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Mostrando postagens com o rótulo crise nos EUA

Boa notícia nos EUA

Abaixo, na versão da Folha Online, o comentário da Casa Branca a respeito do desemprego nos Estados Unidos. O número veio melhor do que o esperado e está animando as bolsas de valores do mundo inteiro. Fim da crise? A ver, pois embora o número reporte uma melhor no mercado de trabalho, há um dado preocupante - diminuiu bastante a População Economicamente Ativa do país, o que significa que menos gente está à procura de emprego. Em economês, isto se chama "desalento". Só uma sequência mais longa de dados poderá comprovar que a economia norte-americana de fato está se recuperando do tombo do ano passado. Melhor torcer por isto. Queda do desemprego mostra que EUA "saíram do poço", diz Casa Branca da Folha Online Os números do mercado de trabalho nos Estados Unidos melhores que o previsto mostram que a economia americana "saiu do poço", afirmou nesta sexta-feira a Casa Branca. "Os dados publicados nesta sexta-feira são outra prova de que saímos do poço e q...

O tempo da crise e o tempo da política

O que vai abaixo é mais um artigo do autor do blog para o Correio da Cidadania . O ano já vai caminhando para a metade e o Brasil segue com um olho na economia e outro nas safadezas no Congresso Nacional. É o que há para se ler nos jornais e revistas. Isto para quem se interessa pelos chamados "assuntos sérios", porque o povão quer saber mesmo é das indas e vindas de Ronaldo e sua fenomenal capacidade de recuperação quando (quase) todos o consideravam defintivamente acabado, pelo menos para o futebol profissional. E é melhor mesmo ficar pelo futebol, pois apesar da péssima qualidade do ludopédio nacional, este ainda está anos luz à frente da política praticada no Congresso Nacional. De fato, o mundo dos "assuntos sérios" anda muito aborrecido. Desde o início do ano que o legislativo federal não consegue resolver a crise em que se meteu após uma guerra aberta na disputa pelo comando do Senado, especialmente, e da Câmara. A cada semana surge uma nova denúncia, mais t...

Novo pacote: a crise está no fim?

A oposição não deve estar gostando nadinha do tal plano do presidente Barack Obama para tentar recuperar a confiança dos mercados e botar em ordem a bagunçada economia norte-americana. Os mercados reagiram com euforia, conforme se pode ler abaixo, na versão do portal UOL. E por que a oposição não está gostando? Simples: se os EUA começarem a se recuperar mais rapidamente do que o imaginado, a crise no Brasil não chegará a ser uma marolinha, mas também não terá tamanho para liquidar a popularidade presidencial. Em off , oposicionistas reconhecem que a grande chance para derrotar o PT nas urnas em 2010 é o agravamento da crise. E torcem por isto, discretamente. Pois Obama pode estar botando água no chope da festa de posse de José Serra, que tucanos e democratas já dão como certa. Podem esperar: se o pior já tiver passado, vai começar a bater desespero nos oposicionistas, pois nem o discurso do "desgoverno" ou "incapacidade de lidar com a crise" lhes restará. Afinal, ...

Mais uma bola dentro de Obama

Está certo que a medida era até previsível, tamanho o absurdo da tentativa da seguradora AIG em dar um verdadeiro "drible da vaca" nos contribuintes e no governo norte-americanos, mas vale a pena ressaltar mais uma ação positiva do presidente Barack Obama, conforme se poderá ler abaixo, em reportagem da Folha Online. Aliás, será que esta ação do governo norte-americano será tratada na mídia brasileira como uma "intervenção intolerável" na iniciativa privada, tal e qual vem tratando aqui as tratativas do governo brasileiro de negociar contrapartidas com empresas que por aqui estão anunciando demissões depois de receberem incentivos fiscais ou outras benesses governamentais? Este blog aposta que não, e está aí a Veja que não deixa mentir, com uma capa simplesmente ridícula sobre a "manutenção do capitalismo" sob a regência de Barack Obama. É, são sempre dois pesos e duas medidas. Obama pedirá ao Tesouro que tente bloquear pagamento de bônus da AIG O preside...

Mauricinhos também sofrem

Inspirado no colega Daniel Piza, segue "uma lágrima para" os jovens bilionários que estão passando pelo aperto descrito abaixo, em reportagem da Folha Online. Realmente, a crise é dura e afeta muita gente. No entanto, é sempre um alento verificar que tudo na vida tem um lado bom (menos os discos do Fagner)... Fortunas de bilionários mais jovens caem 30% com crise, diz "Forbes" A crise econômica global, que jogou algumas das principais economias mundiais em recessão afetou as fortunas dos 20 bilionários mais jovens do mundo, segundo reportagem do site da revista "Forbes". Segundo o texto, a fortuna média do grupo ficou 30% menor --US$ 2,9 bilhões, contra US$ 4,1 bilhões um ano antes. As idades dentro do grupo, por sua vez, aumentaram. Na lista de 2008, os 20 integrantes da lista tinha menos de 36 anos. Na deste ano, as idades vão de 25 a 40 anos --a média ficou em 35 anos, contra 32 do ano passado.

Krugman aprova Orçamento de Obama

Paul Krugman vinha criticando bastante os planos de Barack Obama para deter a crise financeira e econômica que abala os Estados Unidos. Mudou de idéia ao analisar o Orçamento para o próximo ano que o presidente enviou ao Congresso e que precisa ser aprovado até outubro. Abaixo, a tradução do artigo de Krugman para o New York Times que a Folha de S. Paulo publica na edição de hoje. Orçamento muda EUA de rumo ELEIÇÕES TÊM consequências. O Orçamento do presidente Barack Obama representa uma ruptura enorme, não só com as políticas dos últimos oito anos, mas com as tendências políticas dos últimos 30. Se ele conseguir que o Congresso aprove qualquer coisa parecida com o plano anunciado anteontem, terá posto os EUA num rumo novo. Entre outras coisas, o Orçamento será recebido com enorme alívio pelos democratas que começavam a sentir um pouco de depressão pós-eleitoral. O pacote de estímulo econômico que o Congresso aprovou pode ter sido muito fraco e focado em cortes nos impostos. A recusa...

Cumprindo o que prometeu

Mais uma de Barack Obama, na versão da Folha Online. De fato, o presidente norte-americano está em começo de governo, é cedo para avaliar a performance. Mas este blog reitera: até aqui, dentro das condições catastróficas que está enfrentando - o legado de Bush é um fardo dos mais pesados -, Obama está mandando muito bem. Obama confirma retirada de cerca de 90 mil soldados do Iraque O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira a retirada parcial das tropas americanas do Iraque até 31 de agosto de 2010, o primeiro passo efetivo de seu governo para encerrar o conflito que, em mais de cinco anos, custou cerca de US$ 1 trilhão e deixou mais de 4.250 soldados americanos mortos. Embora não tenha falado em números exatos, o plano de Obama representaria a retirada de entre 92 mil e 107 mil dos 142 mil soldados que atuam no país. O plano anunciado por Obama inclui ainda a manutenção de uma força de segurança "de 35 mil a 50 mil homens" no país, com a retira...

Leitão critica Geithner, logo ele está certo

O post abaixo está no blog de Míriam Leitão, a Cassandra global às avessas (tudo que ela prevê acontece exatamente o oposto). Alguns dias atrás, por sinal, o Entrelinhas publicou um comentário mais alentado sobre a coleguinha em questão. Agora, Míriam critica "o jovem Geithner". Este blog então aposta que Timothy Geithner, o secretário do Tesouro de Obama, mandou bem... Crise americana Obama no dia D: ganha um ponto e pode perder outro Neste dia D da luta contra a crise, com dois grandes eventos, o plano no Congresso e o pacote do Tesouro, o presidente Barack Obama fez um ponto e corre o risco de perder outro. Ponto ganho: mesmo ganhando de raspão seu plano passou no Senado. Agora ele tem na mão poderosas ferramentas para lutar contra a recessão Ponto em dúvida: o Tesouro anunciou um plano de resgate financeiro confuso, foi apresentado da forma errada, o mercado não entendeu nestes primeiros momentos os detalhes e como funcionaria os mecanismos que podem chegar a significa...

Boas notícias na economia

Até a Folha Online, que sempre comemora as más notícias no campo econômico como mais um passo para a destruição final da popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve de dar o braço a torcer nesta segunda-feira: Produção de veículos cresce; Anfavea prevê melhora no setor e Concessão de crédito cresce e mostra recuperação, diz BC são as principais chamadas desta tarde. Nos dois casos, um alento, pois a cadeia automotiva e o mercado de crédito eram dois dos setores mais afetados pela crise internacional. Claro que é muito cedo para comemorar, mas as notícias de que o Senado norte-americano deve aprovar o pacote de Obama também se insere em um cenário de, digamos assim, moderado otimismo. Algum efeito o pacote há de ter, e se o cenário ficar menos horrorosa lá fora, por aqui as coisas tendem a se acomodar até mais rapidamente do que muitos analistas imaginam, uma vez que o vetor de crescimento estava muito forte até o final do ano passado. Claro que se o plano de Obama der ...

Obama decepciona os extremos

Se há uma coisa que une os analistas ultraconservadores e os ultraesquerdistas, esta coisa é a idéia de quem quer que governe os Estados Unidos, governará em nome do status quo e sem grandes mudanças na política e na economia. Em outras palavras, Democratas ou Republicanos, tanto faz, o presidente estaria a serviço do imperialismo (para a ultraesquerda) ou não teria forças para enfrentar o Senhor Mercado e a Liberdade Individual (para a ultradireita). O post reproduzido abaixo, do colunista de Veja Reinaldo Azevedo, já revela uma certa decepção da ultradireita com Obama. Reinaldão passou a campanha e o período pré-posse dizendo que Obama seria um George W. Bush ligeiramente mais light . Agora, o jornalista parece estar revendo o seu conceito, mais um pouco vai estar comparando o líder norte-americano a Hugo Chávez. Não deixa de ser engraçado ver Reinaldão dar o braço a torcer. Na ultraesquerda, a postura é a mesma, com o sinal invertido. Como a turma espera que Obama comece a desapr...

Krugman: Obama e a economia da má fé

Mais um excelente artigo de Paul Krugman, publicado originalmente em Terra Magazin e, que corrobora o que foi escrito aqui sobre as críticas da colunista Míriam Leitão ao plano de Obama para recuperar a economia norte-americana. É claro que Krugman nem sabe quem é Leitão, mas trata-se de uma ótima resposta, até porque a jornalista global usa exatamente os argumentos dos republicanos para criticar medidas que nem sequer foram anunciadas. O final do artigo, em especial, é excelente. Na íntegra, para os leitores do Entrelinhas . A economia da má fé Por Paul Krugman, do New York Times À medida que se inicia o debate sobre o plano de incentivo da economia do Presidente Barack Obama, uma coisa é certa: Muitos dos oponentes do plano não estão argumentando com boa fé. Os conservadores não querem, e não querem mesmo, ver um segundo New Deal e certamente não querem ver o ativismo do governo reconhecido. Então, eles estão pegando qualquer vareta que conseguem achar com a qual possam derrubar pro...

Obama começou bem

A decisão do novo presidente norte-americano de suspender os julgamentos na base naval de Guantánamo, acatada hoje pela justiça local, é uma boa sinalização inicial para o governo de Barack Obama. Não dá para julgar ninguém no primeiro dia de trabalho, mas pelo menos simbolicamente já foi um ato forte. Fechar a base é o próximo passo e certamente está no horizonte do presidente. Claro que todos os olhos agora estão focados na economia, mas Obama também vai fazer muita política. Talvez ele surpreenda negativamente os neocons - basta ler o blog de Reinaldo Azevedo para ver que a turminha acha que o novo presidente vai ser mais "um dos seus", ou seja, não conseguirá fugir do script ultra-conservador de George W. Bush. Ainda é mesmo muito cedo para tentar fazer previsões, mas o primeiro ato de Obama aponta para uma outra direção, bem diferente. Para o bem do planeta, é bom que os neocons esteja errado e Obama realize um governo arrojado e repleto de novidades, na economia e na...

Krugman propõe nacionalização de bancos

Vale a pena ler até o fimo artigo abaixo, publicado no excelente Terra Magazine . Trata-se de uma análise do prêmio Nobel de Economia Paul Krugman, colunista do jornal The New York Times , bastante instigante e lúcida sobre a atual relutância do governo americano em fazer o que deve ser feito: nacionalizar os bancões semi-falidos que sobrevivem como zumbis e só fazem piorar as expectativas de solução para a crise financeira global. A seguir, na íntegra, para os leitores do Entrelinhas. Ler Krugman faz bem à saúde... Vodu de Wall Street Paul Krugman Do New York Times A economia vodu de antigamente - a crença na mágica de cortes de impostos - foi banida do discurso civilizado. O culto do lado da oferta encolheu ao ponto de conter apenas excêntricos, charlatões e republicanos. Mas reportagens recentes sugerem que muitas pessoas influentes, incluindo funcionários da Reserva Federal, agências regulatórias dos bancos e, possivelmente, membros da nova administração de Obama, tornaram-se devo...

A vez de Barack Obama

O mundo inteiro está de olho na posse, amanhã, do primeiro presidente da República negro nos Estados Unidos, o democrata Barack Hussein Obama. A expectativa é tanto maior em função da monstruosa crise econômica que Obama herdará e terá que resolver. Por aqui, alguns analistas, como a sempre pândega Míriam Leitão, já estão torcendo para que o povo americano cobre do novo presidente uma solução rápida para os problemas e, caso ele não consiga dar conta do serviço, comece a rejeitá-lo. Leitão, em particular, acha mesmo que isto vai acontecer: "ao fim dos primeiros seis meses, a piora parecerá obra de Obama. É da natureza das sociedades democráticas, e abertas a cobrança sobre os governantes, a impaciência na espera dos resultados", escreveu a jornalista em seu blog. O vaticínio de Míriam Leitão na verdade é um desejo que vale para Obama e para Lula. Desejo este, por sinal, de praticamente toda a grande imprensa nacional: de que ambos, Obama e Lula, se esborrachem na crise e acab...

Três cenários para 2009

O que vai abaixo é o artigo do autor do blog para o Correio da Cidadania. Em primeira mão para os leitores do Entrelinhas. Já não são poucos os analistas que dizem ser mais fácil hoje escrever sobre como será o ano de 2010 do que o de 2009. A piada é engraçadinha, mas a verdade é que neste momento qualquer análise prospectiva, seja de curto, médio ou longo prazo, é muito complicada em função da crise financeira internacional, que ainda está em curso e cujos desdobramentos serão cruciais para o que vem pela frente. Este colunista não é advinho nem consulta videntes, de modo que o máximo que pode fazer é tentar esboçar alguns cenários para 2009 no Brasil, a partir de hipóteses sobre os efeitos da crise na economia mundial e nacional. Até porque, como diria o presidente Lula, nunca antes neste país (ou em qualquer outro) o jogo político ficou tão dependente dos acontecimentos econômicos como agora. Muito a grosso modo, é possível vislumbrar três cenários para a atual crise - o otimista, ...

Os desafios de Obama

O que vai abaixo é o artigo do autor destas Entrelinhas para o Correio da Cidadania. Em primeira mão para os leitores do blog. O presidente eleito dos Estados Unidos vai começar o seu governo em uma situação que lembra um pouco a que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentou no início do primeiro mandato, em 2003, guardadas as devidas proporções. Naquela época, Lula pegou o Brasil em crise, com o dólar valendo quase R$ 4, uma inflação de dois dígitos, saindo de controle, o risco-país em quase dois mil pontos. O primeiro ano de governo foi dedicado a conquistar a confiança dos mercados e a política econômica adotada para conter a inflação quase provocou uma recessão - o crescimento do PIB naquele ano foi praticamente nulo (0,5%). Para a sorte de Lula, o que veio a seguir foram cinco anos de bonança, com taxas de crescimento expressivas. Politicamente, o presidente brasileiro utilizou com habilidade a idéia de que havia recebido uma herança maldita do governo tucano de Fernando...

Mendonção avisa seus colegas tucanos:
melhor aprovar rapidinho a MP 443

Enquanto os líderes oposicionistas fazem nhénhénhém, como diria aquele presidente de tão triste memória, no Congresso, criticando a medida provisória 443, que permite ao BB e CEF comprar instituições financeiras que estão com problemas, um dos mais lúcidos mentores do tucanato, o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, publica um artigo na Folha de S. Paulo desta sexta-feira elogiando a atuação do Banco Central e a MP 443. O recado de Mendonção, ministro das Comunicações na gestão Fernando Henrique Cardoso, para os tucanos é claro: "alô, palermas, não brinquem com fogo e aprovem logo a medida porque senão a coisa vai ficar feia". Mais claro, impossível. A seguir a íntegra do artigo do economista. Da marola ao tsunami A cortina de fumaça não paralisou o BC, que tomou medidas para lidar com a liquidez dos bancos menores A CRISE financeira mundial chegou ao Brasil com todo o seu impacto destrutivo. Em setembro, os primeiros ventos dessa tempestade já podiam ser sentidos no ...

Rir para não chorar

Evidentemente, o leitor não vai encontrar esta edição nas bancas...

Rezem para o FMI estar certo

A matéria abaixo é do Globo Online e versa sobre as previsões do FMI para o crescimento da economia mundial. Segundo o Fundo, a América Latina vai crescer menos em 2009. Mas, apesar da crise financeira global, ainda cresce cerca de 3,25%, em média. A julgar pelo que se vê nesses momentos de pânico, se esta taxa ocorrer no Brasil já será um belo crescimento - superior, por exemplo, à média dos anos em que Fernando Henrique Cardoso governou o país. O autor deste blog tem conversado com alguns economistas que já estão prevendo um cenário bem mais catastrófico, de recessão mesmo, já a partir de 2009. É bem verdade que os catastrofistas tem errado mais do que acertado, mas vai que agora acertam... Melhor é tomar banho de sal grosso, se benzer bastante e rezar. Porque de resto o agravamento da atual crise depende muito pouco do que o governo brasileiro fizer ou deixar de fazer e sim do que os norte-americanos e europeus fizerem ou deixarem de fazer. Bem, salvo os que têm dupla cidadania, aqu...

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come

Vai demorar um pouco para que seja possível fazer uma análise mais profunda sobre os efeitos da crise financeira mundial aqui no Brasil. Todos, isto mesmo, rigorosamente todos os analistas que se prestam ao papel de escrever sobre este tema estão chutando. A opinião de um economista, hoje, 30 de setembro, sobre a crise vale tanto quanto a de uma manicure. A razão é simples: o mundo das finanças está passando por uma tempestade como talvez nunca antes tenha passado. Ninguém sabe ainda onde está o fundo do poço. Trata-se puramente de uma questão de lógica: se ninguém conhece a dimensão da crise, como prever seus efeitos no Brasil? Aliás, um bom leitor há de notar que todas as análises recém publicadas estão repletas da palavrinha "se": "Se o pacote de Bush for aprovado", "se o mercado financeiro reagir bem", "se a ajuda for suficiente"... A verdade é que quando a tempestade chega no mar, a única coisa a fazer é recolher as velas, atracar os barcos ...