Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos do Carmo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos do Carmo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de junho de 2014

ASSIM... NINGUÉM TEM


Carlos do Carmo teve a gentileza de me autografar este single e de me afiançar que tem muita honra nele.

"Assumo tudo o que fiz e tenho muita honra em tudo o que fiz", disse, contrariando versões segundo as quais não estaria satisfeito com disco.

Ora, ainda bem!

LPA

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

CARLOS DO CARMO CANTA JOSÉ AFONSO


TECLA - TE 1061

Pedra Filosofal (António Gedeão/Manuel Freire) - A Voz Que Eu tenho (Vasco Lima Couto/J. Proença) - Menino d'Oiro (José Afonso)

Cortesia de Filhote, no Rio de Janeiro

sábado, 2 de fevereiro de 2013

UM HOMEM NA CIDADE


TROVA - MOV. 7005 - 1977

Face A

Um Homem na Cidade (música José Luís Tinoco) – O Cacilheiro (música Paulo de Carvalho – Fado do Campo Grande (música António Vitorino de Almeida – O Amarelo da Carris (música José Luís Tinoco) – Namorados da Cidade (música Fernando Tordo) – Nova Feira da Ladra (música Frederico de Brito)

Face B

O Homem das Castanhas (música Paulo de Carvalho) – Rosa da Noite (música Joaquim Luís Gomes) – Fado Varina (música Moniz Pereira) – Fado dos Azulejos (música Martinho d’Assunção) – Fado da Pouca Sorte (música Fernando Tordo) – Balada Para uma Velhinha (música Martinho d’Assunção).

Todos os poemas são da autoria de José Carlos Ary dos Santos e interpretados por Carlos do Carmo.

Teve o prazer, o gosto, o que lhe quiserem chamar, de ter conhecido a poesia de José Carlos Ary dos Santos, antes de o poeta se tornar o mais conceituado e importante, - deixem passar a ousadia de assim o considerar - letrista da música portuguesa: Menina, Tourada, Canção de Madrugar, Cavalo à Solta, Estrela da Tarde, umas tantas mais.

Vagamente, lamenta que o letrista tenha, de algum modo, feito esquecer o poeta que foi.

Certo jornalismo, dito cultural, que nunca leu os seus livros, tratou-o levianamente, por vezes, com desdém.

Maria do Rosário Pedreira, há dias, escrevia, no seu blogue Horas Extraordinárias:

Tenho também consciência de que uma letra não tem a profundidade de um poema – quiçá porque este (no meu caso, de novo) venha sempre de um lugar misterioso que não domino, que está fora da minha alçada, que tem qualquer coisa de transcendente. Por isso já sabem: se me pedirem letras, eu faço. Se me pedirem poemas, não sei.

Este disco é um voo de pássaro sobre uma cidade, a sua melancolia, a sua tradição, um rio, cacilheiros, o amarelo da Carris, namorados, varinas, o homem das castanhas, azulejos, feira da ladra, gente, amanheceres, anoiteceres, ternuras.

Lisboa é o seu amor, a sua aventura e o seu desespero. O lugar onde ele persegue a ternura que está rodeada por cardos. Porque ao fim e ao cabo o amigo está sempre longe. E se chega, vem atardado, entardecendo-lhe a alma. Pungência de amores inconsentidos à luz diurna, beijo mordido na penumbra derramada pela estrela da tarde, escreveu Natália Correia, que tão bem conheceu Ary, duas autênticas forças da natureza, que tudo poderão ter sido, mas poetas castrados não.

Morava na Rua da Saudade, morreu a 18 de Janeiro de 1964.

Os frequentadores de números redondos terão, para o ano, a possibilidade de fazerem desfilar as banalidades de ocasião, os faits-divers de uma vida curta mas intensamente vivida, corajosa, até aos limites da autodestruição.

Na hora da morte da morte terá gritado – gritou certamente! - para os amigos que o rodeavam:

Quem é que me traz um gin-tonic?

Colaboração de Gin-Tonic

domingo, 31 de outubro de 2010

CARLOS DO CARMO


MUZA SX 1475 - edição polaca

Onde é Que Tu Moras – Estrela da Tarde – Os Lobos e Ninguém – Novo Fado Alegre – No Teu Poema – Maria Criada/Maria Senhora – Cantiga de Maio – Uma Flor de Verde Pinho – Lisboa, Menina e Moça, Meu Nome é Fado

Em 1976, Carlos do Carmo participou no Festival SOPOT. Os polacos aproveitaram para gravar um disco.

Cortesia de Pedro Brandão/Aida Santos

segunda-feira, 21 de julho de 2008

CARLOS DO CARMO COM MÁRIO SIMÕES


ALVORADA AEP 60480

Loucura (Carlos do Carmo) - Cinderela - Só Dor - Twist Desconjuntado

Cortesia de Vicky