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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Alguém acredita?

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O Blog do Bourdoukan perguntou e nós reiteramos a questão:

Alguém pode acreditar que Israel agiu da forma como agiu sem a cumplicidade dos Estados Unidos?

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Afeganistão: maior ação de guerra desde 2001

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Neste sábado, 13 de fevereiro, as tropas da OTAN iniciaram a maior ação de guerra desde a invasão de 2001. 6000 militares iniciaram uma marcha até a cidade de Marjah nesta madrugada na suposta caça de 400 a 1000 talibans. Esta é a primeira ação desde que Obama ordenou o envio de 30.000 soldados estadunidenses em dezembro do ano passado.

Leia aqui.

sábado, 22 de agosto de 2009

CIA usa furadeiras como instrumento de “interrogatório”

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A notícia da “técnica” inusitada de “interrigatório” usado pela Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos foi publicada hoje pelo Washington Post, pela Newskweek e pela Associated Press. Segundo as reportagens a “técnica” teria sido usada antes mesmo da campanha de caçada ao terror pós queda das torres gêmeas. A vítima, Rahim al-Nashiri, teria sido interrogada com uma furadeira sendo ligada e desligada repetidas vezes perto da cabeça. Uma arma também foi usada para indicar que o “terrorista” seria morto caso não colaborasse.

Nada se compara ao “poder de convencimento” do Tio Sam.

Leia aqui.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Torturar pode. Divulgar as fotos, não.

t_bushtortura_232_p É assim que o novo presidente ianque, Barack Obama, pretende melhorar a imagem dos EUA mundo afora. Simplesmente não permitindo que as imagens de tortura sejam divulgadas.

A notícia foi publicada no último dia 10/08 no portal venezuelano Aporrea. De acordo com o portal, Obama solicitou à Suprema Corte do país que impeça a publicação de fotos em quem apareçam soldados estadunidenses torturando prisioneiros no Iraque e no Afeganistão. Tudo isso para “proteger a vida e a integridade física” dos pobres soldados.

* A imagem acima também é do Aporrea.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Deu no Washington Post

O jornal norte-americano Washington Post noticiou o ato realizado na quinta-feira, no Rio de Janeiro, contra a implantação de bases militares na Colômbia. Na semana passada, o governo colombiano de Álvaro Uribe decidiu colocar à disposição do imperialismo sete bases militares existentes no país.


Na legenda da foto: Uma mulher, no Rio, usa uma máscara onde se lê, em espanhol 'Fora Uribe'. Preocupações sobre o plano antidrogas dos Estados Unidos levou Uribe a visitar outros líderes.


Leia sobre o ato na Agência Petroleira de Notícias

Leia no Portal do PSTU: Presidente da Colômbia libera sete bases militares ao imperialismo norte-americano

domingo, 1 de março de 2009

A “retirada” nas charges de Latuff

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Obama e a “retirada” do Iraque

Na última sexta-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou seu plano de retirada das tropas estadunidenses do Iraque até agosto de 2010. O plano prevê que até essa data devam sair do Iraque de 92.000 a 107.000 soldados ianques seguindo no país um contingente de 35.000 a 50.000 homens até o final de 2011. No fim das contas a retirada de Obama segue os mesmos compromissos e prazos firmados por Bush em 2008, deixando de lado suas promessas de campanha de sair do Iraque em no máximo 16 meses com a retirada de no mínimo uma brigada por mês a partir do primeiro dia de governo.

Os 50 mil invasores que permanecerão no Iraque ficam com incubência a responsabilidade de “treinar e equipar as forças de segurança iraquianas”.

Até o momento a invasão custou 1 trilhão de dólares, a morte de 4.253 soldados estadunidenses e a de 99.180 civis iraquianos.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Nenhuma mudança à vista

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Essa é a opinião comungada pelos embaixadores de Israel, Giora Becher, e da Palestina, Ibrahim Al Zeben, acerca das possíveis mudanças nas relações Israel e Palestina com a posse de Barack Obama. Becher lembra que “Barack Obama foi sempre muito claro a respeito de seu apoio a Israel e à segurança de Israel”. No mesmo sentido Al Zeben deixa claro que “Os Estados Unidos apóiam Israel há muitos anos. Não é um novo presidente que vai romper esse establishment”.

Leia aqui e aqui.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Arremesse você o sapato nele


Não satisfeito com a pontaria do iraquiano Muthathar al Zaidi? Pois arremesse você o sapato em Bush. Clique aqui e divirta-se. Eu só acertei 16 vezes. :(

“É seu beijo de despedida, filho de um cão!”

A essa altura do campeonato todo mundo já assistiu a sapatada que não acertou o carniceiro George W Bush. Mas de toda forma deixamos registrada aqui a cena.


Os arremessos, infelizmente mal sucedidos, foram do jornalista iraquiano Muthathar al Zaidi.

Sapato nele!

E como não poderia deixar de ser a sapatada que não acertou o desgraçado do Bush é o prato predileto da imensa maioria dos chargistas do país.

PBarbosa

Lute

Ivan

Amorim

Amâncio

Dálcio

Duke

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Nova enquete: O que esperar de Obama?

Em primeiro lugar nosso agradecimento aos 55 blogonautas que participaram da enquete anterior. Entre os que participaram 50 afirmaram que os defensores da tese que o Brasil não seria afetado teriam grande trabalho para camuflar os efeitos da crise no país.

Agora vamos a uma nova enquete: O que esperar do novo presidente dos EUA?

sábado, 11 de outubro de 2008

Enquanto isso, no Iraque...

Vale lembrar que enquanto o mundo capitalista sangra em sua crise financeira arrastando consigo a classe tabalhadora mundial, o imperialismo ianque queima 720 milhões de dólares por dia, ou 500 mil dólares por minuto. Os dados são da Wage Peace Campaign que fez um video simples e bem interessante sobre o que seria possível fazer com a fortuna queimada em um dia na invasão do Iraque.

Arremesso inspirado no Blog do Bourdoukan.

sábado, 14 de junho de 2008

Até Gaddafi alfineta Obama

O nacionalista burguês líbio Muammar Gaddafi há muito não representa sequer um pequeno incômodo ao imperialismo ianque tendo saída da lista de desafetos dos EUA em 2006 e se dispondo inclusive a colaborar com a política de "combate ao terrorismo".   Essa semana Gaddafi, ou Khaddafi, ganhou espaço na mídia internacional com sua declaração sobre o papel de Obama nas próximas eleições estadunidenses.

Diante da declaração sionista do candidato democrata Barack Obama de que Jerusalém deveria ser a capital eterna de Israel e de que apoiará essa empreitada com 30 bilhões de dólares nos próximos dez anos, Gaddafi alfinetou Obama com a seguinte declaração:

“Barack Obama é um negro com complexo de inferioridade e deverá comportar-se pior que os brancos caso se torne presidente dos EUA"

Essa e outras declarações de Gaddafi podem ser lidas no portal britânico guardian.

Leia no portal:

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Robert Fisk: "Al-Qaeda está derrotada, é?! Convençam os marines!"

convencam-os-marines O jornal britânico Independent publicou neste domingo, 01/06/2008, artigo de Robert Fisk que desmente as declarações da CIA que vende a idéia que as tropas imperialistas estão em vias de vencer a guerra do Iraque. Reproduzimos na íntegra a tradução do artigo de Fisk. Boa leitura!

Então... a Al-Qaeda está “quase derrotada”, é? Vitórias arrasadoras contra Al-Qaeda. Essencialmente derrotada. “Bem feitas as contas, estamo-nos saindo muito bem”, diz o chefe da CIA, Michael Hayden, ao The Washington Post. “Al-Qaeda praticamente derrotada, em termos estratégicos, no Iraque. Al-Qaeda praticamente derrotada, em termos estratégicos, na Arábia Saudita. Em termos globais, duros golpes contra a Al-Qaeda – e aqui usarei a palavra ‘ideologicamente’ –, na medida que grande parte do mundo islâmico rejeita aquela forma de Islam”. OK. Ele que conte outra!

6 mil mortos no Afeganistão, dezenas de milhares de mortos no Iraque, um ataque de homem-bomba por dia na Mesopotâmia, o maior nível de suicídios entre os soldados norte-americanos – astutamente, a imprensa árabe deu igual destaque a esta matéria, ao lado das sandices de Hayden – e bases permanentes dos EUA no Iraque depois de 31 de dezembro. E estamos vencendo a guerra?

Há menos de dois anos, ouvimos as mesmas insanidades sobre a guerra, quando o general Peter Pace, o muito esquisito (e hoje felizmente já aposentado) chefe do Conselho do Estado-Maior dos EUA, disse da guerra dos EUA no Iraque que “não estamos vencendo, mas não estamos perdendo”. Ao que o secretário de Defesa de Bush, Robert Gates, acrescentou que concordava com Pace, ‘porque’ “não estamos vencendo, mas não estamos perdendo”.

James Baker, que acaba de apresentar seu próprio muito confuso relatório sobre o Iraque, declarou então – leitor, por favor não ria nem chore – “Acho que não se pode dizer que estamos perdendo. Pelo mesmo parâmetro, acho que não tenho certeza de que estamos vencendo.” Então, Bush em pessoa enunciou: “Não estamos vencendo. Não estamos perdendo. Lamento pelos iraquianos, mas, seja como for, nós estamos, mesmo, mesmo, vencendo." Ou, pelo menos, Al-Qaeda está “quase” – observem o “quase” – derrotada. É o que diz Mike Hayden.

Serei o único a achar esta conversa toda tão infantil, que me soa como conversa de doido? Enquanto houver injustiça no Oriente Médio, a Al-Qaeda vencerá. Enquanto mantivermos 22 vezes mais soldados ocidentais no mundo muçulmano do que houve no tempo das Cruzadas – este cálculo é bem preciso – estaremos combatendo os muçulmanos. O inferno, o desastre que é esta guerra, já se espalha para o Paquistão, o Afeganistão, Iraque, Gaza e inclui o Líbano. E estamos vencendo a guerra?

Sim, conseguimos comprar alguma sobrevida para nós no Iraque, pagando metade dos insurgentes para lutar por nós e assassinar seus primos da Al-Qaeda. Sim, continuamos aliados ao regime de degoladores e torturadores, da Arábia Saudita – sem problema, suponho, dado o entusiasmo que manifestamos pela técnica do "water-boarding", tortura por afogamento –, mas nada disto significa que Al-Qaeda esteja derrotada. Não está.

Porque a Al-Qaeda é um modo de pensar, não é um exército. Alimenta-se de dor, de medo, de crueldade – da nossa crueldade e da opressão que nós levamos para lá – e enquanto nós continuarmos a dominar o mundo muçulmano com nossos helicópteros Apache e nossos tanques e nossos Humvees blindados e nossa artilharia e nossas bombas e os ditadores “amigos”... a Al-Qaeda continuará.
Teremos de viver esta loucura até o último dia do regime Bush em Washington? Não haverá sequer uma alma, nesta cidade faustosa, imperial, que entenda o que “nós” estamos fazendo aqui, no Oriente Médio?

Por que, diabos, o The Washington Post cede espaço às fantasias de um funcionário da CIA, a própria organização, ela mesma, que não soube evitar o 11 de setembro porque – se se acredita no que tantos dizem – um telefonema em árabe, que falava de colisão de aviões e torres gêmeas... não foi traduzido a tempo? Vamos bombardear o Iran? É isto o que estamos esperamos que aconteça? Ou esta é outra guerra-simulacro, outra guerra de fantoches, como a guerra Iran-EUA no Líbano, guerreada entre o Hizbóllah e os israelenses? E Mike? Pensa que a Al-Qaeda está no Iran?

Israel continua a construir colônias para judeus – e só para judeus – em terra árabe. E Washington nada faz. Por ilegais que sejam estas colônias, George Bush está com elas. Estas colônias alimentam o ódio e a frustração e um profundo e digno ressentimento – e Washington nada faz para impedir que o ultraje prossiga. Abro cada manhã meus jornais árabes e descubro, a cada dia, novas razões pelas quais os Bin Ladens deste mundo não desaparecerão.

Por exemplo, as notícias que chegam de Gaza, esta semana. Oito estudantes palestinos receberam bolsas do programa Fulbright, para estudar nos EUA. Qualquer um pensaria que seria interessante para os EUA levar estes jovens muçulmanos para conhecerem a terra da liberdade. Mas não. Israel não os autorizou a sair de Gaza. Tudo isto é parte da “guerra ao terror” que Israel diz que luta, ao lado dos EUA. Então, o Departamento de Estado dos EUA cancelou as bolsas. Não, não vale a pena você, leitor, converter-se em homem-bomba da Al-Qaeda, contra tamanha estupidez. Mas dificilmente se encontrará alguma atitude mais mesquinha, mais vergonhosa, mais perversa, mais viciosa, nos jornais de ontem.

Mike Hayden soube disto? Leu? Ou ele, como tantos em Washington, tem tanto medo de Israel, que é incapaz de gritar “bú” para a própria sombra? Será que a CIA percebe – ou desconfia – que enquanto obrigarmos o Oriente Médio a viver sob terrível injustiça, a Al-Qaeda sobreviverá? Por que nossos exércitos – e fizeram-me esta pergunta em Bagdá – estão no Paquistão, no Afeganistão, no Iraque, na Jordânia, na Turquia, no Egito, na Argélia (sim, há uma base de forças especiais dos EUA próxima de Tamanraset), no Bahrain, no Kuwait, no Iêmen, em Oman, na Arábia Saudita, no Catar e no Tajiquistão? (Sim, sim, há pilotos de bombardeiros franceses em Dushanbe, prontos a oferecer “rápido apoio aéreo” aos soldados que estão no Afeganistão.)

Enquanto mantivermos esta cortina de ferro que atravessa o Oriente Médio, estaremos em guerra e a Al-Qaeda guerreará contra nós. Aliás, esta nova cortina de ferro começa na Groenlândia e continua pela Grã-Bretanha e Alemanha, pela Bósnia e Grécia, até a Turquia. Para que serve? O que há do outro lado? A Rússia. A China. A Índia.
São perguntas que não nos perguntamos; sem dúvida, são perguntas que The Washington Post não se atreveria a fazer a Mike e aos seus íntimos da CIA. Sim, cantamos e recantamos a democracia e a liberdade e os direitos humanos, mas jamais oferecemos suficiente democracia, suficiente liberdade e suficientes direitos humanos ao mundo muçulmano. A liberdade que eles almejam é a liberdade que os livre DE NÓS. Enquanto não a obtiverem, lá continuarão a brotar frutos amargos, como a Al-Qaeda. E quanto a eles livrarem-se DE NÓS, aí está uma liberdade que, temo muito, não estamos pensando em dar-lhes.

Mike Hayman que diga que o mundo muçulmano estaria “rejeitando” a “forma de Islam” da Al-Qaeda. Não acredito. Duvido muito. Parece-me, isto sim, que Al-Qaeda está cada dia mais forte. Mike que diga que a Al-Qaeda está derrotada no Iraque e na Arábia Saudita. Mas... está derrotada em Londres? Em Bali? E em Nova Iorque e Washington?