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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Blonde on Blonde

Encontro faiscante em Fantastic Four #584 (dezembro, 2010).


Grandes Momentos Marvel de adulto. Tanto a ponderar sobre essas duas que não dá nem pra saber por onde começar - ou terminar.

E a dupla Hickman/Epting resumiu tudo em duas palavras e dois olhares.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Sede de Vampirella

E no Plantão Especial de Sábado 13: a Vampirella do mestre Rodolfo "Rudy" D. Nebres!


Quando fiz um merecido tributo ao quadrinhista, já havia atentado para a vasta produção do pequeno gigante das Filipinas. Mas foi num dos divertidos (e viajantes) papos com o VAM! que percebi sua proficiência nas aventuras da vampira do espaço sideral mais adorada da cultura B. E com uma qualidade digna dos melhores trabalhos do artista - o que não é pouco.

Pra quem é fã de quadrinhos de terror dos anos 60 e 70, só uma palavra: essencial.

Tecnicamente, não é a primeira vez que menciono a longeva, libidinosa e lasciva Vampirella por aqui. Mas a bombshell sanguessuga certamente merecia uma ocasião especial só pra ela.

“Vampirella – She's so sexy!”
(Rudy D. Nebres)
Antes, uma dose de contexto pra viagem: no longo período entre 1980 e 1996, Nebres colaborou sazonalmente nos títulos da Vampirella. Com isso, acabou estabelecendo uma das únicas pontes de continuidade entre a Warren Publishing (editora das cultuadíssimas Eerie e Creepy, além da Vamp) e a Harris Publications - que adquiriu o catálogo órfão da Warren em 1983, criando assim a Harris Comics.

Vampirella foi a estrela dessa retomada e vislumbrou parte do antigo sucesso com o início dos anos 90, quando encontrou um público já, digamos, fidelizado por supergarotas curvilíneas em trajes mínimos.

O timing era perfeito. Faltou oportunismo.

Tivesse Vampirella caído nas garras fominhas da Marvel, Nebres hoje seria famoso, cheio de grana, mulheres e iates. Ou não - e ao menos seria convidado para as premieres dos filmes live-action da diva vampiresca pela Marvel Studios.


Conheci o trabalho do VAM! na Batdeira pelas suas interações e colaborações no Submundo HQ - o melhor periódico sobre o mercado nacional de quadrinhos que você vai encontrar por aí. É um mix muito bem dosado de expertise em design gráfico com exercício de estilo que faz qualquer leitor de gibis sair por aí sonhando acordado. Principalmente aqueles das "velhas escolas" - leia-se EBAL, RGE e Abril, entre outras.

Já havia visto algo nessa linha em blogs como o Super-Team Family, mas nunca com uma pegada tão abrangente e profissional. E adaptado à nossa realidade editorial, com direito a pesquisas históricas cuidadosas, do tipo que não se vê em qualquer lugar. E aí que papo vai, papo vem, surge a ideia de juntar o útil ao agradável: a Batdeira com o BZ; a Vampirella com o Nebres; e, enfim, a Vampirella do Nebres.

Os projetos da Batdeira, com as devidas exceções, são pautados em sua viabilidade real e impacto de mercado. Com as sucessivas compilações da Vampirella pela Mythos, por que não um material genuinamente clássico da sanguinária heroína? Francamente não consigo pensar em química mais natural, prontinha pra embalar e vender.

As capas e a diagramação produzidas pelo VAM!, sozinhas, já são vendedoras de alto nível.


Design, arte-finalização, títulos e diagramação por VAM! - Texto por dogg! - Arte por Nebres! - E clique para ampliar!

Fabulosas! Ou nas palavras da Vamp: Satyr and Circe!

A seleção do compilado seria moleza. Começaria com Vampirella #92-#95 (Warren, 1980-1981), da série clássica...


...e seguiria com a fase mais recente - Vengeance of Vampirella ½ (Harris, 1994) e Vampirella Strikes #4, #5 e #7 (Harris, 1996), já incluindo o crossover/quebra com Eudaemon, o Etrigan da Dark Horse.


Tentador como um pescocinho indefeso diante de uma vampira faminta.

Nos extras - é claro que tem que ter extras! - nada melhor que uma galeria de pinups e sketches da morceguinha (ou seria Coelhinha®?) escolhida a dedo - mas gentilmente - dos volumes Vampirella Pin-Up Special 1995 (Harris, 1995) e The Art of Vampirella (Dynamite, 2010).








Depois dessa dá até pra sonhar com aquele longa da Vamp pela Hammer Films (!) que nunca saiu do papel.

Tem jeito aí, VAM!?

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Felicidade gótica


Mas que coisinha catita era a Felicity na fase dark, hm? Smoaking hot.

Além de referenciar uma encantadora mocinha que ninguém quer ver nem morto...

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Feiticeira Nota 1000


Sensação-mor da MegaCon, em fevereiro último. E não estou me referindo ao simpático e imaginativo velhinho.

Não sei como a moça está respirando ali, nem quantas costelas ela mandou para o limbo, mas uma coisa eu sei: é o melhor cosplay de Feiticeira Escarlate que já vi. E olha que fazer uma Wanda decente sempre foi das missões mais difíceis.

Sério. Se eu fosse o Stan exigiria meus direitos de criador sobre esta criatura. Ali mesmo, no carpete.

Merece uma galeria Coelhinhas da Mansão Triple XXX, só pra ela (e alguns bicões). Primeiro live-action da série, alterando psiquicamente as probabilidades por uma boa causa.

Sneak peek aos 05:56 >>




Ps: quem souber o nome da vingadora, favor informar nos comentários. Pago em gratidão eterna e bons pensamentos. Ou quase.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Light my fire




Daqui a uns três dias, quando a retina estiver às raias da dilatação total, tente reparar na camiseta fu-di-da que a Mística está usando.

Bônus-déficit de atenção:


sábado, 17 de março de 2007

terça-feira, 8 de agosto de 2006

The girls are back in town!




"E é eleição, é inflação, corrupção e como tem ladrão e assassino e terrorista e a guerra espacial..." Socorro. Tive de ressuscitar a seção mais relax do BZ pra dar uma desligada desse caos - ainda que por uns breves 20 ou 30 minutinhos. Já passou um bom tempo desde o último CdMTxXx (produzido pelo Fivo, por sinal!), e até que enfim vou homenagear um artista que, inicialmente, seria um dos primeiros a constar aqui, mas que por um motivo ou por outro, nunca rolou.

O ilustrador espanhol Blas Gallego é um dos raros profissionais completos nas várias expressões da sua arte. Além de desenhar muito, ele é dono de um talento ímpar na pintura tradicional (dá só uma olhada aqui e na seção "Paintings" do site oficial).

Mesmo quando aborda o concorridíssimo universo aventura/ficção, ele se destaca. Já trabalhou para a Heavy Metal, ilustrou várias capas do Conan, da série Forgotten Realms e atingiu um grande sucesso comercial com os dois volumes de seu sketch-book, Flesh & Fire.

Neste aspecto, ele não fugiu à regra e claro... teve muita influência do mestre Frank Frazetta.








Mais ilustrações aventura & sci-fi do señor Gallego aqui


Com certeza, ele é um dos maiores expoentes no gênero. Entretanto, a principal especialidade de Gallego está nas semi-charges que ele cria brilhantemente, sempre com um ótimo senso de humor e abarrotado de putaria.

Trata-se de pornochanchada espanhola clássica, como atesta essa sequência orgiástica/bacanalística através dos tempos:



Pré-História


Egito


Grécia


Roma


Idade Média


Dias atuais


Uma bela aula de História! Claro que, com toda esta pegada (capaz de arrancar um sorriso de aprovação do próprio Serpieri), o galego Gallego tratou de concentrar seus esforços em um carro-chefe mais acessível. No caso, uma pin up sensacional que ele batizou de Dolly (sem parentesco com a ovelha-clone). A magnética personagem, tão gostosa que as leis da Física impossibilitam sua existência, é a protagonista de várias situações tragicômicas envolvendo seus talentos cutâneos e abundantes.

Seguindo a escola clássica do humor físico, nos cartoons da Dolly, o señor Gallego constrói gags próximas ao estilo de alguns ilustres colaboradores da Era de Ouro da MAD - mais precisamente, os geniais Dave Berg, Don Martin e Sergio Aragonés. Enquanto eu não descolo uma almejada edição de The Very Breast of Dolly (alguém tem essa?), fique aí com a também ótima The Spanking Good Tales of Dolly.













Gallego rulz.


Na trilha: Ramones, Greatest Hits Live.