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domingo, 28 de janeiro de 2018
sábado, 6 de agosto de 2016
PONTE SOBRE O TEJO
06 de Agosto de 1966
Inauguração da Ponte sobre o Tejo, a maior da Europa e uma das maiores do Mundo. A ponte vai permitir a instalação do aeroporto, o prolongamento ferroviário e o alargamento do porto na margem sul.
A maior facilidade de comunicação entre as duas margens abre agora as melhores perspectivas à projectada transferência do aeroporto de Lisboa aconselhada pela mais favorável topografia da margem sul.
A ponte e as auto-estradas de acesso assegurarão rápido transporte entre o aeroporto e o centro da cidade de Lisboa.
Inauguração da Ponte sobre o Tejo, a maior da Europa e uma das maiores do Mundo. A ponte vai permitir a instalação do aeroporto, o prolongamento ferroviário e o alargamento do porto na margem sul.
A maior facilidade de comunicação entre as duas margens abre agora as melhores perspectivas à projectada transferência do aeroporto de Lisboa aconselhada pela mais favorável topografia da margem sul.
A ponte e as auto-estradas de acesso assegurarão rápido transporte entre o aeroporto e o centro da cidade de Lisboa.
A PONTE FAZ HOJE 50 ANOS!
"A Ponte Inevitável", Luís F. Rodrigues, Guerra & Paz, 2016, 288 págs, 18 €.
A Ponte Sobre O Tejo - como gosto de lhe chamar, embora saiba que há outras - faz hoje 50 anos.
Nunca é demais lembrar, sobretudo aos saudosistas que reclamam a designação de Ponte Salazar, que o ditador votou contra a construção da Ponte no Conselho de Ministros de 13 e 14 de Janeiro de 1959.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
LARGO DO RATO, 1966
Era assim que em 1966 se perspectivava o Largo do Rato, em Lisboa.
Trata-se de uma maqueta de Delfim Marques que imaginou uma avenida construída em viaduto que a tornaria independente, sem cruzamentos, desde a Avenida de Álvares Cabral à Rua Alexandre Herculano.
Mas o jornal desde logo avisou (e com razão, como se viria a provar): é um sonho demasiado arrojado para a modéstia de costumes do nosso Município.
Mas o jornal desde logo avisou (e com razão, como se viria a provar): é um sonho demasiado arrojado para a modéstia de costumes do nosso Município.
sábado, 14 de maio de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
PISCINA DO ARREIRO
A Piscina Municipal do Areeiro foi inaugurada faz hoje 45 anos.
Situada na Avenida de Roma, em Lisboa, foi inaugurada no dia 16 de Abril de 1966 pelo venerando Chefe de Estado, almirante Américo Tomás.
A construção demorou dois anos e custou 10 mil contos (50 mil euros).
Com medidas olímpicas - 25x12,5 -, a piscina tinha uma lotação de 250 a 300 pessoas que pagavam 9 escudos no Inverno e 8 no Verão.
Dispunha de dois balneários, um para senhoras, no primeiro andar, com 24 cabinas e 196 cabides, além de 8 secadores eléctricos de cabelo que poderiam ser utilizados sem qualquer aumento de taxa, e outro para homens, com a mesma lotação no piso térreo.
No subsolo, estava instalado todo o vasto e complexo conjunto electrónico, cujo órgão principal era um quadro-computador, através do qual era possível orientar o funcionamento das diferentes peças da engrenagem da piscina.
Fonte: "Diário Popular", Abril de 1966
A construção demorou dois anos e custou 10 mil contos (50 mil euros).
Com medidas olímpicas - 25x12,5 -, a piscina tinha uma lotação de 250 a 300 pessoas que pagavam 9 escudos no Inverno e 8 no Verão.
Dispunha de dois balneários, um para senhoras, no primeiro andar, com 24 cabinas e 196 cabides, além de 8 secadores eléctricos de cabelo que poderiam ser utilizados sem qualquer aumento de taxa, e outro para homens, com a mesma lotação no piso térreo.
No subsolo, estava instalado todo o vasto e complexo conjunto electrónico, cujo órgão principal era um quadro-computador, através do qual era possível orientar o funcionamento das diferentes peças da engrenagem da piscina.
Fonte: "Diário Popular", Abril de 1966
sexta-feira, 25 de junho de 2010
UDO JURGENS
sexta-feira, 7 de maio de 2010
PRAÇA MARQUÊS DE POMBAL, LISBOA
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
PSP À CAÇA DE GUEDELHUDOS
terça-feira, 18 de agosto de 2009
O METRO DE LISBOA HÁ 43 ANOS
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
18 DE SETEMBRO DE 1966
Anteontem estive a gravar do programa Em Órbita e consegui gravar algumas canções bestiais tais como "Eleanor Rigby" (Beatles), "Good Day Sunshine" (Beatles), "I'm A Boy" (The Who), "All Or Nothing" (The Small Faces) e mais uma ou outra. A 23ª Hora está uma porcaria. Não presta mesmo para nada. O Roberto Carlos tem uma música nova bestial que se chama Rosita. Mando-te a letra dessa canção. Vou ver se te arranjo mais. Amanhã ou depois compro a tua fita e depois gravo-ta. OK?
(...)
Estou a ouvir o "Get Away" do Georgie Fame. Passando o som do "pick-up" pela frequência modelada, fica um som bestialíssimo. Então a viola-baixo fica mesmo bem.
(...)
Ontem fui atravessar a Ponte de autocarro. Aquilo é mesmo lindo. Então a vinda para Lisboa tem uma paisagem maravilhosa. E é rápido. Quando cá vieres, levo-te a dar um passeio até à Outra Banda, OK?
Bem, tenho de ir à Missa (a minha Missa é ir à Baixa comer um gelado).
Logo à tarde, vou ao futebol ver o desafio Atlético-Académica.
(...)
Estou a ouvir o "Get Away" do Georgie Fame. Passando o som do "pick-up" pela frequência modelada, fica um som bestialíssimo. Então a viola-baixo fica mesmo bem.
(...)
Ontem fui atravessar a Ponte de autocarro. Aquilo é mesmo lindo. Então a vinda para Lisboa tem uma paisagem maravilhosa. E é rápido. Quando cá vieres, levo-te a dar um passeio até à Outra Banda, OK?
Bem, tenho de ir à Missa (a minha Missa é ir à Baixa comer um gelado).
Logo à tarde, vou ao futebol ver o desafio Atlético-Académica.
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Pinheiro de Lafões
terça-feira, 14 de julho de 2009
PROJECTOS ADIADOS (01)
O alto do Parque Eduardo VII, em Lisboa, será a futura entrada triunfal da cidade; quer-se grandiosa, inteligente e moderna e aberta em espaços amplos, do tipo deste projecto, previsto para uma zona da cidade de Pretória.
Parece que está na moda adiar projectos...
Em 1966, o jornalista Adelino Cardoso publicou no "Diário Popular" uma série de 3 reportagens sobre Lisboa Ano 2000.
Um dos projectos era o prolongamento da avenida da Liberdade pelo Parque Eduardo VII, abrindo um grande eixo nobre entre os Restauradores e Sete Rios.
Ao cimo do Parque haveria espaço e perspectivas para uma autêntica Acrópole lisboeta, como se vê na imagem.
Campolide seria então um bairro completamente revolucionado, contaminado pela mais vasta revolução urbanística das últimas décadas, devendo ali ficar instaladas sedes de grandes empresas.
Georges Meyer Heine foi o arquitecto francês encarregue de pensar o futuro de Lisboa.
Parece que está na moda adiar projectos...
Em 1966, o jornalista Adelino Cardoso publicou no "Diário Popular" uma série de 3 reportagens sobre Lisboa Ano 2000.
Um dos projectos era o prolongamento da avenida da Liberdade pelo Parque Eduardo VII, abrindo um grande eixo nobre entre os Restauradores e Sete Rios.
Ao cimo do Parque haveria espaço e perspectivas para uma autêntica Acrópole lisboeta, como se vê na imagem.
Campolide seria então um bairro completamente revolucionado, contaminado pela mais vasta revolução urbanística das últimas décadas, devendo ali ficar instaladas sedes de grandes empresas.
Georges Meyer Heine foi o arquitecto francês encarregue de pensar o futuro de Lisboa.
terça-feira, 7 de julho de 2009
ÊXITO DA MINI-SAIA EM 66/67
Diário Popular, 30 de Janeiro de 1967, 1ª página, legenda:
A imagem não nos foi enviada de nenhuma capital europeia. Obteve-a, esta manhã, o nosso repórter-fotográfico, num estabelecimento lisboeta, em plena Baixa.
Num momento de menor afluência da clientela jovem, as empregadas do estabelecimento - que lançou resolutamente meses atrás a mini-saia - arrumam um dos balcões da casa, que a multidão de clientes costuma virar do avesso...
No interior do vespertino, escreve-se:
A Baixa de Lisboa tem, desde há perto de um ano já, uma amostra da Carnaby Street de Londres, a rua da juventude e da originalidade, que desencadeou no Mundo a epidemia "pop" das mini-saias, das camisolas finas de gola alta, dos jaquetões imitando velhos dólmans de Marinha, das calças em boca-de-sino.
Trata-se de uma loja da rua da Vitória, espécie de irmã mais nova da tradicional casa Porfírios, pois pertence aos mesmos donos. Chama-se "Contraste" e é, sem sombra de dúvida, um dos estabelecimentos mais invulgares da capital.
A começar pela clientela: oitenta ou noventa por cento são jovens dos 14 aos 19, de ambos os sexos, à procura de umas calças roxas ou de uma saia constelada de ferragens metálicas...
Quanto às empregadas, a gerência entendeu, muito judiciosamente, que não deveriam destoar da freguesia: ei-las portanto, todas, muito novas, muito esguias, muito sorridentes, de calças ou de mini-saias (sim, de mini-saias!) - enfim, autênticamente "pops".
A certas horas do dia e ao sábado, em especial, a multidão de clientes jovens transborda e chega a formar bichas no passeio.
A imagem não nos foi enviada de nenhuma capital europeia. Obteve-a, esta manhã, o nosso repórter-fotográfico, num estabelecimento lisboeta, em plena Baixa.
Num momento de menor afluência da clientela jovem, as empregadas do estabelecimento - que lançou resolutamente meses atrás a mini-saia - arrumam um dos balcões da casa, que a multidão de clientes costuma virar do avesso...
No interior do vespertino, escreve-se:
A Baixa de Lisboa tem, desde há perto de um ano já, uma amostra da Carnaby Street de Londres, a rua da juventude e da originalidade, que desencadeou no Mundo a epidemia "pop" das mini-saias, das camisolas finas de gola alta, dos jaquetões imitando velhos dólmans de Marinha, das calças em boca-de-sino.
Trata-se de uma loja da rua da Vitória, espécie de irmã mais nova da tradicional casa Porfírios, pois pertence aos mesmos donos. Chama-se "Contraste" e é, sem sombra de dúvida, um dos estabelecimentos mais invulgares da capital.
A começar pela clientela: oitenta ou noventa por cento são jovens dos 14 aos 19, de ambos os sexos, à procura de umas calças roxas ou de uma saia constelada de ferragens metálicas...
Quanto às empregadas, a gerência entendeu, muito judiciosamente, que não deveriam destoar da freguesia: ei-las portanto, todas, muito novas, muito esguias, muito sorridentes, de calças ou de mini-saias (sim, de mini-saias!) - enfim, autênticamente "pops".
A certas horas do dia e ao sábado, em especial, a multidão de clientes jovens transborda e chega a formar bichas no passeio.
terça-feira, 17 de março de 2009
UM PROJECTO NUNCA CONCRETIZADO
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
1966 (07)
sábado, 24 de novembro de 2007
1966 (5)
Este viaduto, que até fica ao pé de minha casa, em Lisboa, entrou em funcionamento a 06 de Agosto de 1966. O "Diário Popular" chama-lhe o "célebre" viaduto da Luz.
É uma peça da "já movimentada" II Circular por cima da Estrada da Luz.
O viaduto entrou em funcionamento, mas continuaram os trabalhos de pavimentação de um largo troço da Estrada da Luz , queixando-se, no entanto, os moradores (até poderia ser um deles, já que sou um grande protestante - o Metro que o diga - mas não era, já que ainda não vivia nesta zona) da morosidade com que estão a ser realizados.
Desabafa o "Diário Popular": "ainda sem alcatrão, o referido pavimento, sob a acção do calor, liberta grande quantidade de poeira que vai afectar, naturalmente, os habitantes das casas próximas".
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
1966 (2)
Para já, fiquem-se com esta e não me digam que não é fantástica!
Notícia do "Diário Popular" de 21 de Fevereiro de 1966 (sim, eu disse bem, 1966):
TEMPORAL FUSTIGA O PAÍS DE NORTE A SUL
(...)
Todos os estabelecimentos de banhos (apoios de praia, diria agora o meu amigo Sebas) da praia da Caparica foram arrasados durante a madrugada, tendo as águas do mar chegado à avenida marginal.
Os engenheiros pensam aproveitar a circunstância de o mar ter destruído os estabelecimentos de banhos (apoios de praia, diria Sebas) para pôrem em execução um plano urbanístico que torne a praia da Caparica uma das melhores dos arredores de Lisboa.
Assim, os futuros estabelecimentos de banhos, restaurantes, bares e cafés (apoios de praia, Sebas dixit) terão de ser construídos junto à marginal, alinhados com o novo e moderno estabelecimento denominado "Carolina do Aires".
Arantes e Oliveira, antecessor do ministro do Ambiente nesta área (como se chama mesmo ele?), ditou para o "Diário Popular": "temos um projecto, já com carácter definitivo, para defender a Costa da Caparica. No entanto, o seu custo é extraordinariamente volumoso, exigindo, portanto, estudo cuidado. O "Diário Popular" pode noticiar, com inteira verdade, que o Ministério das Obras Públicas está atento ao caso da Costa da Caparica".
Palavras para quê? São artistas portugueses, os de antanho e os de agora...
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