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10 abril 2017

A Morte de Tomas 'Cuchillo' Milian

Morreu em 24 de março de 2017 em em Miami o mítico ator e escritor cubano Tomas Milian aos 84 anos de idade e que atuou em filmes com alguns dos maiores diretores italianos, foi um dos ícones dos filmes policias e Western italiano.
Tomas Milian, um ator americano nascido em Cuba; Romano por adoção, foi treinado nos Actors Studio. Apareceu em algumas das peças na Broadway, bem como em um show de Jean Cocteau em Spoleto. Mauro Bolognini o notou e foi o ponto de partida de uma rica carreira cinematográfica na Itália onde atuou em todos os gêneros em destaque na época.


Ele interpretou um psicopata louco em "Bounty Killer", O Pistoleiro Mercenário (Brasil 1966), um papel que ele melhoraria e diversificaria em uma impressionante galeria de assassinos neuróticos e sádicos, primeiro nos "Espaghetti Westerns" com o diretor Sergio Corbucci, e depois em ação violenta e thrillers policiais (muitos deles dirigidos por Umberto Lenzi).


No Brasil filmou “Rebelião dos Brutos”, [O Cangaceiro (Brasil 1970)] também conhecido como “Viva Cangaceiro” em que interpreta Expedito, um único sobrevivente de um massacre à sua vila por soldados e que em seguida recruta voluntários para montar o seu exército de cangaceiros para sua luta e vingança. Um grande elenco veio ao Brasil para este filme como Eduardo Fajardo [ Major Jackon de Django (Barsil 1966(] e Leo Anchóriz.


Seus filmes evoluíram gradualmente em comédias de ação, interpretando personagens recorrentes do ladrão "Er Monnezza" e o Inspetor Nico Giraldi [este último originalmente baseado no personagem principal de Serpico (1973)], dois personagens tipicamente romanos que gozavam de grande opularidade nos anos 70 e 80.

Nascido em Havana, Cuba, em 03 de Março de 1933, Tomás Quintín Rodríguez Milián, ficou conhecido no cinema como Tomas Milian. Para os fãs do Espaguetti Western se eternizaria com "Manuel 'Cuchillo' Sanchez", o Faca. Fez um único filme com Bud Spencer "Cão e Gato", em que o ator cubano sempre mencionava na honra que teve em trabalhar junto com ele e que gostou muito em fazê-lo, pois era uma de suas inspirações.


A morte foi causada por um acidente vascular cerebral. O ator foi encontrado morto em sua casa em Miami. Sua amiga Monica Cattaneo relatou a imprensa: "Na semana passada, na última vez em que nos falamos, ele me pediu para levá-lo de volta a Roma porque tinha decidido que queria viver lá os últimos anos de sua vida e morrer naquela cidade.”
“Ele tinha visitado pela última vez quando fora premiado no Festival de Cinema de Roma". Parece que ele queria ser cremado. Deixou um filho, Thomas, que vive em Nova York. Sua esposa faleceu em 2012.


Participou e eternizou-se no clássico Espaghetti "O Dia da Desforra" [Brasil (1966)] "La Resa Dei Conti" ao lado de Lee Van Cleef e Walter Barnes interpretando um pobre peão mexicano acusado injustamente de assassinato de um jovem mexicana.

Um filme com uma trilha sonora fantástica e surreal criada por Ennio Morricone para este Western com temática política. Em seguida estaria ainda com seus cabelos longos em "Quando os Brutos se Defrontam" [Brasil (1967)] "Faccia a Faccia" como “Solomon 'Beauregard' Bennet” ao lado do grande ator Gian Maria Volontè, ambos também dirigidos aqui por Sergio Sollima.

Muitos outros vieram para o deleite dos fãs deste seguimento, fazendo com que sua popularidade aumentasse cada vez mais e ainda hoje é um dos mais cultuados artistas de sua época inspirando muitas outras gerações de novos atores.

Teve creditados em sua extensa carreira, 120 trabalhos nos diferentes seguimentos como ator, escritor, sonorização, edição dentre outras atividades que puderam registrar o seu potencial artístico e que podem ser conhecidos mais detalhadamente em: http://www.imdb.com/name/nm0587401/?ref_=fn_nm_nm_2

FILMOGRAFIA WESTERN

1. Jeito de Cowboy (1994) EUA
2. Os Quatro do Apocalipse (1975)
3. O Dia da Desforra (1966)
4. Companheiros (1970)
5. O Pistoleiro das Balas de Ouro (Matar para Viver e Viver para Matar) (1967)
6. Corre Homem, Corre (1968)
7. Tepepa (1969)
8. O Último Samurai do Oeste (1975)
9. Quando os Brutos se Defrontam (1967)
10. Bounty Killer, O Pistoleiro Mercenário (1966)
11. Sonny & Jed (O Bando J & S) (1972)
12. Meu Nome é Providence - Caçador de Recompensas (1972)
13. Um Minuto para Rezar, Um Segundo para Morrer (1968)
14. Rebelião dos Brutos (1970)
15. Ci risiamo, Vero Provvidenza? (1973)

02 julho 2015

Morre em Roma Sergio Sollima, o pai de “Cochillo Sanchez” e "Sandokhan". Especial Brasil

Morre em Roma aos 94 anos, Sergio Sollima (17 de abril de 1921 a 01 de julho de 2015) era um roteirista e ex-diretor de do cinema italiano e pai de Stefano Sollima.
O funeral será realizado sexta-feira (03 de Julho de 2015) das 10 a 13 horas, na Casa de Cinema do Grande Marcello Mastroianni em Roma.

Sergio Sollima nasceu em Roma, se formou a partir do Centro Experimental de Cinematografia, e inicialmente trabalhou como crítico de cinema, mas a sua estreia oficial foi nos anos cinquenta como um dramaturgo. Sua comédia “Homem e Arma”, mostrado em 1948, dirigida por Luigi Squarzina foi o que o despontou para o futuro.

Como muitos diretores cult italiano, Sollima começou sua carreira como roteirista em 1950 e escreveu muitos filmes Peplum [Sandalha e espada] na década de 1960. Ele fez sua estreia na direção fazendo uma das quatro sequências do antológico filme “Of Wayward Love”.

Sollima filmou três Eurospy [Euro Espiões] e em seguida, voltou-se na tentativa de fazer o Espaghetti Western. “The Big Gundown” [O Dia da Desforra – Brasil], (estrelado por Lee Van Cleef e Tomas Milian) foi lançado em 1966 com grande sucesso, apesar do fato de que teve que competir com Sergio Leone de
“ The Good, The Bad and The Ugly” [O Bom, o Mau e o Feio - Brasil] e “Django” de Sergio Corbucci.


Sollima logo após filmou mais dois sensacionais e históricos Westerns. “Faccia a Faccia” [Quando os Brutos se Defrontam - Brasil], (com Tomas Milian e Gian Maria Volonté) foi lançado em 1967 e "Run, Man, Run!" [Corre, Homem, Corre! - Brasil], (com Tomas Milian, Donald O´Brien e John Ireland e Chelo Alonso) em 1968.
Embora Sollima tenha dirigido apenas três Westerns e eles nunca tenham atingido o nível de popularidade como os dos outros Sergios (Leone e Corbucci), cada um deles é altamente considerado entre os entusiastas do gênero, clássicos e de estilo próprio.

Em 1970, Sollima troca novamente de gênero dirigindo Charles Bronson e Telly Savalas estreando com o filme “Violent City”, que foi um dos primeiros violentos e acelerados filmes de crime italiano, muitas vezes conhecidos como “Poliziotteschi”. Assim como para todos os seus Westerns, a trilha sonora foi fornecida por Ennio Morricone.
O último filme bem conhecido de Sollima é “Revolver” (1973), outro poliziotteschi estrelado por Oliver Reed e Fabio Testi.

Sollima dirigiu para a TV RAI, uma minissérie italiana famosa “Sandokan”, estrelado por Kabir Bedi, Adolfo Celi, Andrea Giordana, Philippe Leroy e Carol Andre e os seus seis episódios exibidos a partir de 6 de janeiro de 1976 foram memoráveis e antológicos.


Entre seus filmes mais famosos está “La Resa Dei Conti” [O Dia da Desforra] de 1967, em que ele criaria o personagem “Cochillo Sanchez” (O faca) Tomas Milian, um fugitivo mexicano, em que em sua história foram detectados referências aos conflitos do Terceiro Mundo de Che Guevara, Emiliano Zapatta e outros revolucionários Americanos, mas Sollima escolheu um  personagem “puro e ingênuo” para representar, no sentido de não integrado socialmente e, portanto, como tal, um portador adequado em questões de seu tempo, como a justiça social ou de rebelião às iniquidades do sistema político e social.
Este foi o primeiro filme de uma trilogia Western com Tomas Milian, seguido por “Faccia a Faccia” (1967) e “Corri, Uomo, Corri” (1968).
Descanse em paz “Sergio Sollima, o pai de Cochillo Sanchez e Sandokan”.


Vídeo Tributo Sergio Sollima

13 novembro 2012

Os 4 do Apocalipse



“I Quattro Dell’ Apocalisse”
“Four Of The Apocalypse”

Produção:  Itália 1975
Direção: Lucio Fulci
Música: Franco Bixio - Fabio Frizzi - Vince Tempera
Duração: 105 Minutos
Fotografia: Sergio Salvati
História: Ennio De Concini (Inspirado na História de Francis Brett Harte.
Distribuição riginal no Brasil em VHS: Look Vídeo

Fabio Testi - Stubby Preston
Lynne Frederick - Emanuelle 'Bunny' O'Neill
Michael J. Pollard - Clem
Harry Baird - Bud
Adolfo Lastretti - Reverendo Sullivan
Bruno Corazzari - Lemmy
Giorgio Trestini - Saul
Donald O'Brien - Xerife de Salt Flat
Tomas Milian - Chaco
Charles Borromel - Montana - Cidadão
Edward Mannix - Narrador voz versão Inglesa
Salvatore Puntillo - Homem recuperado
Lorenzo Robledo - Xerife torturado
Claudio Ruffini - Primeiro Pistoleiro
Goffredo Unger - Apostador

A história se passa em 1873 na região do estado americano de Utah em que o jogador Stubby (Fabio Testi), Bunny (a belíssima Iynne Frederick) uma prostituta grávida, Clenn (Michael J. Pollard) o bêbado da cidade e Burt (Harry Baird) um afro-americano meio louco e poeta que vê fantasmas e tem alucinações,  são os únicos sobreviventes de um sangrento massacre em uma pequena cidade e fogem através da fronteira sem lei por uma zona desértica a procura de comida, água e pessoas.
Sua jornada deixa uma impressão de que tudo fora exterminado e eles são os únicos sobreviventes. 


Porém, quando encontram “Chaco” (Tomas Milian), um terrível sádico assassino mexicano, que fere mortalmente Clenn e violenta a jovem Bunny fazendo com que os quatro mergulhem ainda mais em um pesadelo de tortura, brutalidade e sangue.
Burt após o ocorrido fica louco, Bunny morre de parto e Stubby,  sobretudo solitário é agora um pistoleiro que sai a caça de Chaco incessantemente para a sua vingança.
O segundo dos 3 filmes de Lucio Fulci, sem dúvida o melhor, graças a cenografia de Ennio de Concini. Inspirado no personagem de Francis Brett Harte, com Tomas Milian rendendo ao personagem Chaco inesquecíveis cenas de frieza humana. Algumas cenas foram cortadas na época pela censura brasileira, considerando ser hiper-violento tais como: O escalpelamento e a estrela do xerife cravada em seu peito por Chaco.


Outra cena de tensão é a do final com um Fabio Testi pistoleiro vingativo com uma navalha nas mãos retalhando a face de Chaco sem chances de defesa, ou seja,  uma execução em um duelo injusto.
Mas ofilme tem um momento singelo e é ao final quando um povoado em que só existem homens, fugitivos, assassinos, bandidos, foragidos e tudo o que sobrou de um tempo de massacre, ficam em suspense a espera do nascimento da criança de Bunny.    
O filme retrata um pouco do que Fulci talvez  imaginava de como seria um inferno na terra em meio ao Oeste.


Exibido em Bang Bang à Italiana da TV Record pela última vez em 18 de Abril de 1984 e pela última vez na TV brasileira em 26 de setembro de 1986 em Sexta no Cinema da TVS (hoje SBT) e é hoje facilmente encontrado em DVD nas locadoras do país. A trilha sonora também impecável e melancólica e psicodélica regida pelo trio de maestros Franco Bixio - Fabio Frizzi - Vince Tempera com participações vocais de vários artistas e destaco entre elas:  “Cook & Benjamin Franklin Group” que interpretam as duas principais músicas temas as quais suas letras estão em primeira mão disponíveis neste espaço sendo: “Movin´On” que também fez parte da Trilha Sonora internacional da Novela Locomotivas de TV Globo em 1975  e  Bunny (Let's Stay Together)”.
Esta maravilhosa trilha sonora contou com a participação de músicos experientes e importantes na época como: Massimo De Luca na guitarra, Ryan Di Lello na harmônica, Michele Seffer no baixo e Vince Tempera no teclado.

08 fevereiro 2012

Vamos a Matar, Compañeros

Companheiros
“Vamos A Matar... Companheiros!" (Brasil)
“Compañeros”
Produção: 1970 - Itália - Espanha – Alemanha Ocidental
Direção: Sergio Corbucci
Música: Ennio Morricone
Regente da Trilha sonora: Bruno Nicolai Duração: 118 Minutos
Fotografia: Alejandro Ulloa
História: Sergio Corbucci
Escrito: Sergio Corbucci, Massimo De Rita, Fritz Ebert e
José Frade
Diálogos: Arduino Maiuri ( Dino Maiuri)
Producão: Antonio Morelli
Edição: Eugenio Alabiso
Produção de Design: Adolfo Cofiño

Franco Nero - Yodlaf Peterson
Tomas Milian - El Vasco
Jack Palance - John
Fernando Rey - Prof. Xantos
Iris Berben - Lola
José Bódalo (Francisco Bódalo) - General Mongo
Eduardo Fajardo (Edoardo Fajardo) - Colonel
Karin Schubert - Zaira
José Canalejas - Capanga de Mongo
Tito García - Pepito Tigrero Víctor Israel - Capanga de Rosenbloom de terno marrom
Vicente Roca - Capanga de Rosenbloom com chapéu Tropical
Lorenzo Robledo - Homem que dança com Zaira
Álvaro de Luna
Jesús Fernández
Claudio Scarchilli
Giovanni Petti
Gino Pernice
Gérard Tichy - Tenente
Gianni Pulone (Giovanni Pulone)
Ramón Fernández Tejela
Simón Arriaga - Capanga de Mongo

Western italo-hispano-alemão em tom de sátira. O diretor Corbucci sempre foi garantia de boa qualidade artesanal (ele foi o criador de Django). No começo do século no México, agitado por guerras civis, o contrabandista de armas, o mercenário suéco “Yodlaf Peterson” ( Franco Nero), planeja fazer uma venda para o guerrilheiro “General Mongo” (Francisco Bódalo), mas o dinheiro está trancado em um cofre e somente Xantos (Fernando Rey) – sempre nos papéis de líder ideologista de alguma revolução), aqui como um professor pacifista, prisioneiro dos americanos sabe a combinação do cofre.

Yyodlaf concorda em libertar Xantos, acompanhado pelo relutante guerrilheiro “Basco ou Vasco como queiram” (Milian), mas um antigo parceiro de negócios de Yodlaf, John “Jack Palance”, tem outras idéias. Eeste faroeste político feito por Corbucci foi considerado um dos melhores bangue-bangues feitos na Europa, é sempre bom relembrá-lo.

A participação de alemães no elenco dos westerns sempre foram interessantes e dava um clima diferente ao filme.

Corbucci estava simplesmente repetindo a dose de uma dupla parecida de 1968 dele mesmo em (Il Mercenary) “Os violentos vão para o inferno – Brasil) com Franco Nero e Tony Musante e repetindo a dose de mulheres bonitas também.

Muita ação, diálogos divertidos, música envolvente, atuações soberbas. Este é um que resistirá para sempre.

Movie Download disponível na WEB em duas partes

Formato: Avi Tamanho: 774 MB
Áudio: Português
Legenda: Não Tem

http://uploaded.net/file/7pshyehd
http://uploaded.net/file/u7weneli

22 novembro 2011

Corre Homem, Corre - Espanto en el Corazon - Letra/Lyric Inédita


Corri Uomo, Corri (1968)
Música de Bruno Nicolai e Ennio Morricone
Interprete: Tomas Milian e Cantores Moderni di Alessandroni

"Espanto en el Corazon"

Amigos míos, ya lejos me voy a esa guerra cruel.
Puede ser que el coraje vendrá, si ocurrirá.
Quién sabe si? Si esperanza no habrá o si el espanto vendrá?
Pero, pero están seguros que, que ése es un canto lindo lindo.
Y está aquí dentro de mi pecho, ya.

No hay miedo mis compañeros por quien busca la revolución
también la muerte nos gustará
y seremos contra el peligro y alegre estará el corazón
por la justicia y la hermandad.

[Instrumental]

La chiquitas se ven despojadas de la flor de la vida el amor
pues adoradas ya no son más.
Y para nosotros es la vida
más profunda la idea será
y sea la vida felicidad.

Nota: Narração inicial por Thomas Miliam

Tradução para Portugues Brasil

Meus amigos, já estou distante, essa guerra é cruel
O que vai acontecer? A ira virá?Ou vai desaparecer?
Quem Saberá?Haverá esperança ou haverá temor?
Porém existe uma certeza, que este é um lindo país, Lindo
E aqui dentro do meu coração agora

Não há medo meus companheiros por quem busca a revolução
Também a morte terá sabor
E seremos contra o perigo e alegre estará o coração
Pela justiça e a irmandade

As meninas se vêem roubadas da sua flor na vida e no amor
Elas não são mais adoradas
Para nós é a vida
Mais profunda a idéia será
Viver e ser feliz




Corri Uomo, Corri – Peter Boom – Tema Final
"Espanto en El Corazon"

Música de Bruno Nicolai e Ennio Morricone
Interprete: Peter Boom e Cantores Moderni di Alessandroni

ya lejos yo me voy para a guerra cruel.
que el coraje vendrá, si ocurrirá
que esperanza no habrá, el espanto vendrá
Y el canto está aquí de mi pecho está.

Compañeros mis Compañeros por quien busca la revolución?
también la muerte nos gustará
y seremos contra el peligro y alegre el corazón
por la justicia a hermandad.

[instrumental]

La chiquitas se ven despojadas de la flor de la vida el amor
pues adoradas ya no son más.
para nosotros es es la vida
más profunda la idea será
y sea la vida felicidad.


Anúncio de Cinema-Brasil - Cortesia - Cayman Moreira
Letra Cortesia de Belane Matheos - Espanha
Música Tema Riped Vinyl 1968- Re-uploade Mediafire

Corre Homem, Corre


Corri Uomo, Corri
“Run Man, Run! - USA”
Produção 1968 – Itália e França
Direção: Sergio Sollima
Música: Bruno Nicolai e Ennio Morricone
Duração: 115 / 120 / 101 Minutos
Fotografia: Guglielmo Mancori
Escrito: Pompeu de Angelis e Sergio Sollima
Produção: Aldo Mancori, Anna Maria Chreitien e Aldo Pomilia
Edição: Tatiana Casini Morigi
Direção de Arte: Francesco Cuppini

Tomas Milian – Manuel Sanchez/Cuchillo
Donald O´brien – Nathaniel Cassidy
John Ireland - Santillana
Linda Veras – Penny Bannington
Chelo Alonso - Dolores
José Torres - Ramirez
Marco Gugielmi – Coronel Michel Sérvigny
Luciano rossi (Edwin G. Rossi) - Jean-Paul
Nello Pazzafini - Rizza
Gianni Rizzo - Prefeito
Dante Maggio(Dan May) - Mateo Gonzalez
Umberto di Grazia
Noè Muraiama - Pablo
Attilio Dottésio – Maneul Etchevaria
Orso Maria Guerrini - Raul
Fredercio Boido (ick Boyd) – Steve Wilkins
Calisto Calisti – Fernando Lopez
Osiride Pevarello – Blacksmith de Burton City
Goffredo Unger - Arthur/ Xerife de Burton City
José Marco – José Ramirez/Morto por Cassidy
Ricardo Palacios – Oficial Mexicano com Dinamite
Pietro Tordi – Sargento na cadeia mexicana

Terceiro filme da trilogia de Sergio Sollima, editado anteriormente como “Un Uomo e un Coltello”.
Depois de grande sucesso de “O Dia da Desforra”, Sollima afastado por dois anos, retorna com o personagem Cucchillo, novamente perseguido e acompanhado de um poeta revolucionário “Ramirez”.
Esta é outra obra do Spaghetti Western, na verdade, uma sequencia de The Big Gundown (O Dia da Desforra -1966), do mesmo diretor e praticamente do mesmo time de estrelas.
Sollima disse em uma entrevista que sentiu a força no personagem "Cuchillo” e que mereceria ter um tipo de continuação (O Caçador de recompensas Lee Van Cleef) foi digno de participar da criação de Cuchillo. O segundo foi “Face a Face - 1967”.
Neste, vemos o ator cubano Tomas Milian "Cuchillo" (quem Sollima admite ter sido inspirado pelo papel de Toshiro Mifune em “Os sete samurais de Akira Kurosawa” de 1954).
Um pobre “Peon” mexicano que é perseguido por um caçador de recompensas americano; Uma dupla de mercenários franceses; Sua amada mexicana extremamente zelosa e mal-humorada; Uma horda de bandidos revolucionários mexicanos liderados por Santillana (John Ireland) que tem uma atuação tímida durante dois minutos neste filme.
Há também a atenção a outra bela mulher, uma oficial do Exército da salvação muito ganânciosa! Tudo isso tende a fazer este filme inferior ao primeiro em virtude das ações não se articularem entre si como percebido no primeiro filme. Todos estão em busca de 3 milhões de dólares. Longo de mais, pouca finalidade e cansativo com pouca ação habitual necessária para um verdadeiro clássico do Western Spaghetti, mas os diálogos são bons e a abertura política que abrange a obra assegura um trabalho memorável de seus realizadores para a época.
A comédia, também, é mais acentuada do que em The Big Gundown.
O personagem de Milian foi para Sollima o que Clint Eastwood fora para Sergio Leone e sempre permanecerá na memória de quem foi ao cinema da década de 60. Um personagem diferente assim como em “Face a face” (Face to Face de 1967), também dirigido por Sollima e Django, Kill! (Django vem para matar de 1967) aparentemente todas as interpretações destes filmes baseiam-se em "Cuchillo”.

“Corre Homem Corre” trás ainda uma aliança instável entre o México e um ex-xerife americano interpretado desta vez por Donald O´Brien, coincidentemente uma mistura de Lee Van Cleef de The Gundown (O grande duelo) e William Berger de Face a Face. Até mesmo o duelo final da dupla não surpreende muito em virtude dos personagens adversários serem poucos reprenstativos na questão vingança-acerto-de-contas se compararmos ao filme anterior.
Estes elementos não dão muito impacto respeitando a opinião do diretor que evitou em fazer uma cópia do primeiro Cuchillo sem perder a classe. Além disso, depois de uma hora e meia, o filme chega ao seu final não resolvido, ou seja o ouro ficou sem dono; Sollima, no entanto, achou que seria o final certo para o filme!

Outro ponto forte do filme é a música de Ennio Morricone conduzida aqui por Bruno Nicolai. O tema inicial é interpretado pelo próprio Tomas Milian e o tema final pelo cantor americano Peter Boom. Músicas memoráveis. Infelizmente todo o trabalho de Tomas Milian feito na Europa não teve reconhecimento nenhum pelos produtores de Hollywood como ele mesmo revelou em entrevista em um documentário em um DVD mas está deixando um legado de suas atuações memoráveis de uma década.

01 julho 2010

O DIA DA DESFORRA - ESPECIAL BRASIL


“La Resa Dei Conti”
“The Big Gundown - USA”
"O dia da Vingança"


Produção Itália/Espanha 1966
Locações: Almeria/Andalucia/Espanha
Direção: Sergio Sollima
Música: Ennio Morricone/Bruno Nicolai
Composta por Audrey Nohra
Interpretada por Cristy (Maria Cristina Brancucci)[Christy]
 “Run Man Run”
Fotografia: Carlo Carlini
História: Tulio Demicheli, Sergio Donati,
Franco Solinas, Fernando Morandie e Sergio Sollima.
Duração: 85 e 105 min.
Edição: Gaby Penãlba
Produção: Alberto Grimaldi
Produzioni Europee Associate (Pea)





Sensacionais Duelos e Perseguições

Lee Van Cleef - Jonathan Corbett
Tomas Milian - Cuchillo Sanchez
Gerard Herter - Barão Von Schulenberg
Roberto Camardiel - Jellicol
Fernando Sancheo - Capitão Segura
Luisa Rivelli - Prostituta de Willow Creek City
Maria Granada - Rosita (Mulher de Cuchillo)
Benito Stefanelli - Rancheiro da Viúva
Nieves Navarro - Viúva Sádica
Tom Felleghy - Pai de Chet Miller
Lanfranco Ceccarelli - Jack
Nello Pazzafini - Fora-Da-Lei
Spartaco Conversi - Carcereiro
Romano Puppo - Rancheiro da Viúva
Calisto Calisti - Sr. Linch (Secretário de Bronkston)
Antonio Casas - Friar (Ex-Pistoleiro)
José Torres - Paco Molinas
Luis Barboo - Rancheiro da Viúva
Barta Barri - Velho Fora-Da-Lei
Frank Braña - Rancheiro da Viúva
Luis Gaspar - Jovem fora-da-lei
Antonio Molino Rojo - Rancheiro da Viúva
Herman Reunoso - Mormon (Pai da Menina no Riacho)
Fernando Sánchez Polack - Xerife de Willow Creed City
Christine Heffernan - Mulher no Bar
Maribel Martín - Sarah
Angel del Pozo - Chett Miller (Filho de Bronkston)
Pietro Ceccarelli

Maria Granada & Nieves Navarro

No 61º. Festival de Veneza – Itália, Quentin Tarantino revelou que este filme não é somente o seu Western Spaghetti preferido, mas é um dos Top 5 de todos os tempos.

Excluindo-se a trilogia dos Dólares de Leone, este talvez seja mesmo um dos mais cultuados westerns de todos os tempos.
Outro Western estrelado por Lee Van Cleef na Europa, que durante anos ficou limitado a papéis de segundo plano em Hollywood.

O melhor xerife atirador justiceiro do Texas conhecido como “Jonathan Corbett” (Cleef), é contratado por um Barão de estrada-de-ferro para perseguir e capturar um mexicano “Cuchillo - O Faca” (Millian), acusado de ter violentado e assassinado uma jovem mexicana de 14 anos.

A presença marcante de Van Cleef, do bom ator cubano Tomas Milian, unindo-se a música de Ennio Morricone/Bruno Nicolai e um bom empenho de produção colocam o filme acima da média no gênero.

Um sensacional final Clássico com muitas surpresas tendo como pano de fundo o deserto americano filmado na Espanha. Uma mensagem moral e política. Músicas temas como “La Caccia” (Caçada a Cuchillo) e “La Condana” com alguns acordes clássicos representam um “hino da morte e justiça” na cena do duelo entre Corbett e o Barão Von Schulenberg.

São inesquecíveis. Sollima preocupou-se em detalhes assim como Leone.
O revólver do barão é um autêntico Eugène Gabriel Lefaucheux francês. Eugene e seu pai foram dois influentes criadores de armas especialmente para países de língua inglesa e muitas vezes subestimados.

Fabricaram milhões deles entre 1850 e 1875, às vezes caros, `as vezes baratos demais em diferentes modelos. O Lefaucheteux do barão foi adaptado em um coldre para desempenhar um saque mais rápido.
No Spaghetti Western destacaram-se três grandes “Sergios”; Sergio Leone, Sergio Corbucci e o não menos provocador Sergio Sollima.

Após este filme ele faria outro sucesso com “Face a Face” (Face to Face - 1967). Sollima inseriu inovações ao abordar temas políticos e também inovando com novas formas de duelo.

Neste um revólver contra a Faca. Ambos mostram influências que causam mudanças de comportamento e ambição em busca do poder a qualquer preço. Apesar da tortura que passa um pobre peão, existem cenas bem alegres nas doses certas.

Walter Barnes e Gerard Herter

Um grandioso filme ao qual quem já assistiu nunca esqueceu e a quem for assistir não esquecerá. Um filme que nunca ficará velho.
Mais uma curiosidade é que este filme foi exibido no Brasil pela última vez em Bang Bang à Italiana na TV Record no dia 14 de Agosto de 1985 e depois lançado em VHS pela Reserva Especial Films e somente em 2009 que surgiu em Dvd legendado no Brasil.

 The Big Gundown / La Resa dei Conti / O Dia da Desforra (1966)

01 maio 2010

Tomas Milian


Muitas estrelas e atores de filmes B encontraram então possíveis chances de viajar a Europa e transformar-se em estrelas do western-espaguete. Após a trilogia – Dollars de Leone, Lee Van Cleef fêz O Dia Da Desforra (1966), A Morte Anda a Cavalo (1967), Acima da Lei (1968) e muitos outros.

Nos anos 70 Cleef tornou-se um dos dez atores mais solicitados na Europa. Atores tais como Gilbert Roland, Walter Barnes, Stephen Boyd, Edd Byrnes, Joseph Cotten, Broderick Crawford, Mark Damon, Jack Elam, Woody Strode, John Ireland, Ty Hardin, Guy Madison, Lex Barker e muitos outros impulsionaram suas carreiras quando já estavam caindo no esquecimento.
Atores europeus também, embora alguns trabalharam sob pseudonimos. Conseguiram aparecer para o mundo como Giuliano Gemma (Montgomery Wood) consagrou-se na pele de Ringo.,Franco Nero encontrou um trabalho lucrativo em filmes “The Brute and the Beast" (1966), de Lucio Fulci, Ferdinando Baldi dirigindo “Texas, Adios” (1966) com Franco Nero, ator de prestígio de Sergio Corbucci que chegou a dizer certa vez: "John Ford tem John Wayne, eu tenho Franco Nero".