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domingo, 31 de dezembro de 2017
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
TANGO DOS BARBUDOS
DURIUM - DAT 10008 - edição portuguesa
Tango Dei Barbudos - Tango Del Gagá - Tango Dello Spaccone - Fidel Tango
sábado, 14 de novembro de 2015
EL MORRO
Há 15 anos, que se perfazem hoje, Paul McCartney almoçou neste restaurante de Santiago de Cuba, El Morro, e, pelos vistos, gostou!
Cortesia de Luís Mira, em Cuba
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Cuba,
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Restaurantes
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
BEATLES EM CUBA
"El Largo Y Tortuoso Camiño de los Beatles", João Farinãs, Editorial Arte Y Literatura (Havana), 2014, 376 págs.
Cortesia de Luís Mira
sábado, 12 de setembro de 2015
CHE GUEVARA
DISQUES VOGUE - V 45-1542 - edição francesa (1968)
Che Guevara - Porta Estandarte
Originais e interpretação de Geraldo Vandré, ao que parece brasileiro.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
REGRESSO AO LOCAL DO CRIME 13
Em 7 de Fevereiro de 1962, os Estados Unidos decretaram um embargo económico, comercial e financeiro a Cuba.
Horas antes de decretar o embargo, John Kennedy chamou o seu conselheiro, Pierre Salinger.
Pierre, necessito de ajuda, disse Kennedy.
Terei todo o prazer em ajudá-lo Presidente. Diga.
Preciso de muitos puros.
De quantos, Presidente?
De uns mil Petit Upmann.
E quando precisa deles, senhor Presidente.
Amanhã de manhã.
Pierre Salinger, também ele um gostador de puros cubanos, saiu do gabinete a perguntar-se o que iria Kennedy fazer a tantos charutos.
Conhecedor de todas as lojas onde se vendiam puros cubanos, satisfez o pedido presidencial com relativa facilidade.
Na manhã seguinte, quando Pierre chegou ao gabinete, o telefone já estava a tocar.
Que tal foi?, quis saber o Presidente norte-americano.
Muito bem, consegui 1.200 charutos cubanos.
Conta a história que, depois da resposta, Kennedy abriu a gaveta da secretária, pegou num grande papel e assinou-o de imediato.
Era o decreto instaurando a proibição de todos os produtos cubanos nos Estados Unidos.
Calcula-se que os norte-americanos, anualmente, fumam sete milhões de charutos cubanos importados ilegalmente.
Colaboração de Gin-Tonic
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
HASTA SIEMPRE
MOVIEPLAY - SP 20.170 - edição portuguesa
Hasta Siempre (Carlos Puebla) - Todo Por La Reforma Agraria (Carlos Puebla)
Distribuição Procope (Portugal), sob licença Egrem-Areito, Havana, Cuba.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
CARLOS PUEBLA
MOVIEPLAY - MOV 5.022 - edição portuguesa
A
Traigo de Cuba Un Cantar - Y En Eso Llego Fidel - Todo Por La Reforma Agraria - Canto A Camilo - Yo También Soy Miliciano - Rompiendo Las Relaciones
B
El Comité de Defensa - El Son De La Alfabetizacion - Por Alli Vinieron - Cinco Puntos De La Dignidad - Hasta Siempre - Diez Seran
A capa é apelativa!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
QUANDO SALI DE CUBA
It’s the dream of everyman to go back to the land where he was born, and that’s how it is with me.
Every night I sing a song and cry up for the day when I can go home again, to feel the warm morning sun and to walk where I used to run.
Many things can keep a man homeland apart, but the years and the miles can’t change what’s in a man’s heart, and someday, somehow, I will go back to the land I love
“English narration” que integra “Quando Sali de Cuba / The Wind Will Change Tomorrow”, na versão de The Sandpipers
Imagino que por alusão à Little Italy de Nova Iorque, Little Havana é o nome que foi dado ao subúrbio de Miami onde se foram instalando, ao longo dos anos, os refugiados cubanos que começaram a fugir ao regime de Fidel Castro logo após (ou mesmo antes…) a entrada triunfal das forças revolucionárias em Havana, na manhã de 1 de Janeiro de 1959.
Com o passar dos anos, muito outros “hispânicos” provenientes da América Central e da América do Sul se vieram também instalar em Little Havana, o que fez deste lugar um “melting pot” no qual os cubanos, embora em decréscimo nas últimas décadas, continuam a constituir a população social e culturalmente dominante.
Ainda hoje Cuba e o regime de Fidel Castro continuam a dividir os corações.
Há os que estão abertamente contra.
Os que estão abertamente a favor.
Há os que estiveram a favor mas, nos dias de hoje, já têm algumas dúvidas…
Os que não têm opinião formada sobre o assunto, porque “vá lá saber-se quem fala verdade…”.
E os que se estão absolutamente nas tintas, desde que os charutos continuem a chegar em boa quantidade e qualidade…
Mas eu não escondo a ninguém as minhas simpatias em relação a Cuba e ao povo cubano.
Há que saber situar os factos no contexto histórico da profunda “Guerra Fria” em que ocorreram, e por muitos que tenham sido e continuem a ser os “erros de percurso”, não posso acusar o regime de Fidel de ter sido o principal responsável por esse estado de coisas…
Mas, por outro lado, também não consigo nutrir uma profunda antipatia pelos cubanos de Little Havana.
A culpa é da Música, como sempre…
Acho que a nostalgia de “Quando Sali de Cuba” me adoçou o coração em relação a esta gente e hoje sinto por eles mais pena do que qualquer outro tipo de animosidade.
Penso nos dramas e nas dificuldades por que passaram…
Imagino o que será estar assim tão perto da nossa Casa e não poder voltar…
E foi nesta ambivalência de afectos que me dispus a vaguear pela Calle Ocho (Rua 8) que, sobretudo entre a 11ª e a 17 Avenidas, constitui a verdadeira “main street” de Little Havana.
É claro que não poderia ter a presunção de tudo ficar a conhecer numas míseras duas horas de passeio…
Mas queria tentar perceber como é que eles vivem e saber se ainda seria possível sair dali com um cheirinho a Cuba e às cores de Cuba.
As cores acho que as vi, mas o cheirinho foi mais a Uncle Sam do que a qualquer outra coisa…
Algumas das memórias dessa rua aqui ficam documentadas.
Prestamistas e negociantes de ouro…
O Rei das Batatas Fritas…
Cabeleireiro de Homens e Senhoras, a $10 cada corte de Segunda a Quinta-Feira …
Vendedores de colchões, para os quais a falta de dinheiro do cliente não constituirá qualquer problema…
O reparador Caraballo, com o qual não haverá falha possível…
Stands de automóveis com coloridos “show rooms” ao ar livre…
E lojas de charutos, como não poderia deixar de ser. A mais antiga e importante das quais passa por ser “El Credito Cigar Company”, que se situa na esquina da Calle Ocho com a 11ª Avenida e que, entre outros, produz “La Gloria Cubana”. Esta Casa foi criada em 1907 e transferiu-se definitivamente para Miami em 1968.
Entrei e fiz despesa.
Mas não lhes confessei que aqueles três charutinhos que me embrulhavam, com tanto zelo profissional, num pequeno saco isotérmico se destinavam a ser fumados pelos meus Amigos numa Festa que, entre outras coisas, celebra e glorifica a Amizade e a Solidariedade entre todos os Partidos Comunistas do Planeta….
E, por respeito para com os seus ideais, nem sequer me despedi deles da forma que mais me teria apetecido, isto é, de punho erguido e com um forte PÁTRIA O MUERTE, VENCEREMOS!!!
Se o tivesse feito, o mais certo seria não conseguir chegar inteiro à porta do meu carro…
Mas vi mais coisas ao redor da Calle Ocho…
Vi o monumento em honra dos mártires da Brigada de Asalto 2506, que na noite de 17/04/1961 foi dizimada na Baia dos Porcos.
Um outro em homenagem a José Marti, o herói da Guerra da Independência e o autor de “Guantanamera”, que parece ser o único cubano que, pelos vistos, consegue agradar a gregos e a troianos...
Quase na esquina com a SW 14th Street, vi um bonito mural que glorifica a união das Américas, cuja elaboração foi da responsabilidade do “Proyecto Multicultural las Américas”. “Unidos a traves del arte” parece ser o seu lema, e os artistas homenageados são, entre outros e para além do Presidente Lincoln, Tito Puente, Rocio Durcal, Pedro Infante, Carlos Gardel, Célia Cruz e Mário Moreno, o saudoso Cantiflas.. A arte popular no seu melhor, certamente…. E é claro que não falta, por baixo de um desenho das esculturas do Mount Rushmore, um sugestivo “Dios Biendiga y Proteja a América”…
E por falar em arte, consta também que, a exemplo do que sucede em Hollywood, Little Havana também tem o seu “Walk of Fame” carregadinho de estrelas, onde as do multicultural Júlio Iglésias e da heroína local Gloria Estefan parecem ser as mais fotografadas. Mas a verdade é que já não tive tempo nem paciência para ir à procura delas…
Diz a lenda que “Quando Sali de Cuba” é o hino nacional destes refugiados cubanos e é claro que se pensa, de imediato, que uma música com tanto “sentimiento” só poderia ter saído da pena de um cubano nostálgico da sua terra.
Mas, por ironia do destino, não foi nenhum cubano quem a compôs… Foi um argentino, de seu nome Luís Aguilé, quem escreveu letra e música em 1963
Pouco importa, para o caso.
Quando a lenda suplanta a realidade, publica-se a lenda…
E lá fui eu a cantar pela Calle Ocho fora…
Nunca podré morirme, mi corazón no lo tengo aquí
Alli me está esperando, me está aguardando
Que vuelva alli
Quando sali de Cuba
Déjé mi vida déjé mi amor
Quando sali de Cuba
Dejé enterado my corazon
Colaboração de Luís Mira
terça-feira, 10 de julho de 2012
EDDY GRANT
PARLOPHONE - 2025127 - edição portuguesa (1988)
Gimme Hope Jo'Anna - Say Hello To Fidel
Cortesia de João Pinheiro de Almeida
sexta-feira, 25 de maio de 2012
CARLOS PUEBLA
AREITO - LD3305 - edição cubana (1972)
A
Traigo De Cuba Un Cantar - Y En Eso Llego Fidel - Todo Por La Reforma Agraria - Canto A Camilo - Yo Tambien Soy Miliciano - Rompiendo Las Relaciones
B
El Comite De Defensa - El Son De La Alfabetizacion - Por Alli Vinieron - Cinco Puntos De La Dignidad - Hasta Siempre - Diez Seran
Colaboração de Pedro Brandão, em Sarajevo
sexta-feira, 27 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
JUANITA BANANA
MERCURY - 152.064 MCE - edição francesa
Juanita Banana - Do You Remember Juanita? - Come Back Juanita - Bubble Bath
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
BEATLES EM CUBA
"Los Beatles En Cuba", Ernesto Juan Castellanos, Unión de Escritores y Artistas de Cuba, 1997, 228 págs
A Revolução Cubana é uma paixão, discuti-la é outra paixão.
Como Pepe Gonzalez já aqui assinalou num comentário, os Beatles foram malquistos por Fidel nos anos 60 e 70, mas o mesmo Fidel não desdenhou inaugurar a estátua de John Lennon no dia 08 de Dezembro de 2000.
A estátua fica no Parque Lennon, não muito longe da Praça da Revolução. Feita em bronze, tem os tradicionais óculos redondos de Lennon, amovíveis.
Como já foram roubados umas tantas vezes, agora há um camarada que os guarda. Quando alguém quer tirar uma fotografia, é só pedir ao camarada para colocar os óculos.
Imagens da estátua e do parque podem ser vistas no DVD "Live In Cuba", dos Audioslave, a primeira banda de rock norte-americna a actuar na Pátria de Fidel (06 de Maio de 2005, mais de 50 anos depois da invenção do rock, as we know it!).
Os Manic Street Preachers estiveram lá em 2001, no dia 17 de Fevereiro.
Ernesto Juan Castellanos, intérprete dos Audioslave em Havana, é um beatlemaníaco, autor de livros sobre os quatro de Liverpool, como o que a imagem documenta.
Publicado em Cuba pela Unión de Escritores y Artistas de Cuba (só podia...), em 1998, o livro, de 232 páginas, reproduz o I Colóquio Internacional sobre la Trascendencia de la Obra de los Beatles en Cuba, realizado de 15 a 17 de Outubro de 1996.
Nas Lost Lennon Tapes, Volume 6, há uma canção do Beatle intitulada Down In Cuba.
Já agora, refira-se que Paul McCartney visitou Santiago de Cuba, no dia 15 de Janeiro de 2000.
Como Pepe Gonzalez já aqui assinalou num comentário, os Beatles foram malquistos por Fidel nos anos 60 e 70, mas o mesmo Fidel não desdenhou inaugurar a estátua de John Lennon no dia 08 de Dezembro de 2000.
A estátua fica no Parque Lennon, não muito longe da Praça da Revolução. Feita em bronze, tem os tradicionais óculos redondos de Lennon, amovíveis.
Como já foram roubados umas tantas vezes, agora há um camarada que os guarda. Quando alguém quer tirar uma fotografia, é só pedir ao camarada para colocar os óculos.
Imagens da estátua e do parque podem ser vistas no DVD "Live In Cuba", dos Audioslave, a primeira banda de rock norte-americna a actuar na Pátria de Fidel (06 de Maio de 2005, mais de 50 anos depois da invenção do rock, as we know it!).
Os Manic Street Preachers estiveram lá em 2001, no dia 17 de Fevereiro.
Ernesto Juan Castellanos, intérprete dos Audioslave em Havana, é um beatlemaníaco, autor de livros sobre os quatro de Liverpool, como o que a imagem documenta.
Publicado em Cuba pela Unión de Escritores y Artistas de Cuba (só podia...), em 1998, o livro, de 232 páginas, reproduz o I Colóquio Internacional sobre la Trascendencia de la Obra de los Beatles en Cuba, realizado de 15 a 17 de Outubro de 1996.
Nas Lost Lennon Tapes, Volume 6, há uma canção do Beatle intitulada Down In Cuba.
Já agora, refira-se que Paul McCartney visitou Santiago de Cuba, no dia 15 de Janeiro de 2000.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
PERSONA NON GRATA
"Persona Non Grata", Sérgio Ribeiro Soares, Fonte da Palavra, 2011, 116 págs, € 14
"Balada tropical", este livro do jornalista Sérgio Soares, ex-director de Informação da TVI e ex-chefe de redacção da Agência Lusa, conta as vivências do repórter por terras de Angola, de onde é natural e de onde foi expulso como persona non grata nos anos 90.
A acusação era a de "atentar contra a ordem pública estabelecida".
Custou-me imenso ser "expulso" da minha própria terra por um regime que contava nas suas fileiras com centenas de pessoas que tinham nascido no Zaire, na Zâmbia ou no Congo. Eu, que nascera no coração de Angola, era expulso!, escreve o autor.
Sérgio Soares foi o primeiro jornalista ocidental que o regime marxista angolano creditou em Luanda.
No território viveu as guerras, a retirada cubana, a vida atribulada do general cubano Ochoa, proscrito por Fidel Castro e são esses relatos que escreve.
terça-feira, 22 de março de 2011
AUDIOSLAVE EM CUBA
Só a 06 de Maio de 2005, os Audioslave foram a primeira banda norte-americana de rock a actuar em Cuba.
Fizeram-no na Praça José Martí, em Havana, perante 60 mil fãs que não pagaram bilhete.
O evento foi organizado conjuntamente pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos e pelo Instituto Cubano da Música.
Fizeram-no na Praça José Martí, em Havana, perante 60 mil fãs que não pagaram bilhete.
O evento foi organizado conjuntamente pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos e pelo Instituto Cubano da Música.
segunda-feira, 14 de março de 2011
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