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Mostrando postagens com o rótulo subprime

O pior já passou ou vem por aí?

O que vai abaixo é o artigo do autor destas Entrelinhas para o Correio da Cidadania. Como sempre, em primeira mão para os leitores do blog. A semana que passou foi das mais agitadas nos mercados de capitais do mundo inteiro. Mais uma leva de más notícias, desta vez com origem na União Européia, derrubou as bolsas de valores. A de São Paulo caiu quase 7%, aos 51 mil pontos, índice que levou o Ibovespa para o patamar do final do ano passado. Não é fácil acompanhar a tal crise financeira internacional, iniciada em agosto de 2007 a partir dos problemas no mercado habitacional dos Estados Unidos. Vários bancos americanos e europeus já quebraram e outros apresentaram prejuízos bilionários. A leitura dos analistas econômicos não ajuda muito, pois eles se dividem basicamente em duas correntes: a dos que acha que o pior ainda está por vir e a dos que acredita que a situação já começou a melhorar e que os "espirros" no mercado financeiro são os últimos lances da crise. A verdade é q...

A crise do subprime e o bar do seu Biu

O que vai abaixo é a melhor explicação para a tal crise do subprime nos Estados Unidos. A história circula na blogosfera, mas a autoria é desconhecida. O texto é simplesmente um primor, vale a pena ler até o fim. Entendendo a complexidade da crise subprime americana "Entender a crise não é fácil (vide as tentativas de David Leonhardt, em um excelente artigo para o NYT ), mas permitam-me oferecer um similar nacional, pesquisado pelo nosso intrépido correspondente Osto Craudiley. É assim: o seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito). O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constitui, afinal, um ativo recebível, e começa a ...

Mercados reagem, Serra lamenta

O comportamento PMD (de psicose maníaco-depressiva, não confundir com PMDB) dos mercados financeiros está estressando o pessoal do palácio dos Bandeirantes, que aposta no "quanto pior, melhor" para aumentar as chances do chefão José Serra (PSDB) em 2010. Ontem foi dia de festa, mas já à noitinha a recuperação da bolsa de Nova York irritou o tucanato. Hoje, com Europa e NY em alta, é quase certa a recuperação também da Bovespa. Bem, o Serra podia fazer como o Lula: acordar invocado, ligar para o companheiro Bush e dizer a ele que deste jeito, não há como a oposição ganhar eleição no Brasil. Afinal, antigamente, os EUA ajudavam. Agora, na hora que a coisa estava ficando boa, vem este barbudo do Ben Bernanke e derruba os juros...