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segunda-feira, 30 de junho de 2014
HOTEL CALIFORNIA
ASYLUM - 13070 - edição portuguesa (1976)
Hotel California - Victim Of Love
Colaboração de Pedro Brandão, em Sarajevo
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
TEQUILA SUNRISE
ASYLUM RECORDS - 8E 006-94 552 F - edição portuguesa (1973)
Tequila Sunrise (Don Henley/Glenn Frey) - Twenty-One (B. Leadon)
Cá está a canção que, provavelmente, mais aprecio dos Eagles.
Tequila Sunrise (Don Henley/Glenn Frey) - Twenty-One (B. Leadon)
Cá está a canção que, provavelmente, mais aprecio dos Eagles.
terça-feira, 24 de abril de 2012
HOTEL CALIFORNIA
ASYLUM SUZY - ASY 13084 - edição jugoslava (1978)
Hotel California - New Kid In Town
Colaboração de Pedro Brandão, em Sarajevo
quarta-feira, 22 de julho de 2009
TRÊS HORAS DE CONCERTO
Nunca fui muito fã dos Eagles. No seu auge, andava eu por outras músicas. Mas também não comungo da asserção de JC que, antes de se atirar do 3º anel após a derrota do seu Benfica, ainda clamou que a música dos Eagles é música de elevador.
Mesmo assim, aceitei o convite para ver a banda hoje à noite no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Ainda por cima não representava qualquer esforço financeiro da minha parte.
Tentei lembrar-me das músicas que conhecia: "Hotel California", claro", mais "Take It To The Limit", "New Kid In Town", "Desperado" e "Tequilla Sunrise". Acho que mais nenhuma.
Primeira surpresa: bom palco! Segunda supresa: os músicos!
À frente, as quatro águias que ainda restam, Don Henley, fez exactamente hoje 62 anos, parte da asssistência ainda cantou os parabéns, mas não foram ouvidos no palco, Glenn Frey, 60, Joe Walsh, 61, e Timothy B. Schmit, 61, todos com aspecto muito razoável, casual e exímios guitarristas. Excelente som.
"Hotel California" veio logo em 3º lugar e marcou-me todo o concerto. Não mais larguei os textos de Luís Mira que me acompanharam qual banda sonora visionária das imagens da América que passaram pelo ecrã circular e do som country que emergia do palco.
Magnífico!
Francamente que deveras apreciei a postura digna e profissional dos músicos, de todos eles, dos Eagles e dos proto-Eagles, mas, desculpar-me-ão, ninguém me tira da cabeça que foram uns "Crosby, Stills, Nash and Young dos pobres".
E para me castigarem não tocaram o "Tequila Sunrise"!
PS - Mais de 10 mil pessoas viram este concerto!
Mesmo assim, aceitei o convite para ver a banda hoje à noite no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Ainda por cima não representava qualquer esforço financeiro da minha parte.
Tentei lembrar-me das músicas que conhecia: "Hotel California", claro", mais "Take It To The Limit", "New Kid In Town", "Desperado" e "Tequilla Sunrise". Acho que mais nenhuma.
Primeira surpresa: bom palco! Segunda supresa: os músicos!
À frente, as quatro águias que ainda restam, Don Henley, fez exactamente hoje 62 anos, parte da asssistência ainda cantou os parabéns, mas não foram ouvidos no palco, Glenn Frey, 60, Joe Walsh, 61, e Timothy B. Schmit, 61, todos com aspecto muito razoável, casual e exímios guitarristas. Excelente som.
"Hotel California" veio logo em 3º lugar e marcou-me todo o concerto. Não mais larguei os textos de Luís Mira que me acompanharam qual banda sonora visionária das imagens da América que passaram pelo ecrã circular e do som country que emergia do palco.
Magnífico!
Francamente que deveras apreciei a postura digna e profissional dos músicos, de todos eles, dos Eagles e dos proto-Eagles, mas, desculpar-me-ão, ninguém me tira da cabeça que foram uns "Crosby, Stills, Nash and Young dos pobres".
E para me castigarem não tocaram o "Tequila Sunrise"!
PS - Mais de 10 mil pessoas viram este concerto!
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Bilhetes,
Concertos,
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Pavilhão Atlântico
terça-feira, 28 de outubro de 2008
HOTEL CALIFORNIA
Em 1976 deveriam existir nos EUA algumas centenas de hotéis chamados Hotel California.
Com a publicação, nesse ano, do álbum dos Eagles com o mesmo nome, esse número teve ter sido largamente aumentado.
Muitos fanáticos da música devem ter-se posto a caminho da Califórnia, por essa altura, só para ter o prazer de pôr os "butes" nesse instântaneamente célebre hotel ("such a lovely place, such a lovely place...").
Mas, de duas uma: ou regressaram a penates com a "viola dentro do saco"; ou então comeram gato por lebre...
Na verdade, o Hotel California a que se referiram os Eagles nunca existiu. Foi uma simples "abstracção" e mesmo a capa do disco não era mais do que uma montagem com base em imagens do Beverly Hills Hotel, de que aqui vos deixo uma foto.
Eu próprio não deixei de ficar no meu Hotel California, situado no 1.670 Ocean Boulevard, não longe (em LA esta expressão é sempre relativa...) da casa do Eric Clapton que deu nome e capa a um dos seus LPs.
É claro que não andei à procura de nenhum Hotel Califórnia em particular, mas tive de optar por este após diversas tentativas fracassadas para encontrar alojamento em Santa Mónica, num fim de semana.
Foi, de longe, o hotel mais caro onde dormi em toda a nossa viagem, mas que se lixe... Não fui a LA para perder tempo à procura de hóteis e este tinha, ao menos, a vantagem de ficar mesmo junto à praia, quase podendo saltar directamente da cama para dentro de água...!
Mas se vos maço com este assunto, não é pelo hotel em si, mas pelo simples facto de, pela primeira vez na minha vida, ter dormido com uma guitarra eléctrica pendurada na parede do meu quarto! Nem nos meus tempos de adolescente me passou pela cabeça pendurar um "poster" que fosse dos meus ídolos da música. Preferia forrá-las com carros de corrida...
Deixem que vos diga que adormecer a olhar para uma guitarra pendurada na parede, não é fácil... Fosse ela acústica e passarinhos e vozes celestias poderiam invadir o meu sono, através das idílicas apariçõesde Joan Baez, Marianne Faifhfull, Sandy Denny...
Mas, que diabo, uma guitarra eléctrica poderia ser pasto para sonhos verdadeiramente demoníacos: B.B. King a rangê-la durante toda a noite aos meus ouvidos...!; Jimi Hendrix a entrar-me pela janela dentro, envolto numa bola de fogo...!; Pete Townshend a parti-la à cacetada nas minhas costas, como naquela noite de Woodstock...!
Mas acabei por dormir que nem um santinho e manhã cedo, muito cedinho, já molhava os pés em Santa Monica Beach, tentando imaginar as "boas vibrações" que por lá se fizeram sentir, "a long, long time ago"...
Colaboração de Luís Mira
Com a publicação, nesse ano, do álbum dos Eagles com o mesmo nome, esse número teve ter sido largamente aumentado.
Muitos fanáticos da música devem ter-se posto a caminho da Califórnia, por essa altura, só para ter o prazer de pôr os "butes" nesse instântaneamente célebre hotel ("such a lovely place, such a lovely place...").
Mas, de duas uma: ou regressaram a penates com a "viola dentro do saco"; ou então comeram gato por lebre...
Na verdade, o Hotel California a que se referiram os Eagles nunca existiu. Foi uma simples "abstracção" e mesmo a capa do disco não era mais do que uma montagem com base em imagens do Beverly Hills Hotel, de que aqui vos deixo uma foto.
Eu próprio não deixei de ficar no meu Hotel California, situado no 1.670 Ocean Boulevard, não longe (em LA esta expressão é sempre relativa...) da casa do Eric Clapton que deu nome e capa a um dos seus LPs.
É claro que não andei à procura de nenhum Hotel Califórnia em particular, mas tive de optar por este após diversas tentativas fracassadas para encontrar alojamento em Santa Mónica, num fim de semana.
Foi, de longe, o hotel mais caro onde dormi em toda a nossa viagem, mas que se lixe... Não fui a LA para perder tempo à procura de hóteis e este tinha, ao menos, a vantagem de ficar mesmo junto à praia, quase podendo saltar directamente da cama para dentro de água...!
Mas se vos maço com este assunto, não é pelo hotel em si, mas pelo simples facto de, pela primeira vez na minha vida, ter dormido com uma guitarra eléctrica pendurada na parede do meu quarto! Nem nos meus tempos de adolescente me passou pela cabeça pendurar um "poster" que fosse dos meus ídolos da música. Preferia forrá-las com carros de corrida...
Deixem que vos diga que adormecer a olhar para uma guitarra pendurada na parede, não é fácil... Fosse ela acústica e passarinhos e vozes celestias poderiam invadir o meu sono, através das idílicas apariçõesde Joan Baez, Marianne Faifhfull, Sandy Denny...
Mas, que diabo, uma guitarra eléctrica poderia ser pasto para sonhos verdadeiramente demoníacos: B.B. King a rangê-la durante toda a noite aos meus ouvidos...!; Jimi Hendrix a entrar-me pela janela dentro, envolto numa bola de fogo...!; Pete Townshend a parti-la à cacetada nas minhas costas, como naquela noite de Woodstock...!
Mas acabei por dormir que nem um santinho e manhã cedo, muito cedinho, já molhava os pés em Santa Monica Beach, tentando imaginar as "boas vibrações" que por lá se fizeram sentir, "a long, long time ago"...
Colaboração de Luís Mira
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