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Veja vende entrevista, acusa jornalista

O que vai reproduzido abaixo são dois comentários postados no Twitter por Tão Gomes Pinto . Do jeito que está escrito, não cabe muita dúvida: o jornalista acusa a revista Veja de ter vendido uma entrevista nas páginas amarelas, no caso ao governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM). Tão Gomes Pinto chega a dar até o preço do negócio, a bagatela de R$ 442 mil. Este blog acha a acusação meio pesada, é preciso provar este tipo de coisa. E a revista sempre pode alegar que o pagamento de publicidade do governo do Distrito Federal nada tem a ver com a entrevista nas amarelas... Mas Tão é macaca velha, jornalista da velha guarda, experiente, de forma que se faz uma acusação deste quilate, é porque tem como provar. A ver. A Veja recebe e entrega a mercadoria no ato. A contra-partida está nas páginas amarelas desta edição. Adivinhem com quem? Arruda, claro A entrevista acabou saindo barata. Só R$ 442 mil. Pagos pela Sec. de Educação do DF. Fora a mútua simpatia que uma ação dessa...

Ainda sobre as madrugadas do Serra

Um leitor amigo do blog esclarece: não é o governador José Serra em pessoa quem fica "twittando" até 5h50 da madrugada, mas o jornalista Reinaldo Azevedo, que tem se submetido à tortura de se esforçar para ser simpático. É, faz sentido, até porque Reinaldão jamais dorme antes das 7h30.

Twitter e o louco mundo das novas mídias

O texto abaixo é do jornalista Maurício Stycer, de seu blog . Vai reproduzido na íntegra para que os leitores tenham uma idéia deste ambiente novo e ainda muito desconhecido das novas mídias. Este blogueiro já estava se achando um dinossauro por não ter perfil no Twitter, criou um faz pouco tempo e ainda não se adaptou ao uso da ferramenta. Em geral, aparecem por lá resumos das notas publicadas aqui, mais um ou outro comentário avulso. Para quem vem do mundo dos impressos, o blog é uma ferramenta razoavelmente tranquila, serve também como um rascunho de ideias que podem ser aprofundadas em artigos, além de proporcionar uma comunicação direta e em tempo real com o público. No caso do Twitter, porém, a limitação dos 140 toques é um desafio para quem escreve, mas não é esta a maior razão do estranhamento: difícil mesmo é acompanhar a polifonia das respostas e mensagens de todos os "twittees". A seguir, o texto em que Stycer revela um estranhamento semelhante. 04/06/2009 - 11:5...