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Mostrando postagens com o rótulo Mônica Veloso

Faltam 994

O esperto Eduardo Bresciani, repórter do DCI em Brasília, fez as contas: com a representação de hoje do PSOL contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), faltam apenas 994 representações para que o partido de Heloísa Helena atinga a marca de 1000 representações contra o presidente do Senado....

Renan estuda para que lado atirar

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) já tomou a decisão de deixar definitivamente a presidência do Senado. No momento, ele estuda a melhor maneira e o momento de anunciar a renúncia. Pode ser hoje, amanhã ou só daqui a 45 dias: quanto mais rápido, pior para o atual presidente da Casa, Tião Viana (PT-AC), que já trabalha para ficar no cargo. Renan está analisando o cenário político para decidir a quem vai ajudar e/ou prejudicar.

Sobre a queda de Renan

Nove entre dez analistas políticos que acompanham o cenário brasiliense apostam que o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) não voltará ao cargo de presidente do Senado da República. É um pouco cedo para tal vaticínio, mas de fato é o mais provável no momento. Muito já foi escrito e falado sobre o episódio envolvendo o presidente do Senado. Sua ex-namorada virou capa da Playboy e desfila por aí em programas de televisão promovendo as vendas da revista, até para ganhar mais uns trocados, uma vez que receberá um percentual do preço de capa da publicação. Pois Renan caiu exatamente dois dias após Mônica Veloso aparecer como veio ao mundo – leitoras do blog já reclamaram que "não foi bem assim" e que houve intervenção da "mão divina" do Photoshop, mas isto realmente não vem ao caso para o raciocínio em curso. É evidente que a licença de Renan não se deve à nudez de Mônica, mas não deixa de ser uma ironia que as coisas tenham acontecido desta forma. Não deixa de ser uma ...

Em tempos de Mônica, vá de Guido Mantega

Quem acompanha a cena política brasileira pode aproveitar o feriado desta semana para dar uma espiada em um esclarecedor livro do ministro da Fazenda, Guido Mantega, escrito em 1982. Se o comandante da economia nacional for tão visionário para assuntos do mundo das finanças e negócios quanto foi no campo, digamos assim, político-erótico, os brasileiros podem dormir tranquilos. Abaixo, a indicação completa do livro, que só está disponível em sebos. Quem quiser encomendar deve acessar o site Estante Virtual . autor: Guido Mantega (coord) título: Sexo e Poder editora: Círculo do Livro ano: 1982 preço: R$ 12 estante: Sociologia meta-prateleiras: Sociologia cadastrado em: quarta-feira, 18/4/2007. 16:58:25 descrição: O sexo e poder nas sociedades autoritárias: a face erótica da dominação; Freud e a civilização repressiva; Reich e a revolução sexual; Marcuse e a dessublinação repressiva; Foucault e monorquia de sexo; Democracia e sexualidade; Sauna, Angústia e lanchonete estado...

Huck, Ferréz, Mônica e
o que importa no Brasil

O que vai abaixo é o artigo do autor destas Entrelinhas para o Shopping News , que circula nesta quinta-feira com o DCI . Em primeira mão para os leitores do blog: A semana do feriado da padroeira do Brasil, Nossa Senhora de Aparecida, não foi lá muito santa, para dizer o mínimo. Começou com uma polêmica entre o apresentador Luciano Huck e o rapper Ferréz sobre a violência nas metrópoles e terminou com a beldade Mônica Veloso na Playboy, para deleite dos senadores (e, pasmem, uma senadora) flagrados em plenário acessando o ensaio da morena em seus computadores portáteis. Os dois episódios são emblemáticos do atual momento brasileiro. No primeiro caso, trata-se de uma discussão iniciada por um talentoso apresentador da TV Globo que, após ser vítima de um assalto em que perdeu um Rolex, resolveu escrever um artigo para um grande jornal expressando a sua indignação. O mais interessante no artigo, porém, não foi a indignação do articulista, mas o seu tom ensimesmado – “Luciano Huck foi...

"Efeito Huck" supera as fotos da Mônica

A internet é mesmo um meio de comunicação muito estranho. Nesta segunda-feira, as notas aqui publicadas sobre a polêmica envolvendo Luciano Huck conseguiram atrair mais leitores do que em 1° de junho, quando uma outra nota do Entrelinhas fez com que o Google despejasse no blog uma massa de gente buscando as fotos da jornalista Mônica Veloso nua – imagens que, como todo mundo já sabe, só agora, em outubro, estão disponíveis na Playboy . No entanto, como havia aqui um comentário sobre o fato do jornal O Globo não ter publicado fotos da jornalista, a busca pelas palavras-chave "Mônica Veloso" e "fotos" fazia o Entrelinhas aparecer logo na primeira página de resultados do Google e de outros mecanismos de busca. Nesta segunda, porém, a audiência foi ainda maior. Em outras palavras, mais gente correu atrás de opiniões sobre o mauricinho Huck e seu feroz crítico Ferréz – ambos bem vestidos e feiosos, é bom que se diga – do que atrás da versão "como veio ao mundo...

Os significados da absolvição de Renan

Dois são os aspectos a se levar em conta para uma primeira análise da absolvição de Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, na sessão de quarta-feira, por 40 votos a 35, com 6 abstenções. Um diz respeito ao rito do processo e o outro, ao jogo político em curso no país. Vamos a eles. Primeiro, é preciso dizer que, definitivamente, não foi um embate em que os contendores tiveram os mesmos espaços para explicar seus pontos de vista, especialmente na reta final que antecedeu a votação de ontem, quarta-feira, no Senado da República. Muito pelo contrário: o que se viu foi um massacre midiático raramente assistido na política nacional e que talvez só tenha paralelo no episódio do escândalo do mensalão. Sim, Renan Calheiros, presidente do Senado, foi massacrado na imprensa desde abril deste ano. Pode até ser que Renan seja um picareta e que o lobista da Mendes Jr. tenha pago todas as despesas da ex-namorada do senador, a já célebre Mônica Veloso. O pequeno problema é que ninguém conse...

Paulo Henrique Amorim: derrota da imprensa

Vale a pena ler o texto abaixo, do jornalista Paulo Henrique Amorim. O autor destas Entrelinhas não concorda com tudo que diz Amorim, mas recomenda vivamente a leitura do texto. RENAN: A MAIOR DERROTA DA IMPRENSA Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. . A absolvição de Renan Calheiros é a maior derrota da imprensa brasileira depois da reeleição do Presidente Lula. . A Veja, a Globo, o Estadão, a Folha e O Globo e seus inúmeros e inúteis colunistas jogaram todas as fichas na cassação. . Como ensina o professor Wanderley Guilherme dos Santos, a imprensa brasileira se transformou num partido político (clique aqui). . E jogou tudo contra um político da base de apoio ao Presidente Lula. . Renan Calheiros cometeu todos os crimes que 99,9% dos políticos brasileiros cometem. . Renan Calheiros provavelmente pagou a mulher com quem teve uma filha fora do cas...

Em breve, uma análise dos acontecimentos

Leitores reclamam que ainda não saiu aqui uma análise sobre a absolvição de Renan Calheiros. De fato, não deu tempo – o autor corre para fechar a edição de amanhã do DCI, que obviamente terá o caso como destaque. Em breve, portanto, sai a análise. Ao contrário de certos senadores de bigode vasto e outros de bico longo, este blog não se abstem.

Aloizio Mercadante, um homem corajoso

Pior do que se abster na votação mais importante do ano no Senado da República é a atitude de gabar-se da abstenção. Foi o que fez Aloizio Mercadante (PT-SP). Este blog teria mais admiração pelo senador se ele tivesse votado pela absolvição de Calheiros, como fizeram alguns de seus colegas petistas.

A pergunta que não quer calar no Senado:
Playboy manterá capa com Mônica Veloso?

Renan Calheiros foi absolvido, não vai renunciar à presidência do Senado muito menos ao mandato de senador. A grande dúvida dos senadores e deputados agora é se a revista Playboy vai mesmo publicar as fotos da ex-amante de Renan em outubro, conforme prometido. Se publicar, fica a dúvida da chamada de capa. Será que "a mulher que quase derrubou o presidente do Senado" tem apelo para vender revista?

Absolvido, Renan não deve renunciar

Está fazendo água a teoria de que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), renunciaria depois da absolvição. Não vai renunciar. Segundo seus assessores, Renan não sai da cadeira nem amarrado e não houve acordo algum com o governo. No final da história, Renan teve, na prática, 46 votos a seu favor (os 40 pela absolvição mais as 6 abstenções). É um apoio considerável, ainda mais lembrando que ele foi eleito por 51 senadores. Com toda crise, Renan perdeu apenas 5 votos, que é a diferença dos 51 da eleição e os 46 de hoje.

Bola da vez: absolvição seguida de renúncia

Crescem os rumores de que Renan Calheiros (PMDB-AL) vai renunciar à presidência do Senado após ser absolvido por seus pares na tarde de hoje. Com isto, o mandato seria mantido e o governo acomodaria a situação no Senado em um momento delicado, quase às vésperas da votação mais importante do ano, qual seja a da prorrogação da CPMF. Pode ser apenas mais um boato, mas como diriam os italianos, "se non è vero, è bene trovatto"...

Governo opera por Renan?

O dia está quente hoje em Brasília, como era de se esperar. O boato da hora é que o governo está jogando mais pesado do que se esperava para conseguir a absolvição de Renan Calheiros na votação de logo mais. Pode até ser, mas tem cara de notícia plantada pela oposição.

Correção necessária

O primeiro suplente do senador Renan Calheiros, José de Oliveira da Costa, é homônimo de outro José Oliveira, este sim, sócio de Renanzinho na Costa Dourada. Assim, caso Renan seja mesmo cassado, o primeiro suplente, advogado em Alagoas, assume o cargo sem risco iminente de ser também ele cassado.

Bob Jefferson ri da desgraça alheia

Está divertido o comentário do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) sobre o calvário de Renan Calheiros (PMDB-AL), reproduzido abaixo. Bob conhece bem Renan do tempo em que os dois atuaram na tropa de choque de Collor de Mello. Parece ser o típico caso do roto falando do esfarrapado ou alguém percebe um tantinho de inveja de Jefferson em relação a Renan? O Direito de Encher O caso Renan Calheiros está igual à novela cubana "O Direito de Nascer" (encenada aqui nos anos 60 pelo rádio e pela TV): não termina nunca. Como a relação de Albertinho Limonta e Isabel Cristina rendia estratosféricas fatias de audiência, a televisão esticou ao máximo a apresentação da novela, que, em sua versão moderna, é protagonizada por "Renanzinho Lhetrepa" e "Moniquinha Playboy". Será, que, enfim, na quarta-feira, veremos o último capítulo? Ufa, haja saco!!!

Votos pela cassação de Renan são hoje 38

Se a votação fosse hoje, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) seria absolvido por exatos 7 votos. É o que dizem os aliados do presidente do Senado. Já na conta de um esperto observador da cena brasiliense, seriam 38 os votos pela cassação de Calheiros nesta segunda-feira. Faltariam, portanto, 3 votos para ele perder o mandato. O vento ainda está soprando, mas restam apenas 48 horas para a decisão...

Onde passa boi...

Jorge Rodini, diretor do instituto de pesquisas Engrácia Garcia, envia mais um comentário em colaboração a este blog, desta vez sobre o provável desfecho do caso Renan-Mônica no Senado Federal. A grande dúvida está na posição do presidente Lula: para a Folha de S. Paulo , o presidente ainda tenta ajudar Calheiros; pelo que este blog apurou e Rodini corretamente expressa, Lula já ordenou o "Delenda Renan" ao PT, basta reparar na mudança de postura da senadora Ideli Salvatti. Quarta-feira, esta dúvida será sanada. A seguir, o comentário de Rodini: Renan Calheiros, senador da República por Alagoas, teve todas as chances do mundo para reconhecer que errou no Caso Mônica. Era só abdicar da Presidência do Senado e voltar ao "Dolce Far Niente", expressão italiana que retrata o mandato da maioria dos políticos brasileiros: o doce fazer nada ou indolência. Mas Renan, o Teimoso, não quis abrir mão de sentar-se a toda sessão na nobre cadeira da Presidência. Pode ser que nesta...