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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Ainda sobre o casamento arranjado

Como os indianos pensam o amor? escutem o que diz nosso amigo Rakesh:


Nao critico paixao e acredito nele. So que a chama inicial deve ser sustentado

No ocidente, foco e sobre como apimentar a relacao, seja com fantasias,brinquedos, jantar romanticos ou conselhos sobre como falar ' Mulheres sao de Venus e homens sao de Marte' etc. Na India, foco e sobre responsabilidade, dever, familia extendida, e raramente, espiritualidade- relacionamento amoroso como caminho para desenvolver espiritualidade.


Gostaria de acreditar, como um romantico Indiano, que brinquedos e fantasias poderiam co-existir junto com deveres e espiritualismo.

Uma amiga que nao queria identidade dela revelada, me acusou tentando de racionalizar Paixao.

Paixao ja e racional ate um ponto. Psicologia evoulcionaria mostra bases racionais para percepcao de beleza, tem teorias sobre traicao e porque mulheres jovens e homens com estatus sempre tem mais admiradores.

Nao sou cinico, e acredito que paixao tem um lado nao-racional que e que faz vida interessante. Mas meu argumento e que paixao e um dos varios fatores
para sucesso de relacionamento e nao e o unico.

Beijos a todos

Rakesh

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Camila - noiva indiana


domingo, 17 de maio de 2009

No casamento de Ravi...

Hari, o menino dalit, sonha que um dia será o noivo de Anusha!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Radesh explica a Firanghi estrangeira

Radesh, o nosso amigo indiano, explica aqui qual é a origem do termo "firanghi, que o indiano usa para designar o estrangeiro. 

Sabe como chegou palavra Firanghi ? Os ocidentais quando entraram na India entraram atraves de Sul. Como os Brasileiros chamam os gringos Bicho de Goiaba, a gente chamou eles cor de moranga

No Tamil, moranga e Paranghi, dai, Indianos de norte chamaram eles Firanghi

Olha so, como Brasileiro e Indiano pensa igual ;-)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

O quarto do filho de Maya!

terça-feira, 14 de abril de 2009

O principe Manvedra

Um leitor do blog manda a notícia:

GOSTARIAMOS DE CONTAR A TODOS QUE CURTEM CAMINHO DAS INDIAS E CURTEM O BLOG DA GLORIA QUE EM JUNHO DE 2009 O PRINCIPE INDIANO Manvendra Singh Gohil, desembarca 
Manvendra, que pertence a uma das famílias mais nobres e mais antigas do Estado de Gurajat, no nordeste da Índia ficou conhecido internacionalmente por declarar publicamente sua homossexualidade contrariando a todos os costumes , tradições e leis de seu país.

Muito legal, saber que o principe Manvendra anunciou que vai ajudar a proteger a comunidade gay indiana abrindo o primeiro asilo para idosos homossexuais da Índia uma vez que também é membro da ONG Lakshya Trust de defesa da população homossexual portadora do vírus HIV na cidade de Gujarat.

ARE BABA! 


Aqui vai um trecho bem humorado da entrevista do principe a um jornal ingles, onde ele se apresenta aos leitores

Manvendra Singh Raghubir Singh Sahib Gohil é o meu nome completo, mas podem chamar-me Pink Prince. Não me ofendo, pelo contrário. Os meus antepassados, provavelmente, já adivinhavam que teriam um descendente gay, porque eu vivo num palácio vitoriano cor-de-rosa em Rajpipla, distrito de Gujarat, um dos mais prósperos estados da Índia.

Nasci a 23 de Setembro de 1965 e sou o yuvaraj (príncipe) herdeiro do marajá (grande rei) Shri Raghubir Rajendrasinghji Sahib e da maharani (grande rainha) Rukmani Devi Sahiba. Tenho uma irmã mais nova, uma princesa que se casou com um príncipe de Jammu e Caxemira.

A minha dinastia, Gohil, tem aproximadamente 600 anos. À semelhança de outras famílias reais que governavam os seus domínios durante o Império Britânico, a minha aceitou integrar-se na União Indiana, após a independência em 1947. Em 1968, a República da Índia invalidou os títulos de nobreza. O meu bisavô foi o último rei reconhecido, mas ainda mantivemos poderes e privilégios.

sábado, 28 de março de 2009

o casamento de Maya e Raj


sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Vida real

A professora Sandra Bose mandou as fotos pra gente!

Vejam como imaginação de novelista perde e de muito pra vida real: parece um apartamento subterrâneo? nada, é o túmulo de uma cigana na Espanha!

Como no Egito dos faraós, ela vai ser enterrada cercada de tudo o que gosta!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Isso é que é família unida!

Da coluna do ANCELMO:

A VIDA COMO ELA É

O pai de um homem que está preso em Sao Paulo e frequentou também com a mulher, presa pelo mesmo crime, o noticiário policial brasileiro recentemente, engravidou... a cunhada. Um processo de reconhecimento de paternidade corre na justiça paulista

Corre que a história é mais apimentada ainda: o pai é também o padrinho da criança, e sua esposa legítima, a madrinha!

Bom... pelo menos nesse ponto não se pode acusar o casal de presidiários de estar mentindo: haja união!!!!

domingo, 21 de setembro de 2008

Dica para o domingo: Uma vida menos Ordinária

Ela se chama Baby Halder, e seu talento literário foi descoberto pelo patrão, um professor de antropologia que, um dia, ao descobrir que sua empregada doméstica sabia ler, lhe pôs nas mãos um bloco de papel dizendo que escrevesse o que lhe viesse à cabeça.

E ela escreveu sua vida: como foi abandonada pela mãe ainda criança, como seu pai a obrigou a casar aos 12 anos de idade, a situação de miséria e abandono que enfrentou despois que abandonou o marido para viver em Delhi, como empregada doméstica.

Tudo numa linguagem crua e direta -e nisso reside a beleza e a força de sua narrativa. Baby já é um sucesso, na Índia e fora de lá.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

do Blog da Juliana: Naamkaram - a Cerimônia do nome

A Juliana, nossa amiga brasileira que se casou com um indiano e vive em Delhi, conta pra nós a cerimônia da escolha do nome de seu sobrinho:

Ontem, 14 de Setembro de 2008, foi a cerimônia do nome do meu sobrinho, ou melhor o Naamkaram.

Segundo a tradição hindu, o nome da crianca só pode ser dado após pelo menos 10 dias do seu nascimento, normalmente acontece apos 12 dias, pois apenas apos esses dias é que o horoscopo da criança esta totalmente formado.

O hinduismo segue muito a astrologia e para dar nome ao bebe nao é diferente.
O Pandit (padre) faz o mapa astral da data do nascimento da criança para saber quais nomes sao propícios para ele.

Durante a cerimonia são feitas oferendas aos Deuses e a Agni, Deus do fogo, para purificar o ambiente e o bebê. No altar, junto com as oferendas é colocado tambem o papel com o horóscopo (mapa astral) do bebê.
Ao final da cerimônia, quando o nome ja foi decidido, o Pandit escreve o nome em uma folha, enrola, e pronuncia o nome no ouvido do bebê.
No final, como toda boa festa indiana, ha musica. Nada como uma Bhangra pra fazer o povo dançar.
Bom, para aqueles que ficaram curiosos o nome do meu sobrinho é: Aditye Kishore Thapliyal.

domingo, 14 de setembro de 2008

Horóscopo conflitante!

Elas dividem o mesmo apartamento: Betty Goffman é DAYSE, uma figuraça dessas que tem a cabeça nas nuvens e está sempre encontrando o sentido maior de sua vida!

Em Caminho das Índias ela descobre o hinduísmo. E coitada da BERÊ (Silvia Buarque) -a professora realista, pé no chão-, quando além dos problemas que enfrenta diariamente com alunos e pais de alunos, tiver que conviver também com a casa das duas transformada num ashram (templo)!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Coisa mais linda!

Do blog da Sandra Bose: o bercinho do bebê indiano


Momento Índia

Ela dá o leite que nos dá a vida. E é bonito o reconhecimento do indiano.

Ela é a Gaumata -a mãe Vaca. Tem passe livre e é sempre bem-vinda, em todo e qualquer lugar!

sábado, 6 de setembro de 2008

Do Blog da Juliana: Rakhi, o dia do irmão

Sim, o 16 de agosto, na Índia, é dia de se festejar o irmão!

Vejam o que postou a Juliana, que é brasileira, casou-se com um indiano e vive em Delhi:

Ontem dia 16 de Agosto de 2008 foi a celebracao do Raksha Bandhan, ou Rakhi.

O Rakhi 'e considerado o dia dos irmaos.

A celebracao 'e simples. As irmas amarram uma pulseirinha chamada Rakhi no pulso do irmao como amuleto e lhe da um doce. Em troca o irmao garante a protecao a irma e lhe da um presente ou dinheiro.
Segundo a lenda Hindu,ha milhares de anos em uma guerra entre deuses e demonios o demonio Brutra estava avancando e os Deuses liderados por Indra estamos se defendendo. Indra se aproximou do Guru Brihaspati para tentar achar uma solucao para vencer a luta entao, Brihaspati mandou Indra amarrar uma linha em seu pulso sobre os poderes de um mantra sagrado. Indra entao chamou sua rainha Indrani que amarrou a linha no pulso de Indra. Essa linha sagrada 'e chamada Raksha e ela ajudou os Deuses a conseguirem a vitoria.

Seguem algumas fotos da celebracao do Rakhi entre as criancas da minha familia.
http://jueboskie.blogspot.com/

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

O ritual da morte no Ganges


Morrer em Varanasi, às margens do rio sagrado, é uma graça para qualquer hinduísta.

A cidade está cheia de velhos e doentes, que vão pra lá esperar a morte. Todos os dias chegam corpos de todos os cantos da Índia: eles vem em trens abarrotados, ou presos à capota dos carros.

Morrer em Varanasi, ser cremado à beira do Ganges, aumenta em muito a possibilidade de escapar da roda das encarnações.

Você pode saber, pela cor das mortalhas, se se trata de uma mulher, se ela é solteira ou casada, de homem ou de um velho.

O ritual é comovente. Há um sacerdote que conduz a cerimônia -assistida só pelos homens da família. O filho mais velho deve raspar a cabeça e vestir o dothi, aquela roupa branca que vestia Gandhi. Cabe a ele acender a pira funerária, depois de dar 7 voltas pelo corpo do pai ou da mãe.

Começando a queimar, é preciso partir a cabeça do morto, e é nesse momento que a alma se desprende do corpo.

Depois, as cinzas são atiradas ao Ganges.
Não são cremados: os homens santos -porque já não vão reencarnar mesmo.
Os leprosos, que também não vão, porque já sofreram o suficiente
Nem as crianças: porque precisam voltar para acabar de viver todas as cores da vida.
Esses são amarrados a uma pedra e afundados no rio.

COMPLEMENTANDO

O Elson, consul da Índia em BH escreve complementando e fazendo algumas correções, Aqui vão elas:

"No rito hindu nao parte a cabeça nao, ela estoura com o calor do fogo, e ai sim libera o espirito.
Sao colocados äqua do ganges na boca,nariz,e ouvido, repetindo mantras apropiados, como RAM NAM SATYA HAI, que quer dizer Rama é a verdade
Em bramanes coloca-se ouro tambem junto com as áquas do ganges na boca ,nariz e ouvido.Por isso diversos dalits ficam penerando depois da cremaçao, pois a eles sao permitidos garimpar esse ouro.
Sadhus e outros santos , nao vao deitados de branco para homem e vermelho para mulher nao , eles vao sentados em uma armaçao propria como uma cadeira e muitos sao enterrados ou jogados no ganges.
A Derci Gonçalves devia ter alguma razao em querer ser enterrada, nao deitada e sim em pe"

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Coisas da Índia: Shantala


Shantala é o nome dessa mãe que Frédéric Leboyer encontrou em Calcutá, massageando seu bebê.

Fascinado pela arte, que além de aprofundar a intimidade, a cumplicidade, e os laços de carinho e confiança entre mãe e filho, traz uma imensa sensação de bem estar aos bebês, ele a difundiu no ocidente, e deu à massagem o nome de Shantala.

É um dos belos costumes indianos que você vai ver em Caminho das Índias.

domingo, 24 de agosto de 2008

Diwali, o festival das luzes

O Diwali é a maior celebração da Índia, e marca a passagem do ano lunar.

Nessa noite, Laksmi, a deusa da prosperidade, visita as casas, por isso todas devem estar muito limpas e iluminadas, e as pessoas devem vestir suas melhores roupas e enfeitar-se com as joias mais bonitas para recebe-la.

Foi nessa data que o heroi Rama conseguiu resgatar sua amada Sita, que havia sido sequestrada por um demônio. Ele a leva de volta para casa numa noite escura, de lua nova, e é por isso que todos os indianos acendem suas lamparinas e soltam fogos, de modo a iluminar o caminho para Rama e Sita.

O Diwali é a celebração de um tempo de fartura e de renovação. Um dia antes da festa começar, os comerciantes costumam fechar o livro-caixa com um ritual a Laksmi. Nessa ocasião, é trazido diante da deusa o dinheiro lucrado durante o ano, para que ela o multiplique. Ao final do Diwali, nova cerimônia marca a abertura do novo livro-caixa.

Vejam que beleza ficam as cidades indianas durante a festa da luzes:




quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Gay Parade na Índia

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