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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

LENNON MORTO HÁ 34 ANOS


Faz hoje 34 anos que John Lennon foi morto à porta do Dakota, sua residência em Nova Iorque.

Mário Soares e Maria Barroso visitaram o histórico edifício, onde Portugal tinha um apartamento para residência do cônsul-geral.

Paulo Portas vendeu-o há dois anos...

Foto de Alfredo Cunha.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

PORTUGAL VENDEU DAKOTA


O Estado Português conseguiu vender finalmente o apartamento que possuía no Dakota, célebre edifício de Nova Iorque onde John Lennon vivia e foi morto há 33 anos.

Era um 7º andar de 8 assoalhadas que Portugal tinha adquirido em 1956 para residência do cônsul-geral.

Estava à venda por 10 milhões de euros e foi comprado por um casal norte-americano.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

PORTUGAL PÕE À VENDA DAKOTA


O Estado está a vender o apartamento que possui no Dakota, edifício de Nova Iorque onde viveu e foi assassinado John Lennon e onde ainda vive Yoko Ono e Sean Lennon.

Era a residência do cônsul-geral português. 10 milhões de euros. Falta-me pouco, mas não consigo lá chegar... Não fazem descontos?

A venda do apartamento está aqui.

Há mais 3 apartamentos no Dakota à venda.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

NA INTIMIDADE DO DAKOTA


"En Casa De John Lennon", Rosaura López Lorenzo, Hércules de Ediciones, 2005, 160 págs

Um livro bem interessante!

Rosaura, de nacionalidade espanhola, foi empregada doméstica do casal Lennon, no Dakota, entre 1976 e 1980.

Rosaura faleceu em 2005, com 73 anos, pouco depois da edição do livro.

DAKOTA DAYS


"Dakota Days", John Green, St. Martin's Press, 1983, 260 págs

quarta-feira, 29 de junho de 2011

DAKOTA 04


Porta interior, vedada ao público, de acesso aos apartamentos de John Lennon/Yoko Ono no Dakota, em Nova Iorque.

DAKOTA 03


Aspecto de pormenor do jardim interior do Dakota, em Nova Iorque, vedado ao público.

DAKOTA 02


Jardim interior do Dakota, em Nova Iorque, vedado ao público.

DAKOTA 01


Entrada exterior, de acesso livre, do Dakota, em Nova Iorque, local onde John Lennon foi assassinado a 08 de Dezembro de 1980.

Com esforço, pode ver-se Henrique Monteiro, então jornalista de "O Jornal", acenando para o fotógrafo.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

HOMENAGEM PORTUGUESA A JOHN LENNON


Esta homenagem portuguesa a John Lennon, "Imagine", integra-se num local mais amplo, em forma de lágrima, denominado "Strawberry Fields", no Central Park, Nova Iorque, defronte do Dakota, edifício onde Lennon residia quando foi morto a 08 de Dezembro de 1980.

A rosácea é da autoria de dois desconhecidos calceteiros nacionais, provavelmente da Câmara Municipal de Lisboa, uma ideia de António Syder Santiago, na altura cônsul-geral de Portugal em Nova Iorque.

Para se perceber este envolvimento português, há que recuar no tempo.

Em 1956, o Estado Português comprou o 7º andar de uma das alas do Dakota para instalar a residência oficial do cônsul-geral em Nova Iorque.

O dia do assassínio de John Lennon coincidiu com o início de funções de António Syder Santiago como cônsul-geral.

As milhares de pessoas que se juntaram no Dakota no dia da morte de Lennon impediram a minha instalação no edifício. Os meus haveres só conseguiram ser descarregados no dia seguinte que é, aliás, o dia do meu aniversário, contou o diplomata português.

Quando Yoko Ono lançou um apelo internacional para perpetuar a memória de John Lennon e a sua mensagem de Paz ao Mundo, Portugal ofereceu os seus préstimos.

Escrevi uma carta à minha vizinha, Yoko, e coloquei-me à disposição. Muitos países optaram por dádivas em dinheiro, mas Portugal e outros países preferiram as acções.

Como já havia a pedra - calcário e basalto - pensei num trabalho português, tipo calçada portuguesa. Contratei então dois calceteiros portugueses, da Câmara Municipal de Lisboa, a quem paguei a viagem, a estada e o trabalho e que, em duas semanas, fizeram a magnífica rosácea que está hoje à vista do Mundo.

O nome de Portugal consta da extensa lista de países a quem Yoko Ono e a municipalidade de Nova Iorque agradecem a contribuição e que está fixada numa rocha de "Strawberry Fields".

A Câmara Municipal de Lisboa já avisou entretanto este blogue de que os calceteiros talvez fossem de uma empresa privada, mas que continuaria as investigações para os identificar.