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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Melhores Álbuns Internacionais 2010


1º Midlake – The Courage of Others

2º Sufjan Stevens – Age of Adz
3º Gil Scott-Heron – I’m New Here
4º Laura Veirs – July Flame
5º Arcade Fire – The Suburbs


6º Afrocubism – Afrocubism
7º MGMT - Congratulations
8º John Grant – Queen of Denmark
9º Trembling Bells – Abandoned Love
10º Vampire Weekend - Contra

11º Ice Cube – I Am the West
12º Erland and the Carnival - Erland and the Carnival
13º Neil Young – Le Noise
14º !!! – Strange Weather, Isn’t It?
15º Elvis Costello – National Ransom


16º Janelle Monáe – The ArchAndroid
17º Joanna Newsom – Have One on Me
18º Black Rebel Motorcycle Club – Beat the Devil’s Tatoo
19º Sharon Jones & The Dap Kings – I Learned the Hard Way
20º Warpaint – The Fool

21º Christina Aguilera -Bionic
22º Women – Public Strain
23º The National – High Violet
24º Willie Nelson – Country Music
25º Emily Jane White – Victorian America


26º Manic Street Preachers – Postcards from a Young Man
27º Deer Tick – The Black Dirt Sessions
28º Yeasayer - Odd Blood
29º Jenny and Johnny – I’m Having Fun Now
30º Rumer – Seasons of My Soul

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Reportagem em Benicàssim: segundo dia

O segundo dia do Festival Internacional de Benicàssim correu, e bem, ao sabor do electro-pop. E nesse campo houve um grupo que se distinguiu: os Hot Chip. Ao contrário do que é apanágio dentro do nicho, o colectivo londrino nega qualquer compromisso desenvergonhado com os anos 80. Através de uma performance muito dançada, e com todos os seus membros a distribuirem-se numa placa giratória multi-instrumentista, os Hot Chip empunharam os seus temas mais célebres, num cruzamento neo-milenar improvável entre Kraftwerk e Gang of Four (embora a milhas de ambos, a milhas de tudo). Mostraram serviço notável, mesmo que com a concorrência de alguns exibicionistas nus que se erguiam acima do imenso mar de cabeças da assistência.


Antes, também pelo palco principal (Escenario Verde), esteve Julian Casablancas, com uma banda mais numerosa que os seus Strokes (o vocalista está a ser acompanhado por mais seis instrumentistas). Quem o vir no Meco, pode esperar dele uma actuação que vai incluir temas dos Strokes (ouviram-se ontem Reptilia ou Modern Age, entre outros) que não colidem com o formato synth-pop da colheita a solo do álbum Phrazes for the Young que está agora a apresentar. Com um visual de pequenas excentricidades (da madeixa de cabelo oxigenada à unha da mão pintada), Julian Casablancas gracejou com o facto de não falar nada de castelhano, mesmo tendo dois nomes espanhóis (J. Fernando Casablancas). Foi o vocalista nova-iorquino que deu origem à primeira grande mobilização de massas, ao início da noite.

Também em bom plano, e igualmente sob o signo do eletro-pop, estiveram os Goldfrapp num dos palcos secundários (o Escenario Fiberfib.com). A ventoinha do palco simulava um vento que não existia (a noite foi outra vez quente e dispensou camisolas de manga comprida) e levantava no ar o vestido curto e prateado de Alison Goldfrapp, e o ambiente era o de uma viagem aos anos 80 à bruta. Com um alinhamento em regime best of, sobretudo dos últimos tempos (lados-A como Believer, Alive ou Rocket foram escutados), o toque kitsch e abbesco da banda inglesa caiu bem no festival.

Mas o momento de glória do segundo dia coube aos Vampire Weekend (na foto), no Escenario Verde. A cada tema - Cape Cod Kwassa Kwassa, Cousins, A-Punk, Diplomat's Son, Oxford Comma, Horchata (refresco que abunda muito nesta região) ou Mansard Roof - os Vampire Weekend ligavam o turbo e punham a entusiasta multidão a dançar freneticamente. O mexido vocalista Ezra Koenig, que tinha a guitarra viciada nos acordes afro que lembram o Mali (excepção ao electrónico Giving Up the Gun), foi o porta-voz de uma banda que está a marcar uma época e que está a conseguir dar o salto para um estatuto de popularidade maior.

Notas elogiosas ainda para a actuação sob sol arrasador do cantautor irlandês Fionn Regan (e para as suas virtudes folk dylanescas), para a adesão dos muitos festivaleiros britânicos em torno dos ascendentes Mumford & Sons (que seguem a melhor tradição da folk inglesa) e para o DJ set de DJ Shadow já a madrugada ia avançada (que mereceu um ecrã em forma de esfera e o melhor do hip hop instrumental).

Artigo publicado no site Cotonete.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

2008: OS MELHORES ÁLBUNS INTERNACIONAIS

1º Silver Jews - Lookout Mountain, Lookout Sea

2º MGMT - Oracular Spectacular
3º Fleet Foxes - Fleet Foxes
4º Portishead - Third
5º Gonzales - Soft Power
6º B.B. King - One Kind Favor
7º The Hold Steady - Stay Positive
8º Cat Power - Jukebox
9º Duffy - Rockferry
10º The Breeders - Mountain Battles

11º Grace Jones - Hurricane
12º White Denim - Workout Holiday
13º Black Mountain - In the Future
14º Beck - Modern Guilt
15º Vampire Weekend - Vampire Weekend
16º Lykke Li - Youth Novels
17º Melvins - Nude with Boots
18º Ladyhawke - Ladyhawke
19º Santogold - Santogold
20º Gnarls Barkley - The Odd Couple

21º Bon Iver - For Emma, Forever Ago
22º R.E.M. - Accelerate
23º Benga - Diary of an Afro Warrior
24º Scarlett Johansson - Anywhere I Lay My Head
25º The Gutter Twins - Saturnalia
26º Mudcrutch - Mudcrutch
27º Charlie Haden - Rambling Boy
28º Kings of Leon - Only by the Night
29º Heavy Trash - Going Way Out with Heavy Trash
30º Nneka - No Longer At Ease

Imagens YouTube (de cima para baixo): Silver Jews - "Suffering Jukebox"; The Breeders - "German Studies"; Gnarls Barkley - "Going On"; Nneka - "Heartbeat".
Fotos (de cima para baixo): Gonzales; Vampire Weekend; Gutter Twins.