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Nunca escutei voz de gente. / Em verdade sou muito pobre. - Carlos Drummond de Andrade
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Vergílio Alberto Vieira
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Ela é conforme à noite, e sob as dunas, perdidamente inerte como um deus, espera que a lua calva ainda uma vez possa, à alba, essa pedra cingir.
Vergílio Alberto Vieira
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
O ACENDEDOR DE LAMPIÕES
De tanto bater à porta
Da noite que à noite cai,
Ninguém com ele se importa
Nas ruas por onde vai.
De volta a casa, não diz
Como aprendeu a acender
Estrelas que o fazem feliz
Porque não querem morrer.
Vergílio Alberto Vieira
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
O VIOLINISTA CEGO
Sob a leveza do arco,
Que o dia esconde ao olhar,
Naufraga à sombra de um barco,
Que nunca volta do mar.
Indiferente à pressa do cais,
A noite faz por esquecer
Que só o cão, ninguém mais,
Lhe dá os olhos p'ra ver.
Vergílio Alberto Vieira
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