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domingo, 23 de fevereiro de 2025

COMO FLEXIBILIZAR CONTEÚDOS PARA O AEE COM IA

Napkin é uma ferramenta de inteligência artificial que vai ajudá-la a criar resumos interativos para os estudantes da Educação Especial. Você tem duas opções:

1. Criar conteúdo com a inteligência artificial e depois criar seus resumos/esquemas interativos.

2. Usar o conteúdo que você já tem e criar seus resumos/esquemas interativos.

Com as imagens criadas você pode criar apresentações, ilustrar textos ou gerar PDFs com informações sucintas e visuais para auxiliar os estudantes.

Acesse o site https://www.napkin.ai/, faça seu login e comece a criar seus esquemas e resumos. Precisa de ajuda? Assista o vídeo do professor Júlio:

Imagem em https://br.freepik.com/

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Histórico do Projeto UCA em Caxias do Sul

Faço parte dessa história desde 2005, quando assisti a palestra do pessoal do MIT (Cavallo e Bender) no VI FISL. E resolvi compartilhar um pouco dela por aqui...

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Trabalhando com fotos na escola

Nós adoramos registrar os momentos importantes com fotografias. Que tal fazer isso na sala de aula de um jeito diferente? Há muitos trabalhos na mídia super criativos fotografando super-heróis e personagens dos contos de fadas.

A ideia é simples:
  1. Escolha junto com seus alunos os personagens favoritos da turminha. 
  2. Procure bonecos desses personagens.
  3. Crie cenários para fotografá-los: pode ser no parquinho, usando peças de Lego, dioramas, etc. 
  4. Depois é só fotografar, explorando diferentes ângulos e a iluminação.

Quer ver como pode ficar o resultado?

1) Exposição apresenta super-heróis em pontos turísticos de SP
 
 
2) Celebridades viram personagens da Wall Disney 
 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Uso seguro da internet na escola - Parte 2

Todos estão preocupados com o uso que nossas crianças e jovens tem feita da internet, principalmente, na escola. Já sugeri aqui no Bloguinfo um debate com os alunos a partir do que a sociedade está dizendo por aí com o objetivo de construir regras de uso da internet: o que podemos fazer na escola?

A ideia é pesquisar notícias que tenham relação com o USO DA INTERNET por jovens e crianças e organizar um jornal mural, painel ou blog sobre o tema. deixe exposto para que a comunidade escolar tenha acesso as informações: alunos, pais, professores. Depois converse com os alunos em uma roda de conversa sobre o assunto, resgatando os fatos apresentados nas notícias. Provoque a reflexão pedindo o que eles fariam se estivessem nessa situação ou emitindo pareceres sobre as notícias. A partir das ideias debatidas construa as Regras de uso da internet na escola. Definam de forma coletiva quais são as condutas aceitáveis na escola como, por exemplo, acessar sites educativos.

Para ajudar nesse debate separei algumas notícias. Filtre o conteúdo de acordo com a faixa etária dos seus alunos:

::PERIGOS:: 
  1. Apenas um terço da população do Brasil tem acesso à internet em casa
  2. Polícia identifica jovens de classe média que aterrorizam São Paulo
  3. As polêmica em torno da Lei de Acesso à Informação
  4. Vírus pode deixar milhares de pessoas sem internet
  5.  Onda high tech: é possível viver sem tecnologia?
  6. Escolas tomam medidas extremas para evitar uso de celulares 
  7. Consumidor compra computador na internet e recebe dois tijolos  
  8. Piratas da internet atacam comunidade mundial de jogos online   
  9. Pirataria gera prejuízos e queda no número de empregos 
  10. Brasil é o país da pirataria   
  11. Congresso discute saídas para proteger direitos autorais na internet  
  12. Para jovens, sexting parece ser parte normal do namoro
  13. Metade das Crianças são Atormentadas por Bullying Online
::POTENCIALIDADES::
  1. Redes sociais geram oportunidades de trabalho para jovens 
  2. Como internet modifica comunicação na periferia 
  3. Confira um guia para aumentar sua privacidade e segurança na internet 
  4. Internet ajuda a resolver problemas das cidades
  5. Feira em SP traz novidades para sala de aula, como cinema e videogame 
  6. Especialistas dão dicas sobre como manter privacidade no mundo digital 
  7. Vale do Sicílio reúne jovens ricos que não esbanjam e vivem com discrição 
  8. Centros Digitais de Cidadania dispõem de 5.600 vagas para jovens
  9. Programa de qualificação oferece cursos gratuitos para jovens
  10. Jogos da internet terão classificação por faixa etária  
  11. EUA ampliam privacidade infantil na internet
  12. Crianças de hoje são mais inteligentes?‎ 
  13. Saiba como definir regras para as crianças usarem o computador

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Uso seguro da internet na escola - Parte 1

Sempre nos preocupamos sobre o uso da Internet na escola. Mas afinal, qual é o nosso papel nesse contexto? O que cabe ao professor? Eu já escrevi sobre o assunto aqui, aqui e aqui.

Inspirada pelo meu colega Alexandre que fez uma palestra sobre Segurança e legalidade: Internet e outras mídias, fui buscar outros materiais sobre o assunto porque acredito que devemos achar o caminho entre a legalidade e as possibilidades que a rede nos oferece.

POR ONDE COMEÇAR?

Eu gosto de CONVERSAR com os alunos sobre o assunto, afinal a mídia tem nos bombardeado com notícias que podem provocar o debate.

COM OS PEQUENOS:
  1. Organize uma roda para conversar.
  2. Pergunte às crianças o que elas costumam fazer na internet - em casa e na escola.
  3. A partir da histórias dos pequenos formule questionamentos para analisar como elas reagiriam, por exemplo: se você receber uma mensagem estranha quando estiver em um site de jogo virtual?
  4. Tenha imagens que representem diferentes situações de risco ou usuais como copiar e colar conteúdos. Existem diversas cartilhas para ajudar.
  5. Provoque a reflexão e deixe que eles exponham espontaneamente seu posicionamento.
  6. No final, de forma crítica e a partir das considerações dos pequenos, construam de forma coletiva as Regras de uso da internet na escola. O que eu posso fazer e o que eu devo evitar?

COM OS MAIORES:
  1. Faça uma seleção de notícias sobre o assunto em jornais impressos e virtuais junto com seus alunos.
  2. Compartilhem essas informações no mural da sala de aula, em um painel ou blog da escola.
  3. Dê um tempo para que as pessoas envolvidas (alunos, pais, professores) se apropriem das informações e, quem sabem, façam suas contribuições incluindo novas notícias, por exemplo.
  4. Organize uma roda de conversa sobre o assunto, resgatando os fatos apresentados nas notícias.
  5. Provoque a reflexão dos alunos pedindo o que eles fariam se estivessem nessa situação ou emitindo pareceres sobre as notícias.
  6. A partir das ideias dos alunos construa as Regras de uso da internet na escola. Definam de forma coletiva quais são as condutas aceitáveis na escola como, por exemplo, acessar sites educativos.
MATERIAL DE APOIO

Os links abaixo podem ajudar:
http://www.safernet.org.br/site/prevencao/cartilha/safer-dicas

http://www.microsoft.com/pt-br/security/default.aspx

http://www.internetsegura.org/nsegura/filhos_mantenha_familia.asp

http://cartilha.cert.br/
ESSE ASSUNTO
CONTINUA AQUI

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sobre tablets na educação

"A grande constribuição dos recursos digitais e 
o que de fato eles mudam é 
o envolvimento do estudante com a aprendizagem, 
produzindo e investigando os conteúdos."
Maria Elizabeth B. de Almeida

Sempre há uma nova tendência no uso das TICs na educação. Diria minha professora Tânia Azevedo: Educação Fashion Week. É mais ou menos assim que tenho me sentido... a cada dia surge uma novidade tecnológica e a sociedade acredita verdadeiramente que ela deve ser imediatamente incluída nas salas de aula. Será?

Tenho pesquisado e lido sobre os tablets já que a perspectiva é a de que logo, logo, eles cheguem nas salas se aula. Compartilho aqui algumas percepções:

1) Tablets na sala de aula: mais do mesmo
http://www.cartacapital.com.br/carta-na-escola/tablets-na-sabela-de-aula-mais-do-mesmo/

"O tablet tornou-se sensação entre usuários de tecnologia pela portabilidade e a possibilidade de acessar a internet ou ler livros digitais, por exemplo, com mais facilidade."
"A estratégia foi anunciada pelo ministro Aloizio Mercadante como forma de resolver o problema da evasão escolar no Ensino Médio: “A escola precisa se reinventar para atrair e dialogar com essa juventude”, afirmou na ocasião, ao dizer que o modelo de escola atual é do século XVIII e que é preciso renová-lo."

Jens Bammel, secretário da International Publishers Association, falou sobre a febre mundial dos tablets na educação no 3º Congresso Internacional do Livro Digital, em São Paulo: “Em todo o mundo, surgem políticos dizendo que é preciso trazer a sala de aula para o século XXI enquanto tiram fotos com iPads ao lado de crianças sorridentes. Na hora, discursam sobre como se isso somente fosse capaz de dar um salto nos indicadores de qualidade, porém, o que se forma é um ciclo de entusiasmo em que os governos repetem os mesmos erros: criam grande expectativa, as coisas se acalmam, as  pesquisas mostram pouco ou nenhum resultado e o projeto é enterrado quietamente. Até que um outro político descobre um novo aparato tecnológico com que desfilar diante das câmeras".
Sergio Ferreira do Amaral, professor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pesquisador do Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação da instituição, vê com cautela o programa do ministério: “Não é preciso ser especialista para saber que é um fetiche comprar um aparelho sem planejamento pedagógico sério. O material não trará ganhos se só tiver animações. Boa parte do uso dos tablets é para leitura de arquivos de texto em formato PDF, quando ele tem um potencial para  muito mais que isso.”
Klaus Schlünzen Junior, coordenador do Núcleo de Educação a Distância da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) afirma: “A iniciativa de disponibilizar tecnologia é importante, necessária, mas não suficiente para melhorar a educação brasileira. O grande problema é a formação de professores, ela deve ser intensa e acompanhar qualquer inserção de TICs nas escolas”.
O professor Sergio Ferreira. questiona: "Hoje, a maioria das escolas tem laboratórios de informática subutilizados. Não há projetos pedagógicos, os computadores são usados para fazer pesquisas, baixar coisas da internet, o que é muito pouco para o que a infraestrutura permite. Há o risco de o mesmo acontecer com o tablet”.
Num País em que é comum o relato de laboratórios de informática e mesmo bibliotecas que acabam trancados por medo de que os estudantes estraguem o que eles guardam, cabe refletir sobre como o educador vê a tecnologia.
Para Klaus, os ganhos tropeçariam, justamente, na desenvoltura dos professores em incorporar as possibilidades que a ferramenta oferece: “A tecnologia por si só não melhora a educação. Isso é algo óbvio e evidente. Educação é um processo humano que depende de bons professores. Ela precisa ser vista como um novo instrumento pedagógico como qualquer outro. Apenas aliada a um professor com boa formação inicial e continuada é que ela poderá trazer efetivos avanços.

2) Tablets substituem livros em escolas brasileiras
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/tablets-substituem-livros-em-escolas-brasileiras/n1597608252795.html
“Com as ferramentas de interatividade, imagens animadas e geolocalização, qualquer lugar é transformado em sala de aula. É possível reinventar atividades como gincanas, trilhas de caça ao tesouro, que são extremamente educativas”, diz. No entanto, o engenheiro de sistemas eletrônicos Martin Restrepo alerta que um tablet na sala de aula não faz diferença se o professor for usá-lo apenas como PowerPoint. “O modelo pedagógico tem que mudar radicalmente”, defende.


3) No fim das contas, computadores não vão salvar a educação
http://tecnoblog.net/97675/olpc-peru/
Para terem sucesso em sala de aula, alunos equipados com computadores precisam, olha só, de bons professores. Confira o relatório do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aqui: http://idbdocs.iadb.org/wsdocs/getdocument.aspx?docnum=36706954

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A história da tecnologia na educação

Em 2012 estamos comemorando 20 anos da Informática Educativa na Rede Municipal de Ensino de Caxias do Sul. Considero esse um momento muito importante para avaliarmos nossa prática e projetarmos o futuro.

Por acaso, encontrei esse vídeo na internet e acredito que ele ilustra bem nossa caminhada no uso das tecnologias na educação. Afinal, não estamos falando apensa de computador!


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Projeto UCA na UCS TV

Na segunda-feira, dia 30 de julho,eu estive junto com as minhas colegas professoras Carla Valentini, Cristina Pescador e Rejane Moré no programa Rede de Olhares da UCS TV para falar um pouco sobre o Projeto UCA na Serra.

O programa apresentado pela Adriana Antunes falou sobre Sala de aula em foco: novos rumos para a educação, debatendo as possibilidades de aproximação entre a pesquisa acadêmica e a educação básica.


Confira no vídeo abaixo a participação do nosso grupo:


terça-feira, 28 de julho de 2009

Combate à Pedofilia na Internet

"Vamos alertar pais e filhos que no mundo virtual a pedofilia é real!"

Sou uma grande entusiasta do uso da internet na educação e acredito que ela seja um rico recurso para promover a aprendizagem, mas também sei dos perigos que ela oferece. Como costumo publicar por aqui sugestões de atividades que envolvam o uso de recursos digitais, acho adequado também falar um pouco sobre a segurança dos nossos jovens alunos.

Muitas vezes, na escola, nos preocupamos em ensinar como se usa o computador para fins pedagógicos, mas também temos a obrigação de conversar e alertar os alunos sobre os perigos da internet. Quando trabalho com adolescentes na informática não costumo proibir, mas conversar (MUITO) sobre a postura que devemos ter, o que devemos evitar e quais as conseqüências dos nossos atos (no mundo virtual ou não).

O programa CQC da Band, apresentou algumas matérias que eu acredito serem de grande utilidade pública, especialmente para os pais e professores. Elas mostram como, de fato, a pedofilia é real e está ao alcance de um clique.

No dia 13 de julho, o CQC apresentou uma matéria sobre Pedofilia na Internet mostrando como jovens e crianças são vulneráveis ao assédio de pessoas mau intensionadas (veja aqui o vídeo).

Nesta segunda, dia 27 de julho, foi apresentada uma nova matéria, desmistificando alguns fatos e mostrando que tanto meninos quanto meninas correm os mesmos riscos. Gostei muito das palavras do Marcelo Tas que tratou com seriedade este tema que tanto preocupa os adultos responsáveis por jovens que navegam livremente, fazendo um alerta para o risco da pedofilia na internet. Vale a pena assistir (especialmente o final) e ver até onde as coisas podem chegar:

Se quiser assistir o começo da matéria, clique aqui: parte 1

Para saber mais sobre o assunto, indico aos pais, professores e interessados, alguns sites que tratam sobre o assunto:

>> Campanha Nacional de Combate à Pedofilia na Internet

>> SaferNet Brasil - Protegendo os Direitos Humanos na Sociedade da Informação

>> Cartilha: Navegar co segurança

Uma dica valiosa para proteger nossas crianças:

"Aprenda mais sobre a Internet. Peça para a criança ensinar a você o que sabe e navegue de vez em quando."

sexta-feira, 13 de junho de 2008

::Dicas para blogueiros: Revista Feed-se::

Vale a pena dar uma lida:

DESTAQUES:

>> Nando Kanarski:
5 Coisas que você precisa aprender com o Google

>> Nospheratt:
O Amor em 41 Lições, Segundo Homer Simpson

>> Guilherme Nascimento Valadares:
O Tal do Blogueiro Motivado em 11 passos

>> Bender Blog:
Blogando mundo afora

>> Dudu Tomaselli:
Os blogueiros, o conhecimento e a felicidade


Para ler a revista na íntegra, clique aqui.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

::Anais do II Encontro Nacional Sobre Hipertexto::

Já havia divulgado em 2007 o II Encontro Nacional Sobre Hipertexto, agora venho falar sobre os artigos que foram publicados. São mais de 76 artigos disponíveis on line. Entre eles o trabalho da minha querida amiga Adriana Zardini.

Para acessar os Anais do II Encontro Nacional Sobre Hipertexto, clique aqui.

Deixo aqui o link para alguns que me interessaram:

>> “I blog, you blog, weblog: o uso do blog como recurso para leitura e escrita em língua inglesa
Adriana Sales Zardini e José Wilson da Costa

>> A influência do internetês em produções textuais: uma análise dos posicionamentos de estudantes e professores de língua portuguesa
Elisângela Oliveira Viana e Júlio César Araújo

>> Hipertexto eletrônico: ambiente importante para pesquisa educacional?
Carlos Alexandre Ataíde dos Santos e João Wandemberg Gonçalves Maciel

>> Redes sociais na web: novos olhares sobre a comunicação e aprendizagem
Camila Santana

>> Hipertexto, web e interatividade: alguns diálogos
Márcia Candeia Rodrigues
Mark Damon Andrade Guimarães

>> Compartilhando saberes: o uso do blog como ferramenta de aprendizagem
Francisca das Chagas Soares Reis, Francisca Cláudia Brito da Silva, Antônio Aerto de Araújo Loiola e Analuce de Macedo e Silva Caneca

>> Práticas leitoras e alfabetização digital: uma parceria possível?
Cristina Pfeiffer e Maria da Graça Cassano

>> Edublogs: práticas educacionais e discursivas na cibermídia
Maria Regina Momesso Oliveira

>> O percursso de leitura hipertextual do aluno em um ambiente virtual de aprendizagem
Francimary Macêdo Martins

>> Letramento digital: novo espaço de acesso ao saber
José Carlos Leandro

>> Hipertexto: do surgimento à atualidade
Francisca Danielle Guedes e Roosewelt Lins da Silva

>> Hipertexto: comunicação homem-máquina e emergência do autor-leitor
Denise Mafra Gonçalves

>> Eu e a opinião alheia: a influência dos juízos de valor sobre blogueiros
Joselito Elias Cipriano,Virgínia Milanesi Holanda e João Wandemberg Gonçalves Maciel

>> Interações virtuais: revisitando o conceito de interatividade
Luiz Carlos Carvalho de Castro

>> Dimensão leitura/internet na escola pública
Ana Maria Sá de Carvalho e Fernanda R. Azevedo

>> O letramento digital na estrutura hipermídia
Taciana de Lima Burgos

>> Hipertexto: o desempenho do leitor
Valéria Cristina Bezerra

>> Hipertexto: essa velha novidade
Maria do Socorro Leão de Sousa Bandini

>> O professor e as práticas de linguagem na internet
João da Silva Araújo Júnior e Tatiana Lourenço de Carvalho

domingo, 18 de maio de 2008

::Você é um professor digital?::

Atualizando minhas leituras encontrei este post no blog da minha querida amiga Marli: http://blogosferamarli.blogspot.com/ Ela faz menção ao artigo do professor José Carlos Antonio, no portal Educarede, Você é um professor digital?

No texto, o professor afirma que “precisamos de mais professores digitais”. Para ele:

Um professor digital é aquele que possui habilidades para fazer um bom uso dos computadores para ele mesmo e, por extensão, é capaz de usá-lo de forma produtiva com seus alunos.”

Para conferir se você tem as habilidades necessárias para ser um professor digital responda o teste a seguir. Cada resposta afirmativa vale um ponto. Se você somar mais que cinco pontos, já pode se considerar incluído no mundo digital!

1. Possuir um endereço de e-mail e utilizá-lo pelo menos duas vezes por semana (o ideal seria fazê-lo diariamente);

2. Possuir um blog, um site ou uma página atualizável na Internet onde regularmente se produz, socializa e se confronta seu conhecimento com outras pessoas;

3. Participar ativamente de um ou mais “grupos de discussão”, fórum ou comunidade virtual ligada à sua atividade educacional;

4. Possuir algum programa de troca de mensagens on-line, como o MSN, com, no mínimo, dois colegas de profissão em sua “lista de contatos” e usá-lo para fins profissionais pelo menos uma vez por semana, em média;

5. Assinar algum periódico on-line (mesmo que gratuito) sobre notícias e novidades relacionadas à educação ou à sua disciplina específica, e lê-lo regularmente;

6. Preparar rotineiramente provas, resumos, tabelas, roteiros e materiais didáticos diversos usando um processador de textos (como o Word, por exemplo), uma planilha eletrônica (como o Excel) ou um programa de apresentações multimídia (como o PowerPoint);

7. Fazer pesquisa na Internet regularmente com vistas à preparação de suas aulas (no mínimo) e, preferencialmente, manter um banco de dados de sites úteis para sua disciplina e para a educação em geral. Melhor ainda seria compartilhar esse banco de dados com colegas e alunos;

8. Preparar pelo menos uma aula por bimestre sobre um tema de sua disciplina onde os alunos usarão os computadores e a Sala de Informática de forma produtiva e não apenas para “matar o tempo”;

9. Manter contato com o computador por, pelo menos, uma hora diária, em média;

10. Manter-se atento para as novas possibilidades de uso pedagógico das novas tecnologias que surgem continuamente e tentar implementar novas metodologias em suas aulas.

Qual foi seu resultado? Acho importante registrar aqui mais um trecho do artigo:

As habilidades acima envolvem o “fazer”, o agir, a inclusão efetiva do professor no mundo digital. Nenhuma oficina de capacitação ou curso de computação, por si só, traz nenhuma das habilidades acima, pois todas elas demandam o “uso regular do computador e da Internet”.

Agora não deixe de ler o artigo na íntegra. Ele é imperdível! Clique aqui para acessá-lo.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

::Evolução do Computador::

Entre as muitas tarefas que venho realizando, estou atuando na capacitação de professores que desejam atuar nos laboratórios de informática educativa das escolas municipais de Caxias do Sul. Uma das tarefas propostas foi pesquisar sobre a Evolução do Computador. E não posso deixar de divulgar aqui o resultado do trabalho da aluna Lisiane, que produziu um blog sobre o assunto.

Se você tem interesse e quer saber mais sobre o assunto, acesse: http://evolucaodocomputador.blogspot.com/

Além de muitas informações, você vai encontrar um boa dose de bom humor nas postagens!
Divirtam-se!

sábado, 29 de dezembro de 2007

::Uso da Internet no Brasil::

Internauta brasileiro fica 3 vezes mais no Orkut do que no e-mail

Para que os brasileiros usam a internet? Dados do Ibope/NetRatings à Folha Online revelam que o tempo gasto na rede social do Google, o Orkut, foi três vezes maior que o utilizado para o correio eletrônico em 2007.

Cinco horas para trocar "scraps" e xeretar a vida alheia e uma hora e 40 minutos para mandar e ler e-mails por mês.

Analisando o fato, podemos perceber que o Orkut esta mais arraigado no dia-a-dia virtual do brasileiro do que a própria conta de e-mails. Isto expõe um traço comportamental importante do internauta ".br": o e-mail, quem diria, está virando um instrumento sisudo e protocolar.

O levantamento foca os 12 milhões de internautas que usam os dois serviços, considerando usuário de e-mail aquele que usa qualquer conta "web-based", daquelas que podem ser acessadas pelo navegador.

O Brasil tem 20 milhões de pessoas que entram na internet de casa ao menos uma vez ao mês e 30,1 milhões que acessam a rede de qualquer lugar, como do trabalho e de lan-houses.

Segundo dados de outubro, aproximadamente 2 milhões de pessoas acessaram o Orkut de casa sem olhar sua conta de e-mail. O Ibope também conseguiu traçar qual é o perfil do usuário mais tarado pela ferramenta: garotas de 12 a 17 anos. As adolescentes abrem, em média, 2.400 páginas por mês do Orkut de casa. É o público que mais circula pela rede de relacionamentos do Google.

"Com o avanço das comunidades e mensageiros instantâneos, impulsionados pelos jovens, os e-mails se consolidam como uma ferramenta mais formal, com mais afinidade com os adultos", pondera José Calazans, analista do Ibope. "Os jovens utilizam e-mails, até porque para cadastrar-se no Orkut e no MSN é preciso ter uma conta de e-mail, mas o uso maior é mesmo dos mais velhos."

Internet é mais cara nos países pobres do que nos ricos

Um cidadão de Manaus paga cerca de 1.600% a mais pelo uso da internet do que um morador da Europa ou dos Estados Unidos. Pode isso?

Segundo Carlos Seabra, há provedores de acesso, no Brasil, que reconhecem quando o usuário está no site do concorrente e, por isso, torna a conexão mais lenta para aquela página.

Se pensamos em inclusão digital neste país, temos que oferecer acesso a Internet a preços razoáveis!

Número de internautas residenciais no Brasil atinge a marca de 19,3 milhões

Cada vez mais brasileiros têm acesso residencial à internet, apontam dados do Ibope NetRatings. No mês de agosto, o Brasil atingiu um novo recorde no número de pessoas que utilizaram a rede em suas residências: 19,3 milhões. Em relação ao mês passado, o aumento foi 4,2%.

Segundo o estudo, o tempo médio de navegação residencial por internauta brasileiro foi de 23h28min, 2 minutos a menos do que em julho.

Pessoas com acesso e categorias
Ainda de acordo com o Ibope, em agosto, o total de brasileiros com acesso residencial à internet também atingiu seu maior patamar, totalizando 30,1 milhões de pessoas.

As categorias com melhor desempenho por número de usuários em agosto, comparando com julho, foram "Automotivo", com crescimento de 10,3%, atingindo 3,1 milhões de internautas; "Governo e Empresas sem fins Lucrativos", que teve a visita de 9,3 milhões de pessoas e 9% de aumento; "Educação e Carreira", com 9,8 milhões de usuários únicos e crescimento de 8,9%.

Enquanto a internet residencial cresceu 41,5% em número de usuários no último ano, algumas categorias cresceram muito mais: "Casa e Moda" (88%), "Automotivo" (79%), "Viagens e Turismo" (65%), "Família e Estilo de Vida" (52,2%) e "Educação e Carreira" (50,5%).

Por tempo de uso, uma categoria se destacou muito: "Entretenimento", que aumentou seu consumo em 53% neste quesito.

Líderes mundiais
Completam a lista dos cinco países com maior tempo de navegação por pessoa no domicílio: Estados Unidos (20h), Alemanha (18h14min), Japão (17h59min) e Austrália (17h44min).

Fonte: Canal Rio Claro Notícias

Para ter acesso a mais dados sobre a Internet no Brasil, visite http://www.teleco.com.br/internet.asp

Para ler o que a Raquel, do Ponto Mídia pensa, acesse
http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/2007_12.html#003445

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Qual o futuro da OLPC?

Jaime Balbino fez uma entrevista com David Cavallo, principal representante da OLPC no Brasil. Ele transcreveu as impressões da OLPC sobre a influência do Brasil no desenvolvimento do modelo defendido pela entidade, sobre a licitação, nossa política de desenvolvimento, a concorrência contra os monopólios de tecnologia e o futuro da entidade sem a ampliação da experiência brasileira.

Para ler a entrevista, clique aqui.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Projeto UCA: últimas notícias

Tenho acompanhado o pregão eletrônico para a compra dos laptops de baixo custo do Projeto Um Computador por Aluno, que iniciaram dia 18/12.

Acompanhe algumas notícias que estão disponíveis na mídia:

>> Pregão de laptop popular fecha com máquina a R$ 654

>> Pregão para escolha de laptop popular tem sete participantes

>> Positivo vence primeira etapa do pregão para laptops educacionais

>> Cinco cidades receberão laptops para todos os seus alunos

sábado, 24 de novembro de 2007

UCA no Jô Soares

A professora Roseli Lopes, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, integra a equipe de pesquisadores responsáveis pelos testes do Projeto UCA nos protótipos XO, Mobilis e ClassMate. Juntamente com a Fundação Certi (SC) e o Cempra/Unicamp (SP), o Laboratório de Sistemas Integráveis da USP, no qual Roseli atua, é um dos três centros de pesquisa que auxiliam o Governo Federal nessas experiências de avaliação.

No dia 22/11, Roseli esteve no programa do Jô, falando um pouco sobre o projeto e sua experiência no piloto da Escola Municipal Ernani Silva Bruno.


Para assistir a entrevista, clique aqui.

Para saber mais sobre o projeto, você pode acessar os links abaixo:

>> Apresentação no Seminário Nacional do Projeto UCA

>> Blog dos Pilotos do Projeto UCA

>> Blog da Fundação Certi

>> Projeto UCA - POA/RS

>> Notícias do LEC/UCA-RS

>> Vídeos do Projeto UCA - POA/RS

>> Projeto UCA - Piloto DF

>> Projeto UCA - TO

>> Apresentação do Projeto - SERPRO

>> Escola BR - Notícias do Projeto

VALE LEMBRAR: aqui no Bloguinfo já falei sobre o assunto. Veja aqui!

sábado, 6 de outubro de 2007

::Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana::

A Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, RITLA, é um organismo internacional, de caráter intergovernamental, destinado a contribuir, por meio da cooperação regional, ao desenvolvimento científico e tecnológico dos países da América Latina.

A RITLA produziu o estudo “Lápis, Borracha e Teclado – Tecnologia da Informação na Educação – Brasil e América Latina”, de autoria do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, diretor de pesquisas do Instituto Sangari, que utiliza as informações existentes sobre a situação das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) no Brasil, na América Latina e no mundo, para dimensionar as diversas brechas digitais entre os que têm e os que não têm acesso ao mundo da informática e da internet, especialmente no campo da educação.


Para ler a notícia, clique aqui.

Para acessar o relatório na íntegra : Clique aqui = Lápis Borracha Teclado (5.84 Mb).

Fonte: RITLA

::Índice mede discriminação digital no Brasil ::

A Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (RITLA), em parceria com o Instituto Sangari e o Ministério da Educação, divulgou no último dia 7, o Índice de Discriminação Digital (IDD), que aponta a situação das regiões e dos estados brasileiros no que diz respeito ao uso das novas tecnologias da informação e da comunicação. O índice está apresentado na publicação Mapa das Desigualdades Digitais, de autoria do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz.

O trabalho, que tem como base dados recentes do IBGE, oferece um quadro abrangente da situação da exclusão digital no Brasil e apresenta um conjunto de considerações e recomendações sobre essa situação.

O índice considera três dimensões – as desigualdades em função das diferenças entre as diversas regiões do país, as desigualdades socioeconômicas entre os indivíduos e as estratégias de superação dessas desigualdades, como centros gratuitos de acesso à Internet e escolas – e seis indicadores, todos relativos a desigualdades, como no uso de internet em casa, no uso da rede em geral, de situação econômica, de situação social, de acesso gratuito e de acesso na escola. O índice contempla também a relação entre categorias como de população branca e negra e rica e pobre.

O estudo aborda a suficiência e o sentido dos avanços dos últimos anos. Aponta que as desigualdades digitais reproduzem e reforçam as desigualdades existentes na sociedade. Nos dois indicadores utilizados – Internet domiciliar e uso de Internet – nota-se uma distribuição territorial desigual: 14,7% da população brasileira de 10 anos de idade e mais morava, no ano de 2005, em domicílios com acesso à Internet.

Acesse aqui o Mapa das Desigualdades Digitais 1.80 Mb

Para ler a notícia na íntegra, clique aqui.

Fonte: RITLA

sábado, 22 de setembro de 2007

Como você se classifica?



Retirado de Web para Educadores

Para complementar, dica da Sônia Bertocchi, no Lousa Digital:

Faça o teste da Revista Época desta semana e descubra se você é um imigrante ou nativo. O teste é parte da matéria "Os filhos da era digital".

Vale a pena conferir e saber como o uso do computador está transformando a cabeça das crianças e como protegê-las as ameaças da Internet.

O texto é de Katia Mello e Luciana Vicária.