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quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

A Lenda fica – e o Homem também



Richard Corben
(1940 - 2020)

Se vai Richard Corben, um gigante da ficção científica, do terror e da fantasia. Confesso que preferi esperar um pouco até uma confirmação mais, digamos, oficial. E ela veio, implacável, pela declaração de sua esposa, Dona.

Não é à toa que a notícia só veio alguns dias depois. Com uma vida reservada e de poucas fotos (com aparições em vídeo ainda mais raras), Corben poderia facilmente ter sido o Terrence Malick dos quadrinhos, não fosse uma diferença básica: a carreira tão prolífica quanto longeva. Desenhista, pintor, colorista, roteirista, animador, escultor, um artista completo que tinha entre seus admiradores gente como Alan Moore, Moebius, Robert Crumb, Neal Adams, Druillet e Will Eisner.

É de Corben a 1ª história da 1ª edição da Heavy Metal. Histórico é pouco. Não tenho nenhuma dúvida da sorte de estar aqui no tempo de vida desse mestre. Bem como o fato de que obras memoráveis como Hellblazer: Inferno na Prisão, Banner e Luke Cage MAX não seriam as mesmas sem ele.

E, claro, é sempre bom ter um vislumbre de humanidade em um gênio assim. Sejam nos preciosos momentos em família, sejam nas mesmas dúvidas que todo mundo tem em certo ponto da vida.

Segue um trecho de uma ótima entrevista para a Heavy Metal do Corben quarentão em 1981:
"A maior tragédia da vida é que você não tem sua sabedoria e sua juventude ao mesmo tempo. Quando passei dos trinta, não me incomodou muito, mas passando dos quarenta, estou pensando mais sobre isso. Chegou a hora de fazer uma lista de todas as coisas que você quer fazer da sua vida e depois começar a fazer, porque do contrário será tarde demais. Coisas que eu não consegui alcançar antes, eu me esforço ainda mais. Estou disposto a arriscar mais porque é agora ou nunca!"

Duvido que aquele moleque lá do início teria se decepcionado.

terça-feira, 31 de março de 2020

😷 😷 😷 Retrospec Março/2020 😷 😷 😷


2/3¹ - Sai o trailer de Justice League Dark: Apokolips War. E o vozeirão de Darkseid é de ninguém menos que Tony Todd!

2/3² - O clássico Mort Cinder, de Héctor Germán Oesterheld e Alberto Breccia (e vencedor da categoria "Aquisição do coração" no ZdO 2018, óóóóó), terá uma reimpressão pela editora Figura – com direito a duas páginas digitalizadas diretamente dos originais de Breccia, atualizando aquelas que foram escaneadas de outras publicações na 1ª tiragem. Não sei se rio ou se choro.

2/3³ - Erico Borgo sai do Omelete. E...? Sei lá, não acompanho há mais de uma década. Pra ser exato, desde que o site passou a ter conteúdo patrocinado e virou uma máquina de fazer dinheiro. Mas a inundação de lágrimas das viúvas tá batendo na canela.

2/34 - A famosa "Trilogia do Demônio" do Batman (Birth of the Demon, Bride of the Demon e Son of the Demon) será compilada pela 1º vez em capa dura. Tenho a coisa toda em HC pelas edições da Eaglemoss, mas dependendo dos novos extras...

3/3¹ - Diz Todd McFarlane que o reboot classificação R de Spawn sai ainda em 2020. Ah, sujeito otimista.

Site da assinatura do Pacote DC Teen (Panini) 2020 1- "é comporto" 2- "mare" onde deveria ser "maré" 3- "uma graphic...
Publicado por Todo Dia Um Erro Nos Quadrinhos Diferente em Terça-feira, 3 de março de 2020

3/3² - Errando até nos anúncios? Meretriz que deu-lhe a luz, Panini. Bônus: Batman e Besouro Azul curtindo um modo ninja numa página dupla de Lendas do Universo DC - Liga da Justiça: J.M. DeMatteis & Keith Giffen vol. 3... Ponto cego, revisor cego. Tudo em casa.

3/3³ - O reboot dos Wildcats (ou seria WildC.A.T.S.?) nem estreou e já foi pro saco, segundo Warren Ellis, que roteiriza. Mas Ramon Villalobos, que desenha, discorda.


4/3¹ - Matt Reeves revela o Batmóvel Mad Max's V8 Interceptor! Até que enfim um Batmóvel automóvel. Me lembrou até o batcarro fase Grant Morrison, sem o glamour e o rabo de peixe.

4/3² - Schwarza comenta que nos últimos anos tem andado muito próximo de um longa do Rei Conan, mas que os direitos do bárbaro estão com um jovem que não sabe fazer porra nenhuma.

4/3³ - Aí a editora Mythos relança Mágico Vento em formato italiano e não fala mais da coleção Deluxe em cores (cancelada lá fora em 2015 no vol. 25). Quem estava comprando, tipo eu, tomou na tarraqueta bonitinho, viu?


5/3¹ - Se vai Frank McLaughlin, aos 84. A longeva carreira do desenhista e arte-finalista começou no início da década de 1960, trabalhando com nomes como Steve Ditko e Dick Giordano, ainda na Charlton Comics. Nessa época, fez muitos trabalhos não-creditados (uma constante) e nunca mais parou. Entre suas criações mais famosas está o Mestre Judoca, que saía no Brasil no gibi do Judoka! Grande veterano.


5/3² - O trailer de Scooby! O Filme é simpatiquinho, mas quero ver mesmo é esse resgate do Falcão Azul & Bionicão!

6/3¹ - Christian Bale fará o vilão de Thor: Amor e Trovão! Dou 1 dólar pra saber o que se passa pela cabeça do Taika Waititi...


6/3² - Se vai David Paul, aos 62. Ao lado do irmão Peter Paul, o bodybuilder e... arrem, ator foi um dos guerreiros gêmeos em The Barbarians (Ruggero Deodato, 1987), crássico da Cannon Films. O filme era campeão de locações e reprises no final dos anos 1980/início dos 1990 e, sem dúvida, uma das tosqueiras que mais divertiam a molecada. Obrigado por tudo, David Paul!


7/3¹ - Saudoso, Mike Deodato Jr. comemora as conquistas de seu Thor noventista. Como diria o profeta Castrezana-do-Alto-do-Morro: "Lembranças, memórias, boas ou ruins, não devem ser tijolos. Devem ser anotações"... E pelo menos ficou melhor que o Conan do Joe Bennett.

7/3² - Pela 1ª vez, a série de tirinhas de jornal Maxwell the Magic Cat, de Alan Moore, é compilada na íntegra num único volume - e isso está reverberando até na gringa. Golaço da editora Pipoca & Nanquim.


8/3¹ - Se vai o grande Max von Sydow, aos 90. Nascido Carl Adolf von Sydow, o genial ator sueco - e cidadão francês - iniciou sua carreira no teatro e no cinema no final da década de 1940. Com o cineasta Ingmar Bergman teve uma das parcerias mais celebradas da 7ª Arte. Foram 11 filmes ao todo, incluindo os clássicos O Sétimo Selo (1957), Morangos Silvestres (1957) e A Fonte da Donzela (1960). Em Hollywood ficou eternizado com o papel de Padre Lankester Merrin em O Exorcista (1974) e por amenidades como Ming, o Impiedoso, no camp Flash Gordon (1980), e Rei Osric, em Conan, o Bárbaro (1983), além de infindáveis cameos de luxo - incluindo Game of Thrones e um dos Star Wars recentes. Raramente foi bem aproveitado do lado de cá do Atlântico. Era ator demais, suponho.


8/3² - Finalmente sai o trailer banda vermelha de Mortal Kombat Legends: Scorpion's Revenge!

9/3¹ - A trilha sonora de Thor: Amor e Trovão trará "Rainbow in the Dark", clássico do Dio! Aye!!

9/3² - A princípio, achava que Batman: Three Jokers, de Geoff Johns e Jason Fabok, seria mais uma picaretagem aproveitando o hype da DC nos cinemas - como a tal Punchline (quero ver como vão batizá-la aqui!). Mas até que a premissa divulgada é promissora.

10/3¹ - Quer saber o que teria acontecido se aqueles decisivos 72 votos não tivessem selado o destino de Jason Todd em Batman #428 (dez/1988)? A Polygon mostra.

Cari amici Texiani, nel rispetto delle delibere delle autorità dopo l'emanazione, da parte del Presidente del Consiglio...
Publicado por Tex - Sergio Bonelli Editore em Terça-feira, 10 de março de 2020

10/3² - Dio mio. A crise do novo coronavírus na Itália interrompe as atividades normais da Bonelli. Googletranslateada:
"Caros amigos Texianos, em conformidade com as resoluções das autoridades após a emissão pelo Presidente do Conselho de Ministros dos recentes decretos legislativos sobre a situação nacional da saúde e para proteger a saúde de todos os funcionários e colaboradores, Sergio Bonelli Editore SpA comunica que a partir de hoje, a maioria dos funcionários e editores da via Buonarroti trabalha remotamente em suas casas. Todos estamos fazendo todo o possível para que isso não envolva problemas no cuidado e na realização dos livros e volumes, nem atraso na sua distribuição. Infelizmente, porém, a situação de emergência sem precedentes e a evolução contínua do quadro geral podem causar problemas e atrasos, nesses momentos impossíveis de prever. Pedimos desculpas por isso com antecedência, mas esperamos poder retornar todos os nossos posts à redação o mais rápido possível. Enquanto isso, continue lendo nossos quadrinhos!"

10/3³ - Todd McFarlane diz que "um cara vencedor do Oscar" saiu de seu reboot de Spawn. Quem será?


11/3 - Sai o trailer de Beastie Boys Story, doc sobre o icônico grupo hip hop nova-iorquino. Direção de Spike Jonze, o que eleva a imperdibilidade à extratosfera. Estreia prevista para 2 de abril.

12/3¹ - Tom Hanks e Rita Wilson contraíram o coronavírus. A coisa tá feia.

12/3² - A WonderCon é adiada. O evento estava inicialmente previsto para os dias 10-12 de abril em Los Angeles. A medida é mais uma prevenção contra a pandemia do novo coronavírus. A San Diego Comic Con, por sua vez, continua programada para 23-26 de julho.

12/3³ - Já adquirindo contornos de filme maldito, Os Novos Mutantes é novamente adiado pela Disney devido ao COVID-19, a.k.a novo coronavírus. O filme finalmente veria a luz do dia no (muito) próximo 3 de abril. Duvido que saia ainda este ano. Mulan também foi adiado.

Alerta de Fake News A CCXP20 avisa que os planos para a realização do evento em dezembro seguem sem mudanças. A...
Publicado por CCXP em Quinta-feira, 12 de março de 2020

12/34 - A CCXP segue confirmada até segunda ordem - ou se o novo coronavírus não prolongar sua turnê brasileira.

13/3 - Na campanha de prevenção ao coronavírus, parece que até o Cascão irá lavar as mãos! Mas na imagem divulgada não aparece isso não... Só acredito quando a água bater na pele e escorrer toda aquela sujeira acumulada em 60 anos pelo ralo.







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14/3 - Se vai Genesis P. Orridge, aos 70. A compositora, cantora, poeta, artista performática e ocultista foi co-fundadora do Throbbing Gristle - o avô da música industrial, noise, pós-punk (antes mesmo do punk!) e vanguardismos misturando eletrônica e percussões minimalistas. O espectro da influência de Genesis na música contemporânea é enorme, embora nunca tenha atravessado de fato a fronteira para o mainstream. Exceto naquela vez, em que apareceu se pegando com a sua colega de T.G. Cosey Fanni Tutti na capa de Force It, do UFO. Yummy!

The CDC says we can fime the 20 seconds it should take to wash our hands by singing Happy Birthday twice. Comic fans...
Publicado por Marv Wolfman em Domingo, 15 de março de 2020

15/3 - Na guerra contra o novo coronavírus, Marv Wolfman dá um upgrade Oano à técnica de lavar as mãos. Eu recito o hino do mengão duas vezes e tá tudo certo.

16/3¹ - A JBC anuncia a publicação de Nausicaä. O clássico de Hayao Miyazaki finalmente retornará ao Brasil após um cancelamento fatídico da Conrad e uma negociação de longos 10 anos. A editora também anunciou mais três outros mangás, mas o povão só quer saber mesmo é de Nausicaäaäaäaäaäaäaä...!


16/3² - Ah, não, até o Idris?! Coronabitch motherfucker, vaza do Stringer!

17/3¹ - A DreamWorks anuncia a quinta e última temporada de She-Ra e as Princesas do Poder para 15 de maio via Netflix. Adoro a série e quero muito saber como a Noelle Stevenson irá desenrolar o "efeito O Império Contra-Ataca" do final da 4ª temporada...


17/3² - Se vai Lyle Waggoner, aos muitíssimos bem vividos 84. Dizer o quê, meu Deus... Dizer o quê do felizardo que foi o Major/Coronel Steve Trevor no seriado da Mulher-Maravilha, onde, por força da profissão (e do alinhamento de Júpiter com Saturno), ficava de beijinhos e abraços com a deusa Lynda Carter? Sem falar nas trocentas vezes em que foi carregado no colo pela atriz (ai) ou ficou sob os cuidados de outras lindas amazonas na Ilha Paraíso... De quebra, Waggoner ainda foi o galã de várias beldades em séries como O Barco do Amor e A Ilha da Fantasia. Como se não bastasse, ainda era casado com a belezura Sharon Kennedy. Não é à toa que em toda foto ele aparece com um sorrisão de orelha a orelha. Que vidão!


17/3³ - Desta vez, Gloria Pires foi capaz de opinar. E muito!

Mais uma imagem de quadrinista tirada do ar. Facebook apagou nessa segunda-feira (16.03) arte de Rafa Campos. Desenho...
Publicado por Paulo Ramos em Terça-feira, 17 de março de 2020

17/34 - O Facebook censura uma arte do quadrinhista Rafa Campos. Não está claro se o motivo foi uma denúncia ou alguma infração dos termos de uso da rede social. Posso estar enganado, mas a ideia de ilustrar pessoas públicas reais - por mais abjetas que sejam - sendo brutalmente mortas não ajuda muito na defesa.

17/35 - Lembra do festival Cruel World e sua fabulosa escalação de baluartes pós-punk? Pois é, já era. Valeu mesmo, coronavírus. Não vai dar nem pra ver uns trechos por câmera de celular tremendo no YouTube.


17/36 - E falando em "Trilogia do Demônio", a DC finalmente relança o compilado de Tales of the Demon em capa dura. Já tem Contos do Demônio na Grandes Clássicos #4? Então, a volta das cores originais na nova edição (acima, à direita) é algo a se considerar. Pra mim, são infinitamente melhores que o dégradé moderninho que serviu de base para a edição da Panini...

18/3¹ - E o tradicionalíssimo (e gigantesco) festival Glastonbury também foi cancelado.

18/3² - Pra ajudar nesse período de semi-isolamento global, a 2000 AD liberou 400 páginas do Juiz Dredd na faixa.

18/3³ - Bolas de titânio da Image Comics: a editora está cancelando reimpressões e retornando todos os seus lançamentos via FOC (Final Order Cutoff) até os varejistas reavaliarem a demanda afetada pela pandemia do novo coronavírus. É disso que se trata... sempre foi. Mas às vezes é bom alguém aparecer e reafirmar. E aí, Disney? E aí, Warner?

19/3 - A capa de Daredevil #22 vai colocar muitos fãs de Chip Zdarsky à prova por aí...

Galeria do Rock fecha as portas por tempo indeterminado. “Alguns lojistas talvez não consigam sobreviver a esse período....
Publicado por Rock Brigade Magazine em Sexta-feira, 20 de março de 2020

20/3¹ - Galeria do Rock baixando as portas. Triste e muito complicado. E só um exemplo do estrago da pandemia do COVID-19 nos pequenos.

20/3² - Os Correios suspendem o serviço de Marketing Direto, que inclui modalidades como Impresso Normal/Registro Módico. Era de se esperar. Pessoalmente, minha pilha de leituras atrasadas é pra vida; em contrapartida, tenho algumas encomendas a caminho (gibis, naturalmente) que perigam se perder no limbo de alguma unidade de distribuição...

20/3³ - Com os cinemas fechados indefinidamente, a Warner inicia as primeiras conversas para lançar Mulher-Maravilha 1984 direto nas plataformas de streaming. Caramba.

21/3 - Do twitter do Warren Ellis, a explicação. Ufa. Já estava começando a ficar preocupado.

You must be new here. Source: fb/Heaphans Dan
Publicado por Comic Book Resources em Domingo, 22 de março de 2020

22/3¹ - Lançamentos do cinema, da literatura, turnês, festivais, amostras... Ok, basicamente tudo foi cancelado ou adiado por meses.

22/3² - Revendo o que escrevi nos dias anteriores, fica evidente o quanto eu (e o planeta) estava leve e sem uma noção exata da gravidade da pandemia do novo coronavírus. Tragicômico. Mas vou manter do jeito que estava. Neste momento, tenho medo até das minhas encomendas envoltas em papelão e plástico que estão vindo, ameaçadoras, pelo correio.
2020 é do COVID-19.

23/3¹ - Quadrinhos para Quarentena é uma iniciativa espetacular de quadrinhistas nacionais que disponibiliza HQs grátis nestes tempos de trincheira. E tem material muito bom ali!

23/3² - Era uma questão de horas: a Diamond parou de receber novas remessas de editoras em seu estoque.







A post shared by Rita Wilson (@ritawilson) on

23/3³ - Rita Wilson segue convalescente, mas seu old school hip-hop vai muito bem, obrigado (a).

23/34 - Menos cantoria na janela e mais ação: Rihanna doa 4,67 milhões de euros para organizações de combate ao novo coronavírus. Assim, na lata. Foda essa menina.


24/3¹ - Se vai o gênio Alberto Aleandro Uderzo, aos 92. Ao lado de René Goscinny, o ilustrador e roteirista foi co-criador da clássica série Astérix. Um gigante da arte, sem mais. Que ano para os quadrinhos.

24/3² - Os Correios restabelecem os serviços de Impresso Normal/Registro Módico. Ótima notícia, mas tomara que façam isso do jeito certo e garantam a segurança dos funcionários.


24/3³ - E a minha carteira predileta enfrentou os vários perigos que rondam as ruas infectadas e me trouxe os pacotes, mesmo com o rastreio adiando a entrega. Fica a dica: faça amizade com os carteiros de sua região. Dê carinho. Siga os procedimentos de higienização assim que suas encomendas chegarem. E sim, pedi 2 cópias de Lobo Solitário #19 por engano. Sou um animal.


24/34 - Se vai William Frederick Rieflin, o Bill Rieflin, aos 59. O guitarrista, baixista, tecladista e, principalmente, baterista inciou sua carreira em Seattle, sua cidade natal, em 1975. Além de multi-instrumentista, era multifacetado: tocou no Ministry, Revolting Cocks, Pigface, KMFDM, Swans, R.E.M. e até no King Crimson. Enfim, tudo o que eu gosto e não sai do meu player há eras... Grande Rieflin!


24/35 - Ê dia que não acaba... Se vai Stuart Gordon, aos 72. O cineasta, produtor e dramaturgo era um mestre da subversão body horror. Obcecado por H.P. Lovecraft e Edgar Allan Poe, Gordon era dono de um estilo visualmente provocador e com o amigo e produtor Brian Yuzna criou pérolas bizarras como Do Além (1986), Dagon (2001) e, claro, sua obra-prima Re-Animator - A Hora dos Mortos-Vivos (1985). Faça um favor a si mesmo e agite uma maratona com a filmografia do homem. Melhor tributo, impossível. Não esqueça de Robot Jox e Space Truckers.

26/3¹ - Arnold Schwarzenegger turbinou com 1 milhão de dólares um fundo de combate ao novo coronavírus. Hasta la vista, covid.

26/3² - Diante da pandemia do novo coronavírus, todos tiveram que rever seus planos para 2020. E isso inclui as editoras nacionais de quadrinhos. Ps: segundo o artigo, no caso da Devir, "a pandemia teve pouco impacto na produção da editora" - eu ri.


27/3¹ - Mark Millar isola o vírus Immortan Bozo (nome científico, COVARD-17). Mas o Butcher Billy tinha pescado antes e ninguém tasca!

27/3² - O cantor Chuck Billy (Testament) e o baterista Will Carroll (Death Angel) são mais dois a engrossar a fileira dos rockeiros infectados com o COVID-19. As bandas haviam acabado de retornar de uma turnê conjunta na Europa.

27/3³ - Bola dentro da Panini: a editora disponibilizou uma seleção de mangás e quadrinhos Marvel gratuitamente nas plataformas digitais - pra dar aquela suavizada na rotina de isolamento. Boa, Panini!

27/34 - Para ajudar os quarentões na quarentena, a Hasbro liberou todos os episódios da série clássica do G.I. Joe no YouTube. Yo Hasbro!


27/35 - Se vai Daniel Azulay, aos 72, vítima do coronavírus em meio a um tratamento de leucemia. O cartunista, pintor, educador e apresentador começou sua carreira ainda na década de 1960, fazendo tirinhas para jornais. Nas décadas de 1970, 1980 e 1990 foi uma verdadeira personalidade da TV com programas educativos voltados ao público infanto-juvenil. Foi o criador da Turma do Lambe-Lambe. Graças a ele, ao menos três gerações ficaram encantadas pela arte do desenho - e muitos daqueles meninos e meninas até seguiram a carreira. Daniel Azulay foi uma parte essencial e inesquecível da boa cultura brasileira.

27/36 - O grande desenhista argentino Juan Giménez, de A Casta dos Metabarões, é mais um notável da 9ª Arte a contrair o COVID-19.


28/3¹ - Um curta de Rick e Morty parodiando Lobo Solitário e outros clássicos do gênero samurai funciona como um power-up salvador nas barrinhas de energia da geral.

28/3² - Após a suspensão das atividades da Diamond, a DC avisa aos varejistas que irá usar outras alternativas de distribuição.

29/3¹ - Além da Rihanna, outros famosos como Xuxa, Angelina Jolie, Ryan Reynolds & Blake Lively, Justin Timberlake e até Justin Bieber estão fazendo doações milionárias para o combate ao COVID-19. E ainda não ouvi falar de nenhum banco liberando um centavo...

Ele escreveu uma das músicas mais conhecidas do rock, lançada em 1975 e depois popularizada por Joan Jett em 1982. Filha do músico disse que teve dois minutos para se despedir. https://glo.bo/3by7ljy #G1
Publicado por G1 - O Portal de Notícias da Globo em Domingo, 29 de março de 2020

29/3² - Se vai Alan Merrill, aos 69. Além de co-autor de um dos maiores clássicos do rock, o compositor e multi-instrumentista "só" tocou ao lado de nomes como Mick Taylor, Steve Winwood, Rick Derringer, Cozy Powell e Meat Loaf. Uma figura emblemática – e mais uma vítima do novo coronavírus.


29/3³ - Se vai Krzysztof Penderecki, aos 86. O compositor e condutor polonês era uma das figuras mais aclamadas das últimas décadas no universo da música sinfônica. Premiado várias vezes nas academias mais prestigiadas do mundo, chegou a ganhar 4 Grammys (algo como um passeio na Disney). Não por acaso, o mainstream utilizou sua música com frequência em trilhas como as de O Iluminado, O Exorcista, Coração Selvagem, Filhos da Esperança, Ilha do Medo e da série Twin Peaks, entre outras. Ano passado, gravou um álbum espetacular com Beth Gibbons, do Portishead – até listei no ZdO 2019. Estava começando a conhecer o trabalho do homem...

30/3 - Um belo dia, Evangeline Lilly resolve que isolamento social é besteira, que a pandemia do novo coronavírus é um hoax e sai por aí a passear com seus filhos, #businessasusual. Choveram críticas. E ela nem aí. E a Marvel não gostou nada dessa história. E agora ela pede desculpa.

31/3¹ - Fé em Jim Lee restaurada: o quadrinhista-editor-chefe está produzindo sketches diários, leiloando e revertendo cada venda para uma comic shop diferente. Sensacional.

31/3² - Gary Holt, guitarrista do Exodus e do Slayer na reta final, também foi diagnosticado com o COVID-19. Pelo menos, até aqui, está assintomático. Que siga assim, devidamente isolado, puto da vida e compondo igual louco.

31/3³ - E a Diamond comunica que está postergando os pagamentos desta semana às editoras. Perto dessa, a recuperação judicial da Saraiva fica parecendo até uma pindureta no Bar do Zé.

Pessoal, Recebi ontem uma mensagem de um suposto advogado da Panini Comics Brasil, informando que eu devo excluir do...
Publicado por Guia dos Quadrinhos em Terça-feira, 31 de março de 2020

31/34 - E essa agora? O bom senso diz que é uma peça de 1º de abril - e uma irresponsável, por colocar em risco uma gigantesca quantidade de dados. Mas como a bruxa anda solta e em se tratando da Panini Cômics du Brazil...


Acabou, pessoal. Vão pra casa, já acabou. Acabou! Mês infernal...

Vamos cuidar dos nossos velhinhos que fazemos melhor.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

It hurts to set you free


Terminou neste mês o que foi provavelmente a incursão mais bem sucedida do selo Vertigo no Brasil. Vertigo, a revista, estreou em outubro de 2009 baseada no sempre conturbado formato mix - cujo risco comercial foi potencializado pela vasta gama de gêneros e temas que o selo abriga. Se é difícil agradar a todos num cenário com padrões bem definidos, quem dirá com um turbilhão de microcosmos caóticos, complexos e praticamente sem conexões entre si. Títulos tão sui generis como Escalpo, Vampiro Americano, Vikings, Joe o Bárbaro, Casa dos Mistérios e, claro, Hellblazer tiveram vida longa, próspera e eterna enquanto durou. 

Precedida pela Vertigo da Abril (1995-1996), que chegou a 12 edições, e da Opera Graphica (2002-2003), com 10 edições, a Vertigo da Panini Comics foi campeã: 51 edições em 4 anos e meio, com formidável regularidade e distribuição (não a característica mais marcante dos produtos da editora). Um feito num país como o nosso somado às fortes turbulências que vinham lá de fora.

Deve ter cumprido o papel a que foi incumbida, seja ele qual for. Meu chute vai para o objetivo fidelizador. Estamos agora todos (todos?) mais do que prontos para abraçar sem medo a causa dos TPBs e edições deluxe - e quem sabe alguns eventuais Omnibus com tudo em cima. Nunca o termo "título descontinuado" teve um viés tão positivo.

Parabéns à Panini. E vida longa à Vertigo.

Ps: tenho todas. Rá.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

PAGE 4 TART


Essa foi rápida. Imagino que a Pixel Magazine #4 deva estabelecer alguns recordes de leitura dinâmica por aí. Até a disposição contribui pra isso, num eficiente mix de histórias breves com aquele padrão artístico que nunca dura o suficiente pra quem está curtindo. A começar com Promethea, que abre a revista de uma forma até estratégica.

Promethea é mais uma cria vencedora de Alan Moore, em parceria com J.H. Williams III. Colecionou vários prêmios na estante - Eisner incluso - e sua demora em estrear no Brasil pelos meios oficiais é só mais um indício do descaso vigente, et cetera e tal.

Não lembro direito onde li, mas já afirmaram que a personagem é uma versão alternativa da Mulher-Maravilha. Besteira. Pode haver a semelhança meramente estética, mas pára por aí.

O argumento vai fundo em temas como mitologia, fé, arte, períodos históricos e questões metafísicas, sempre com uma cadência típica de aventura pop - mas underground, no sentido que Love & Rockets é pop underground -, vide o papo despachadão entre Stacia e Sophie, logo no início. É a espontaneidade em quadrinhos. Contraste total com o intrincado background criado para a musa-heroína no prólogo. Um hoaxzão pra ninguém botar defeito.

Mais e melhores capítulos virão. Segundo a Pixel, Promethea é título fixo, o que é uma excelente notícia, mesmo com pesos-pesados na concorrência.



Ainda tentando tapar os buracos da cronologia de Hellblazer por aqui de maneira caótica. Ao menos a qualidade do material nivela por cima: A Natureza da Fera foi escrita pelo bonzão Paul Jenkis (Inumanos, The Sentry), desenhada pelo fodão Sean Phillips (Marvel Zombies) e, como reza o texto de abertura, é considerada pelo roteirista como sua melhor história para o mago boêmio John Constantine.

O que seria apenas uma episódio de entressafra, se mostra uma premissa muito instigante, com uma evolução belíssima. É quadrinho com punch literário na escola Neil Gaiman. Sensacional, ainda que aquelas parábolas tenham me lembrado o Paulo Coelho (!).

Esta edição também marca a primeira aparição de Tom, o pastor cigano, também conhecido como o - olha o spoiler - Deus Cristão Todo-Poderoso.



Planetary #16, que traz a história Hark, eu ainda não tinha lido. Desde já, uma das seqüências iniciais mais despirocantes que eu já vi, mesmo com o cinemão marcial chinês em baixa. De cara, mete um roundhouse kick naquela memorável cena à Herói/O Tigre e o Dragão/O Clã das Adagas Voadoras de Wolverine #26. E veio dois anos antes.

No subtítulo da tradicional intro, está escrito "um show de Cassaday". Justo, muito justo. Acho que foi o melhor trampo do homem. Com maestria ele conferiu profundidade, tensão e uma das porradarias mais empolgantes dos últimos anos, além, é claro, da beleza minimalista dos (econômicos) cenários. Cada quadrinho pede uma moldura. A "arte" aqui foi medida ao pé da letra.

O roteiro é sobre a origem da personagem Ana Hark, com Elijah Snow sempre fazendo as vezes do anão de Twin Peaks: sabe tudo, mas não explica nada. Fosse um filme, seria dirigido pelo Michael Haneke (Caché), com os créditos subindo sorrateiros no que ia parecer só a metade da projeção. Ainda assim, uma das histórias incompletas mais bacanas que já li.

Warren Ellis continua atirando cabeça de bode pro leitor roer.



Pra fechar, duas rapidinhas extraídas da maravilhosa Tomorrow Stories: Os Fatos da Vida!! e Pensar, ambas com roteiro de sir Moore. A primeira é um conto de uma piada só, protagonizado pelo guri Jack B. Quick. Humor rasteiro, mas hilário. A segunda vem com uma climéria meio noir e lembra muito o filme O Poder da Sedução, thriller putesco com Bill Pulmann e uma fatalíssima Linda Fiorentino manipulando todo mundo. A conclusão é idêntica. Moore tem crédito na casa, então deixa pra lá.

E cadê a seção de cartas? Pessoal estava levantando umas questões interessantes lá.


Fábulas - 1001 Noites vol. 1/3 com 52 páginas a 6,90. Meio caro, huh?

sexta-feira, 13 de julho de 2007

PIXEL NA COVA DOS LEÕES


Quem dera que Alan Moore fosse brasileiro e escrevesse textos sobre quadrinhos pra Folha ou pr'O Globo. Além de ser um pensador à altura, ele não tem papas na língua (ou no teclado) e com certeza não deixaria de analisar o renascimento comercial do selo Vertigo no Brasil.

Vamos fazer assim: a Pixel Media foi um assombro pela velocidade com que se fez acontecer e pelo tratamento desse material tão esculhambado por aqui - administrado através dos anos por pára-quedistas sem senso de cronologia e com preços ionosféricos. Ainda não dá pra afirmar que a Pixel é a Joana D'Arc do vertigueiro brazuca, mas o mix acachapante da sua publicação principal - aliado ao precinho supreendentemente justo - já é um milagre que a editora operou.

Baixando um pouco a embriaguez orgástica que a Pixel anda me proporcionando, é certo que alguns poucos vacilos têm de ser limados em nome da sincronia. Errinhos de digitação e uma tradução literal que deixa os textos meio truncados são pequenos detalhes a serem lapidados com o passar das edições, espero. Também não sei até onde é produtivo "tentar consertar" as besteiras que fizeram com a cronologia da Vertigo nos últimos anos. Os resuminhos são uma mão na roda e bem escritos, mas ainda não consigo visualizar onde querem chegar, p.ex, com Planetary começando no #13.

Outro fator que considero como médio grau de risco é a presença de André Forastieri, comparecendo como diretor editorial nos créditos (e voltando à velha forma com o belo texto comparando a Vertigo ao movimento punk na edição de estréia). Ora, o velho Forasta foi a alma, o sangue e o múque da Bizz no final dos anos 80/início dos 90. De fato, foi a melhor coisa daquela safra, mesmo quando não se concordava com ele. Depois disso, teve uma rápida passagem pela General (a revista mais legal das que não deram certo) e foi um dos responsáveis diretos pela Conrad, uma das maiores salgadeiras do mercado de HQs. É disto que tenho medo e que ameaça a quase putesca farra mensal dos 9,90 (já aprovados no meu disputado orçamento). Temo que num belo dia a Pixel Magazine apareça com capa dura na banquinha do Seu Zé.

Ao que expus as minhas fobias com cara de Morte a R$ 60 para o Fivo (que está vivo e rende trocas de e-mails que um dia hei de publicar aqui), o cabra me disse pra ter fé porque ele pode ter encontrado um bom formato de business agora. Deus te ouça, meu filho.

Pixel Magazine é mulher gostosa. E nesta terceira edição ela continua rebolando irresistível. Tem Fábulas, a maravilhosa cria de Bill Willingham, mostrando o background do Garoto Azul na história/conto O Último Castelo. Referências visuais ao Senhor dos Anéis e uma Branca de Neve à Brandy (de Liberty Meadows), usados com timing e criatividade, deixam a paisagem ainda mais instigante. Também temos mais um balaço de John Constantine, desta vez extraído de Hellblazer #142. História tão curta quanto visceral, um absurdo de vigor narrativo.

Depois de um copinho de whisky pra relaxar, vem Planetary com a missão de dar um olé nos neurônios do leitor. Retirada da edição #15 original, a história Canções da Criação é Alice no País do Espelho encontra Asdrúbal Trouxe o Trombone. Entendeu? Nem eu. A arte sempre agradável de John Cassaday é o fundo falso ideal para um Warren Ellis abarrotado de cafeína e guaraná em pó. A sensação é a mesma de acordar domingo de manhã no meio da invasão à Normandia, mas quer saber? É genial. Você tenta se encontrar na bagaça e quando acha que vai conseguir, Ellis, com um bom filho da puta, mete as travas da chuteira na cara da linearidade. Troço tão sinistro que rendeu até um texto de apoio moral.

Por fim, The Cobweb, trip psicodélica concebida pelo casal Alan Moore & Melinda Gebbie após várias pitadas de nargilé e cházinho de Santo Daime, desta vez até mais comportada.

Tudo nos conformes, agora só quero saber quando vem a próxima dose de Freqüência Global.


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Estava mesmo interessado em que pé andava o bom e véio Swamp Thing. Segundo o editorial, conferido dinamicamente antes da negociação, a abordagem pretende seguir o padrão de horror instituído na fase clássica de Alan Moore (ele já foi citado por aqui hoje?). Amor em Vão é uma mini em duas partes escrita por Joshua Dysart e rabiscada por Enrique Breccia, e até consegue reeditar em parte o climão sorumbático daquela época.

Em parte, porque o que Moore fez lá foi poesia dark, cordel de encruzilhada da Louisiana. Não dá pra superar. No entanto, Dysart (bróderzão de Mike Mignola, com quem anda colaborando em uma série de projetos) é dedicado e mergulha fundo na podridão que é o universo do Monstrão Pantanoso, resgatando até um inimigo velhusco do herói. O que não deixa de surpreender, vindo do mesmo cara que criou Faça 5 Pedidos, aquele mini-mangá da Avril Lavigne.

A arte de Breccia lembra um Sam Kieth menos farsesco, mas ainda assim despirocado. Desenhar demônios e deformações diversas é com ele mesmo. Seu Monstro do Pântano pouco lembra algo vagamente humano. A interação com as idéias doentias de Dysart resulta numa química insana, especialmente nas cenas mais escatológicas.

E o momento romântico da revista é Fome Animal puro. Yeah!


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Como bom admirador do Doutor Alec Holland, sempre tive curiosidade acerca do material mais antigo do personagem, ainda sob a batuta dos criadores Len Wein e Bernie Wrightson. Falta corrigida agora, com a revista Estréia apresenta O Monstro do Pântano #9, lançada em maio de 1980 pela Editora Brasil-América, a famosa EBAL.

Muito antes da reinvenção definitiva do personagem nos anos 80, o leque de possibilidades temáticas era tão abrangente e nonsense quanto todo o resto da DC durante a Era da Prata, mas o tom notadamente mais sisudo antecipava o que estava por vir.

Na tentativa de reverter sua condição grotesca (sendo que hoje ele é praticamente um Shrek de tão desencanado), o Monstro do Pântano se depara com um alienígena e sua nave avariada. Obviamente rola aquela treta entre as criaturas e as coisas se complicam quando uma operação militar chega ao local para investigar o OVNI - vale destacar uma nota engraçadinha dos editores nesta parte. O nome da história é pra lá de sintomático: O Visitante do Espaço.

Monstro do Pântano da 1ª fase é Roger Corman em quadrinhos.

Esta edição também trouxe, há muito, muito tempo atrás, a segunda parte da origem do herói Nuclear, na época batizado Labareda (e "Tempestade" na dublagem nacional do desenho Superamigos). A história chama-se Abram Alas para um Novo Herói! Parte II e foi republicada tempos depois pela Abril. É uma brasa, mora!


(links down)

Estréia apresenta O Monstro do Pântano #9
Mirror



Na trilha: alguma do Notorious B.I.G. No Dia Mundial do Rock.