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Mostrando postagens com o rótulo Dossiê FHC

Dines: Depois do jornalismo
fiteiro, a reportagem dossiêira

Está muito interessante o artigo do mestre Alberto Dines, publicado hoje no Observatório da Imprensa. Na íntegra, para os leitores do blog: A expressão foi criada neste Observatório no final dos anos 90. Sinônimo de imprensa marrom, designa um procedimento escuso disfarçado em jornalismo de alto nível. O jornalismo fiteiro consiste na transcrição pura e simples de grampos (legais ou ilegais), fitas (em áudio ou vídeo) e dossiês, entregues por "fontes secretas" a um jornalista (ou intermediário) desde que haja o compromisso da imediata divulgação sem recorrer a qualquer suporte investigativo. O dossiê mais escandaloso foi obra dos aloprados (assim classificados pelo presidente Lula), que falsificaram denúncias dos sanguessugas Vedoin contra lideranças do PSDB na véspera das eleições presidenciais de 2006. A intenção dos falsários era publicar o dossiê no semanário IstoÉ, cuja boa vontade já estava a$$egurada. Independente do conteúdo do dossiê – o item menos importante da tran...

Por trás do dossiê sobre FHC, a disputa
entre José Dirceu e Dilma Rousseff

Está interessante a matéria do jornal O Estado de S. Paulo sobre a briga entre "dirceuzistas" e "dilmistas" da Casa Civil para achar um culpado pelo suposto dossiê com gastos de Fernando Henrique Cardoso. É evidente que não há tucano algum infiltrado passando informações para a imprensa (a menos que seja um tucano-lusitano, que ao invés de pegar os dados sigilosos do presidente Lula, preferiu pegar primeiro os de FHC "para se garantir"), o problema é mesmo fogo amigo. Sim, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) também teve acesso aos dados e foi uma das fontes da Veja , mas ele mesmo já contou que recebeu o material das mãos de alguém ligado ao governo, mas pelo que este blog apurou, a fonte principal da revista foi mesmo José Aparecido Nunes Pires, secretário de Controle Interno da Casa Civil, ligado ao ex-ministro José Dirceu. Nos bastidores petistas, por sinal, há quem diga que Dirceu está mesmo por trás do bombardeio contra Dilma. Os mais maldosos chegam a di...

Oposição vazou dossiê sobre FHC

O que vai abaixo está no blog do Noblat. Essa história do dossiê começa a fazer sentido... Álvaro Dias se recusa a entregar sua fonte Senadores do governo tão caindo de pau em cima do senador Álvaro Dias (PSDB-PA). Exigem que ele dedure o nome de quem vazou o dossiê com despesas sigilosas do governo Fernando Henrique Cardoso. O blog revelou mais cedo que Álvaro repassou o dossiê à imprensa. Há pouco, ele alegou que seu cargo de senador lhe permite manter o sigilo de sua fonte. Idelli Salvatti (SC), líder do PT, entrou em cena e cobrou explicações de Álvaro: - Tem que dar nome a quem estava aqui dentro do Congresso com os documentos, é o único jeito de resolver esse caso. Ele (Álvaro) não é obrigado a preservar a fonte. Ele apenas pode fazer isso – provocou Ideli. - Não permito a senadora Idelli Salvati me questionar. Se eu soubesse quem vazou o dossiê do Palácio do Planalto eu diria. Mas eu não sei. Só sei que a culpada maior é a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Roussef, de onde par...

Ombusman: um dossiê e muitas incertezas

Uma boa reflexão sobre o tal "dossiê" com gastos com cartões corporativos do tempo, de tão triste memória, em que FHC e dona Ruth moravam no Alvorada está hoje na crítica interna do Ombudsman da Folha de S. Paulo , o sempre excelente Mário Magalhães. Vale a pena ler até o fim o trecho reproduzido abaixo, em que ele comenta a cobertura do seu jornal sobre o assunto . Um dossiê (ou relatório ou "fragmentos da base de dados", como prefere a Casa Civil) sobre gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sua mulher, Ruth, e antigos ministros foi produzido no Palácio do Planalto e vazado de forma ilegal. Tão escancaradamente ilegal que foi constituída pelo governo uma "comissão de sindicância para apurar o episódio". Oficialmente, busca-se culpado(s). A origem das informações, processadas na Casa Civil, é inequívoca, reconhecida inclusive pelo governo. A essa altura, mais ninguém questiona a autenticidade das informações sobre gastos contidas nas 13 pági...