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21 fevereiro 2022

“Django and Django” [2021] Itália Subtitle/Legenda Ptbr SRT exclusiva Brasil Download

Django & Django
Django & Django "Sergio Corbucci Unchained" - Itália
Produção: Itália, 08 de Setembro de 2021
Direção: Luca Rea
Música: Andrea Guerra    
Fotografia: Andrea Arnone
Duração: 77 minutos
Roteirista: Steve Della CasaLuca Rea
Artistas: Sergio Corbucci (cenas de arquivo) Ruggero Deodato e Franco Nero
Produção: Tilde Corsi, Nicoletta Ercole, Fabrizio Manzollino, Nicola Marzano,
Andrea Materia e Mario Niccolò Messina.
Edição: Stuart Mabey    
Agradecimentos À Nori Bonicelli (Nori Corbucci)
Co Produção: Nicomax Cinematografica, R&C Produzioni, stituto Luce Cinecittà (com
a colaboração) Greater Fool Media.
Àudio: Italiano

Este documentário é uma ótima homenagem ao diretor italiano Sergio Corbucci dos anos 60 e ao diretor contemporâneo Quentin Tarantino, recontando um período memorável do cinema italiano com a sensibilidade de hoje.

Atualmente em Hollywood, Tarantino é um dos diretores que nos diverte com suas imprevisíveis ideias. Neste ótimo documentário ele mostra que entende mesmo desse assunto e de Corbucci e consegue também reunir depoimentos e participações de grandes estrelas deste seguimento. Tarantino é o guia perfeito para este passeio cinematográfico retrô. 

Embora nominalmente seja uma homenagem ao diretor Sergio Corbucci, é realmente mais uma entrevista focada com Tarantino, permitindo que ele explique seu amor pelos Spaghetti Westerns, incluindo seu papel histórico no contexto de tudo o que os precedeu, e transpirou aqui durante esses anos, dando o devido crédito para aqueles em ambos os lados das câmeras. 

Corbucci é o principal objeto de seus elogios, mas muitos outros, incluindo alguns colaboradores menos conhecidos, também têm suas breves opiniões e participações.

Tenho todos os 800 filmes produzidos na Europa (incluindo todos os que estão aqui), e continuo garimpando mais algumas jóias da minha lista. 

No momento estou colecionando os Western Mexicanos, por esgotarem os Europeus em minha coleção. Eu sou obviamente um fanático neste gênero e me considero um especialista no assunto, baseando-me pelo sucesso e repercussão deste blog pelo mundo a fora. 

Tarantino não é creditado como o escritor ou diretor deste documento, mas suas impressões digitais estão por toda parte, mesmo além do que ele diz na câmera. 

Django & Django, se você se lembra em "Era uma vez em Hollywood", Ray (Leonardo diCaprio) foi para a Itália fazer alguns westerns spaghetti. A primeira parte deste filme relembra em detalhes o encontro fictício de Ray conhecendo o diretor italiano Sergio Corbucci. 

Quentin Tarantino narra então um grande documentário sobre Corbucci. Bom ver clipes de westerns que são muito raramente vistos agora, e melhor ainda ver The Specialist de 1969 estrelado por Johnny Hallyday , o filme que deveria ter sido de Ray.

Mega recomendável para os fãs do gênero e de Tarantino e de filmes de Corbucci. Imperdível para os saudosistas das décadas retrô do Western.

Elabortei uma subtitle/legenda para o idioma Português Brasileiro no formato SRT e disponibilizo aqui para download aos fãs que tiverem o interesse em enteder e aprender
mais sobre o gênero Espaghetti Western e sobre a carreira de Sergio Corbucci.  

 
Trailer 

Links Torrent disponíveis na Web:
https://rarbgmirror.org/torrent/znqt7og
https://yifymx.org/movies/django-django-2021

23 maio 2017

Enzo G. "Keoma" Castellari lança Autobiografia Cinematográfica


Em 27 de abril de 2017 na "Casa de Cinema de Roma" importante órgão ligado às artes situado no Largo Marcello Mastroianni, 1, 00197 em Roma, Itália, o mestre Enzo G. Castellari esteve presente para a apresentação e divulgação do sei livro autobiográfico "O Branco Dispara" pela Editora Bloodbuster.

Um feliz encontro com duas pessoas importantes ligadas ao início de sua carreira incluindo Franco Nero e George Hilton que estrelaram juntos em 1966 "Tempo de Massacre", além de ouros grandes astros do cinema europeu como Gianni Garko "Sartana" também prestigiando o evento.
Realmente encontro surreal para os fãs destes astros que encantaram e influenciaram gerações e que nunca imaginariam em vê-los juntos novamente. Isso foi muito gratificante para quem pesquisa e escreve sobre esse assunto como é o caso desse nosso espaço.

Meu primeiro grande sucesso como diretor foi consolidado após a filmagem de "Vou, Mato todos e volto Só" [Ammazzali Tutto e Torna Solo] O mestre do cinema italiano conta a sua vida em sua autobiografia com apresentação e moderação do crítico Antonio Tentori.

 Franco Nero & George Hilton

A abertura foi feita por Quentin Tarantino que na verdade é hoje um ícone de Hollywood e sempre disse e assume o reconhecimento pelo diretor Castellari que o considera como um professor de cinema no gênero Europeu. "Tarantino foi inspirado por meus filmes". 

"Tarantino levou um dos meus filmes, e, com base nesse filme, ele construiu um de seus mais elogiados" títulos. Enzo G. Castellari é um dos dois cineastas italianos que pode justamente pronunciar esta frase alem de outro que foi Sergio Corbucci, autor do Django original. 



Uma extensa biografia faz ressurgir esse grande mestre que por um longo tempo esteve esquecido pelos críticos oficiais e que ultimamente este diretor Romano agora voltou a ser destaque internacional. 

Graças ao tributo que Quentin Tarantino fez com “Inglourious Basterds”, o filme vagamente baseado em "Dall'Inglorious Bastards" de Castellari que também o inspirou. Deve-se lembrar portanto que, Enzo Girolami, [Castellari], é um dos mais importantes autores no "gênero" do nosso cinema. 

 Casa de Cinema de Roma

Franco Nero, também foi um dos primeiros atores nos policiais italianos; Castellari teve uma vida profissional longa e bem sucedida, inclusive em tempos difíceis mas sempre emocionante porque sempre foi um homem que explosivo de paixão por seus trabalhos, para sua família e para o esporte.

Lendo a autobiografia de Castellari é viciante e é como assistir a um de seus filmes, porque tem o mesmo estilo, sem cortes, direto e sem frescuras. É uma narrativa de tudo isso, toda a ação, com um abuso agradável de pontos de exclamação, que envolve você e lhe dá a ilusão de viver com ele no set.

E é tão bonito como a longa história de sua carreira que é pontuada pela igualmente longa história de seu amor por sua esposa Mirella, conhecida muito jovem no lugar que ele mais ama no mundo: “No movimento lento da obra” comentou Castellar aos presentes.

Na "Feira di Cartoomics", realizada em Milão em de 03 a 05 de Março, quando também apresentou esta sua autobiografia, estavam presentes, o Diretor Artistico da Cartoomics Filippo Mazzarella, e do jornalista Davide Pulici da (Nocturno) que fez algumas perguntas a Castellari.

 Gianni Garko [John Garko] & George Hilton

Nas respostas ele revela parte do que está no livro: toda a sua paixão e amor pelo cinema, desde criança. É uma autobiografia feita para qualquer um que ama o cinema. Seu pai, na verdade, era o diretor Marino Girolami, que o influenciou desde jovem a amar este mundo.

Lembrou quando seu pai escreveu a história de "Campo de Fiori" em 1943 (Tempos de Guerra), e que fez tudo ser incrível, como os presuntos falsos pendurados no em cena enquanto todos estavam com fome em virtude Segunda da Guerra Mundial .

O prefácio do livro foi escrito nada menos por Franco Nero, e uma das perguntas à Castellari foi “Como vocês começaram a trabalhar juntos?”

Castellari: Você acha que Franco e eu nos conhecemos graças a um cabeleireiro que tínhamos em comum?

Ele era uma estrela internacional italiano nos anos 70, e por isso era difícil ter uma conversa com ele.

Então eu consegui fazer chegar em suas mãos um script, e no início ele era muito esnobe, mas após ao tomar conhecimento, leu uma vez e ele mostrou todo o seu entusiasmo e de lá pra cá foram só frutos.

A crítica no passado foi muito dura com você acusando-o de pertencer ao fascismo, mas em todos os seus filmes há realmente um fundo amargo.

Castellari: Sim, porque depois de toda essa violência meus personagens nem sempre terminam felizes. São histórias de vingança. Eu fui uma criança e um dia ouvi essas histórias e fantasias sobre a vida a figura do vingador como um verdadeiro herói.

 Enzo G. Castellari, Franco Nero e George Hilton

Pulici: Há muitos filmes que você fez, e muitos deles que não têm nenhum tiro, você se arrepende-se de não ter conseguido fazer algum filme?

Castellari: Eu gostaria de fazer um filme sobre boxe e jazz, com um boxeador que aprende a lutar até a música. Eu também tinha decidido estreá-lo com Paul Newman! No final tudo deu em nada, mas ele estava tão entusiasmado que me convidou para sua casa em Hollywood para discutir o assunto.

Castellari mostrou-se o tempo alegre e feliz com tudo o que acontece a sua volta pelo lançamento de sua Autobiogrfia E pelo reconhecimento da crítica mundial pela sua obra.



Video da Editora Bloodbuster.
                                           https://www.youtube.com/watch?v=aFab_FnJvHA


                                                       Aquisição do Livro via "AMANZON"


 

26 janeiro 2016

Bangbangitaliana.blogspot.com.br * Destaque Portal R7 - Jornal Hoje em Dia - Minas Gerais

No dia 5 de Janeiro de 2016 concedi uma entrevista ao repórter Paulo Henrique Silva do jornal "Hoje em Dia" do Estado de Minas Gerais. Um jornal que circula na mídia virtual e escrita.

Foi cerca de uma hora de conversa por telefone respondendo às perguntas do repórter que sintetizou toda a conversa em duas páginas ilustrativas do jornal na sessão de Entretenimento - Cinema.

Fiquei muito agradecido e surpreso com a procura pelo repórter que conheceu o meu trabalho através do meu blog que serviu como âncora para que ele pudesse escrever a matéria. 

Após várias consultas na rede, chegou a minha pessoa como sendo escolhida a falar do assunto, ou seja o novo Western de Quentin Tarantino "Os Oito Odiados", sabendo-se da inspiração e da paixão por Tarantino ao estilo Espaghetti "O Eurowestern".

Através de toda a explanação, experiência e acervo que disponibilizei a ele sobre o assunto; coletado por cerca de 40 anos, ele conseguiu concretizar o seu objetivo. Uma matéria a altura sobre o assunto.

Reconheceu o trabalho feito no blog, um dos mais visitados no mundo sobre um gênero cinematográfico específico.


Reportagem e Entrevista na íntegra

 

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31 dezembro 2015

The Hateful Eight 2015 [Os 8 Odiados/Os Oito Odiados - Brasil] Subtitle Português e Inglês str.


Quentin Tarantino, quando surgiu na indústria cinematográfica com Cães de Aluguel (1992), cujo roteiro e direção são dele, impactou esse indústria para sempre. A maneira como Quentin realiza seus filmes acabou influenciando diretores e roteiristas até hoje. Em cada um dos filmes seguintes, ele foi testando fazer um estilo de filme. No último, Django Livre (2012), ele entrou no mundo dos westerns. E Quentin Tarantino retorna a este gênero com o seu mais recente longa, Os 8 Odiados.

A história de Os 8 Odiados se passa no estado do Wyoming, após a Guerra Civil americana. Uma diligência é obrigada a parar em um armazém de beira de estrada por causa de uma forte nevasca que a alcança. O veículo é conduzido por O.B Jackson (James Parks, de Django Livre).

O.B foi contratado para levar em sua diligência o caçador de recompensas John Ruth (Kurt Russel, de Velozes & Furiosos 7). John conduz, algemado a ele, a bandida Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh, de Bem-Vindos ao Mundo) para que seja enforcada. Antes de chegarem ao Armazém da Minnie, eles encontram na estrada o ex-major do exército dos Estados Unidos, Marquis Warren (Samuel L. Jackson, de Vingadores: Era de Ultron) e o renegado confederado, Chris Mannix (Walton Goggins, de American Ultra: Armados e Alucinados) que se diz o novo xerife da cidade que é destino de John.


No Armazém da Minnie, os três passageiros da diligência encontram o mexicano Bob (Demian Bichir, de Machete Mata) que está cuidando do local na ausência de Minnie e seu marido, Sweet Dave; o carrasco inglês Oswaldo Mobray (Tim Roth, de Selma: Uma Luta Pela Igualdade); o vaqueiro Joe Cage (Michael Madsen, de Kill Bill) e o ex-general Sandy Smithers (Bruce Dern, de Nebraska). Pronto, os oito odiados do título estão reunidos. Desconfianças, revelações, rixas, descobertas e heroísmo serão apresentados aos espectadores das mais diferentes formas a partir de então.

O roteiro de Os 8 Odiados é exatamente o oitavo de Quentin Tarantino em que ele também cuida da direção. A história contada desta vez tem menos violência e ação do que as dos filmes anteriores, como Bastardos Inglórios (2009) e Django Livre. Isso não é ruim, porém poderá decepcionar ou frustrar alguns fãs ardorosos do diretor norte-americano.

Neste roteiro, ele se baseou mais nos suspense e na surpresa para desenvolver a sua história. Em entrevista coletiva, na qual o Observatório do Cinema participou, Quentin revelou que se baseou no filme de 1982, de John Carpenter, O Enigma de Outro Mundo. Apesar deste não ser um western e, sim, um horror de ficção científica, o clima entre os personagens deste filme foi uma das premissas utilizadas em Os 8 Odiados.

Na direção do longa, ele realizou um trabalho digno de nota ao fazer cenas memoráveis, como quando do encontro do major pelo caçador de recompensas e em uma das primeiras cenas de tiroteio no armazém.

O trabalho dele com os atores também pode ser percebido pela “dança” deles no principal cenário no qual se torna o armazém. A movimentação – ou a falta de – é precisa, tanto para o que estão em quadro, quanto para os não estão. Desta forma se não estraga o que está sendo construído em cena e nada é revelado acidentalmente, sem que se queira.


As atuações de todos os atores que aparecem também estão muito boas. Quando a escalação do elenco é bem realizada, como foi a de Victoria Thomas (O Amor e Outras Drogas, 2010), não há atores ou atrizes que enfraqueçam o todo. Muito pelo contrário. Podemos destacar o trabalho maravilhoso de Kurt Russel. Kurt consegue estar perfeitamente em seu complexo personagem que é John Ruth. John pode ir da atenção à brutalidade em segundos. Também se deve falar da interpretação magnífica de Jennifer Jason Leigh. A atriz consegue transmitir os sentimentos da sua personagem de tal forma que em alguns momentos ela não precisaria nem de fala.

Walton Goggins é outro ator que merece ser lembrado, porque interpreta o seu personagem de maneira perfeita, levando realmente o espectador a ver na tela um típico rapaz do velho oeste americano. As imagens do cinegrafista Robert Richardson, que já trabalhou com Quentin em Django Livre, também deixam qualquer um tonto. O filme, diga-se, foi filmado em película de 70mm. No Brasil, infelizmente, não será projetado assim. Aqui, ele será exibido em formato digital IMAX. Robert, ao mostrar a nevasca e depois ao filmar praticamente em um único cenário, conseguiu deixar a tensão fluir pelas câmeras. Mesmo sem exagerar em close-ups, percebe-se perfeitamente o estado dos personagens.


Quentin Tarantino conseguiu que um dos compositores mais clássicos de trilhas sonoras, o italiano Ennio Morricone, que fez temas para westerns spaghetti de Sergio Leone e para outros já clássicos filmes, como Era Uma Vez na América (1984), compusesse para o Os 8 Odiados. Então, longo de inicio, uma música, que com certeza se tornará tão clássica quanto as já feitas por Ennio, começa e com certeza não será tão cedo esquecida. A edição do longa coube ao Fred Raskin.

Outro velho conhecido do diretor, pois também foi o editor de Django Livre e assistente de edição em Kill Bill. Fred, ao trabalhar com o material fornecido por Quentin e Robert, provavelmente, não teve problema algum para montá-lo. Não existem dificuldades de entendimento da história, confusões de imagens em relação ao que contado, mesmo com as constantes idas e vindas. Mesmo que a versão assistida ainda precisasse de mais pós-produção, o que foi mostrado já estava muito bem feita.

O que é incrível. Isso demonstra que Quentin Tarantino sabe muito bem manejar todas as ferramentas disponíveis com as quais um criador poder realizar um filme. Porque se mesmo quando ainda não está finalizado, o longa já tem uma qualidade excepcional, o diretor sabe o quer e o que faz.
Por Roberto Bueno Mendes 23 Dezembro 2015 Portal R7.

SINÓPSE 
The Hateful Eight se passa de seis a oito anos depois do fim da Guerra Civil.
A trama acompanha uma diligência qua cruza as invernais paisagens do Wyoming levando John Ruth (Kurt Russell) e sua fugitiva Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh) para Red Rock.
No caminho eles encontram dois estranhos Major Marquis Warren (Samuel L. Jackson), um ex-soldado transformado em caçador de recompensas, e Chris Mannix (Walton Goggins), um renegado do sul que diz ser o novo xerife da cidade.
Depois de se perder em uma tempestade, o grupo busca abrigo no Armazém da Minnie, uma parada de diligência nas montanhas. Lá, no lugar da proprietária, eles encontram mais estranhos: Bob (Demian Bichir), encarregado de cuidar do armazém enquanto ela visita a mãe, Oswaldo Mobray (Tim Roth), o vaqueiro Joe Gage (Michael Madsen), e o General Confederado Sanford Smithers (Bruce Dern).

O roteiro do filme vazou na internet em janeiro de 2014 e Quentin Tarantino chegou a cancelar a produção, e logo voltou atrás de sua decisão.

Elenco:
Samuel L. Jackson - Major Marquis Warren
Kurt Russell - John Ruth
Jennifer Jason Leigh - Daisy Domergue
Walton Goggins - Xerife Chris Mannix
Demian Bichir - Bob
Tim Roth - Oswaldo Mobray
Michael Madsen - Joe Gage
Bruce Dern - General Sandy Smithers
James Parks - O.B Jackson
Dana Gourrier - Minnie Mink
Zoë Bell - Judy Seis Cavalos
Lee Horsley - Ed
Gene Jones - Sweet Dave
Keith Jefferson - Charly
Craig Stark - Chester Charles Smithers
Belinda Owino - Gemma
Channing Tatum - Jody Domergue

Não entendo ao certo o porque assistindo a este filme de Tarantino, consigo achar uma ligação com o filme http://bangbangitaliana.blogspot.com.br/2014/10/atiro-nos-vivos-e-rezo-pelos-mortos.html de Giuseppe Vari (Joseph Warrren) de 1972 que assim como Demofilo Fidani com uma dúzia de atores conduzia uma boa trama e que curiosamente tem uma grande parte deste também ambientada dentro de uma taberna onde se desenrolam todas as situações que implicarão a todos que ali estão envolvidos.

22 abril 2015

O Clássico italiano, filme "Django" será adaptado para a TV

Os Clássicos italianos, filmes "Django" e "Suspiria" serão adaptados para a TV

"Django" e "Suspiria" serão transformados em séries de TV.
Dois filmes Cults italianos, "Django" e "Suspiria", serão transformados em séries de TV voltadas para o mercado internacional e faladas em inglês. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (08 Abril 2015), de acordo com a revista "Variety".

Clássico western de Sergio Corbucci, "Django" (1966) será o primeiro a ser adaptado, mantendo o estilo original "mas com a força e a ousadia dos dramas da televisão moderna", de acordo com um comunicado oficial divulgado pelas produtoras envolvidas na empreitada.

"Django" foi homenageado por Quentin Tarantino recentemente, no longa "Django Unchained" – que também deve ir para a TV.

Já o horror "Suspiria" (1977), de Dario Argento, será transformado em uma série de terror chamada "Suspiria de Profundis", que contará com a supervisão artística do próprio Argento. A produção, cujo filme original é baseado no livro homônimo de Thomas de Quincey, trará o próprio autor como protagonista e se passará na Europa do fim do século 19.

A história será elaborada como "um novo 'Sherlock Holmes'" e irá "explorar as fantasias psicológicas do mal e tentar resolver mistérios temerosos".
 As duas adaptações contarão com 12 episódios de 50 minutos cada, com tramas se desenvolvendo ao longo de várias temporadas.

Tarantino diz que planeja fazer minissérie de quatro capítulos de "Django"
O diretor Quentin Tarantino falou com a imprensa em 2014 na 67ª edição de Cannes.

O diretor Quentin Tarantino revelou que tinha planos para produzir uma minissérie do filme "Django Unchained" com as cenas extras da produção.
Ele deu as declarações durante uma entrevista coletiva para celebrar os 20 anos de "Pulp Fiction" no Festival de Cannes, segundo o jornal "USA Today".

"Eu tenho mais 90 minutos de material de 'Django', que nunca foi visto", afirmou o cineasta, completando: "Minha ideia, francamente, é montar uma versão de quatro horas. Mas eu não faria um filme de quatro horas.


Eu montaria capítulos de uma hora, como uma minissérie de quatro partes. E exibiria na TV a cabo, cada capítulo com uma hora".
Tarantino disse que uma minissérie é a forma mais atrativa de exibir todo o material que tem: "Não seria um teste de resistência, seria uma minissérie.

E as pessoas as amam. As pessoas viram os olhos para um filme de quatro horas, mas elas morrem de vontade de acompanhar uma minissérie de quatro horas. É assim que achei que funcionaria".

O filme mais recente de Tarantino, "Django" é estrelado por Jamie Foxx, Leonardo DiCaprio e Cristopher Waltz, que recebeu um Oscar de melhor ator coadjuvante pelo papel.

O filme ainda foi agraciado com o prêmio de melhor roteiro original.
Estaremos esperando novidades de Tarantino.

Fonte: http://televisao.uol.com.br/
Compilação:  E. Sanches

20 outubro 2014

Enzo G. Castellari com Quentin Tarantino - Novo Western para 2015

Conclusão da 4ª Edição do Almería Western Film Festival realizado nos dias 
10, 11 E 12 de Outubro de 2104 em Tabernas, Espanha. 

O filme "Algo Más que Morir" foi o grande vencedor da quarta edição deste Almeria Western Film Festival (AWFF) 2014.
A produção dirigida por José Luis Murga e Oier Martinez ganhou prêmios do público e Coleção Especial Almería.
O filme, rodado na cidade de Alavés Kuartango, em que houve a participação de atores amadores desta cidade, conta a história de Dick Murray, um pistoleiro com um passado turbulento em que decide mudar sua vida.
Depois de uma longa viagem em busca de seu irmão, em seu retorno, ele tem surpresas desagradáveis e motivos para agir novamente.


O prêmio de Melhor estrangeiro ficou com o americano "Sweetwater" com Ed Harris, January Jones que conta também com a participação do ator espanhol Eduardo Noriega no elenco. Enquanto que, o prêmio de Melhor Curta ficou com "The Ballad of Billy The Kid".


O momento mais emocionante na cerimônia de encerramento, realizada no "saloon" da cidade de Fort Bravo em Tabernas na tarde de domingo, ocorreu durante a entrega do Prêmio de Honra AWFF 2014 ao ator, roteirista e diretor italiano Enzo G. Castellari, criador de grandes Espaghettis como "Vou, Mato e Volto" 1967,"Mate Todos Eles e Volte Só" 1968 e criador de "Keoma" de 1976 dentre vários outros vide sua página em: http://www.imdb.com/name/nm0144758/?ref_=fn_nm_nm_1


Como produtor, também anunciou sua intenção de rodar no deserto de Tabernas um filme do gênero Western que vai ser estrelado por Quentin Tarantino e que também participarão rostos conhecidos como Franco Nero, Terence Hill e Bud Spencer.
"Muitos atores do mundo do Western me contactaram perguntando-me se poderiam participar, mesmo como um figurante [extra], disse o cineasta, e que Almería possui alguns locais incríveis pra este filme e que nenhum outro país poderia oferecer tal ambiente, seria incrível, complementou."


Castellari revelou que pretende fazer parte trazendo o cartaz deste filme na 5ª edição do Festival em 2015. "Eu quero voltar aqui e quando o filme estiver para ser projetado, quero dizer pessoalmente ao auditório a palavra: AÇÃO", admitiu o diretor e todos os presentes foram ao delírio encerrando-se assim a 4ª Edição do AFWW 2014 com chave de ouro a todos os presentes e deixando assim os fãs de todo o mundo esperançosos na espectativa deste que sem dúvida poderá ser mais um Cult Movie de nosso tempo.
Vamos aguardar.


Saiba mais sobre o evento em:
La Voz de Almería - Notícias
http://www.lavozdealmeria.es/vernoticia.asp?IdNoticia=69482&IdSeccion=5

Site Oficial AWFF 2014 
http://www.almeriawesternfilmfestival.es/peliculas.html

23 maio 2014

Por um Punhado de Dólares - Restaurado por Quentin Tarantino 2014


Quentin Tarantino apresentará cópia restaurada de “Por Um Punhado de Dólares” de Sergio Leone.

Fã declarado dos chamados western spaghetti italiano, subgênero usado como referência em vários de seus filmes, o diretor americano Quentin Tarantino apresentará, na noite do dia 24 de Maio, sábado a projeção da cópia restaurada de “Por um Punhado de Dólares”, de Sergio Leone (1929-1989), título escolhido para encerrar a programação oficial do 67ª Festival de Cannes.

Estrelado por Clint Eastwood e Gian Maria Volonté, o filme será exibido logo após a cerimônia de premiação, em homenagem aos 50 anos do nascimento do Western Espaghetti.

O trabalho de recuperação de “Por um Punhado de Dólares”, lançado originalmente em 1965, é fruto do esforço de colaboração entre a Cineteca di Bologna e da Unidis Jolly Film, os produtores e distribuidores originais da produção. O restauro teve apoio da Film Foundation, a fundação criada pelo cineasta Martin Scorsese para o resgate de filmes essenciais para a história do cinema.

A restauração digital foi supervisionada pelo diretor de fotografia Ennio Guarneri, que usou uma cópia em película Technicolor como referência.
A comunidade dos fãs do gênero agora estão em festa e aguardando a nova restauração em suas videotecas particulares.