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23 junho 2011

AFF! JOGARAM M.. NO VENTILADOR.

Não queria comentar nada, mas, como ficar em silêncio ante tanta vergonha? A ocorrência no Conjunto Hospitalar daqui da cidade, foi o grande assunto dessa semana que passou. Eu , como moradora de Sorocaba, usuária do serviço médico em questão, não consegui me manter em silêncio. Que vergonha, que tristeza, que raiva. Até quando, não é mesmo? Sem dar muito papo para um assunto tão mesquinho, só para dizer o que me passa pela cabeça. Estou, e tenho registrado aqui, sendo atendida por médicos e enfermeiros do Hospital Leonor e do Conjunto hospitalar, desde a minha peregrinação que culminou com minha cirurgia. A cada dia, a cada consulta, tratamento, clínica que recebia no CHS, mais me encantava com os profissionais. Disso vocês já sabem. O que me dá raiva, me envergonha, é saber, que o tratamento dispensado à mim, de primeiro mundo, poderia e deveria ser o mesmo dado à todos que procuram o serviço. Mas, isso não é o que ocorre. Em grande parte, pela roubalheira que ocorre no lugar. Depois do ocorrido, em muitas das consultas que retornei, em conversa com os médicos e enfermeiros, a revolta, a vergonha e até a falta de esperança em tempos melhores, está presente nas opiniões desse povo. Estão aliviados com as denúncias, mas ao mesmo tempo, envergonhados e tristes por elas terem sido necessárias. Esperança que tudo se resolva? Não são todos que tem. O tal A POLÍCIA PRENDE E A JUSTIÇA SOLTA, ainda tão frequente em nossos dias, em todos os setores de nossas vidas, não deixa que a esperança de dias melhores, mais humanos e honestos, estejam se avizinhando. Esperemos que novas contratações, novas indicações, sejam para sanar problemas e não para mudar-lhes o endereço. Sei lá, sabe.

19 março 2011

O DIA SEGUINTE!

Depois da guerra travada ontem contra o mosquitinho da dengue, hoje foi dia de branco, como diria mamãe. Nada de polemizar esse termo que minha mãe usava para dizer que o dia era de muito trabalho. Por favor! Mas como ia dizendo, depois de tirar os lençóis e toalhas de mesa que cobriram todos os eletroeletronicos, eletrodomésticos, vidros de biscoitos, farinheiras, pimenteiras, abajures e tantas outras coisas, foi dia de limpar a casa. Parecia realmente guerra ou pelo menos liquidação de roupa de cama e mesa. Um sem número de lençóis e toalhas para lavar. Os edredons que ontem cobriram as camas, a minha, enorme, de casal e da do quarto de hóspedes, tudo para lavar. Haja espaço, que felizmente tenho e tempo para enxugar. Acho que vai dar tudo certo. Os móveis, paredes e chão, ficaram com uma fina camada do produto aplicado e parecia meio que oleoso. Uma sujeirada danada. Ainda bem que levantei disposta ou encontrei disposição para fazer tudo. Agora está tudo de novo uma maravilha. Tudo limpinho e cheiroso. Mas um aviso: SE VOCÊ SABE QUE SUA CASA E VIZINHANÇA PASSARÁ POR ESSE PROCESSO DE FUMACÊ, NEM PERCA TEMPO, SUOR, LÁGRIMAS E PRODUTOS DE LIMPEZA, FAXINANDO A CASA ANTES. DEIXE TUDO PARA DEPOIS. SENÃO, SERÁ UM TRABALHO, O SEU, PERDIDO. E vamos continuar nessa luta, não gosto da palavra guerra, contra o tal mosquito. É uma luta que mais uma vez digo, vale muito a pena.

18 março 2011

ESTAMOS EM GUERRA


Ontem, bem na hora do almoço, todas as bocas do fogão em franco
funcionamento, eis que aperta a campainha de casa, um funcionário da SUCEN - Superintendência de Controle de Endemias de Sorocaba. Ele queria dar uma investigada em casa à procura de focos da dengue e já foi avisando que hoje passariam munidos da tal FUMACÊ, para aplicá-la nas residências minhas vizinhas pois um morador de perto estava com a doença. Bem na hora do almoço. Apaguei os fogos e acompanhei o funcionário no passeio pela casa. Tudo bem, foi embora, até comendo um bolinho de arroz, aquele que postei anteriormente. Hoje aparece logo após o almoço, uma comitiva do mesmo serviço, nos informando como devíamos preparar nossas casas para a aplicação do produto. Trazem um panfleto bem detalhado, mas explicam ao vivo para que não restem dúvidas. Mãos à obra. Todas as roupas que estavam no varal recolhidas, as que estavam em mancebos, guardadas dentro dos armários, travesseiros e almofadas "escondidos" dentro de guarda roupas, utensílios, temperos(minhas pimentas), vidros de biscoitos e bolachas, porta guardanapos, tudo enfim que fica em cima das mesas da copa, cozinha, tudo coberto com lençol, frutas nas fruteiras também cobertas, aparelhos de tv, dvd, cd, som, telefones, computadores, tudo bem protegido. Só uma coisinha que não concordei foi que a agente de saúde, hiper simpática por sinal, aconselhou a tirar as
roupas das camas. Não o fiz, pois dessa maneira, os colchões ficariam expostos. Preferi deixar com as colchas para agora lavá-las. Passarinhos e Vivi na calçada, para bem longe do produto. Foi uma zoeira. Eu e meus vizinhos, todos na calçada com gaiolas, cachorros, carros para fora das garagens, enquanto o produto era aplicado. Pediram que esperássemos meia hora antes de retornarmos para o interior das casas, que ficaram totalmente abertas para receberem a aplicação. Estamos na guerra contra a dengue, fizemos nossa parte, a prefeitura fez a dela, tudo porque uns e outros ainda não atentam para o combate à dengue antes da doença aparecer. E o pior é que, pode ser que a pessoa vitimada daqui de perto, faça também a sua parte de maneira consciente e correta, mas um de seus vizinhos não o faça. Ainda está faltando tomarem tento e terem responsabilidade. Só com o apoio de todos, essa guerra será vencida. EU APOIO.

12 março 2011

CALAMIDADE!

Mais uma vez o mundo chora perdas. Muita coisa perdida e o pior, muita gente que se foi. Num arrastão furioso, uma outra Tsunami devasta o Japão. Mais uma vez. Não tem como só olhar e agradecer por não ser aqui. Não consigo pensar assim. Seria muito cômodo. Mas e os irmãos de lá? Como ficam agora? Quanto tempo para se recuperarem, não só materialmente, mas quanto tempo levarão para se recompor do susto, do medo? Esse povo tão lutador. Tão reconstrutor. Tão soberano em seus costumes. Um povo que ensinou o mundo como se recuperar de guerras. Como plantar para comer. Como não se revoltar ante as ocorrências tristes da vida. Um povo apaixonado por cores alegres hoje se tinge de um cinza escuro no tom da destruição. Se reerguerão mais uma vez, é claro. Não resta dúvida quanto à isso. Mas a que preço? Ao preço de perdas irreparáveis como a dos seus amados. A Tsunami varreu tudo para um caminho só. Igualou tudo e todos num final só. Como se encontrar ante tanta destruição? Fico imaginando como essas pessoas tem forças para se encontrarem e recomeçarem. Sei que o farão, mas não imagino isso. É muito longe da minha realidade para me colocar no lugar deles. É muito triste para me imaginar no lugar deles. Sou mesquinha e covarde até para me colocar no lugar deles. Mas, não tanto para pelo menos não dirigir à eles um pensamento, uma oração dentro da minha crença. Uma oração pedindo forças, confiança no amanhã, companheirismo e energia. Meus sinceros sentimentos, eu sei, de espectadora, mas mesmo assim, meus sentimentos aos atingidos. Minhas orações a todos que de uma maneira ou de outra, se vêem atingidos pela grande onda.

15 outubro 2010

OS PREÇOS DOS MEDICAMENTOS. COMPLICADO

Assunto delicado esse. Meu médico me recomendou um medicamento novo. O antigo já não fazia o efeito esperado e ele achou melhor não aumentar a dose e sim mudar o medicamento. Hoje na consulta depois de três meses com o novo medicamento, ele me alertou quanto ao perigo de fazer uso de genéricos. Realmente, o que ele disse tem lógica. Se não vejamos. O medicamento de marca, o recomendado por ele, custa quase sessenta reais em qualquer farmácia. O genérico, achei até por dezesseis. Tudo bem que muita gordura pode ser enxugada e cortada em tudo que é vendido e com medicamentos não é diferente, mas daí a ter uma diferença tão grande é ou não é para se desconfiar? E tem o famoso efeito placebo. Aquele que pode lhe matar ou curar. Uma aguinha com açúcar em boa hora, se tomada por recomendação de uma pessoa em quem se confia, pode cessar muitos males e dores. Assim como, se você cisma a mão que aquele remédio é falso, ou não tão bom quanto o de marca, ele pode até ser uma maravilha tal qual o de marca, mas não fará efeito. A cabeça de muita gente é assim. Me incluo nesse time. Pois bem, de posse da receita do tal medicamento, passei a mão no telefone e comecei a fazer a tomada de preços. Mesmo o de marca, de tantos comprimidos, achei com uma diferença de até vinte reais. Como pode ser? É uma falta de respeito uma farmácia vender um medicamento de uso contínuo, com um ganho tão elevado assim. Será que os proprietários de farmácias, esquecem, não imaginam que neguinho já está debilitado por conta da doença e que não merece passar por mais um desapontamento desse, de perceber que está sendo logrado, para não dizer roubado? Uma pena isso tudo. Se uma farmácia pode, consegue vender um produto de origem confiável por determinado preço, por que outras têm que enfiar a faca na gente na venda do mesmo medicamento? E se pesquisar mais lugares, com certeza acharei preços mais diversos ainda. Triste isso. Assim, os medicamentos genéricos que viriam para solucionar o problema para o custo dos mesmo, só vieram para causar maior problema. O de credibilidade ou falta dela.

14 outubro 2010

COMUNICAÇÃO

Ontem falei sobre os atendimentos ao telefone, a nova moda de comunicação, a nova gíria, ou a falta de bom senso mesmo. Sei lá. Acho que falar, conversar, trocar ideias, ainda é o melhor modo de se conhecer pessoas. Então, saber falar e principalmente escutar, é uma boa maneira de se conservar amigos e arrebanhar novos. Tenho 56 anos, mas não me considero antiquada ou desatualizada. Convivo facilmente com pessoas bem mais jovens que eu e nos damos muito bem. Sou antenada em assuntos diversos, como filmes, livros, lugares, carros, motos(Ô PAIXÃO), política(não dá para esquecer), enfim, tento estar sempre ao lado dos assuntos atuais para não me tornar um peso, uma mala sem alça, para quem se achegar a mim. Mas não concordo com a maneira pouco elucidativa com que alguns jovens conversam. Entre eles ou com qualquer pessoa que deles se aproxime. É preciso estar com tradutor do lado para engatar uma conversa. Tem jovens que morrem de preguiça, é isso mesmo, preguiça de falar. Então falam palavras pela metade, se comunicam com monossílabos, que para eles fazem tanto efeito, que com um só proferido, eles se matam de rir, ou se assustam, ou não acreditam. A gente, ali do lado, boiando na boa. Tudo bem, se não estão tratando de assuntos que requerem um certo grau de cultura, vai na boa. Mas as vezes a ocasião requer mais tato e aí a coisa estraga. Não dá certo. Assim como disse que a comunicação é importante, digo também que é a coisa mais difícil do mundo. Comunicar-se. Nossasenhoradaglória! Como é difícil se fazer entender, expor opiniões, dar pitacos, sem desgostar um ou outro. É muito difícil mesmo. As vezes, eu que sou do bem, tenho um bom humor incrível, para não desgostar alguém, prefiro otimitir opiniões para não azedar uma conversa. Muito difícil. Se fazer entender é uma arte para poucos.

19 agosto 2010

JUSTIÇA FOI FEITA. ATÉ QUE ENFIM!

Vinícius de Moraes, foi enfim "promovido" a EMBAIXADOR DO BRASIL, isso ocorre agora, quando contamos trinta anos da sua morte.

11 agosto 2010

NÃO SE DISCUTE...

Tem assuntos que não se discute. Como sempre ouvi falar, não se discute religião, política e futebol. Concordo. A voz do povo é sábia. Política, por exemplo, é assunto danado de perigoso de se conversar. Normalmente acaba em discussão. Cada um tem seu ponto de vista, seu candidato e quanto mais acalorada a conversa, mais afoitos os correligionários, mais arraigados os partidários de um candidato, maiores as chances dessa conversa acabar em discussão, quiçá briga. Quando os candidatos são diferentes, é claro. Ontem presenciei uma conversa sobre os candidatos à Presidência da República. Não se estenderam, os conversantes, ao ponte de discussão, mas não entraram num acordo e nunca entrariam. Cada um com seu candidato. Cada qual com sua opinião. Mas o mais incrível que pude observar, é que de ambos os lado, não se aprovava nenhum candidato e sim descia-se a lenha no outro. É mais ou menos assim: Vou votar em Fulano por que o Beltrano é tranqueira demais da conta. Votarei no Sicrano porque o outro não vale meu voto. Tem gente ainda que fala: Não votarei em nenhum porque nenhum presta. Ouvi até falarem que há mais de dez anos neguinho não vota porque nenhum político faz nada por ninguém. Ô coisa difícil de se entender e explicar é essa tal política, eleição, candidatos, votos e tudo mais de cerca uma eleição. Não faço e nunca fiz campanha para nenhum político ou partido, mas nem por isso, voto em branco ou anulo meu voto. Me respeito o suficiente para, de maneira nenhuma, comparecer ao local da votação, esperar na maioria das vezes por horas para conseguir votar e deixar de exprimir minha vontade política. Isso nunca fiz. Posso não ter tido ou visto resultado que esperava de algum ou dos políticos como um todo, mas meu direito exerço e faço minha obrigação. Nuca vou para uma votação sem conhecer o mínimo do candidato que escolhi. Já quebrei, como a maioria dos brasileiros, a cara muitas vezes, mas continuo tentando o melhor para nós e uma maneira de tentar isso, é através do voto. Pelo menos posso reclamar quando a coisa não anda bem. Será que quem não vota, vota em branco ou anula seu voto, pode fazer o mesmo? Só reclamar não adianta. Agora, que é muito engraçado, senão triste, ver duas pessoas falando sobre seus candidatos, cada qual descendo a lenha no candidato do outro, ah isso é. Engraçado, mas profundamente triste. Me faz pensar que nenhum dos dois lados está certo. Isso é de matar de tristeza. Seria muito bom se a dúvida estivesse em quem seria o melhor presidente e não o menos ruim.

03 agosto 2010

ANTES DIVERSÃO, AGORA INQUIETAÇÃO!

Vez ou outra recebia emails pedindo para preencher com meus dados e minhas preferências, alguma brincadeira. Sempre esses emails vinham de pessoas conhecidas. De meus contatos. Mas já aprendi que nem sempre são realmente enviados por essas pessoas. Então já estava alerta.
Agora tem outra manobra sendo usada por pessoas bandidas, tranqueiras como costumo falar, envolvendo nossos tão queridos blogs.
Recebemos vários questionários ou selinhos com brincadeiras de nossos blogs queridos, para no, intuito de nos conhecermos melhor, afirmar e estreitar nossos laços, nos pedindo para falar de nossas preferências, contar um pouco de nossos costumes, horários, família, casa, trabalho, enfim, um pouco ou muito de nós. De nossa vida. Esses informes estão sendo usados de maneira escusas por pessoas que de posse dessas informações estão levando o desespero à famílias, mexendo em contas bancárias, tentando ou pior, conseguindo assustar muita gente. Por essas e por outras que sei que todo mundo já está informado, acho melhor por enquanto, não mais detalhar nossos costumes, gostos, horários, trajetos, nem nada que seja particular, em nossos blogs. Que pena. Era tão gostoso saber o nome dos filhos, marido, pais das blogueiras. Onde trabalhan, onde estudam, como vão, se de trem , onibus, carro. Coisinhas que para nós era uma diversão, mas que agora colabora com atos perigosos. Melhor parar.

30 julho 2010

GRANDE PRÊMIO BRASIL 2.010
















Nesse final de semana, no HIPÓDROMO DA GÁVEA no Rio de Janeiro, será realizado o Grande Premio Brasil 2.010. Será sem dúvida um grande evento onde os mais belos animais e os melhores profissionais do turfe se encontrarão para mais um espetáculo.

Estou registrando esse evento aqui, mas nada entendo dele e o mais próximo de sou de cavalos, apesar de adorar esse animal sé o fato de minha cucla trabalhar em uma produtora de televisão, numa mídia que relata acontecimentos com cavalos, como leilões, crias, feiras, mostras e afins.
Mas o GRANDE PRÊMIO, sempre foi esperado por mim e por muita gente de minha idade com ansiedade e curiosidade para podermos ver o desfile de chapéus femininos que acontecia nesses eventos. Era de se recordar durante o ano todo. Apareciam chapéus de todo tamanho, altura material, cor, procedência e gosto. A maioria deles, para a maioria dos espectadores, de gosto muito duvidoso, diga-se a verdade. Eram esquisitos, sem noção e suas usuárias quase nem podiam andar tal era a alegoria que carregavam nas cabeças. Não sei com certeza se isso ocorre ainda, mas até alguns anos atrás, quem ia ao hipódromo, necessariamente teria que ornar a cabeça com verdadeiros carros alegóricos. Vou colocar reparo nesse ano para ver se tem alguma coisa estrambolica ou se agora o bom senso e a moderação imperam por lá.

ARA! ARA! ARA!

É MUITO REVOLTANTE!

Logo pela manhã, assistindo ao telejornal, me surpreendi com uma notícia no mínimo bizarra, para não dizer desagradável. Em Igaraçu do Tietê, cidade vizinha a bela Barra Bonita, uma dona de casa com 37 anos, que aumenta a renda familiar fazendo pães, lindos, diga-se de passagem, estava participando de um concurso para preenchimento de uma vaga de merendeira em uma escola na rede municipal. Já havia feito e sido aprovada no exame escrito o que lhe deu o direito de fazer o exame prático. Mas, não pode, foi impedida de fazer o referido exame, pois ao se apresentar para fazê-lo, não estava em concordância com o edital do tal exame. Ela estava com um sapato de salto baixo, fechado, como requeria o edital, mas estava calçada com um sapatinho muito simples para aquele importante, elegante, charmoso exame. Não parece piada? A dona de casa foi barrada, não deixaram que ela fizesse o exame prático por estar com um sapato já não novo, muito simples, apesar de ser como mandava o figurino, um sapato fechado e de salto baixo. Não é para ir até o local do exame e soltar uma bomba para acordar e trazer à realidade aqueles que lá se encontram para examinar as candidatas? É de perder a fé na humanidade. Nos valorosos e conceituados edis. Senhores esses que estão lá por voto de pessoas como essa senhora. É revoltante. O prefeito foi procurado, mas claro, se furtou a dar entrevista ou explicações. Mas também, explicar o que? Que possivelmente ele ou algum outro funcionário da casa já tinham uma pretendente para o cargo? Me desculpem mas só posso pensar nisso. Ficaram com medo da concorrência dessa senhora e inventaram, precisavam inventar um motivo para barrá-la e conseguiram. Gostaria muito de ir até essa cidadesinha, procurar pelos responsáveis por essa humilhação pela qual passou essa eleitora e ouvir o que eles tem a dizer. Por outro lado, gente de IGARAÇU DO TIETÊ, arregassem as mangas, saiam sem defesa dessa senhora, façam valer os direitos dela e por tabela, os seus direitos, façam panelaço, apitaço, barulhaço ou qualquer outro movimento pois os próximos humilhados, injustiçados podem ser vocês.

18 abril 2010

mais uma da imprensa

Hoje, o bonitão e eu fomos almoçar na casa/chácara dos sogros da cucla, Marlene e Vitinho. Saboreamos uma deliciosa feijoada e eu e a Marlene, como mostra a foto, o fizemos no caramanchão à beira da piscina. Um senhor cenário, gente da boa e comida idem. Só que a cucla estava danada da vida e logo que cheguei falou:_Mutla, tenho uma pérola da mídia para você comentar no blog.
Explicando-se, comentou que na noite de sábado, quando ela e o Vi assistiam à tv, numa chamada para o Fantástico, a repórter discorreu sobre os assuntos que seriam tratados no programa ressaltando a morte de Lady Laura, mãe do cantor Roberto Carlos, ocorrida em tal hospital, de onde entrou ao vivo uma repórter que soltou a pérola dizendo que o Rei estava fora do Brasil, em tal lugar, recebendo naquele momento uma justa homenagem pela venda de muitos milhões de discos e que ainda não estava sabendo da notícia. A cucla ficou uma fera imaginando se alguém daqui, sabendo da notícia, usasse um celular para alguém que estivesse lá e contasse o ocorrido. A notícia poderia se espalhar feito fogo em palha e até alguém da plateia, mais afoito, poderia aos gritos, tornar público tão triste fato. Parece mentira, mas isso poderia acontecer. Que falta de tato, de profissionalismo, de humanidade. Tudo pelo privilégio da notícia em primeira mão. Já tem muito tempo, uma situação muito parecida ocorreu quando um jornalista chegou à casa da filha do cantor Agostinho dos Santos, com imagens ao vivo, para entrevistá-la sobre o premio que seu pai acabara de receber como o melhor cantor do ano e estaria naquele momento voando para Lion na França para recebe-lo. A moça, toda sorrisos, atendeu a imprensa quando uma vizinha dela, saiu à rua aos gritos, tudo isso mostrado ao vivo pela câmera, que haviam noticiado numa rádio, que Agostinho dos Santos, acabara de morrer num acidente aéreo. Um acidente triste que levou muitas pessoas, dentre elas, o cantor e outras pessoas do meio artístico. A filha do cantor, quase morreu, entrou em desespero e sem nunca largar a câmera, a equipe do programa gravou tudo e depois exibiu exaustivamente em seu canal. Que pobreza. Que ganancia. Tanto tempo se passou, mas parece que uma grande parte da mídia, ainda continua podre. Que pena.

25 fevereiro 2010

EM TEMPO

SOBRE A POSTAGEM ABAIXO, QUERO COMENTAR QUE TENHO TOTAL CONHECIMENTO DE QUE, SE UM CANAL OU REDE DE TELEVISÃO OU QUALQUER QUE SEJA O VEÍCULO DA MÍDIA, COMPROU, ADQUIRIU COM EXCLUSIVIDADE A TRANSMISSÃO DE UM DETERMINADO ACONTECIMENTO, FICA VETADO ÀS OUTRAS REDES, A APRESENTAÇÃO DE QUALQUER IMAGEM E AS VEZES ATÉ DE UM COMENTÁRIO SOBRE O REFERIDO EVENTO. MAS, TAMBÉM ISSO, EU ENCARO COMO DESRESPEITO AO CONSUMIDOR, OU SEJA, AO TELESPECTADOR. SOU DA OPINIÃO QUE, SE ALGO ESTÁ OCORRENDO NO MUNDO QUE MEREÇA SER DO CONHECIMENTO DE TODOS, QUALQUER MÍDIA DEVE TER ACESSO E LEVAR AO CONHECIMENTO DE SEUS SEGUIDORES, UM MÍNIMO DE INFORMAÇÃO.

atualidades


Estou maravilhada, realmente encantada com os Jogos de Inverno que estão sendo realizados em Vancouver, na Columbia Britanica, no Canadá. Tudo ali é de uma beleza incrível. As roupas, uniformes, músicas, paisagens, atletas, tudo enfim de uma beleza singular. Os esportes ali apresentados, não tão comuns em nosso país, as provas classificatórias e as finais nas disputas pelas inúmeras medalhas, a organização, são acontecimentos sem precedentes. A leveza com que os patinadores deslizam pelo gelo ou neve, é deslumbrante. Parece que estamos no meio de anjos que voam entre nuvens de algodão. Branco e macio. Estou apaixonada por esses jogos. Uma só dúvida. Será que só eu e mais alguns gatos pingados acompanhamos essas provas? É essa a impressão que tenho. Uma das razões para estar pensando assim, é a falta de comentários nas rádios e canais de televisão sobre esses jogos. Porque ninguém, salvo a Rede Record de Televisão, fala sobre esse assunto? Porque a Globo, Sbt e outros canais informativos, não dão resultados, placar de medalhas, ou mostram cenas incríveis de um salto nunca antes documentado? Porque não vemos as maravilhosas dupla de patinados fazerem da pista de patinação um lugar onde eles perdem o pequeno peso e chegam a levitar em saltos lindíssimos, indo contra a física, porque não vemos isso documentado em outros canais como um grande espetáculo da Terra? Será que a briga pela audiência é tamanha que outros canais não mencionam o que está ocorrendo em Vancuver por medo do telespectador se interessar pelo assunto e mfdar de canal? Que pobresa. Isso seria mídia informativa. Quem não tem acesso por N motivoo à Rede Record de Televisão, ficaria sabendo de alguns detalhes imperdíveis sobre os Jogos de Inverno. Será que seria pedir muito um pouco mais de informação?

23 fevereiro 2010

atualidades

Queria me sentar aqui para passar umas horinhas em estado de graça, me divertindo com minhas lembranças e passando ou pelo menos tentando passar umas palavras descontraídas para quem lesse, mas não consegui ficar sem pensar nas notícias de ontem e que voltam hoje aos canais de televisão. Falo sobre a barbárie que se tornou cada jogo, ou como gostam de falar, os clássicos de futebol. Não é privilégio de nenhum estado brasileiro. Ocorre em todo o país. Antes, já bem ruim a situação, ao final de cada grande jogo de futebol, terminada a partida, eram as piores notícias que víamos através do vídeo. Hoje em dia, mudou. Para pior ainda. Antes mesmo dos torcedores chegarem aos estádios para os noventa minutos de ação, alegria e torcida, a coisa já degringola para uma verdadeira batalha nas ruas as vezes nem tão próxima ao estádio onde se realizaria a tal peleja. Nas estradas, a guerra já tem seu início. Que vergonha. Que horror. Que pavor. Usar camisas de clubes de futebol e com isso mostrar seu time de coração, é um verdadeiro ato de desatino, de loucura. Eu sou Sãopaulina desde que me conheço por gente. Já conheci pessoalmente muitos jogadores de vários times cariocas, paulista e baianos por conta da profissão de meu irmão, que era profissional do rádio. Ia toda semana ao campo ver de perto o futebol. Sempre gostei da coisa. Ia, torcia, me divertia e me alegrava com a vitória ou me chateava com a derrota. Mas sempre se sabia que numa disputa só um ganha. Agora, ninguém aceita a derrota. Ninguém aceita sequer que exista outro time. Que pena ter mudado tanto. Que pena o futebol estar sendo desculpa para que bárbaros se matem. Não quero nem de longe generalizar qualquer torcida, mas que o grande espetáculo chegou ao fim, isso é inegável. O que significa, várias pessoas uniformizadas, correrem atrás de outras também com uniforme, só que de um outro time, se matando nas ruas? Qual é o motivo? Será que alguma dessas pessoas sabe porque está fazendo isso? O que leva uma pessoa sair de sua casa para ir ao estádio ver seu time jogar e levar consigo um pedaço de ferro ou de pau e esse pau cheio de pregos? O que tem em mente um animal desse? É claro que nem animal esse ser é. O animal faz de tudo para preservar a si e a sua espécie. O que aconteceu com nossos jovens, sim porque na maioria das vezes o que se vê, são jovens de tenra idade, saindo a captura de seus desafetos. Ora façam-me um favor. Vão namorar. Vão tomar uma cerveja. Vão andar de moto. Vão fazer qualquer coisa. Mas parem de se matar e com isso, deixar mortos de uma uma maneira ou de outra suas famílias. Parem com essa mortandade chamada de torcida organizada. Que pena.

13 janeiro 2010

nossa mídia

Hoje acordei sem muito ânimo pra quase nada. A dor nos pés está muito forte e isso já dura mais tempo que eu achei que duraria. Estou bem chateada. Mas mesmo assim, comecei meu dia com um bom café da manha, tarefas normais do dia a dia e fui cortar meu já bem curto cabelo. Durante o almoço, liguei a tv para ver o noticiário e infelizmente as notícias não eram melhores que as de ontem. Mas tentei me informar o máximo possível. Me atualizar. Mudei de canal e sintonizei um canal bem informativo da tv a cabo. As mesmas notícias circulavam por lá. Desliguei a tv, liguei meu aparelho de som da sala, arrumei a cozinha do almoço e vim para o computador. Em meu passeio pelos blog, mais exatamente no blog da minha queridona Glorinha, uma notícia me deu um frio na espinha. Caiu pra mim, com um raio. A morte de a Doutora Zilda Arns. Que grande perda. Mas o que me deixou mais fula da vida, foi que desde ontem, em vários canais da tv, em vários noticiosos, em vários horários por onde estive, nenhuma notícia sobre essa perda, tão gignificante para nós. Nenhuma notícia. Tudo bem, que não tenho assistido muito a tv, mas dos noticiários sou telespectadora assídua. Pelos programas da tarde, só vi que estavam atualizando as notícias sobre o estado da Hebe Camargo, num desfiar, num retalhamento e detalhamento tão invasivo, que não consegui ver muito e mudei de canal. Outros programas, se adonaram dos realites shows(sei que não é assim que se escreve) e de fofocas sobre casa e descasa de famosos, que não tiveram espaço para mais nada. Nada contra se informar sobre seus ídolos. Nada contra mesmo. Mas se tem espaço na tv e rádio para dar tantas vezes as mesmas noticias sobre as mesmas pessoas, como não ouvi falar nada sobre a Drª Zilda? Em nenhum programa nem horário? Achei que faltou informação, comunicado, deferência, respeito. Drª Zilda Arns merecia tudo e muito mais.

O MUNDO FICOU MAIS POBRE E DESAMPARADO


A médica pediatra e sanitarista Zilda Arns Neumann, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, morreu no forte terremoto que abalou o Haiti nesta terça-feira.
Ela tinha 75 anos e também era coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa.
Zilda Arns nasceu em Forquilhinha (SC) em 25 de Agosto de 1934 e morava em Curitiba.
Irmã de Dom Paulo Evaristo Arns, cardeal arcebispo emérito de São Paulo, ela foi proposta pelo governo para o Prêmio Nobel da Paz por três anos seguidos.
Formada em Medicina, aprofundou-se em Saúde Pública visando salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência em seu contexto familiar e comunitário.
Doutora Zilda Arns desenvolveu uma metodologia própria de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres, baseando-se no milagre bíblico da multiplicação dos dois peixes e cinco pães que saciaram cinco mil pessoas, como narra o Evangelho de São João
Eu não sabia da sua morte. Só hoje, ao passear pelos blogs que visito diariamente, tomei conhecimento dessa tão triste notícia.
Incrível como me abalou. Não conheci essa senhora pessoalmente, mas cá do meu lado, do meu jeito, a meu modo, acompanhava sua tragetória por entre os pobres, entre as crianças carentes e idosos necessitados, que sempre foram sua primeira e principal preocupação.
Com certeza Deus está precisando de pessoas competentes lá em cima. Está tão ocupado com o que ocorre por aqui, que está levando para lhe ajudar, pessoas de inestimável valor. E nós, já tão desesperançados, tão pobres de segurança e apoio, ficamos mais pobres. Mais a mercê do que vier por aí.
Só uma coisa, um detalhe, me acalma o coração. É saber que as crianças e idosos que a tinha como colaboradora, como salvadora, agora a tem como um anjo da guarda poderoso.
Estou realmente triste.

12 janeiro 2010

atualidades

LISTA DE MATERIAL ESCOLAR

Todo mês de Janeiro, a coisa se repete. É uma hecatombe entre os pais, é um corre corre danado até as papelarias e livrarias com as tais listas de materiais escolares na mão. Alguns pais, tentam fazer pesquisa de preços por telefone ou pela internet, mas nem sempre são bem sucedidos. Então, o remédio é andar em um fornecedor a outro, gastando tempo, combustível, paciência, saúde e mais outras coisas, que as vezes não tem. Todo começo de ano é a mesma coisa. Alguns anos atrás, vendo o sururu causado pelas listas de materiais de algumas crianças da família, estranhei o alvoroço e pedi para ver a temida lista. Nossa Senhora! Quase caí sentada. O que era aquilo? Como era possível uma criança no Ciclo Básico, gastar tamanha quantidade de material escolar, em um único ano? Não acreditei no que vi e também achei que era um abuso aquela lista. Já tive duas crianças em escolas e nunca tinha passado por aquela situação que beirava o desrespeito. Já tive, também, escola de recreação infantil e a garotada gastava, usava e precisava de muito material, mas a lista que eu fornecia aos pais, por semestre, estava á anos luz de distância daquela que estava na minha mão. A quantidade de cadernos, folhas de sulfite, papéis diversos, como cartolina, cartão, estencil e sei lá mais o que, era abusiva mesmo. De lá para cá, a coisa não tomou diferente rumo. Com o agravante que além de quantidade absurda, tem o apelo comercial para os novos produtos lançados nessa época, pelos quais a garotada fica simplesmente apaixonada. Os pais, então, de cabelos em pé, os que tem ainda cabelos porque, todo ano acontecendo isso e a criançada não querendo aproveitar nada do ano anterior, não é brincadeira não. Comentei isso com meu filho ontem, na hora do almoço, quando o assunto foi trazido na televisão por um noticiário e falei que o remédio para quem quer contentar os filhos e não tem muito recurso, é solicitar às escolas a tal lista de material antes do Natal e fazer da mesma, o presente de Natal para os filhos, assim o recurso direcionado para os materiais escolares e o presente de Natal, fica sendo um só e a meninada pode "ganhar" o material que quer, da marca que quer, sem levar os pais à falência.