Mostrar mensagens com a etiqueta Brasileiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Brasileiros. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

GAL CANTA CAYMMI


PHILIPS - 6349 195

Lado 1

Vatapá – Festa de Rua – Nem Eu – Pescaria – O Vento – Modinha para Gabriela

Lado 2

Rainha do Mar – Só Louco – São Salvador – Peguei um “Ita “ no Norte – Dois de Fevereiro – Oração da Mãe Menininha

Não consideraria fechada a evocação de Dorival Caymmi, se não fosse buscar este LP de Gal Costa, maravilhosa Gal!, e, agora, batuca as teclas do computador – saudades de escrever em ardósia!... – com o mesmo ar esperançoso de um colegial ao redigir a sua primeira declaração de amor.

A última faixa do LP é «Oração de Mãe Menininha», em que Gal faz dueto com Maria Bethânia, e ele lança-lhes o desafio para irem ao You Tube e puxarem por

 https://www.youtube.com/watch?v=6UZP5b99ir4

Encontrarão uma soberba «Oração de Mãe Menininha» por Gal e Bethânia, tirada de um show de homenagem a Dorival Caymmi transmitido pela TV Manchete.

Arrepiante.

Pena, que o vídeo-clip termine de maneira abrupta, mas o que se ouve já dá para quebrar, requebrar, mexer e remexer.

Há quem diga que Cristo nasceu na Baía.

Quem é ele para dizer o contrário!

Texto de Gin-Tonic

OS FILHOS DE CAYMMI


ODEON - 064 82356

Lado 1

Oração de Mãe Menininha – Peguei um “Ita” no Norte – Marina – Rosa Morena – O Que É Que A Baiana Tem – Promessa de Pescador

Lado 2

Maracangalha – Saudade da Bahia – Só Louco – Dora – Vestido de Bolero – Não Tem Solução


Quando era miúdo, a telefonia estava aberta de manhã à noite.

Era um «Pilot».

«Diga Pilot ou Pailot, o que importa é o som que de lá sai.»

Como raio a música não havia de lhe entrar pelos sentidos?

Mais tarde, o pai comprou um «pick-up».

Os discos eram de 78 rpm e a pena que ele tem que se tivessem partido – outros foram fanados!

Particularmente lembra-se das músicas brasileiras, Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, a cantar «Asa Branca», uma canção tocada e retocada «O Sanfoneiro Só Tocava Isso», muitas mais e… Dorival Caymmi.

Dessas músicas haveria, mais tarde, comprar LPs que lhe trouxeram esse sons da infância e adolescência.

Caetano Veloso tem uma feliz expressão quando menciona que, naquele pedaço abaixo do Equador, todos são filhos de Caymmi.

Reparem, acima, no naipe de canções.

São todas canções que lhe ficaram agarradas como sarna.

Eu vou prá Maracangalha, eu vou, vou de liforma branco, de chapéu de palha, eu vou, Marina, morena, você se pintou, você faça tudo, mas faça um favor, não pinte esse rosto que eu gosto e que é só meu, Ai,que saudade eu tenho da Bahia, ai se eu escutasse o que mamãe dizia, - allô, allô Carmen Miranda! - e esse extraordinário «Vestido de Bolero»:


Um casaco bordô
Um vestido de veludo
Pra você usar
Um vestido de bolero
Lero, lero, lero
Já mandei comprar
Se o casaco for vermelho
Todo mundo vai usar
Saia verde, azul e branco
Todo mundo vai usar
Apesar dessa mistura
Todo mundo vai gostar
É que debaixo do bolero
Lero, lero, lero
Tem você yayá


Se nunca ouviram, passem um tempinho no You Tube, chamem as canções e perceberão o porquê de Caetano a todos chamar filhos de Caymmi.

Texto de Gin-Tonic

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

A NOIVA


CARIOCA - CAR 19035 - edição portuguesa

A Noiva (Joaquim Prieto/Fred Jorge) - Lama (Paulo Marques/Alyce Chaves) - Meu Amor É Um Pão (Paulo Menezes) - Poema do Coração (Vera Falcão/Renan França)

domingo, 11 de setembro de 2016

QUE BELO DISCO!


EMI/UNIVERSAL - 060254772917 - 2016

Nu Com A Minha Música (Caetano Veloso) - Cama (Maria Monte/Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown) - É Doce Morrer No Mar (Dorival Caymmi/Jorge Amado) - Carinhoso (Pixinguinha/João de Barro) - Alta Noite (Arnaldo Antunes) - A Primeira Pedra (Maria Monte/Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown) - Dizem Que O Amor (Francisco Santana/Argemiro) - Ilusão (Julieta Venegas/Marisa Monte) - Esqueça (Marc Anthony) - Chuva No Mar (Marisa Monte/Arnaldo Antunes) - Fumando Espero (Juan Viladomat Masnas/Felix Garzo) - Volta, Meu Amor (Manacea/Áurea Maria) - Waters Of March (Águas de Março) (António Carlos Jobim)

"Nu Com A Minha Música" tem as participações de Rodrigo Amarante e Devendra Banhart, "É Doce Morrer No Mar" de Cesária Évora, "Carinhoso" de Paulinho da Viola, "Alta Noite" de Arnaldo Antunes, "Chuva No Mar", de Carminho, "Waters Of March", de David Byrne.

segunda-feira, 21 de março de 2016

ÂNGELA MARIA


COPACABANA - COP 73013 - edição portuguesa

Atiraste Uma Pedra - Canta Brasil - Francisco Alves - Confeti

IVON CURI


RCA VICTOR - 583-5054 - edição brasileira

Amigos, Não - Dei no Pai e Trouxe a Filha - Mundo Mau - Boa Viagem

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

MORTE E VIDA SEVERINA 02


"Morte E Vida Severina", de João Cabral de Melo Neto que acompanha o respectivo EP.

Autografado pelo autor: A Orlando Vilela, a quem deve tanto que este auto tenha vivido para os portugueses, com o abraço cordial do J. C. de Melo.

MORTE E VIDA SEVERINA 01


CÁRITAS - CAR-4.002 - edição brasileira (1965)

Mulher da Janela - Louvor - Funeral - Exaltação

Poemas de João Cabral de Melo Neto, músicas de Chico Buarque de Holanda.

Coral Alunos da PUCSP, regência de Zuinglio Faustini.

Trechos do espectáculo encenado pelo TUCA no Teatro da Universidade Católica, São Paulo, 1965.

EP autografado por João Cabral de Melo Neto: Ao Dr. Orlando Vilela a quem devemos o sucesso do TUCA em Portugal os nossos mais sinceros agradecimentos.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

PARA LENNON E McCARTNEY


EMI - 31C 064 422900D - edição brasileira (1970)

Para Lennon e McCartney (Lô Borges/Fernando Brant/Márcio Borges)

quarta-feira, 1 de julho de 2015

O GATO DA MADAME


COLUMBIA - CBEP 51012 - edição brasileira

O Gato da Madame (Zilá Fonseca) - Prece de Amor (Cauby Peixoto) - Viva Meu Samba (Sílvio Caldas) - Mocinho Bonito (Doris Monteiro)

Em Portugal, "O Gato da Madame" foi cantado por Lina Maria, por exemplo.

Disco adquirido por meu Pai no dia 30 de Maio de 1961, há 54 anos...

sexta-feira, 19 de junho de 2015

SAMBA CHATO


PARLOPHONE - LMEP 1166 - edição portuguesa

Samba Chato - Pom Iom Pom Pom - Desconfia (Ivon Curi) - Ai Meu Calo

domingo, 17 de maio de 2015

IVON CURI


PARLOPHONE - LMEP 1148 - edição portuguesa

Casar É Bom - O Felizardo - Relendo Tua Carta (Serge Gainsbourg/G Figueiredo) - Amor Naquela Base

Em tempos, nos anos 80, estive no bar deste cantor brasileiro no Rio de Janeiro.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

BOM É QUERER BEM


RGE  - SLRL  8625

Face A

Bom é Querer Bem – Mundo Vazio – Solidão – Sonata Sem Luar – Ri – Favela

Face B

Voltei – Você – O Menino Desce o Morro – Nego Malandro de Morro – Vem Comigo – A mesma Rosa Amarela

Quando andou a mexer nos discos dos Manhattan Transfer, os dedos deslizaram para os vinis da Maysa Matarazzo.

Quando o Inverno chega, o frio faz-se gélido, há vozes próprias para nos aquecerem.

A de Maysa Matarazzo é uma delas.

José Scatena a primeira vez que viu Maysa ficou deslumbrado: ele deveria ter 19 anos e era linda. Aqueles enormes e inquietos olhos, os cabelos aloirados e cheios, um perfume doce que ficava no ar.

Ele, a primeira vez que viu-ouviu Mayza Martarazzo, foi pelos 15 anos, ela tinha 36, na televisão a preto e branco, num TV Clube, em directo e apresentado por um todo babado Henrique Mendes.

Como dizem, hoje, os putos do liceu: ficou agarrado!

Até um determinado tempo, os brasileiros garantiam que a música popular brasileira estava marcada pelo «antes» e pelo «depois» de Maysa.

Depois houve mutos mais antes e depois e continuará a haver.

No entanto, há muito, muito tempo, que não se lembrava de Maysa.

Não fora a circunstância de um deslizar de dedos e continuaria no olvido.

E ela bem o ajudou.

Numa das mais interessantes versões de "Marcianita" que ele conhece, é a do Daniel Bacelar só que ele capricha em renegá-la, não-sei-quê-por-causa-do-arranjo-à-Marino Marini-coisa-que-o-valha.

Na canção existe aquela pedacinho em que se ouve: em matéria de amores eu sou sempre passado pra trás.

No tempo em que se fascinou pela voz de Maysa era assim que ele se encontrava: passado para trás.

Mas ele é de signo Carneiro, teimoso que nem um raio, e contou para si mesmo que tinha de dar a volta à situação.

Aconteceu a inauguração da filial na Graça do Banco Português do Atlântico, o gerente era amigo do pai, e levou-o até ao cocktail. Uns senhores de casaco branco passeavam-se com umas bandejas com copos e iam distribuindo bebidas. Passaram perto e ele deitou a mão a um copo que tinha uma rodela de limão, uns cubos de gelo, que ele entendeu ser uma limonada.

Não era.

Tratava-se de gin-tónico.

Soube-lhe a prazeres do paraíso.

Lá por casa não havia garrafas de gin, apenas whisky, Johnny Walker, nas versões rótulo vermelho e negro, este apenas quando o rei fazia anos.

Até que um dia entrou portas dentro do "British-Bar", sentou-se naquelas mesas de mármore, pediu um gin-tonic. Com amabilidade perguntaram-lhe: de que marca?, espantou-se e  outra coisa não saiu senão o mais baratinho.

Desceu o velho Gordons.

Por ali ficou a ver a tarde correr, a olhar as prateleiras de linda e boa madeira, com garrafas das diversas e coloridas bebidas.

Ainda não estava lá o relógio que marca as horas ao contrário e que aparece em "A Cidade Branca", filme  do Alan Tanner.

Apenas existia o papagaio, um ambiente confortante e dedicou-se a um grande cachimbada.

Desde esse dia, o British passou a ser o seu porta-aviões.

Sentiu que deu a volta aquela história do sempre passado para trás, sim, que precisão tinha ele de ir ao encontro de quem não se lembrava de vir ter com ele.

Repara agora que só queria lembrar Maysa e desatou a contar a vidinha dele.

Que têm os viajantes-ié-ié a ver com isso?

Rigorosamente nada.

Apenas uma terna lembrança de que Maysa, o gin-tonic, o British-Bar o ajudaram a percorrer um caminho.

Gracias a la Vida.

Pois, da Maysa há-de trazer mais um vinil, o resto está nessa coisa horrorosa a que chamaram CDs e trará apenas um, e ele explicará o porquê.

Ele não sabe se valerá a pena colocá-los no kioske (claro que vale!, nota do editor).

Mas alguém lhe sussurra, com erudição bacoca:

Fait ce que voudras.

Entendeu.

Colaboração de Gin-Tonic

domingo, 29 de dezembro de 2013

LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO JÚNIOR


EMI - 4229301 - edição portuguesa (1983)

A

Alô, Alô Brasil - Se Eu Quiser Viver - Todo Boato Tem Um Fundo Musical - Amor - Um Homem Também Chora (Guerreiro Menino)

B

Feliz - Coração de Plástico - Nave Espacial - Pelo Brasil - Memória - Tem De Dia Que De Noite É Assim Mesmo

Colaboração de João Pinheiro de Almeida

sábado, 17 de agosto de 2013

GRANDE OTELO


RODA - RTE 3011 - edição portuguesa

A Mulher da Gente (Grande Otelo) - Vê Que Beleza de Samba (Elza Costa) - A Nêga Tá Lá Dentro (Hugo Santana) - Eu Vou Gritar (Salomé)

terça-feira, 25 de junho de 2013

VICE-VERSA


RCA VICTOR - PL-40868 - edição portuguesa (1981)

A única razão por que esta fraca homenagem de desconhecidos artistas brasileiros a John Lennon tem honras de post é porque o LP foi comprado na discoteca Vice-Versa que ficava no Centro Comercial AC Santos, na avenida da Igreja, em Lisboa.

A Vice-Versa fazia parte do império que também incluía a Sinfonia, Apolo 70, Concorrente e Compasso.

terça-feira, 11 de junho de 2013

OB-LA-DI OB-LA-DA


LONDON GLOBE - FER 5024 - edição portuguesa (s/data)

Ob-La-Di Ob-La-Da (Lennon/McCartney - versão Fred Jorge) - Vamos Esperar (T. Howard/B. Kirin/H. Hoffman - versão Lilian Knapp) - Tudo É Mentira (Palito Ortega - versão Idineves Festa) - Pedido (Fábio Luiz/Nelson Claro)

sábado, 8 de junho de 2013

NANA CAYMMI


EMI - 11C 078-422896 - edição portuguesa (1981)

Lado A

Café Com Pão - Direto No Coração - Você Que Me Ouve - Mas Quem Disse Que Eu Te Esqueço - Inda Lá

Lado B

Nem Uma Lágrima - Brisa Do Mar - Rastro De Perfume - Primeira Estrela - Bons Amigos

Colaboração de João Pinheiro de Almeida

sábado, 27 de abril de 2013

"E O SOM DOS BEATLES NA VITROLA"


DUBAS - 325912000902 - edição brasileira (2000)

Escândalos de Luz - Frank, Tate e Eu - Coquinho - Rua Ramalhete - A Mais Bonita É Você - A Última Vez Que Olhei O Rio - Além da Sua Luz da Lua - A Felicidade Ali - Achar Um Coração - Não Vou Ficar - Cadê Você? - O Amor Não Acaba Pra Quem É Do Bem - Violão e Eu - Eu Vou Pra Onde Vai O Amor

Vamos deixar tudo rodar
E o som dos Beatles na vitrola
Será que algum dia eles vêm aí
Cantar as canções que a gente quer ouvir


Uma brasileiro maneiro que é fã de Beatles...

domingo, 24 de fevereiro de 2013

NEY MATOGROSSO


ELEKTRA - ELE B 91038 - edição portuguesa (1980)

A

Napoleão (Luli/Lucinha) - Ando Meio Desligado (Arnaldo Baptista/Rita Lee/Sérgio Baptista) - Sujeito Estranho (Oswaldo Montenegro -Não Há Cabeça (Ângela Ro Ro) - Coração Aprisionado (Luli/Lucinha) - Balada da Arrasada (Ângela Ro Ro)

B

Um Índio (Caetano Veloso) - Seu Amor (Gilberto Gil) - Barco Negro (Piratini/Caco Velho) - Rio de Janeiro (Ary Barroso) - Doce Vampiro (Rita Lee)

Cortesia de João Pinheiro de Almeida