Mostrar mensagens com a etiqueta Arquíloco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arquíloco. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A mim o que me mata,
querido efebo, digo-te:
desejo sem prazer,
versos sem graça ou ritmo,
e ceias só com chatos.

Arquíloco

(Jorge de Sena)

segunda-feira, 28 de março de 2011

De um Trácio é agora o meu belo escudo.
Que havia eu de fazer? Perdi-o na floresta-
Mas salvei a minha pele, no aceso da luta.
Sei bem onde comprar um escudo novo.

Arquíloco

(Jorge de Sena)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ai quantas vezes,
ai quantas, quantas
no turvo mar,
o mar penteado
pelas rajadas
como a desordem
da cabeleira
de uma mulher,
eu suspirei,
morto em saudade,
pela doçura
de regressar.

Arquíloco

(Jorge de Sena)

domingo, 25 de julho de 2010

Seco de inspiração, mas não de sentimento
pelas tristezas que o comovem tanto
para assunto de poemas, o medíocre poeta
o seu estilete molha, preparando-se...

Arquíloco
(tradução de Jorge de Sena)