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sábado, 23 de fevereiro de 2008

O CLENARDO DE ZECA DO ROCK


Entre diversas outras entidades, encontra-se na foto o então meu grande amigo Diogo Ary dos Santos, irmão mais novo do poeta, que mais tarde veio a suicidar-se, diz-se que por desgosto pelas opções políticas e sociais do maninho. É o 2º à minha direita (esquerda olhando a foto).

Zeca do Rock

CLENARDO FINOU-SE!


Companheiro Zeca do Rock:

Dei hoje uma pequena volta por parte da minha juventude lisboeta. Só tristezas: a "Parreirinha do Rato" é uma taberna infecta que tem escapado às malhas da ASAE, já não existe a B&O, as mercearias de bairro aderiram à CEE, isto é, modernizaram-se, há restaurantes novos, lojas de chineses.

Não se percebe muito bem o que fizeram dos Maristas, o Sol Parque ainda existe, bem como a Leitaria Mimosa do Parque, a Farmácia Gomes, os Correios no Rato e a Charcutaria Brasil. Estava a chover, não deu para ver muito (fica prometida uma reportagem mais precisa).

Mas deu para ver que o Externato de Clenardo, na rua do Salitre, finou-se! O edifício, de azulejos, lindo, está fechado, e ostenta, pelo menos desde 1995, um alvará para obras, nunca feitas.

O Zeca do Rock andou no Clenardo, bem como o Luís Moutinho, o Filipe Malta da Costa (campeão de hipismo), se bem me lembro.

Eu estive lá no acto lectivo de 1964/1965. Fiz parte do Quadro de Honra (eheheh!) em Março e Maio de 1965.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

O PRIMEIRO TEXTO SOBRE OS BEATLES


Este foi o meu primeiro texto sobre os Beatles, uma polémica (acesa) com o director do Externato Clenardo, de Lisboa, o feroz padre Jorge Lereno (dizem-me que ainda é vivo). Corria o ano de 1966.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

RELÍQUIAS DO ZECA (07)


Zeca do Rock com o toureiro Manuel dos Santos por volta de 1962. Na lapela, Zeca ostenta o emblema do Externato Clenardo, em Lisboa, na rua do Salitre, por onde passou, bem como este escriba. Mas o emblema não se vê bem.