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sexta-feira, 3 de junho de 2016

MEET THE BEAT


POLYDOR - 819 826 - edição alemã

terça-feira, 14 de julho de 2015

BEATLES EM HAMBURGO


Record Collector nº 442, Julho de 2015, 8,30 € (MagKiosk)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

BAMBI KINO


TAPETE - TR 202 - 2011

Some Other Guy - Besame Mucho - I'm Talking About You - Wild Cat - Soldier Of Love - Lend Me Your Comb - Crying Waiting Hoping - Shakin' All Over - Ramrod - A Shot Of Rhythm 'N' Blues - To Know Her Is To Love Her - Clarabella

Os Bambi Kino são um caso curioso.

São quatro músicos indie norte-americanos que pertenceram a bandas nada despiciendas (Nada Surf, Cat Power, Death of Samantha).

Formaram-se em 2010 para assinalar os 50 anos dos tempos dos Beatles em Hamburgo.

Bambi era o nome do cinema onde os Beatles pernoitavam, atrás do ecrã.

O que é mais difícil de detectar é que a foto do álbum foi tirada frente ao actual prédio de habitação, ex-cinema. Só mesmo quem lá esteve!

Se bem repararem no alinhamento do disco, ele é composto por canções que os Beatles tocavam à época.

E o álbum foi gravado no Indra, o primeiro clube de Hamburgo onde os Beatles tocaram, ainda existente, não muito longe do cinema, hoje um prédio de habitação.

Ver aqui informações sobre os Beatles em Hamburgo.

THE BEATLES IN HAMBURG


Record Collector, Abril de 2011

domingo, 22 de março de 2015

BEATLES EM HAMBURGO


BEATLES EM HAMBURGO


Qualquer fã de Beatles que visite Hamburgo tem de se preparar muito bem, fazer o trabalho de casa.

É que não há muita informação no local, apesar dos esforços.

E nem sequer já há o Museu dos Beatles. No seu lugar, na Beatles Platz, está agora o Susis Show Bar, mais uma treta de sexo, com table dance de mulheres nuas.

Os Beatles estiveram em Hamburgo – e até lá gravaram – entre 1960 e 1962, numa aprendizagem muito dura e até dramática.

Trabalharam que nem cães em clubes de Reeperbahn (St Pauli), uma zona de bares, clubes e sexo curiosamente muito similar a Liverpool. A cidade inglesa e alemã são portuárias.

Quando se aterra em Hamburgo, tem de se saber exactamente o que visitar, sobretudo quando o tempo é escasso.

Eu e a Teresa definimos previamente em Lisboa o nosso objectivo:

- os clubes onde os Beatles tocaram (Indra, Star Club, Kaiserkeller e Top Ten);

- o cinema onde os Beatles dormiam… e deitaram fogo (Bambi Kino);

- a estação da Polícia onde os Beatles foram detidos (Reeperbahn);

- o bar onde os Beatles iam beber copos (Gretel & Alfons):

- a porta onde Jurgen Vollmer tirou a foto aos Beatles e que Lennon aproveitou para o seu LP “Rock ‘N’ Roll” (Jagger Passage).

Vamos lá então:

Clubes:

Indra – é o único clube que permanece aberto e com o mesmo nome, foi onde os Beatles tocaram pela primeira vez: 64 Grosse Freiheit;

Star Club – já não existe, no seu lugar está agora um restaurante tailandês (Nakorn Luang Thai), mas o local está bem assinalado, apesar de escondido; manteve a porta original, que já não dá para sítio algum, o que não deixa de ser curioso; há uma gravação ao vivo dos Beatles neste clube – 39 Grosse Freiheit;

Kaiserkeller – o clube existe, mas com outro nome, Grosse Freiheit 36; à entrada, está exposto o contrato, chamuscado, dos Beatles com Bruno Koschmider, para os concertos, 36 Grosse Freiheit;

Top Ten – já não existe também, no seu lugar está agora um clube de sexo elegante, de smoking, Moon Doo – 136 Reeperbahn;

O cinema Bambi já não existe, no seu lugar está agora um prédio de habitação, mas o local está discretamente assinalado! A menina da loja da frente nem sequer sabia! 33 Paul-Roosen Strasse;

A esquadra da Polícia existe e é considerada a mais famosa esquadra alemã, não por causa dos Beatles, mas por causa do local onde está situada, a milha mais perversa da Alemanha, em Davidstrasse, Reeperbahn, e dos filmes e séries de televisão que lá se fizeram, como “Polizeirevier Davidwache” e “Grossstadtrevier”.

Juntamente com a esquadra da Polícia e o Indra, o bar Gretel & Alfons é o único local dos Beatles em Hamburgo que ainda permanece intacto. É reconfortante beber uma Astra e respirar as emoções; há Beatles por todo o lado: 29 Grosse Freiheit;

Finalmente, a cereja no topo do bolo. E é aqui que a porca torce o rabo.

Não é nada fácil, para não dizer quase impossível, sobretudo agora que o prédio está em obras, encontrar a porta que Jurgen Vollmer escolheu para tirar a fotografia dos Beatles que John Lennon escolheu para ilustrar o seu álbum de 1975, “Rock ‘N’ Roll”.

Trata-se de um prédio particular, em Jagger Passage, muito reservado, com uma oficina de bicicletas à porta e sem uma única informação sobre a presença dos Beatles.

Uma última indicação: está tudo em alemão, não há uma única informação em inglês!

E a guia turística do city sightseeing generalista demonstrou não saber correctamente a história dos Beatles em Hamburgo.

Ah! E não encontrámos uma única discoteca!

Luís Pinheiro de Almeida (texto) e Teresa Lage (foto)

THE BEATLES' FIRST!


POLYDOR - 24 75 662 - edição espanhola (1980)

JOHN LENNON


APPLE - PCS 7169 - edição original (1975)

A fotografia é de Jurgen Vollmer e, além de John Lennon, estão Paul, George e Stuart, desfocados, em Hamburgo.

Explica Vollmer:

I wanted John to be the focal point of the picture and asked him to stand perfectly still while Paul, George and Stuart passed by on the sidewalk. All four wore their pointed Rocker shoes. I had the camera on a tripod, because I wanted the relatively long exposure time of one second to make the figures of the passing trio totally blurred. But I wanted those shoes in focus - more precisely onde shoe of each. So we rehearsed synchronized walking until all thre strode in a step which left one foot at rest for a second while their bodies and their other feet kept moving. I made them to do it twelve times for the camera, a whole roll of film. John, having to remain in the doorway and finding it difficult to express variations of arrogance as I required, started to complain, but the three walkers seemed to have a 'fab' time. Years later, in 1975, John used onde of those photos as the cover for his solo album 'Rock 'n' Roll'.

Jurgen Vollmer em "The Beatles In Hamburg", 2004

sábado, 21 de março de 2015

BEATLES IN HAMBURG


LINGASONG - KAH 7375 - edição original (1977)

Famosa edição da Lingasong comprada algures em 1977 em Andorra.

EDIÇÃO DA CASTLE COMMUNICATIONS


SHOWCASE/CASTLE COMMUNICATIONS - SHLP 130 - edição britânica (1985)

sexta-feira, 20 de março de 2015

UM DOS FOTÓGRAFOS DE HAMBURGO


"The Beatles In Hamburg", Jurgen Vollmer, Schirmer/Mosel, 2004

ADEUS, ATÉ AO MEU REGRESSO


"The Beatles In Hamburg", Spencer Leigh, Omnibus Press, 2011

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

BEATLES NA MGM


MGM - SE-4215 - edição norte-americana (1964)

Side One

My Bonnie (the Beatles with Tony Sheridan) - Cry For A Shadow (the Beatles with Tony Sheridan) - Johnson Rag (Titans) - Swanee River (Tony Sheridan and the Beat Brothers) - Flying Beat (Titans) - The DarkTown Strutters' Ball (Titans)

Side Two

The Saints (When The Saints Go Marching In) (the Beatles with Tony Sheridan) - Rye Beat (Titans) - You Are My Sunshine (Tony Sheridan and the Beat Brothers) - Summertime Beat (Titans) - Why (the Beatles with Tony Sheridan) - Happy New Year Beat (Titans)

Primeira edição norte-americana com gravações dos Beatles em Hamburgo (tenho dúvidas de que Tony Sheridan tenha participado em "Cry For A Shadow", um instrumental da dupla improvável George Harrison/John Lennon. Pete Best, sim).

Os Titans são uma banda instrumental norte-americana.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

ANTÓNIO PORTELA TOCOU COM SHERIDAN


António Augusto Pedro Portela nasceu em Ponta Delgada no dia 28 de Agosto de 1941.

Em 1955, aos 14 anos, foi estudar para Coimbra, onde ficou interno no Colégio Camões.

Aí conheceu José Cid, também estudante do Camões, e juntamente com António Igrejas de Bastos e Rui Nazareth formaram os Babies, tidos como a primeira banda de rock portuguesa (1958).

Os Babies tocavam sobretudo nos bailes das Faculdades e do Liceu, mas acabaram em 1960, quando Igrejas de Bastos foi viver para Lisboa com a família.

António Portela fez parte depois da Orquestra Ligeira do Orfeon, com Rui Ressurreição e Daniel Proença de Carvalho, entre outros, tendo feito uma digressão de dois meses por Angola com José Afonso.

Já nessa altura, o Zeca era um despistado, lembra António Portela.

Em Setembro de 1962, Portela foi para a Alemanha à procura dos sonhos que um amigo lhe influenciara e aí vive, em Hamburgo, até hoje.

Tornou-se músico profissional, pianista, e também engenheiro de som, tendo exercido a sua actividade com múltiplos músicos, de diversas nacionalidades, sobretudo de jazz, em diversas circunstâncias.

Tenho mais de 1.000 títulos na cabeça, revela, acrescentando que não pode estar parado.

Uma das coisas que mais satisfação me dá agora é participar em projectos sociais, tocando, por exemplo, em lares de idosos.

Em 1975, António Portela cruzou-se musicalmente com Tony Sheridan, cantor britânico que gravou com os Beatles nos chamados tempos de Hamburgo (1960-1961).

Eu já conhecia Tony Sheridan. Ele era muito famoso por causa dos Beatles e por causa do seu êxito "Skinny Minnie". 

Encontrei-o num bar em Rahlstadt (Hamburgo), Radolf Stube, e tocámos durante um ano. Ele cantava e tocava guitarra e eu piano e contrabaixo.

Tony Sheridan era uma pessoa muito simples, não tinha nada ar - e mania - de vedeta!

No mundo dos Beatles, António Portela conhece também - e é amigo - de Horst Fascher que nos tempos de Hamburgo foi uma espécie de guarda-costas dos Beatles pelos bares de Reeperbahn.

Nos dias de hoje, António Portela acompanha ao piano a voz de Birgit Fischer.

Luís Pinheiro de Almeida

domingo, 17 de fevereiro de 2013

HAMBURG 1961


TOPLINE/CHARLIE RECORDS - TOP CD 510 - edição britânica (1987)

Why (Can't You Love Me Again) - Cry For A Shadow - Let's Dance - Ya Ya - What'd I say - Ruby Baby - Take Out Some Insurance - Sweet Georgia Brown

HAMBURG TWIST


POLYDOR - 240 003 - edição alemã (1997)

Sweet Georgia Brown (Tony Sheridan and the Beatles) - My Bonnie (Mein Herz Ist Bei Dir Nur) (Tony Sheridan and the Beatles) - Swanee River (Tony Sheridan) - My Bonnie (Tony Sheridan and the Beatles)

"Sweet Georgia Brown" tem produção de Bert Kaempfert e arranjos de Paul McCartney. Foi gravada no dia 24 de Maio de 1962 e esta é uma inédita versão em estereo.

"My Bonnie (Mein Herz Ist Bei Dir Nur)" tem produção de Bert Kaempfert e arranjos de Tony Sheridan. Foi gravada nos dias 22 e 23 de Junho de 1961. Esta é uma rara versão em estereo.

"Swanee River" tem produção de Bert Kaempfert e arranjos de Mark Bones. Foi gravada ou no dia 21 de Dezembro de 1961 ou no dia 24 de Maio de 1962.

"My Bonnie" tem produção de Bert Kaempfert e arranjos de Tony Sheridan. Foi gravada nos dias 22 e 23 de Junho de 1961.

BEATLES: HAMBURG DAYS


BEAR FAMILY RECORDS - BCD 16447 BK - edição alemã (2001)

CD 1 (mono)

My Bonnie (german intro) - My Bonnie (english intro) - My Bonnie (without intro) - The Saints - Cry For A Shadow - Why (Can't You Love Me Again) - Nobody's Child - Ain't She Sweet - If You Love Me, Baby (Take Out Some Insurance On Me, Baby) - Sweet Georgia Brown - Sweet Georgia Brown (new lyrics) - Sweet Georgia Brown (US version) - If You Love Me, Baby (Take Out Some Insurance On Me, Baby) (US version) - Ain't She Sweet (US version) - Nobody's Child (US version) - My Bonnie (medley version) - The Saints (medley version) - Cry For A Shadow (medley version 1) - Crys For A Shadow (medley version 2) - Swanee River (with intro) - Swanee River (without intro)

CD2 (stereo)

Provavelmente, a mais completa edição dos Beatles em Hamburgo, embora, pessoalmente, não perceba a inclusão de "Swanee River". Mas vou investigar!

Obrigado, Queirosiano!

MORREU TONY SHERIDAN


Morreu Tony Sheridan, que os Beatles acompanharam em Hamburgo.

Morreu sábado, dia 16 de Fevereiro, em Hamburgo, onde residia.

Tinha 72 anos.

Tony Sheridan foi o primeiro britânico a tocar guitarra eléctrica na televisão.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

MUSEU DOS BEATLES FECHA ESTE MÊS


O Museu dos Beatles em Hamburgo, "onde quase tudo começou", encerra no dia 30 de Junho, por alegada falta de visitantes. Tinha aberto há 3 anos. Teve até agora 150 mil visitantes.

Comentário de um antigo secretário de Estado português da Cultura: se o museu teve 150.000 visitantes em três anos, se fosse cá quantos museus fechariam?...