autor: Adalberto Alves (Lisboa, 18.VII.1939)
título: Oriente de Mim
editora: Editorial Teorema
local: Lisboa
ano: s.d.
págs.: 98
dimensões: 20,5x14x0,8 cm. (brochado)
capa: ilustração de Martins Pereira
composição: Interouro
impressão: Rolo & Filhos, Mafra
obs.: na folha de rosto, retrato do Autor por Luís Veiga Leitão
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
CASIDA DO FALCÃO E DA LUA (fragmento)
Noite na cúpula do céu.
Um falcão voando sob a lua
traça o veleiro de sombra nas areias.
A alcova diz ao alaúde das seis cordas
que vença a mágoa do vento apaziguado.
Morre a volúpia das rugas?
Tâmaras e sândalo, evanescentes dédalos.
Almíscar e carícias, venenos de um arfar.
E o falcão busca ainda voando sob a lua
a miragem de um guante para poder pousar.
Um falcão voando sob a lua
traça o veleiro de sombra nas areias.
A alcova diz ao alaúde das seis cordas
que vença a mágoa do vento apaziguado.
Morre a volúpia das rugas?
Tâmaras e sândalo, evanescentes dédalos.
Almíscar e carícias, venenos de um arfar.
E o falcão busca ainda voando sob a lua
a miragem de um guante para poder pousar.
Adalberto Alves
Etiquetas:
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Adalberto Alves
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
A ORIENTE DE MIM
A oriente de mim
há uma estrada
por onde vim
trazido a esta parte.
Foi construída com arte
e desemboca no Nada.
Adalberto Alves
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