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quinta-feira, 3 de agosto de 2006

THE EVIL THAT LATENESS DO


Sempre tive a sensação de que Kevin Smith seria o escritor perfeito para o Homem-Aranha. Achava que os dois nasceram um pro outro, mesmo antes de Smith se aventurar pelas HQs. Lá pelos idos de Barrados no Shopping/Procura-se Amy, mais ou menos. Enquanto no primeiro filme ele teve a manha de escalar ninguém menos que Stan Lee, em carne e mito (e lhe fazer perguntas como "o pau do Coisa também é de rocha laranja?"), no segundo ele chafurdou geral e botou um trio de quadrinhistas para protagonizar. Mas a ligação com o Teioso vai mais além. Kevin Smith é mestre em destrinchar a vidinha de pessoas comuns (nós!) e situações cotidianas, muitas vezes até dando picas pra continuidade da ação. O que é o genial O Balconista, senão um bando de gente jogando conversa fora durante uma hora e meia? Este aspecto mais informal e despretensioso seria o lado "Peter Parker" de Smith. E a visão peculiar do diretor quando se trata do campo minado que é um relacionamento de verdade? Parker + MJ, travado. Já o senso de humor malandro do aracnídeo corresponderia às típicas observações de Smith sobre o establishment, o showbiz e a cultura pop, sempre carregado de deboche e ironia. Isso sem falar nas 978 referências que Smith metralha por segundo, seja em filmes, entrevistas ou nas HQs de Bluntman & Chronic.

Adicione aí uma dupla de artistas "da hora" (o casal Terry & Rachel Dodson), liberdade editorial suficiente pra fuçar no passado de alguns personagens e voilá. O projeto parecia reluzir no horizonte com a intensidade de uma supernova. Melhor que isso, só se fosse o PT Anderson se aventurando em um conto new yorker do Aranha. Ou então o Lou Reed (já pensou o velho Lou reescrevendo O Garoto que Colecionava Homem-Aranha?). Pelo menos foi essa a impressão que eu tive. Em 2002.

"The Evil That Men Do", o tal projeto, começou arrepiando, com vários previews instigantes sendo divulgados na rede. 99% deles traziam uma Gata Negra quase radioativa de tão gostosa - o que me levou, tempos depois, a dedicar um CdMTxXx inteirinho só pra ela. O casal Dodson estava inspirado e mostrou com quantas curvas se justifica um oba-oba. A mini (em seis partes) estreou em agosto de 2002, mais ou menos na época em que eu descobri que existia vida fora do Kazaa. O tom inicial era de entretenimento leve e descompromissado, com um clima sempre agradabilíssimo. O pacote pop perfeito. Smith estava irresistível nos textos. Normal, pois ele é fã também, e a primeira coisa que fez foi devolver à Gata Negra toda a sensualidade que há tempos lhe negavam (anos-luz da lenga-lenga chorosa envolvendo Wilson Fisk e o poder de "má-sorte"). Logo nas 3 primeiras páginas, Smith nos coloca a par dos pensamentos mais íntimos da gatinha Felicia Hardy, in the shower (onde mais).


A premissa era simples e mostrava o Aranha investigando a morte de um estudante da mesma escola onde seu Parker-ego leciona. Aparentemente, o jovem sofreu uma overdose de heroína, o que contraria seu perfil de bom rapaz. Pra piorar, a autópsia não revela qualquer traço de química ilegal em seu organismo. Nem um tapinha sequer. Correndo por fora, a Gata sai de seu exílio voluntário em Los Angeles para descobrir o paradeiro de sua amiga Tricia Lane, que simplesmente evaporou em New York. Como não poderia deixar de ser (ou poderia?), os dois casos estão conectados e fornecem o subterfúgio perfeito pra felina reencontrar seu ex-aracno-affair. Kevin Smith não economiza na pimenta e coloca os dois pra trocarem faíscas com os olhos. A narrativa é bem ágil, mesmo sendo bastante verborrágica. Com balões e recordatórios abarrotados de informação, ele registra praticamente todas as impressões dos personagens. Uma referência de estilo mais recente seria Brian Michael Bendis nos seus melhores dias (Alias, Daredevil), acrescido de um humor afiadíssimo. E que humor! A seqüência em que a dupla "tortura" a bandidona Scorpia pra extrair uma informação é de rachar o bico. Já o esperado reencontro dos personagens rende diálogos (e pensamentos!) memoráveis, até resolvendo antigos impasses na relação. Como pano de fundo, uma conspiração meio barra-pesada que pode ou não envolver um figurão de New York com francas aspirações políticas. Mas era só o pano de fundo. Definitivamente, o clima era de comédia romântica recheada de duplo sentido e temperada com uma boa dose de ação. Um Alta Tensão super-heróico.

E assim foi até a 3ª edição, publicada num já longínqüo outubro de 2002, quando Kevin Smith trancou a matrícula e foi cuidar de outros projetos (filmar Jersey Girl pra Miramax e cumprir a agenda de sua produtora View Askew). Saiu sem deixar bilhete ou recado com a vizinha, e só voltou a encostar no roteiro em meados de 2005 ("the impossible has happened") - fazendo com que a mini só voltasse a ser publicada em janeiro último e concluída em março... quase tropeçando em Civil War, portanto. Cabe dizer que o gordinho barbudo foi bastante criticado, sendo até acusado de anti-profissional.

O problema é que nestes meses de "seca", pensava-se que ele já tivesse recebido integralmente por um serviço que não havia concluído (configurando aí um cambalacho ao melhor estilão Tim Maia). Bobagem. Ficou-se sabendo depois que a Marvel Comics só paga por scripts completos e já entregues. Sendo assim, Smith só recebeu quando de fato terminou. Mas ainda havia uma outra questão, dessa vez menos passível de defesa. Um delay na vida de um cara desses significa muita coisa. Lotes de informações novas ou atualizadas e uma visão mais complexa do mundo. Isto se refletiu diretamente na atmosfera "National Lampoon" da HQ e o que veio a seguir começou a justificar o título sombrio da minissérie.

"The Evil That Men Do" é uma citação ao solilóquio de Marco Antônio na tragédia Júlio César, de Shakespeare. O trecho é "The evil that men do lives after them; But the good is oft interred with their bones." ("O mal que os homens fazem vive após eles; Mas o bem é enterrado com seus ossos"). Não, nunca li o velho William (no máximo, assisti o Hamlet do Brannagh). Só sei disso porque também é o título de uma ótima canção do Iron Maiden. Metal é cultura! De qualquer forma, caiu como uma luva. Ou como uma tempestade. Quem acompanhou os capítulos anteriores levou uma ripada na nuca com o quarto round - mesmo com a conclusão pra lá de arrepiante da 3ª edição. Sinceramente, fiquei tão confuso que até pensei que tivesse perdido alguma edição "3½" ou algo do tipo. Kevin Smith revirou tudo de ponta cabeça de tal forma que as novas informações literalmente te soterram desde a primeira página e você só pode balbuciar "não, isto não pode estar acontecendo... deve ser um pesadelo". O casal Dodson também retornou à prancheta e ambos tiveram de se readaptar. A arte-final de Rachel ficou mais claustrofóbica, as cores (agora de Lee Loughridge), antes suaves e ensolaradas, ficaram mais saturadas e os ângulos e feições de Terry adotaram um ar pesaroso e introspectivo.


Ok, isto faz de "TETMD" um trabalho irregular na mais perfeita acepção da palavra. O hiato quilométrico entre uma metade e outra foi crucial em todos os apectos. Mas embora muitos discordem, irregular não é, necessariamente, algo ruim. Tudo bem que uma certa pré-disposição ajuda na hora de assimilar informações (o que parece ser uma anomalia meio rara por aí). O fato é que Kevin Smith conseguiu conferir mais profundidade e dimensão no perfil psicológico dos personagens do que eles pouco ou jamais tiveram em suas longas bi(bli)ografias. Isto inclui desde os vilões até o próprio Aranha e, em maior grau, a Gata Negra.

Como disse o próprio Smith: "É uma história muito melhor agora do que se eu a tivesse completado em 2002". É vero. Senão, vejamos: o diálogo inicial entre Felicia e um certo advogado da Cozinha do Inferno chega a ser atordoante, tamanho o fluxo de novidades de cair o queixo; o momento em que Peter tenta convencer Matt Murdock de que precisa de sua ajuda, revezando entre o bom-humor (Peter lembra de uma história vexatória - fase pré-Miller - na qual Matt fingia que estava morto e que na verdade era o seu irmão gêmeo) até a mais pura, deslavada e emocionante amizade; Murdock (de novo) lembrando que é PhD no campo Mulher Com Problema (Mary Tyfoid, Viúva Negra, Heather Glenn, Karen Page, E. Natchios, Maya Lopez, etc, etc); a "instrutiva" participação do mutante Noturno; a bem sacada natureza dos misteriosos poderes dos vilões (cujo background envolve até um notório carrasco nazi); o clima pesadão à Sobre Meninos e Lobos em uma linha narrativa específica (simplesmente impossível não relacionar).

Mas talvez o maior mérito de Smith em "TETMD" tenha sido colocar Felicia Hardy frente-a-frente com os demônios de seu passado obscuro. Isso sem tropeçar em clichês e sem recorrer à soluções fáceis. O resultado é que eu gosto muito mais da Gata Negra agora do que antes, se é que isto é possível. Na conclusão, Smith ainda fornece um link para a revitalização de um dos inimigos mais esdrúxulos do Aranha. Do jeito que foi feito, os desdobramentos parecem promissores.

De fato, a segunda metade de "TETMD" é muito mais história que a primeira. Mais intrincada, crível e tridimensional. Praticamente uma humanização da proposta anterior. Ainda assim, não foi desta vez que vi meus ídolos se reunirem em perfeita harmonia. No entanto, após a catarse proporcionada pelas duas últimas edições, algo ficou bem claro pra mim: não foi Kevin Smith quem atrasou, foi "The Evil That Men Do" que chegou muito, muito cedo.

Só pra lembrar: a Panini Comics está publicando a minissérie por aqui, sob a alcunha "O Mal no Coração dos Homens" - razão pela qual abordei o espírito da HQ e não seus fatos e escolhas criativas. Já pensou, você comprando a revista religiosamente e levar com um spoiler bem na cara?


dogg, a pensar. E na trilha: o estonteante álbum de estréia do Black Stone Cherry.

domingo, 19 de junho de 2005

COELHINHAS DA MANSÃO TRIPLE XXX - VIII




Estou com preguiça danada de pensar em como vejo as coisas, então o post de hoje é mais instintivo, fisiológico até. Afinal, assistirei agora 3,14159265 - ou simplesmente - e tenho que economizar neurônios, mas não preciso economizar testosterona.

Antes de começar, assumo logo que roubei o logo aí de cima do Doggma, pois não me entendo bem com o Photoshop para fazer um novo e personalizado.

Por falar nele, acho que já mostrou aqui: Vampira, Lara Croft, Betsy "Psylocke" Bradock, Jean "Fenix" Grey, Red Monika (16/03/2004), Caitlin Fairchild (26/03/2004), Victory e outras Roger's Girls (30/04/2004), Druuna (27/05/2004), Felícia "Gata Negra" Hardy (25/04/2004), e o último que foi um pout pourri de várias personagens (16/05/2005).

Não lembro ao certo, mas acho que ainda fez um da Emma Frost, mas, assim como as quatro primeiras listadas acima, seus links perderam-se na antiga hospedagem, quando o Black Zombie ainda era Phantom Lord e ficava no Blogger Brasil.

Para começar minha participação nesta área, farei antes o meu top fifteen das gajas mais maneiras das HQ. Claro que estas posições alternam-se com meu humor e sempre tem alguém que esqueci de listar. A única que tenho realmente certeza que não muda e não coloco na lista por ser hours concours é a Druuna. Vamos lá (clique nas imagens para uma versão maior):

Décima-Quinta///////Décima-Quarta //////Décima-Terceira
Psylocke do Jim Lee///Red Monika///Sábia
15ª-Psylocke do Jim Lee em diante; 14ª - Red Monika do Joe Madureira (toda mulher tinha que ter estes atributos assim!!); 13ª - Tessa (Sábia) do Salvador LaRocca


Décima-Segunda//////Décima-Primeira ////////Décima
Rogue///Natasha Romanov///Victory
12ª - Vampira do Jim Lee em diante; 11ª - Viúva Negra (Adam Hughes é o cara!); 10ª - Victory (Vida Guerra?)


Nona///////////// Oitava/////////////Sétima
Lara Croft Caitlin Fairchild Fathom
9ª - Lara "Que decote é este" Croft; 8ª - Caitlin Fairchild; 7ª - Aspen Matthews (Fathom)


Sexta/////////////// Quinta///////////////Quarta
Emma Frost///Darkchylde///Gata Negra
6ª - Emma "isso deve fazer um estrago" Frost; 5ª - Darkchylde; 4ª - Gata Negra


Terceiro/////////// Segundo/////////////Primeiro

Aphrodite IX///FAKK///Angelus
3ª - Aphrodite IX; 2ª - F.A.K.K 2 (Heavy Metal); 1ª - Angelus (Darkness)




Como estamos em bat-tempos, cabe também uma referência do mundo do homem-morcego.

Pois é, a Image pode não servir para muita coisa, mas se tem algo que fazem bem, é personagem gostosa. Alguns vão achar uns absurdos aí, principalmente a F.A.K.K, mas fazer o quê, gosto é gosto. O meu é bom e o dos outros é péssimo. :-)

F.A.K.K. 2 é uma personagem do universo Heavy Metal, sempre em paisagens cyber-punk-medieval-caóticas desenhadas por Simon Bisley, famoso também pelos traços de Judge Dredd e Lobo, mas já tendo passado por todas as grandes editoras. Não tem muito mais o que faler, é melhor mostrar (não só ela como suas "primas"):

Ahh... antes, ainda no clima de Batman Begins, abaixo está um exemplo de como a Rachel (Katie Holmes) veria o Batman sob efeito do gás do medo do Espantalho.



Ahh, se a Katie fosse uma mulher de peito...



Agora, F.A.K.K. Begins:



Primeira imagem: O quê? Hoje não tem? É dia de Futebol?
Segunda Imagem: resultado da resposta acima
.



Primeira imagem: Vou ter que caçar outro macho...
Segunda Imagem: Sai daqui! Tu não dá conta!! Tô procurando o Fivo!



Continuando agora com suas primas desenhadas por Bisley:



Primeira Imagem: Pode me chamar de pervertido, mas queria esta loira acordando do meu lado!
Segunda Imagem: Olha o porte desta galinha!




Primeira Imagem: Muito punk para mim, mas nada que 15 Skols não resolvam!
Segunda Imagem: Este pseudo-Loki tá trabalhando em um material e tanto! E tem várias gremlins boas também!




Primeira Imagem: Cara... como gosto de uma comissão de frente de porte!!
Segunda Imagem: Keira Agostina? Nada disto! Isso sim é perfeição!




Primeira Imagem: Três dias ininterruptos para descobrir tudo que tem aí!!
Segunda Imagem: Meio forte demais, mas um quadril destes não pode ser ignorado!




Primeira Imagem: Quem não vai pro inferno junto com uma diabinha destas (é... sou pervertido)?
Segunda Imagem: Psylocke poderia ser assim!




Primeira Imagem: Essa mulher resolveria o problema da violência no Rio.
Segunda Imagem: Sabe aquele filme da J. Lo? "Nunca Mais"?




Primeira Imagem: Se fosse a Joanna D´Arc você tacaria fogo?
Segunda Imagem: Polaris turbinada!




Primeira Imagem: Definição da perfeição!
Segunda Imagem: Assegurando a perfeição!




Primeira Imagem: Tem nada errado aí!
Segunda Imagem: A cobra vai comer ali atrás!



Aqui, para terminar e mostrar que nem tudo é caos na arte de Bisley, um pouco de paz angelical para vocês:


A moçada reunida...


Em tempo... achei que seria mais fácil só colocar imagens e pronto. Agora sei porque o doggma leva tanto tempo de uma para outra. Dá um trabalho danado!

segunda-feira, 16 de maio de 2005

ESTÁ CHEGANDO A HORA


"Nessa semana uma página da História será escrita."

É isso aí. Essa sentença - digna de estrelar no Homem-Chavão - é a mais adequada para captar as vibrações do momento (ou as perturbações na Força!). Senão, vejamos... Star Wars é um dos símbolos máximos da cultura contemporânea e a fase mais importante dessa saga está prestes a ser consumada. Essa longa jornada, que começou há quase 30 anos atrás, finalmente será completada e, aos troncos e barrancos, poderemos visualizar esse grande quadro em sua totalidade. Caem todos os padrões de comparação, todo o ceticismo cinematográfico e toda aquela exaustiva expectativa por um resultado incerto.

Nunca um filme, que sabidamente terminará mal, muito mal, foi esperado com tanta felicidade justamente por este fator. Nem George Lucas conseguiu se opor ao destino que ele mesmo escreveu: mocinhos e mocinhas morrerão, bravos guerreiros tombarão no campo de batalha, Darth Sidious atingirá seu objetivo tão almejado e tão detalhadamente arquitetado, o Império ascenderá e Anakin Skywalker se tornará Darth Vader - que, aliás, sucumbirá pelo fogo e renascerá pela tecnologia, em uma espécie de ciclo criacionista Deus-Ex-Machina (tudo bem nos dias de hoje, mas espantoso quando lembramos que tudo começou em 77, e o que me faz perdoar Lucas por todos os bichinhos fofinhos que deram as caras na série).

E melhor ainda... Star Wars III - A Vingança dos Sith será um filme sobre vilões e vilania. E alguns dos vilões mais bacanas de todos tempos estarão lá pra ensinar como se dar bem em três capítulos.

E, independente do desenho animado, ainda acho que o General Grievous terá quatro braços... :)

Mas o bicho pega mesmo a partir da quarta/quinta-feira. Por enquanto, no stress. E para ajudar, uma sessão de relaxamento com o meu, o seu, o nossooooo...



Há quanto tempo hein. Desde a Felicia Hardy/Gata Negra... pois muito bem, o terror das conexões discadas está de volta (agora eu sei o que é isso, hehe). Engraçado que eu nunca deixei de receber colaborações via e-mail e listas de discussão. Então, sem nenhuma "homenageada" em mente, resolvi catar as melhores contribuições que tive durante essa longa secura quadrinhística. Uma homenagem à todas essas maravilhosas pinups das HQs, inclusive as que não constam aqui.

Executa esse mp3 aí do Dilemma, de Nelly e Kelly Howland, e entra no clima...

Ah, e clique em todas as imagens se quiser ampliar...







Aaai Roxyyy... :P


Um pequenino break agora. O que não faltam por aí são aqueles commissions com sketches em p&b, meio rascunhados. Alguns são bem interessantes, mesmo sem serem arte-finalizados (às vezes algum fanboy exxxperto dá um trato no photoshop e fica muito bacana... mas é raro). O artista David Boller (Witchblade) fez uma série bem inspirada nesse esquema, intitulada The Girls of Marvel. Nada muito abrangente, mais x-girls e algumas vingadoras. Mesmo assim ficou legal.

"Clique nas imagens" e por aí vai... :)

















E a Jean já até deseja um Feliz Natal pra galera... putz, até a Mulher-Hulk ficou gostosa. Se bem que eu sempre achei a Mulher-Hulk gostosa, então... :D

Bom, é issaê. O próxxximo Coelhinhas já tem estrela engatilhada (ela já assinou, hehe), mas a seção está arreganhada, literalmente, para sugestões sobre a próxima super-playmate. E para contribuições também! Continuem enviando sex-shots sinistrões, só lembrando que o novo e-mail é doggma@gmail.com, ok?

No mais, um ótimo Star Wars III pra todo mundo e que o Lado Negro da Força esteja com vocês!


dogg ao som de "Caralho Voador" (!!), a bossa-nova-boca-suja do Faith No More.