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15 de abr. de 2010

Último jantar em Buenos Aires

A ideia naquela noite de sábado era um jantar repleto de comidas da Patagônia. Não deu certo. O restaurante típico fechou ou então foram os redatores do guia que tínhamos em mãos que erraram feio na indicação do endereço. Era para ser uma decepção, mas não foi bem assim.
A razão? Fomos parar no Punta Brasas, um restaurante dos mais agradáveis no movimentado Palermo Hollywood. Nem sentimos passar os 20 minutos de espera, em parte porque a simpática hostess achou dois bancos livres ao lado do bar, de onde ficamos acompanhando o movimento de frequentadores, o que significa uma interessante mistura de gente de estilo descolado com pessoas de visual mais, digamos, “clássico”. Todos elegantes, cada um a seu modo.

Outro motivo para o tempo passar depressa foi a possibilidade de bebericar duas taças de espumante servidas como cortesia, talvez pelo fato de os administradores da casa sentirem uma certa obrigação de se desculpar por não sermos atendidos de imediato. Impossível não simpatizar com aquele lugar.
Alocados em uma boa mesa num dos cantos do restaurante, começamos a elogiar o patê de fígado de galinha com queijo servido no couvert.

A Débora, ainda sem esquecer o objetivo inicial daquela noite, pediu uma saborosa Trucha Patagonica (39 pesos), coberta por creme de amêndoas e acompanhada de molho de cenoura com gengibre, além de batatas.

Eu escolhi Lomo a la Mostaza de Díjon com Papas a la Crema (38 pesos), prato clássico e costumeiramente bom em qualquer lugar. Mas ainda melhor com carne argentina temperada na medida certa. Simples e sensacional.

Sem conhecer, pedimos o vinho Don Nicanor malbec (70 pesos), forte e encorpado mas apenas razoável.

Fechamos a noite com uma deliciosa Panqueque de Manzana flambada na mesa com rum (18 pesos).

Difícil descrever como gostei daquele nosso último jantar em terras portenhas. Acho que a ocasião sintetizou perfeitamente como nossa viagem foi boa em todos os aspectos, sobretudo no gastronômico.

Sugestão do chef: Às sextas e sábados, a casa funciona em sistema de open bar da uma às quatro da manhã.

Punta Brasas:
Bonpland, 1694 – esquina com Honduras – Palermo Hollywood – Buenos Aires – Argentina – Tel.: (54 11) 4776-2784

13 de abr. de 2010

Post refrescante

Um dos desejos que levamos na bagagem era o de comprovar a boa fama dos sorvetes argentinos.
Já no primeiro dia, enquanto passeávamos por San Telmo, vimos uma filial da Freddo e resolvemos entrar. Claro que a nossa estréia no universo dos gelados deveria ser regada com o espetacular doce de leite daquela terra. Cada um de nós optou pelo copo de dois sabores (15 pesos). Doce de Leite Clásico, Doce de Leite Tentação – com o sorvete misturado a pedaços do doce bem cremoso –, Creme de Frutos do Bosque e Canela foram nossos pedidos. Todas as opções tinham sabores bem definidos, mas o Doce de Leite Tentação foi, de longe, o que preferimos. Simplesmente maravilhoso.

Em uma outra tarde, passeávamos pelo bairo da Recoleta e paramos na Un'Altra Volta. De ótimo custo-benefício, a casquinha pequena, que serve dois sabores, custa 11 pesos. Dessa vez ficamos interessados em experimentar alguma versão feita com frutas. Gostamos bastante do Sorbet de Manga com Laranja. O de Limão também estava saboroso, mas foi servido em grande quantidade e quase não sobrou espaço na casquinha para o ótimo Doce de Leite com Brownie. Achamos excelente também o Chocolate Tentação, especialmente por estar mais cremoso que os outros.

Fazia muito calor no dia em que visitamos San Isidro e Tigre, duas cidades próximas a Buenos Aires. O jeito (é claro) foi procurar alguma sorveteria para nos refrescarmos. A Gaudí, localizada bem perto da catedral de San Isidro, também serve alguns doces além dos sorvetes artesanais – alvo de nosso interesse. O recepiente menor, que comporta dois sabores, sai por 9 pesos. O de Framboesa estava muito bom. Já o de Chocolate com Amêndoas, apenas razoável.

No Tigre, enquanto esperávamos começar o passeio de catamarã, aproveitamos para tomar mais um “helado” na Antonio Helados & Café, sorveteria pequena com atendimento atencioso. O preço foi bem atrativo: três sabores por 9 pesos. Provamos o de Doce de Leite, o de Kinotos ao Whisky e a versão Ferrero Rocher. Todos eram menos cremosos que os sorvetes de Buenos Aires. Aprovamos o Ferrero Rocher, porém esperávamos mais dos outros dois.

Finalizamos nosso roteiro (realizado em diferentes dias, obviamente) tomando um gelado na Persicco, onde a casquinha com dois sabores é vendida por 15 pesos. A primeira impressão não foi das melhores, pois a quantidade servida foi bem diferente em cada uma das casquinhas. Mas, para nossa alegria, esse foi o único escorregão da Persicco. O sorvete de Doce de Leite Granizado superou o de Doce de Leite Caseiro, também muito bom. Banana e Mousse de Limão foram outras ótimas opções.

Sugestão do chef: não chegamos a uma conclusão exata sobre qual das sorveterias foi a nossa preferida. A Freddo levou uma pequena vantagem, mas a Un'Altra Volta e a Persicco aparecem logo atrás em um empate técnico.

Antonio Helados & Café: Estación Fluvial Tigre, local 8 – Tigre – Argentina – Tel.: (54 11) 4731-6578.
Freddo: Defensa, 901 – San Telmo – Buenos Aires – Argentina – Tel.: (54 11). Outras unidades no site.
Gaudí: Av. del Libertador con 9 de Julio – San Isidro – Argentina – Tel.: (54 11) 4747-4597
Persicco: Salguero con Cabello – Palermo – Buenos Aires – Argentina – Tel.: (54 11) 0810-333-7377. Mais três unidades.
Un'Altra Volta: Quintana con Ayacucho – Recoleta – Buenos Aires – Argentina – Tel.: (54 11) 4783-4048.

5 de abr. de 2010

Cores, sabores e saudades de um jantar

Palermo Viejo é um bairro arborizado e que chama a atenção, entre outros atrativos, pelas lojas de roupa e decoração. Numa das nossas caminhadas por lá, passamos em frente ao Lelé de Troya e de cara fomos atraídos pelo agradável ambiente. Mal sabíamos que aquele seria o jantar inesquecível da nossa viagem.
A decoração é criativa. Cada um dos seis ambientes tem estilo e cor diferenciados. Nós gostamos do salão amarelo, que, além de alegre, fica perto da cozinha totalmente aberta, de onde se pode ver o preparo dos pratos. Porém, acabamos ficando em uma dos sofás do elegante espaço vermelho.

O serviço cuidadoso logo nos serviu pães caseiros e um patê de cenoura com mel e gengibre leve e bastante saboroso, combinando bem com o Lagarde Rose Blanc de Noire Reserva 2007 (52 pesos). E só para deixar registrado, vale dizer que dessa vez acertamos na escolha do vinho.

O cardápio, apesar de curto, apresenta criações interessantes – e algumas muito elaboradas –, com opções de massas, carnes, aves, peixes e frutos do mar. Nós fomos extremamente felizes em ambas escolhas e não sabemos dizer se o Crocante de Lomo (48 pesos), um filé mignon especial recheado com mousse de champignon e espinafre envolto em massa filo estava melhor do que o Cordero de Troya (49 pesos), que trazia cordeiro desfiado com pistaches e amêndoas acompanhado de bouquet de tomate com hortelã e batatinhas ao molho de vinho merlot e chocolate.

A carne enrolada na massa filo nos deixa saudosos até hoje. O sabor do molho de vinho merlot com o chocolate é tão diferente e gostoso que não conseguimos explicar a harmonia com o restante do prato. Foram verdadeiras obras de arte comestíveis.
E depois de pratos tão especiais como estes, nada melhor que uma ótima sobremesa. Ou melhor, seis delas, já que nossa escolha foi a overdose de açúcar da Picada Dulce (40 pesos), uma espécie de menu-degustação.

Achamos sem graça o sorvete de creme com pistache e água de rosas e apenas básica a pêra cozida com vinho malbec. A massa filo com crocante de nozes e amêndoas acompanhada de laranjas confitadas estava um pouco doce, mas a textura agradou. Sucesso mesmo fizeram o manjar de chocolate branco e preto, e a tortinha de chocolate branco, todas cobertas com calda de frutas vermelhas. Mas o destaque doce ficou com a mousse de chocolate com um toque de pimenta, cardamono e gengibre, servida com laranja confitada.
E depois de tantos sabores inesquecíveis numa mesma noite, foi difícil acreditar que pagamos apenas R$ 50 por cabeça!

Sugestão do chef: só quando fomos embora vimos que um dos ambientes se trata de um agradável jardim, boa pedida para almoçar ao ar livre ou para uma noite em época de calor.

Lelé de Troya: Costa Rica, 4901 – Palermo Viejo – Buenos Aires – Argentina. Tel.: (54 11) 4832-2726.

6 de mar. de 2010

Massas inesquecíveis na capital das carnes

Nossa ida para Buenos Aires foi um pouco corrida. Saímos direto da festa do casamento e desembarcamos em terras argentinas na madrugada de domingo, dia em que acordamos cedo para passear bastante pela feira de San Telmo. A soma do cansaço acumulado dos meses anteriores com as poucas horas de sono naquela noite, inacreditavelmente, resultou em quase nenhuma fome. Por isso, naquele dia almoçamos apenas umas empanadas.
Porém, conforme caminhávamos pelas ruas do bairro, éramos atraídos por cafeterias e restaurantes simpáticos. E diante dessas opções, só nos restou separar uma data da viagem para um almoço por lá, o que ocorreu em um dia frio e chuvoso.
Pra combinar com a temperatura mais amena, decidimos ir a um restaurante italiano que vimos na Plaza Dorrego. Fica num ponto movimentado mas meio escondido, com uma escadaria entre a rua e o salão principal. Por essa razão, mantém um funcionário disposto a mostrar o cardápio a quem passa por perto. Normalmente fugimos de estabelecimentos que buscam por clientes na calçada, mas a curiosidade nos encorajou a romper o preconceito e espiar o cardápio do Amici Miei, cujas principais opções são combinações interessantes de massas e risotos. Nos empolgamos e resolvemos entrar.

A berinjela curtida no vinho e os pães fresquinhos do couvert foram uma amostra do que estava por vir. Pena que, outra vez, não acertamos na escolha do vinho. O Lurton Malbec (45 pesos) nos pareceu bem jovem, de aroma e sabor pouco encorpados, porém com forte presença de álcool. Mas tudo bem, pois ele ficou em segundo plano quando chegaram os pratos.

O Cappellotti di Fonduta al Tartufo Nero (capeletti de queijo Fontina e trufas negras ao molho escuro de carne com parmesão – 48 pesos) mesclava a delicadeza da textura da massa com o sabor marcante e equilibrado do molho. Uma delícia!

Entretanto, para a nossa surpresa, foi o Tortelli di Erbette Burro Fuso e Parmigiano (Tortelli de ricota e espinafre fresco com manteiga derretida e parmesão – 34 pesos) o grande destaque do almoço. Com recheio farto e bem temperado, o prato é daqueles pra se comer devagar, na tentativa de demorar ao máximo para chegar ao fim.

E aí está a prova de que, muitas vezes, são os lugares mais improváveis que nos revelam as melhores surpresas.
Depois de um almoço tão saboroso, achamos melhor garantir uma sobremesa compatível. No caminho até o restaurante vimos uma unidade da sorveteria Freddo, cujos sorvetes já havíamos provado (e aprovado). E lá fomos nós repetir a dose, mas a história desse relato fica para outro post.

Sugestão do chef: além das boas opções de pratos principais, o Amici Miei serve pizzas individuais também durante o dia.

Amici Miei Ristorante: Plaza Dorrego – Defensa 1072 – San Telmo – Buenos Ares – Argentina. Tel.: (54 11) 4362-5562

3 de mar. de 2010

Um pouco de tudo em Palermo

Palermo, o maior bairro de Buenos Aires, é um lugar difícil de definir. Dependendo do olhar – e da parte visitada – pode ser o local dos bares movimentados, das lojas de grife, da gastronomia elaborada, do design, dos descolados...
Para quem está na divisão conhecida como Palermo Chico, é mais fácil que seja o bairro das mansões espetaculares, boa parte delas servindo de sede para embaixadas.

Outra opção, ainda mais provável, é que a região seja definida pelos seus parques e bosques. E nada mais justo do que isso.
A começar pelo Jardim Botânico. Impossível não esquecer do tempo nas agradáveis alamedas, cobertas por quase seis mil plantas.

Ainda mais se você gostar tanto de gatos quanto a Débora. São dezenas deles, de todas as cores! E não querem nem saber de ficar escondidos. Chegam perto mesmo, meio que implorando um pouco de atenção.

Ao sair de lá, basta atravessar a avenida pra chegar ao Zoo. Lugar simpático onde, além dos animais presos, é possível “interagir” com alguns bichos que ficam soltos, como o ratão-do-banhado, cuja numerosa presença equivale a dos gatos no Botânico. Lá a entrada é cobrada – 22 pesos para ver todas as atrações.

A mesma região abriga outra área verde que vale uma visita, o Jardim Japonês. Paga-se uma taxa de cinco pesos para ter acesso ao espaço, inaugurado no final da década de 60 e depois adaptado ao estilo dos jardins zen. O resultado é um lugar que transmite sensação de paz mesmo quando as condições meteorológicas começam a jogar contra.

Se sobrar disposição para uma caminhada, é possível seguir até a Plaza de las Naciones Unidas, onde fica a Floralis Genérica, aquela famosa flor esculpida em aço pelo arquiteto argentino Eduardo Catalano. Dotada de um sistema fotoelétrico, a obra de 20 metros abre suas pétalas pela manhã e as fecha no fim do dia. Apesar de muito próxima dos bosques de Palermo, está em uma área pertencente ao bairro da Recoleta.

Nesse dia dedicado aos parques, decidimos almoçar na parte conhecida como Palermo Soho, mais distante dos bosques e assim chamada pela semelhança com o homônimo nova-iorquino. Lembra um pouco o bairro dos Jardins, aqui em São Paulo, sobretudo pela concentração de restaurantes pretensiosos e de lojas elegantes.
Matamos a fome no pequeno e aconchegante Caldén del Soho, cujo cardápio destaca amplamente as carnes típicas.

Eu ainda dava os primeiros goles na minha Quilmes e beliscava o couvert quando a Débora já se decidia pelo Lomo Pampa (45 pesos). Ótimo medalhão ao molho de vinho tinto, com cogumelos, salada de folhas e uma maravilhosa provoleta envolta em massa filo. Demais!

Louco pra continuar minha incursão pelo mundo das carnes argentinas, pedi logo um asado de tira (costela, vendida por 34 pesos). E só percebi o que tinha feito quando o garçom se aproximou: o corte, como podem ver, era imenso!
Mas encarei mesmo assim, acompanhado de molho chimi-churri e vinagrete, além do desnecessário purê de abóbora que havia pedido (12 pesos).

Dei conta porque a carne estava mesmo muito boa.
Ainda dividimos um pudim de pão com maçãs carameladas chamado de Budín Caldén (12 pesos). Esse, totalmente sem graça, destoou completamente do restante do almoço e de tudo o que fizemos naquele dia.


Sugestão do chef: Em boa parte das churrascarias argentinas, a carne é servida com menos sal do que estamos acostumados aqui no Brasil. Talvez por eles não utilizarem sal grosso. No Caldén, essa diferença ficou bem perceptível, o que pode desagradar aqueles que não abrem mão de uma carne mais salgada.

Caldén del Soho: Honduras, 4701, esquina com Malabia – Palermo – Buenos Aires – Argentina. Tel,: (54 11) 4833-2221. E-mail: caldendelsoho@gmail.com
Jardín Botánico: Av. Santa Fe, 3.951 – Palermo – Buenos Aires – Argentina. Tel.: (54 11) 4831-4527
Zoo Buenos Aires: Entre Av. Sarmiento e Av. Las Heras – Palermo – Buenos Aires – Argentina.
Tel.: (54 11) 4011-9900
Jardín Japonês: Entre Av. Figueroa Alcorta e Av. Casares – Palermo – Buenos Aires – Argentina. Tel.: (54 11) 4800-1322
Floralis Genérica: Entre Av. Figueroa Alcorta e Calle Áustria

21 de fev. de 2010

Jantar com comidinhas

Buenos Aires é uma cidade repleta de bons restaurantes e, a grande maioria, traz pratos saborosos e generosos.
Em um dia de muitos passeios, andamos por várias partes da cidade e experimentamos a comida de mais de um local. O resultado desse ato guloso foi perder a fome na hora do jantar. Mas claro que ficar no hotel e desperdiçar uma noite na capital portenha definitivamente não estava em nossos planos.
Então, achamos que esse seria o momento ideal para petiscar algo no Hard Rock Café e depois dar um pulo no El Sanjuanino, que serve as empanadas mais tradicionais da cidade.
No Hard Rock Café, fiquei bem animada quando vi que o cardápio incluía suco, pois quase todos os restaurantes que fomos não ofereciam a bebida. Logo pedi um de pomelo, conhecido por aqui como Grapefruit (7 pesos). A empolgacão foi tanta que nem cheguei a cogitar a hipótese dele ser industrializado. Decepção total depois do primeiro gole. O Fernando que se saiu bem pedindo uma caneca de Quilmes Bock (14 pesos).

Para acompanhar as bebidas, uma porção de Santa Fe Spring Holls (24 pesos). Rolinhos recheados de frango, espinafre, feijão preto, milho, pimenta jalapeño e queijos mistos. Tudo isso servido com salada e um creme à base de queijo que não vamos esquecer tão cedo.

Apesar da combinação do recheio ser meio duvidosa, nos surpreendemos com a harmonia dos sabores. A massa, que lembrava a de rolinho primavera, estava incrível. Sem dúvida foi o melhor petisco que comemos em Buenos Aires.
Saímos do Hard Rock Café direto para o El Sanjuanino, restaurante que há mais de quarenta anos serve empanadas e pratos regionais.

Se nossa fome não estivesse tão pequena, provaríamos algum dos interessantes pratos típicos. Mas nos contentamos com as empanadas de queso y cebolla, carne picante, carne suave e choclo (milho). Cada uma custou 5 pesos.

Para mim, foram as melhores empanadas que provamos, com recheio na textura certa e massa leve. O Fernando também gostou bastante, mas elegeu as do Patio Cervecero como as preferidas da viagem.
Ficamos curiosos para ver como era a Gran Sanjuanina, empanada frita recheada de carne (6 pesos). Aprovamos, mas achamos desnecessário ingerir tantas calorias. As empandas assadas não deixam nada a desejar.

Para encerrar a noite das guloseimas, Torta Rogel (16 pesos), aquela que já citamos aqui, e que traz camadas de massa intercaladas com doce de leite e cobertura de merengue. Boa, mas não como a do Havanna Café.


Sugestão do chef: o Hard Rock Café funciona dentro do Buenos Aires Design, um shopping temático dedicado exclusivamente a peças, móveis, esculturas e artigos que envolvam design conceitual em suas criações. Um detalhe curioso é que se você pedir para ir ao Hard Rock Café, corre o risco de não ter o pedido compreendido pelo taxista: eles costumam chamar o lugar de “Caro Café” – não sem uma certa dose de razão.

Hard Rock Café: Av. Pueyrredón, 2501 – Recoleta – Buenos Aires – Argentina. Tel.: (54 11) 4807-7625
El Sanjuanino: Posadas, 1515 – Recoleta – Buenos Aires – Argentina. Tel.: (54 11) 4804-2909
Buenos Aires Design: Av. Pueyrredón y Libertador – Recoleta – Buenos Aires – Argentina. Tel.: (54 11) 5777-6000
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