a formação dos meus irmãos, tinha-me escapado àquela disciplina dos concertos.

O professor José Afonso, naturalmente aproximou-se da minha família musical e de um grande poeta aljustrelense, homem de esquerda, o sr. Edmundo Silva – pai do Edmundo Silva, baixista dos Sheiks, que com ele também contactou.

Entretanto, através do Dr. Delgado, que acima citei, soubemos na turma que aquele professor era um dos grandes cantores de fados e baladas de Coimbra. Ficámos banzados de admiração.

Então era cantor aquele professor que nos despertava tanta curiosidade e nos ensinava a ver a História com outros olhos? De facto, falava-nos da Liberdade, da Democracia, da Igualdade e da Fraternidade. Ensinou-nos muito sobre a divisão das classes sociais, do significado da exploração e da opressão.

Também nos falava dos trabalhadores, dos camponeses, dos mineiros, dos sindicatos e do que era reivindicar por uma sociedade mais justa. Falou-nos das prisões e dos prisioneiros, do que era a polícia política e do seu papel em certos países.

A História do manual era uma, mas a verdade histórica era outra. Eu e muitos outros alunos sentimos que algo de diferente se passava à nossa volta, como se nos estivessem a mentir, apesar de sermos putos e de acharmos tudo bem. E às vezes até falávamos disso e íamos tirar dúvidas com o Professor José Afonso.

Chegou por fim o dia de tirarmos nabos da púcara durante uma aula e ele, muito humildemente, confirmou-nos ser verdade aquilo que o Dr. Delgado nos havia dito. E pronto, entrámos no ciclo das canções e dos fados de Coimbra. Algo de maravilhoso!

Eu tinha uma guitarra acústica, velhota, com dois ou três buracos, que eu tapara com fita adesiva e algodão, a imitar o tratamento de ferimentos, mas que tinha um som e uma afinação excelente…

E lá levei a guitarra para o colégio. E ele cantou, libertou-se, sorriu sem parar – cantou e ensinou-nos. Eu aprendi logo fados novos, baladas que ele alguns anos depois gravou em disco.

Aljustrel rejubilava.

O Zeca Afonso, já assim chamado, cantou nas colectividades, em associações em pequenas festas e encontros informais ao ar livre. Eu e alguns amigos lá estávamos sempre a acompanhá-lo e a cantar com ele. Dizia que gostava de me ouvir cantar, mal sabendo que eu e ele, anos depois, nos encontraríamos do mesmo lado da barricada.

(Curiosamente, um dia, num recital em Setúbal chamou-me o “trovão da Planície”)

O tempo correu e como diria o Fernando Namora no seu livro "A Noite e a Madrugada": de trás dos tempos vêm tempos e outros tempos vêm…

O povo de Aljustrel rejubilou!

Muitos dos estudantes desse tempo vieram a seguir após o 25 de Abril rumos no campo da política, como autarcas, deputados, dirigentes partidários, professores etc.

O professor José Afonso, apesar do pouco tempo que lá esteve a dar aulas, ensinou-nos bem a lição da Liberdade e da Justiça Social. E no dia da sua partida, de comboio, esteve uma imensa multidão de estudantes, seus familiares e muitos mineiros.

Houve cantos e choros e muitos lenços a dizer-lhe adeus e chapéus a acenar. Ele nunca se esqueceu deste momento.

Aljustrel ficou-lhe grato!

Orgulho-me muito de tê-lo conhecido e compreendido, de tê-lo cantado na tropa – na guerra em Angola, onde estive como alferes miliciano – e, após o meu regresso da guerra, e ter reingressado na Universidade, com ele convivido durante todos estes anos, desde 68 até ele ter partido.

Estivémos em tudo o que era sítio, apanhámos muitos sustos, mas tivémos e démos muitas alegrias a muita gente oprimida.

Francisco Naia, in "Memória Alentejana", Out. 2007, via Associação José Afonso

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

EDMUNDO SILVA NA CAPA


TOMA LÁ DISCO - TLS OO9 - 1977

Portugal no Coração (Ary dos Santos/Fernando Tordo) - Cantiga de Namorar (Ary dos Santos/Paulo de Carvalho)

Deve ser o único disco em que aparece o nome de Edmundo Silva na capa em nome próprio.