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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Como usar o Google Agenda na Sala de Aula

As maiores vantagens de usar o Google Agenda é a integração entre nossos diversos dispositivos (computador, celular, tablet, etc.) e a possibilidade de compartilhar essas informações com outras pessoas.

É fácil manter a agenda atualizada pelo celular e a gente pode compartilhar ela nos nossos ambientes virtuais de aprendizagem, não apenas no Classroom ;-)

Eu crio CATEGORIAS para as diferentes escolas e turmas, pois isso facilita o compartilhamento. Nas verdade nós conseguimos criar várias agendas em uma só!

QUER APRENDER A USAR DO ZERO? A fofa @gabriela_charbe ensina o passo a passo:


QUER DESCOBRIR ALGUNS SEGREDOS? O Vladimir Campos compartilha com a gente. A minha dica preferida são os atalhos!



quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Como criar um roteiro para seu vídeo no YouTube

Estamos criando um canal no YouTube sobre o nosso estado, o RS. Depois de definir os temas de interesse dos estudantes do 5º ano, começamos a pesquisar sobre o assunto. Mas agora chegou a hora de produzir nosso ROTEIRO.

Para quem precisa de ideias, organizei algumas sugestões:

#1. Conheça o TEMA que você vai tratar. Pesquise, estude sobre o assunto. Destaque algumas PALAVRAS-CHAVE.

#2. ESCREVA. Organize suas ideias. Selecione quais são os tópicos mais interessantes sobre o assunto.

#3. Use uma LINGUAGEM simples, para que as pessoas entendam você.

#4. Ensaie seu texto antes de gravar. Tente falar de um jeito ESPONTÂNEO. E calcule o tempo! Se o vídeo ficar muito grande será chato.

#5. Só depois de fazer tudo isso, GRAVE seu vídeo ;-)

Para saber mais, separei alguns vídeos dos @criadoresdeconteudos e @escolaparayoutubers. Confira:








::FONTES DE PESQUISA::
http://mestredoadwords.com.br/roteiro-de-videos-para-youtube/
https://freepkg.wordpress.com/2015/07/03/como-criar-roteiro-para-vlog-canal-do-youtube/

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Regras e combinados para a sala de aula

Para tratar com bom humor um assunto tão importante para o reinício letivo, separei alguns vídeos que servirão de inspiração para os projetos de produção de vídeos dos alunos:




domingo, 25 de setembro de 2016

Pixel Art

Meus alunos andam muito entusiasmados com o Minecraft e o filme Pixels. Fui buscar alguns aplicativos para trabalhar com eles esta estética. E encontrei o PIXEL ART. Este é um formato de arte que integra pontos digitais em sua construção, baseada em pixels.

Encontrei essa dica no TechTudo:

Para criar objetos em pixel arte, você pode utilizar um site, programas no computador ou aplicativos para celular, de forma gratuita e simples. Construa seus projetos em Pixel Art, com desenho ponto a ponto, com apenas alguns cliques e divirta-se online.

1. Piskel

O Piskel é prático, mas oferece interface em inglês, que permite pré-visualizar o projeto e exportar para GIF ou PNG. O recurso permite alterar cores, usar ferramentas rápidas, formatos geométricos e ajustar iluminação. O usuário pode montar animações com frames (quadros) de forma personalizada e gratuita.

Piskel permite fazer Pixel Art de forma prática e salvar em GIFs (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Piskel permite fazer Pixel Art de forma prática e salvar em GIFs (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

2. Piq

A plataforma online Piq oferece liberdade para o usuário criar sua Pixel Art de forma colorida e gratuita. Oferece interface mais simples, em inglês, sem cadastros. As cores são aplicadas do lado esquerdo e os recursos de edição no menu do lado direito do editor. É possível alterar o tamanho de cada ponto, apagar, preencher, aplicar formatos geométricos, sobrepor os projeto, alterar a opacidade e mais. O resultado é salvo no computador em imagem Bitmap (BMP).

Recurso online Piq permite montar projetos de Pixel Art de forma simples (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Recurso online Piq permite montar projetos de Pixel Art de forma simples (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

3. Pixilart Outra opção bem prática para fazer desenhos em Pixel Art, sem precisar instalar nada no computador, é o Pixilart (pixilart.net). Basta acessar o site pelo navegador do computador e iniciar o projeto. O recurso permite usar “carimbos” com personagens e ícones famosos ou de jogos para deixar a arte mais divertida. O usuário pode alterar as cores, tamanho do pincel de pixel e adicionar texto. A imagem final é salva em um link no site. É possível enviar para os amigos e ainda baixar no computador no formato PNG, gratuitamente.

Pixilart permite usar adesivos de personagens e criar seus desenhos em Pixel Art (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Pixilart permite usar adesivos de personagens e criar seus desenhos em Pixel Art (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

4. 8Bit Photo Lab

Se você não sabe desenhar pode aplicar os efeitos em suas imagem da galeria, de forma simples pelo Android. Com o 8Bit Photo Lab é possível escolher a escala de cores, tamanho dos pixels, texturas, padrões dos pontos, resolução e até o tamanho da imagem. A foto é salva no celular ou pode ser compartilhada em redes sociais, com botões diretos. O usuário pode aplicar a arte em imagens da galeria ou registrar novas fotos no mesmo momento, com a câmera do Android. O download é gratuito, a interface é bem trabalhada e simples de usar, mesmo em inglês.

8Bit Photo Lab está disponível para Android e permite aplicar Pixel Art em fotos (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)8Bit Photo Lab está disponível para Android e permite aplicar Pixel Art em fotos (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)


Fonte:
http://www.techtudo.com.br/listas/noticia/2016/08/o-que-e-pixel-art-e-como-fazer.html

quarta-feira, 20 de julho de 2016

A escola no mundo hiperconectado: Redes em vez de muros?

Por E-Professor

Redes ou paredes: A escola em tempos de dispersão

Para que serve a escola? Será que essa instituição se tornou obsoleta? Duas perguntas inquietantes, que são o ponto de partida desta reflexão ensaística e extremamente atual. A ênfase recai sobre a maneira como as novas tecnologias de comunicação, sobretudo os aparelhos móveis de acesso às redes informáticas e os estilos de vida que eles implicam, estão afetando o funcionamento dessa instituição-chave da modernidade. Livro de Paula Sibilia nos contempla com boas discussões sobre o assunto.

Seu livro - Redes ou Paredes - analisa os fatores envolvidos na crescente “incompatibilidade” entre os novos modos de ser e estar no mundo, por um lado, e as já antiquadas instalações escolares, por outro lado, com suas próprias regras e seus valores, suas premissas e ambições. Esta análise da “crise da escola” leva em conta um conjunto de vetores socioculturais, econômicos e políticos, com a intenção de identificar os sentidos dessas transformações históricas, oferecendo algumas pistas para que possamos enfrentar uma questão urgente: de que tipo de escola necessitamos, ou como poderíamos substituí-la por algo melhor?

 Quer ter um gostinho do livro? Acesse aqui o artigo no link da Revista Matrizes da USP.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

TAXONOMIA DE BLOOM APLICADA AO MINECRAFT



 Nível 1: LEMBRE-SE

  • Listar todos os itens em seu inventário 
  • Conheça as ações disponíveis e quais as teclas para pressionar 
  • Lembre-se de como salvar e sair do jogo 


Nível 2: ENTENDER

  • Descobrir as instruções 
  • Descrever a história do jogo a um novo jogador 
  • Explicar como cortar uma árvore 


Nível 3: APLICAR

  • Mostrar às outras pessoas como jogar o jogo 
  • Tirar screenshots para mostrar o que eles significam 
  • Faça um mapa para encontrar a sua casa 


Nível 4: ANALISAR

  • Descobrir como sobreviver durante a noite 
  • Comparar modos de sobrevivência e criativas 
  • Pense em frente a possíveis resultados de suas decisões 


Nível 5: AVALIAÇÃO

  • Discutir se a nova actualização fez o jogo melhor 
  • Debater as mudanças que eles fariam para o jogo 
  • Defendem novas regras de servidor e defender suas escolhas


Nível 6: CRIAR

  • Projetar e construir novos edifícios 
  • Desenvolver planos para estender seus mundos 
  • Resolver problemas usando materiais em novas formas

sábado, 16 de abril de 2016

Filosofia no YouTube: 8-Bit Philosophy

Nessa época de sucesso de canais no YouTube, encontrei um adorável: para conhecer e inspirar. Os episódios do 8-Bit Philosophy estão disponíveis no YouTube (acesse aqui, em inglês) e foram criados por Jacob S. Salamon e Jared F. Bauer.

Os dois cineastas norte-americanos se perguntaram o que os filósofos Platão e Jean Paul Sartre têm em comum com games do Nes, videogame da década de 1980? E isso deu origem a uma série de vídeos educativos unindo teorias muitas vezes difíceis com jogos clássicos. Os criadores acharam divertido unir games e filosofia e viram um público potencial na grande quantidade de vídeos dedicados a games no site de vídeos.

A primeira animação usou gráficos de "The Legend of Zelda" para dar conta da alegoria da caverna, de Platão. Logo personagens de Mario viraram proletários explorados que explicam teorias de Karl Marx e o azulão Megaman se viu atirando no vilão Willy para entender conceitos de Friedrich Nietzsche. Immanuel Kant e o jogo de tiro Contra se fundiram em "Kantra - Os humanos operam como computadores?". Conceitos de René Descartes, Martin Heidegger, Jean Paul Sartre, Simone de Beauvoir e outros filósofos também são abordados.

Confira um episódio:


Conheça o Canal:

domingo, 17 de maio de 2015

Paz na escola: mantra e mandala

Frente a tudo que estamos vivendo, não apenas nas escolas, mas na sociedade, preparei um trabalho de pintura para esta semana, inspirada na obre da Anelise Bredow. Escolhi uma mandala e um mantra que tem um significado especial:

ON NAMO NARAYANAYA
Mantra entoado a favor da paz mundial




Clique sobre a imagem para imprimir

quinta-feira, 26 de março de 2015

Como gamificar sua aula

Tenho me interessado cada vez mais pelo assunto, e vou compartilhar por aqui algumas das minhas descobertas. A primeira dica é criar uma atmosfera de jogo em sala de aula: estimular os alunos errar e escolher seus próprios caminhos. Interessante, não?

De acordo com  Sean Hampton-Cole, especialista em integração tecnológica na Crawford College Lonehill, a proposta de gamificação na educação implica em trazer características e elementos dos jogos para os contextos de ensino-aprendizagem, de modo a engajar os estudantes em suas atividades e processos de aprendizagem, alavancando também a criatividade, o pensamento crítico, o trabalho em equipe e a independência na resolução de problemas.

Ele publicou publicou em seu blog uma lista com 10 Ideias Específicas para Gamificar a Sala de Aula, confira:
  • Tornar os estudantes parceiros na elaboração do design da gamificação; 
  • Permitir segundas chances. E terceiras; 
  • Prover feedback imediato; 
  • Tornar o progresso visível; 
  • Criar desafios ou missões;
  •  Dar aos estudantes voz e escolha; 
  • Oferecer badges e recompensas individuais; 
  • Fazer com que os estudantes criem um sistema de conquistas;
  • Implementar tecnologia educacional; 
  • Acolher os erros; enfatizar a prática.
Para saber mais:
http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/02/21/confira-cinco-dicas-para-deixar-a-aula-tao-legal-quanto-um-game.htm

Referência:
http://opusphere.com/10-ideias-especificas-para-gamificar-sala-de-aula/

domingo, 15 de março de 2015

Oito anos - Adriana Partimpim

Oito Anos
Adriana Partimpim



Por que você é flamengo
E meu pai botafogo?
O que significa
"impávido colosso"?

Por que os ossos doem
Enquanto a gente dorme?
Por que que os dentes caem?
Por onde os filhos saem?

Por que os dedos murcham
Quando estou no banho?
Por que as ruas enchem
Quando está chovendo?

Quanto é mil trilhões
Vezes infinito?
Quem é Jesus Cristo?
Onde estão meus primos?

Well, well, well
Gabriel...(bis)

Por que o fogo queima?
Por que a lua é branca?
Por que a terra roda?
Por que deitar agora?

Por que as cobras matam?
Por que o vidro embaça?
Por que você se pinta?
Por que o tempo passa?

Por que que a gente espirra?
Por que as unhas crescem?
Por que o sangue corre?
Por que que a gente morre?

Do que é feita a nuvem ?
Do que é feita a neve?
Como é que se escreve
Réveillon?

Well, well, well
Gabriel...(bis)

A música traz muitas perguntas? Você ficou curioso? Quais são as perguntas que estão na sua cabeça agora? 

terça-feira, 10 de março de 2015

Vamos pensar fora da caixa?

Depois de ler o artigo Educação Fora da Caixa: conheça escolas onde o aprendizado vai muito além da lousa e do caderno, na página do Hypeness, fiquei pensando em como efetivar essas ideias. E encontrei alguns vídeos para me ajudar:






Vamos olhar de uma forma diferente?

Leia o artigo na íntegra aqui:
http://www.hypeness.com.br/2015/01/como-iniciativas-de-educacao-inovadoras-buscam-transformar-o-ensino-no-brasil/#



domingo, 1 de março de 2015

Escolarizando o Mundo


Este documentário é uma produção de 2011. O filme é uma co-produção americana e indiana. Dirigido e editado por Carol Back, aborda de forma contundente o fato de a educação escolar ter servido, ao longo dos últimos séculos, à colonização e estar servindo, atualmente, à homogeneização cultural. Em outras palavras, com o documentário se mostra um lado perverso da educação para o qual nem sempre voltamos os olhos: a possibilidade de, se mal utilizada, a escola servir à extinção das culturas e à perda da diversidade cultural.

Nem sempre a educação e a boa vontade dos educadores se prestam à emancipação e à autonomia. Aliás, esse é um dos aspectos analisados no filme que mais chamam a atenção: em todo o mundo são frequentes ações voluntárias de organizações não governamentais ou de indivíduos bem intencionados em prol da educação de populações locais. Nem sempre, no entanto, essas ações vêm acompanhadas da plena consciência do processo mais amplo em que estão inseridas e que, em geral, envolve a espoliação de territórios e a desvalorização de saberes tradicionais.

Para saber mais:
http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2014/01/escolarizando-o-mundo

http://www.culturadapaz.com.br/filme-escolarizando-o-mundo-o-ultimo-fardo-do-homem-branco/

Quando sinto que já sei


O documentário “Quando sinto que já sei” registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo Brasil. A obra reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de mudanças no tradicional modelo de escola.

Projeto independente, o filme partiu de questionamentos em relação à escola convencional, da percepção de que valores importantes da formação humana estavam sendo deixados fora da sala de aula.

Durante dois anos, os realizadores visitaram iniciativas em oito cidades brasileiras – projetos que estão criando novas abordagens e caminhos para uma educação mais próxima da participação cidadã, da autonomia e da afetividade.

A Educação Proibida


Texto retirado de

Compartilho aqui este documentário produzido no ano de 2012, o qual questiona a escolarização moderna e propõem um novo modelo educativo. O atual sistema "PRUSSIANO" originado do padrão militar de educação da Prússia, no século 18, tem como objetivo gerar uma massa de pessoas obedientes e competitivas, com disposição para guerrear. As escolas são colocadas no mesmo patamar das fábricas e dos presídios, com seus portões, grades e muros; com horários estipulados de entrada e de saída, fardamento obrigatório, intervalos e sirenes indicando o início e o fim das aulas.
Ou seja, o sistema educacional vigente acaba refletindo verdadeiras estruturas políticas ditatoriais que produzem cidadãos "adestrados" para servir ao sistema; nesses termos, qualquer metodologia educacional que busque algo diferente será "proibida".
Sua principal falha está em um projeto que não leva em consideração a natureza da aprendizagem, a liberdade de escolha ou a importância do amor e relações humanas no desenvolvimento individual e coletivo. E aqui estamos agora, com este problema enorme nas mãos...
Este documentário é o resultado de mais de 90 entrevistas realizadas em 8 países através de 45 experiências educativas não convencionais e um total de 704 co-produtores. Um projeto completamente independente de uma magnitude sem precedentes, o que explica a necessidade latente para o crescimento e o surgimento de novas formas de educação. Colabore você também, divulgando e compartilhando o vídeo em redes sociais, promovendo um debate no seu meio social.
"Todo mundo fala de paz, mas ninguém educa para a paz. As pessoas educam apenas para a competição e a competição leva à guerra."
(Pablo Lipnizky )

"Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos, prestativos e responsáveis possa mudar o mundo. Na verdade, é assim que tem acontecido sempre."
( Margaret Mead )

"A liberdade real virá quando nós nos libertarmos da dominação da educação ocidental, da cultura ocidental, e do modo de vida ocidental."
( Mahatma Gandhi )


LINKS:
Aqui você vai encontrar a lista de créditos de todas as pessoas que trabalharam na equipe de "Educação Proibida."
Link dos créditos = http://www.educacionprohibida.com/pel...
Site oficial = http://www.educacionprohibida.com/:
Link em português = http://translate.google.com.br/transl...
Reevo = http://blog.reevo.org/
Reevo português = http://reevo.org/pt-br/

domingo, 29 de setembro de 2013

Assistindo o programa Truques da Mente da NatGeo, me dei conta por que que as pessoas não entendem metade do que ouvem! A neurociência explica...

Responda rápido:

De acordo com a Bíblia, quantos animais de cada espécie moisés colocou na Arca?

Dois? É o que pensam as pessoas pois associam as palavras “animais”, “Bíblia” e “arca”. Mas quem colocou animais na Arca foi Noé, não Moisés :-)

Isso acontece boa parte do tempo... imagina dentro de uma sala de aula! 

Para explicar a situação Herbert Simon trouxe a noção de racionalidade limitada, que diz que a nossa mente não é considerada um processador de informações perfeito, pelo contrário, está sujeita a limitações e faz o melhor que pode dentro desse cenário, gerando, às vezes, os vieses cognitivos. Temos limitações variadas, como falta de acesso a todas as informações necessárias para se avaliar uma situação, nosso sistema perceptual não é capaz de captar todos os aspectos do ambiente, temos uma quantidade limitada de energia para gastarmos com a cognição etc. Enfim, essas limitações nos levam a utilizar, muitas vezes, uma quantidade mínima de recursos cognitivos para que encontremos uma saída satisfatória, mas não perfeita de acordo com o modelo da racionalidade clássica, para nossos problemas. Essa noção ficou conhecida também como fast and frugal, porque corresponderia a um tipo de processamento mental rápido, econômico e simples e oposto a um processamento mais lento, cuidadoso e eficaz, que, contudo, consumiria muito tempo e energia, sendo menos comum.

Para treinar nosso cérebro há uma série de truques e desafios que nos deixarão mais atentos. Confira algumas dicas:
1) Sete maneiras de enganar seu cérebro
http://hypescience.com/7-maneiras-de-enganar-seu-cerebro/

2) Nossos atalhos mentais:
www.ierfh.org/br.txt/NossosAtalhosMentais2012.html

3) Teste sua esperteza:
http://matematica.no.sapo.pt/testeespert.htm

4) Teste de QI
http://www.supertextos.com/texto/Teste_De_Q.i/3171

5) Programa Truques da Mente:
http://www.natgeo.com.br/br/especiais/truques-da-mente

Fontes consultadas:

http://www.ierfh.org/br.txt/NossosAtalhosMentais2012.html

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Sobre o ato de escrever...

"O tempo todo, ao escrever temos a sensação de estarmos sendo espiados por um sempre possível leitor, intervindo a cada momento desde sua própria  mudez.  Uma  mudez  que  incomoda,  provocadora  e
desafiante. Seria mais tranquilo ouvir a voz desse interlocutor, perceber como nos está interpretando, o que nos tem a dizer. Ele mudo, porém, se faz muito mais exigente e crítico, porque a mim transfere esses cuidados."

MÁRIO  OSÓRIO  MARQUES

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Informação não é conhecimento

Via Saia Justa

O jornalista científico James Gleick falou no programa Saia Justa sobre o turbilhão de informações que somos submetidos diariamente por conta da tecnologia e os efeitos destes dados na nossa vida.
O paradoxo de estarmos inundados pela informação é não nos sentirmos inteligentes. Estamos aprendendo, como sempre soubemos, que informação não é conhecimento, e conhecimento não é necessariamente sabedoria”, explica Gleick. 
Assista
http://gnt.globo.com/saiajusta/noticias/Jornalista-comenta-como-a-tecnologia-afeta-a-privacidade-das-pessoas.shtml

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domingo, 26 de maio de 2013

"A mentalidade de que o professor sabe tudo é decorrente da visão determinista, do mundo estático. No mundo da mutabilidade e da indeterminação, o enciclopedismo perde sua força de verdade ao se desatualizar continuamente. Assim como o enciclopedismo, todo o sistema que procura encerrar o mundo na sua lógica é uma racionalização demente." 
André Baggio

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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Sobre o futuro da informação e a escola

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Lendo o artigo da jornalista  Débora Nogueira na que trata do futuro da informação, fiquei pensando no impacto disso tudo na educação. Vou fazer alguns links entre o texto dela e minhas considerações:

"Os veículos de mídia vendem informação para quem já consumiu ela na hora em que o fato aconteceu, pela rede social. Me lembro do dia da nomeação do papa, em quem todas as piadas se esgotaram em 20 minutos. Até o cartunista de jornal fica numa posição difícil diante desse esgotamento de visões irônicas de um fato!"
Se isso acontece com os veículos de comunicação que têm uma mega estrutura, imagina o que vai acontecer com a escola? Não é possível competir com esse cenário! Temos que nos adaptar a esse contexto e entender qual é o papel da escola: quais as habilidades que precisamos ter para consumir a informação de maneira crítica?

"Um dos maiores jornais do País, o Estadão, recentemente reduziu o número de cadernos e páginas sob o pretexto de que o leitor de jornal quer mais “conveniência e eficiência de leitura e um jornal mais compacto em dias úteis”. Mas o que seria isso em termos práticos? “Oferecer menos conteúdo precisa ter necessariamente como contrapartida uma melhoria significativa na qualidade do que é publicado”, escreveu a ombudsman da Folha, Suzana Singer."
Vejo isso acontecer sempre! Só que o professor reduz o texto dos livros didáticos... E a qualidade dos livros adotados pelas escolas também passa por esse processo: informações mais compactas. Se oferecer menos conteúdo precisa estar associado ao aumento da qualidade dele, qual é o papel do professor? Como podemos melhorar o conteúdo que já existe? Apenas inserir recursos multimídia qualifica a informação?

"Independente do rumo que os jornais brasileiros, e do mundo, estão tomando, me interessa a discussão de qual tipo de conteúdo serve para um público que só tem 2,8 segundos de atenção. Isso é importante para o jornal, para a revista, para o site, para quem faz aplicativo etc."
E PARA A EDUCAÇÃO TAMBÉM! Como planejar uma aula para quem só presta atenção por 2,8 segundos??? Fiquei pensando se adianta falar com as pessoas????

"Acho difícil aposentarmos o termo “lead” para organização das informações em uma notícia (o que é mais importante vem antes), mas acredito que novos formatos de textos, com o DNA da internet, vão passar a ser mais respeitados no jornalismo e na comunicação em geral. Compilados de GIFs animados, fotos com legendas engraçadas (como faz o BuzzFeed) e principalmente listas (desde as piscinas mais bonitas até dez dicas para mudar de vida, de emprego ou de marido). O entretenimento grudou na informação com superbonder. É difícil ver um conteúdo relevante na internet que seja puramente jornalísticamente sisudo. Até sites de Economia e Negócios já consideram novos formatos, veja o caso do Business Insider, ou da Economist. A Casa Branca criou um perfil no Tumblr colocando uma franja falsa no próprio Obama (!). Que época para se produzir conteúdo."
Acho difícil ver tudo isso acontecendo em curto prazo na educação, mas é um caminho: novos gêneros textuais, produção de conteúdo multimídia, deixar o aluno ser protagonista da sua aprendizagem. Eu sei, existem casos em que isso acontece, mas eu gostaria de um dado mais concreto: quantos professores do país encaram esse desafio e incorporam os avanços tecnológicos, digitais, científicos, pedagógicos,... Posso parecer descrente nesse momento e gostaria de ser convencida do contrário...

"Mesmo os veículos 100% online têm dificuldade de produzir conteúdo para essa geração que só quer um snack, e não um three-course meal. 2.8 segundos é o suficiente para ler 140 caracteres ou apenas uma manchete."
Quanto se aproveita de uma aula expositiva?

"Num mundo onde 17% dos pageviews duram menos de 4 segundos, e apenas 4% do público fica mais de dez minutos em um texto (se você chegou aqui, obrigada), e principalmente onde o tráfego via celular cresce a cada momento, é preciso apontar caminhos para que as empresas de mídia continuem servindo os snacks e ao mesmo tempo viabilizando seus negócios."
E para as escolas também...

"Em uma palestra recente no SXSW (South By SouthWest), o diretor da agência JESS3 Brad Cohen, especializada em criação para mídias sociais, defendeu o conteúdo de pequeno tamanho, refutando que trata-se de um conteúdo pior. Os infográficos, imagens, ilustrações e vídeos curtos devem ser auto-explicativos. O ‘snackable content’ deve ser uma forma pequena de informação que os consumidores consigam se engajar rapidamente, e compartilhar pelo próprio celular. Segundo ele, aquilo mata a fome na hora, mas o deixa sedento por mais depois, gerando engajamento para a marca."
Será que conseguimos fazer isso na escola? Matar a fome, a curiosidade e o interesse imediato dos alunos e deixá-los com vontade de aprender mais? Como podemos fazer isso? Eu tenho algumas hipóteses, mas é conteúdo para outro post...

Leia o texto na íntegra:
colunas.revistagalileu.globo.com/colunistas/2013/04/30/o-futuro-da-informacao-ou-pode-me-chamar-de-dori/

A atenção humana dura 2,8 segundos

Você já pensou nisso?

Será que a atenção do ser humano já está menor que a de um peixinho???

A divulgou um texto da Débora Nogueira que trata do futuro da informação. Segundo pesquisas realizadas pelo Statistic Brain a atenção média humana era de 12 segundos no ano 2000. Uma pesquisa recente mostrou que a atenção de um adulto é atualmente de 2,8 segundos, enquanto a do peixe é de 9 segundos. Outra pesquisa é ainda mais categórica: define que um ser humano consegue se concentrar sem se distrair por apenas 8 segundos. Deu para perceber? Nós realmente já temos a atenção (bem) menor que a de um peixinho dourado, animal muito menos complexo que o ser humano (mas que não usa smartphone no fundo do mar).

Uma pesquisa recente mostrou que 25% dos adolescentes esquecem informações importantes sobre amigos próximos ou parentes. Eu pergunto: serão só os adolescentes?

A jornalista Débora Nogueira levantou os dados para falar sobre a produção de conteúdo, o modo como as pessoas interagem com a informação, e  no que está se tornando o jornalismo. Ficou interessado? Leia mais aqui: colunas.revistagalileu.globo.com/colunistas/2013/04/30/o-futuro-da-informacao-ou-pode-me-chamar-de-dori/ Vale muito a pena!

Imagem em http://sr.photos2.fotosearch.com/bthumb/CSP/CSP438/k4383622.jpg