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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

CINEMA CONDES


"Amor e... Conversa!" (Amor e Chiachiere), de Alessandro Blasetti, com Vittorio de Sica e Gino Cervi, cinema Condes (Lisboa), 3 de Outubro de 1958

terça-feira, 12 de julho de 2016

CINEMA CONDES


"O Alegre Mundo de Bucha e Estica" (Laurel & Hardy's Laughing Twenties), de Leo McCarey, com Stan Laurel e Oliver Hardy, cinema Condes (Lisboa), 12 de Julho de 1966

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

CINEMA CONDES


"Um Grito na Noite", de Carlos Porfírio, com Maria Eduarda Gonzalo, João Perry, Mário Santos, Emílio Correia, cinema Condes (Lisboa), 23 de Fevereiro de 1948

sexta-feira, 21 de maio de 2010

CINEMA CONDES HÁ 200 ANOS


O Hard Rock Cafe, em Lisboa, foi anteriormente o cinema Condes, mas há 200 anos era o Teatro da Rua dos Condes, conforme imagem publicada no "Diário Popular", de 03 de Fevereiro de 1966.

Segundo a descrição do vespertino lisboeta, chegou a ser Teatro Nacional, juntamente com S. Carlos.

O jornal diz ainda que o cinema Condes, que sucedeu ao Teatro, por onde desfilaram grandes companhias estrangeiras e nacionais, bons elencos de ópera e opereta italiana, grandes figuras da cena francesa e o que de melhor havia no nosso teatro, foi construído em 1956 pelo prestigioso comerciante da capital, Francisco de Almeida Grandela, o mesmo que ergueu os grandes armazéns que têm o seu nome.

E antes de ser Condes foi ainda Animatógrapho com campaínha à porta a chamar os espectadores. Desde 1916 funcionou sempre como cinema.

Ainda um pormenor curioso ligado à história do teatro: nos seus baixos funcionou durante mais de meio século um clube privativo de comerciantes e industriais de prestígio, Os Makavencos, ponto de reunião nocturna para bons momentos de cavaco.

domingo, 27 de janeiro de 2008

CINEMA CONDES


Da desgraça que tem acontecido aos grandes cinemas lisboetas, o Condes foi felizmente o mais bafejado pela sorte, já que alberga o primeiro Hard Rock Cafe português, de que sou grande fã, não só pela comida e ambiente, mas sobretudo pelo espírito que encerra.

Fantástico seria que o vizinho Odeon tivesse igual sorte.