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15 setembro 2019

Ironmaster "Guerreiros do Ferro" (1983) [Vindicator: La Guerra del Ferro] Subtitle/Legenda Exclusiva Inédita Português


Guerreiros do Ferro - Brasil
Vindicator: La Guerra del Ferro - Itália
La Guerra del Ferro: Ironmaster - Espanha/Itália
O Senhor do Ferro - Portugal
La Guerra del Hierro - Espanha
El Gran Guerrero - Argentina
Warrior-Terässoturi - Finlândia
Ironmaster, La Guerre du Fer - França
Barbaren: Stärker Als Feuer Und Eisen - Alemanha
Siderenios Mahitis - Grécia
Ironmaster - Noruega/Suécia/Uk
Iron Master - Filipinas
Demir Yumruk - Turquia

Produção, Itália, França, USA, 10 Março de 1983
Direção: Umberto Lenzi (Humphrey Milestone)
Escrito: Luciano Martino e Alberto Cavallone Lea Martino, Dardano Sacchetti e Gabriel Rossini Música: Guido & Maurizio De Angelis
Fotografia: Giancarlo Ferrando
Edição: Eugenio Alabiso
Direção de Arte: Massimo Antonello Geleng
Efeitos Especiais: Paolo Ricci
Locações: Custer State Park, 13329 U.S. Highway 16A, Custer, South Dakota, USA
Co Produção: Nuova Dania Cinematografica, Medusa Distribuzione, Imp.Ex.Ci.


George Eastman - Vood 
Sam Pasco - Ella
William Berger - Mogo 
Elvire Audray - Isa/Izza
Pamela Prati (Pamela Field) - Lith
Jacques Herlin - Raah/Conselheiro
Danilo Mattei (Brian Redford) - Rog
Benito Stefanelli - Iksay
Areno D'Adderio - Zaal
Giovanni Cianfriglia - Homem de Vood
Nello Pazzafini - Homem de Vood
Walter Lucchini - Tribo de Mogo
Pietro Torrisi - Assassino de Mogo
Com Nicola La Macchia (Nico La Macchia), Salvatore Billa, Omero Capanna, Ottaviano Dell'Acqua e Alessandro Prete.


Dedicando mais uma vez esse espaço à mais um Cult do cinema Europeu que merece suas consicerações homenageando-o com um subtitle em portugues ptbr.srt para os fãs poderem apreciar.

George Eastman, William Berger, Nello Pazzafini, conhecidos atores freqüentes no Espaghetti Western, interpretam aqui seres pré-históricos no período neolítico, aproximadamente 20.000 anos atrás, quando a humanidade lutando para sobreviver a cada dia, descobre-se que através de uma de mineral como transformálo em arma, "o ferro".

Esta é uma das histórias sobre o que poderia ter acontecido naquela época durante esse período que possivelmente geraram lutas e guerras para dominar essa descoberta e o poder de sua utilidade.


O líder de uma tribo de caça pré-histórica Iksay (Benito Stefanelli) é assassinado por um de seu próprio povo, Vood, um jovem tirano maligno, cruel e ambicioso que deseja ser o líder de sua tribo por direito.

Quando Vood é expulso de sua tribo acusado de assassino, ele entra em uma área de atividade vulcânica e testemunha a formação natural de uma barra de ferro. Usando esta barra como arma e o conhecimento dos meios para criá-la através da fundição vulcânica, ele enlouquece pelo poder e inicia uma missão sangrenta para conquistar toda a humanidade começando pela tribo do fogo.

Aos poucos sua conquista vai aumentando, uma tribo de cada vez e cabe ao seu rival, Ella (Sam Pasco) frustrar os seus planos sinistros combatendo-o com a descoberta também de uma nova arma, o arco e flecha.


Em meio a maior parte das seqüências de luta do filme, Sam Pasco foi substituído pelo dublê e colega fisiculturista e estrela de vários filmes italianos; Espaghette Western e Épicos (Pietro Torrisi), que também tem uma pequena parte como um dos homens do mal.

Observe que os dois atores nunca são visualizados juntos em mesmo plano. As mulheres são belas e com pouca roupa e são convincente em seus desempenhos. Sam Pasco, interpretando "Ella" o rival de Vood (George Eastman) foi fisiculturista e astro pornô gay e aqui fez o seu único papel em um longa-metragem para o cinema.

Destaque também para a fantástica trilha sonora de Guido & Maurizio De Angelis com um Heavy Metal que dá um clima impressionante nas cenas de batalha.


Na Europa, este filme estreou em Portugal em 1983. Ironmaster é um filme melhor do que se espera ser, com um elenco conhecido dos Espaghette Westerns, com violência e uma boa dosagem de sangue pré-histórico.


Provavelmente todos já viram tudo isso antes, mas este é um dos melhores filmes de aventuras da Sessão da Tarde e esse com certeza não foi exibido na TV pela dose de sangue nos anos 80.

Esse filme foi produzido na época predominante pelos filmes apocalípticos futuristas. Aqui a máquina do tempo regrediu à 20.000 anos. É um bom filme de aventura e ação com George Eastman surpreendendo.


“Ironmaster” nunca chegou a ser exibido nos cinemas brasileiros e eis aqui agora a oportunidade dos fãs assistirem-no com uma legenda ‘STR’ que eu elaborei e estou disponibilizando para download no idioma português.

Versão com áudio Inglês disponível no Youtube


Versão com áudio Francês: https://www.youtube.com/watch?v=qhsvCgT2pF4

 

26 julho 2018

Ciak Mull, L'uomo Della Vendetta (Itália) [Subtitle/Legenda Ptbr.srt Exclusiva] "Chuck Mull, O Homem da Vingança" Especial Brasil

Ciakmull, O Homem da Vingnaça - Brasil
Chuck Mull, O Homem da Vingança - Brasil
Ciak Mull, L'uomo Della Vendetta - Itália
Chuck Moll/The Unholy Four - USA
Le batard de Dodge City - França
Ciak Mull, Puerta Abierta al Infierno - Espanha
Ciak Mull, Vengador Sin Piedad - Espanha
De Bastaard Van Dodge City - Holanda
Django - die Nacht der langen Messer - Alemanha


Produção: Itália, 11 de Março de 1970
Escrito: Franco Rossetti, Mario Di Nardo e Luigi Montefiori
Direção: E.B.Clucher (Enzo Barboni)
Música: Riz Ortolani
Duração: 95 minutos
Fotografia: Mario Montuori       
Edição: Eugenio Alabiso
Direção de Dublês: Remo De Angelis
Edição: Eugenio Alabiso
Co Produção: B.R.C. Produzione S.r.l., Produzioni Atlas Consorziate (P.A.C.)
Distribuição nos cinemas, em Eastmancolor pela Roma Filmes.
Lançado em VHS no Brasil pela America Video, com o titulo “Ciakmull, O Homem da Vingança”.

Elenco:
Leonard Mann - Chuck Mool/Ciakmull
Woody Strode - Woody
Pietro Martellanza (Peter Martell) – Silver
George Eastman (Luca Montefiori) – Hondo
Helmuth Schneider - Joe Caldwell
Lucio Rosato - Tom Udo
Alain Naya - Alan Caldwell
Giuseppe Lauricella - Udo
Dino Strano - Sam
Andrea Aureli (Andrew Ray) - Santiago
Enzo Fiermonte - Xerife
Luciano Rossi - Jogador de Poker
Vittorio Fanfoni - Barbudo gordo na cidade
Silvana Bacci - Garota do Saloon
Umberto Di Grazia
Salvatore Billa - John
Romano Puppo - Burt
Ida Galli (Evelyn Stewart) - Sheila
Fortunato Arena - Guarda no hospício
Remo Capitani - Jack/Guarda no hospício
Pietro Ceccarelli - Caçador de Recompensas careca
Giovanni Cianfriglia - Encrenqueiro no saloon
Dante Cleri - Locutor de rua
Remo De Angelis - Caçador de Recompensas com Manto Preto
Roberto Dell'Acqua - Bigode grande no Saloon
Lorenzo Fineschi - 3º Jogador de poker
Gilberto Galimberti - Home que reconhece Chuck Mool durante fuga
Paolo Magalotti – Guarda Costas de Caldwell
Emilio Messina - Big John/Homem Forte
Osiride Pevarello - Bill flamejante
Claudio Scarchilli - Homem no Saloon
Sergio Smacchi - Jogador de Poker com chapéu e cigarro


Este foi o primeiro western dirigido por Enzo Barboni, o futuro diretor da série dos filmes do personagem Trinity. É um dos filmes que após três anos do lançamento do original, tentaram recriar algo parecido com o pragmático Django. Tanto o produtor Manolo Bolognini quanto o roteirista Franco Rossetti esteve envolvido no filme clássico de Sergio Corbucci.


O diretor convidado para este filme seria Ferdinando Baldi, tinha dirigido uma sequência não oficial do Corbucci (Viva Django!) Baldi foi demitido após um conflito com Bolognini, que então cedeu adireção a Barboni, que tinha sido o diretor de fotografia de Django e que repetidamente expressava seu desejo em voltar a dirigir.


O filme também faz parte de uma série de westerns espaguete, feitos na mesma época, com base em textos de novelas clássicas, como "Johnny Hamlet" (Hamlet), "John o Bastardo" (Don Giovanni) e "O Pistoleiro Esquecido" (Orestes).


Ciakmul deve ter sido inspirado em Freud e que conta uma história sobre um misterioso pistoleiro vestido de preto retornando à sua cidade natal, descobrindo que é dominada por duas facções em conflito, mas desta vez, o pistoleiro é um amnésico e não um vingador tradicional. Ele está vestido como o Coronel Mortimer ou até mesmo como Bill Kiowa de (Hoje eu... Amanhã você!).

Em uma cena muito simbólica, Chuck Mool pega as roupas pretas de um tradicional vingador a caminho de casa. Ele as rouba de um caçador de recompensas que queria capturá-lo e trazê-lo de volta ao hospício de onde ele havia escapado.


Uma cena forte e horripilante marca a abertura do filme quando um manicômio, asilo ou coisa parecida é incendiado para acobertar um assalto a banco e vários detentos morrem no incêndio. Quatro deles conseguem escapar e um dos quatro, um jovem amnésico, é reconhecido por um dos ladrões de banco mortalmente ferido, que pronuncia o nome de "Ciakmull", mas morre antes que ele possa dar qualquer informação adicional.


Com os outros três condenados fugitivos "Os quatro profanos", Ciakmull ou "Chuck Mool" tenta reconstruir os eventos que levam a sua perda de memória e encarceramento. Quando eles chegam em uma pequena aldeia, ele é reconhecido por um jovem que diz que ele é seu irmão. Aparentemente, Ciakmull tinha a reputação de ser um grande atirador, e seu "irmão" agora pede que ele enfrente o tirano local, Joe Caldwell, que é conhecido por visitar o cemitério local todas as noites


A amnésia é um elemento da história que já foi usado outras vezes inclusive em westerns e pode acabar em tragédias familiares. Isso se reflete em Ciakmull mas graças a um dos amigos, uma catástrofe é impedida, mas a fatalidade com seus amigos é eminente em um final dramático, que torna Ciakmull algum tipo do filho bastardo que foi trazido para a família por seu pai adotivo em um caos pelo poder e subversão. Um roteiro semelhante a parábola bíblica do "Filho Pródigo."


Ciakmull não foi muito bem sucedido quando foi lançado pela primeira vez. O tema da rivalidade entre irmãos já havia sido explorado em filmes como: "Blood at Sundown" (Só Contra Todos) 1965 com Anthony Steffen e "Massacre Time" (Tempo de Massacre) 1966 com Franco Nero e George Hilton, que eram mais recheados de ação.


Para o fã do Espaghetti, Ciakmull é um filme considerado mediano e deve parecer um pouco lento e sério. As cores do outono italiano contribuiram para uma atmosfera melancólica do filme. Mann faz até um estilo de atuação bem descontraído.


Woody Strode e Ida Galli são um pouco subutilizados, mas Strode tem uma ótima cena de morte e o papel de Galli é crucial, já que seu personagem é usado para sugerir o tema incesto: Mann é coagido a acreditar que ela é sua irmã, enquanto ela é de fato sua antiga amante e o amor dela o torna consciente a saber quem e o que ele é.

Nunca entendi porque Dean Stratford não teve suas merecidas chances como Sartana ou Sabata, ele até que levava jeito.
Interessante lembrar que Woody Strode voltou para a Europa em 1976 para sua excelente participação em “Keoma” interpretando o personagem arqueiro George amigo de Keoma (Franco Nero).

Os tiroteios próximos do final são quentes e vale a pena esperar para ver. A música de Riz Ortolani também é muito boa, mas o tema principal é usado com muita frequência e percebe-se a repetitividade nas sequências musicais.


George Eastman (Luigi Montefiori), que também aparece no filme, declarou mais tarde que tinha reescrevido toda a cena de abertura e toda a segunda metade do roteiro original. Se isso aconteceu mesmo, essa pode ter sido a única vez que suas intenções como roteirista foram respeitadas mas o seu nome está nos créditos deste feito.


Tanto em "Ben & Charlie" e "Keoma" (que também possui um filho bastardo), um trágico final fora negado pelos produtores que preferiram optar por uma conclusão mais otimista. Neste filme podemos deslumbrar dos enquadramentos de Barboni que seriam marcas registradas em seus filmes de Trinity com Hill e Spencer. As cenas de tiroteios externas e as panorâmicas são belas.


Aparentemente Barboni não estava feliz com o material oferecido a ele e também propôs várias mudanças, a fim de torná-lo mais simples e alegre, mas Bolognini ordenou que ele filmasse como era planejado.


A ideia de "Eles me chamam de Trinity" originalmente estaria podendo dar início neste filme tendo no elenco, Peter Martell e George Eastman conhecidos também por participações humorísticas em alguns westerns mas isso é outra história.

Estou disponibilizando uma legenda/subtitle, exclusiva em idioma português no formato SRT aos leitores deste blog para os filmes que estão disponíveis no Youtube com áudio em Inglês, Espanhol e Italiano já sincronizadas para estas versões.



 

22 fevereiro 2017

Todos Por Um... Cacetada Para Todos [Tutti Per Uno Botte Per Tutti] Especial Brasil


Todos Por Um... Cacetada Para Todos - Brasil
Tutti Per Uno Botte Per Tutti - Itália
Three Musketeers of The West - USA
Los Tres Mosqueteros Del Oeste - Argentina
Vestens Værste Musketerer - Dinamarca
Todos Para Uno, Golpes Para Todos - Espanha
Lännen Muskettisoturit - Finlândia
Les Rangers Défient Les Karatékas - França
4 Yperohoi Trinita - França
Kataigida Me Karate Sto Far West - Grécia
Svi Za Jednog... Bure Za Sve! - Sérvia
Västerns Vildaste Musketörer - Suécia
Alle Für Einen - Prügel Für Alle - Alemanha


Produção: Espanha, Itália e Alemanha 28 De Setembro de 1973
Direção: Bruno Corbucci
Escrito: Peter Berling, Tito Carpi, Bruno Corbucci e Leonardo Martín
Produção: Edmondo Amati
Duração: 93 Minutos
Música: Carlo Rustichelli
Fotografia: Rafael Pacheco
Edição: Vincenzo Tomassi
Design de Produção: Emilio Ruiz Del Río
Decoração do Set: Antonio Visone 
Locações Externas: Almería, Andalucía, Espanha
Co Produção: Capitolina Produzioni Cinematografiche, Dieter Geissler Filmproduktion, Star Films S.A.


Giancarlo Prete (Timothy Brent) - Dart Coldwater Jr.
George Eastman - Mac Athos
Chen Lee  - Chen Lee
Leo Anchóriz - Aramirez
Cris Huerta (Chris Huerta) - Portland
Karin Schubert - Dra. Alice Ferguson
Eduardo Fajardo - Horatio Maurice DeLuc/Felipe LeDuc
Vittorio Congia - Cerimoniador despedida de Dart
Max Turilli - Barão Von Horn/Barão von Gruppen
Peter Berling - Soldado Hans/Trem
Pietro Tordi (Pietro Torti) - Pai de Dart/Ex sargento Dart
José Canalejas - Mendoza
Eleonora Giorgi - Cena de amor com Dart
Gilberto Galimberti - Homem da luta do bolo
Luis Gaspar - Gabriele
José Jaspe - Homem assobiando
Osiride Pevarello - Cuspidor de fogo
Carlo Rustichelli - Lider da Hillbilly Band
Clemente Ukmar - Bandido
E com Roberto Chiappa, Bruno Boschetti, Luigi Leoni, Luigi Antonio Guerra, Giuseppina Cozzi e Lorenzo Ramírez.


No estilo pastelão, um divertido Espaguette Western. Filme engraçado médio com ação baseada em pancadarias as vezes desnecessárias. Lutas e tiroteios exagerados feito por um profissional especialista no gênero, Bruno Corbucci. Esta co-produção Espano-italiana refere-se a um simpático desocupado conhecido como Dart Jr. (Timothy Brent, creditado aqui como Giancarlo Priete), que deixa sua casa em Cheese Valley [O Vale do Queijo] em busca de sua glória como um Texas Ranger assim como o seu velho pai foi, um ex-sargento dos Rangers.

Muito distante de sua terra, ele procura os amigos de seu pai: MacAthos (George Eastman), Aramirez (Leo Anchoriz) e Portland (Chris Huerta), conhecidos como os três inseparáveis Mosqueteiros do Oeste. Dart encontra os três sujeitos nada confiáveis e juntos ajudam a escoltar a bonita médica epidemiologista, a Dra. Alice Ferguson (a futura atriz-pornô alemã Karin Schubert), para transportar remédios a uma vila no México conhecida como San Firmino.

Na realidade ela está contrabandeando ouro para um ditador mexicano. Todos eles unem forças para irem ao México para a cidade de San Fermino onde haverá a negociação do ouro com o ditador e é neste caminho que a maior parte da ação acontece. Ao longo do caminho muitos bandidos e caçadores de recompensas tentam agarrá-los para também descobrir e se apossarem desta fortuna.


Os mosqueteiros como diz o título do filme são exímios lutadores cheios de truques para ludibriarem seus oponentes. Toda a luta e disputa pelo ouro culmina dentro do trem circense do Barão von Gruppen (Max Turilli). Um general revolucionário mexicano e seu exército não sabem, mas apoderam-se da ambulância da doutora na qual está escondido o ouro e os mosqueteiros e a doutora entram para seu exército para continuar a perseguição ao ouro.

Após a ambulância passar por várias mãos ninguém consegue por as mãos no tesouro e ao final uma mensagem nos créditos do filme: "Por enquanto nos despedimos, somente por enquanto". O que dá-se a entender que haveria uma continuação que não houve.

Seu irmão Sergio Corbucci (Django) já havia lançado a um ano antes (1972) (Que Faço no Meio de uma Revolução?), "Che C'entriamo noi con la Rivoluzione?" outra comédia no mesmo seguimento e bem superior a esta. Percebe-se aqui também o estilo de Trinity e Bambino por haver uma cultura à sujidade com um tom de puro humor negro e com violência. Consegue-se sentir vestígios do estilo Enzo Barboni (E. B. Clucher) como em: ¨Trinity é meu Nome¨ e ¨Trinity Ainda é meu Nome¨.

Às vezes até sem motivos presencia-se a ação, diversão, brigas, tiroteios e entretenimento cheio de surpresas em exageros, mas é obvio que o objetivo era este mesmo. “Para a época quanto mais pancada, mais bilheteria.” Objetos são usados como armas em abundância, jogos, lutas engraçadas bem ao estilo Terence Hill/Bud Spencer.

Um roteiro divertido de comédia leve e bobagens em excesso com resultados menores comparáveis à série Trinity. Ele certamente tem um elenco entusiasmado e muito extenso de rostos conhecidos do Espaghetti, e mostram isso quando enfrentam uma exótica vila de lutadores chineses fabricantes de carroças em meio ao Oeste e que tem a participação do ator Chen Lee "Xangai Joe", exímio lutador de Kung Fu que ajuda os mosqueteiros em sua viagem passageira pela vila.


São todos personagens exóticos e divertidos. Uma verdadeira salada talvez com excessiva inspiração de Bruno. "Tutti Per Uno ... Botte Per Tutti" (título original na Itália), "Os Três Mosqueteiros do Oeste" tem como herói principal Timothy Brent que realizou um filme semelhante, ¨Tedeum¨, de Enzo G. Castellari e atuou ao lado de Jack Palance, ambos os papéis têm notável semelhança, aqui como Dart Jr. que rouba as cenas com toda a sua malandragem.

O grandalhão George Eastman tem seu papel limitado aqui e parece que só preencheu a vaga de um figurante que vive bebendo whisky de canudinho. Ficou como um ator secundário, o que não seria habitual a ele no neste gênero. Outros simpáticos atores espanhóis como: Leo Anchoriz, (Poeta, romântico e mulherengo) Chris Huerta, (O comilão e bruto desajeitado) e o Badman Eduardo Fajardo (Ordinário Major Jackson de Sérgio Corbucci em Django) e José Canalejas, (Mendoza, um contrabandista de Armas).

Ótima trilha musical de Carlo Rustichelli que executou muitos trabalhos com Corbucci e que faz uma pontinha como líder da banda no prólogo do filme.


Uma bela fotografia atmosférica de Rafael Pacheco para um roteiro fraco e inusitado com excesso de situações ridículas escrito pelo habitual Tito Carpi, Leonardo Martin e Peter Berling que também está em uma pontinha com soldado Hans, no trem.

Dirigido por Bruno Corbucci, irmão de Sergio Corbucci que faz um trabalho agradável de câmera com zooms habituais e coreografias inteligentes sobre os confrontos, as lutas, brigas tiroteios e cenas panorâmicas. Bruno escreveu e dirigiu vários filmes de Terence Hill e Bud Spencer como: ¨Banana Joe¨ e tantos outros.

Quem sempre gostou de filmes de Hill-Spencer, deve ver este, e se você nunca viu um este será um agradável começo. É um filme que foi feito para a matinê, juvenil e divertido com exceção a cena de nudez da bela atriz Karin Schubert (Dra. Alice Ferguson) que sai de sua banheira mostrando seu corpo escultural e que Bruno Corbucci soube captar discretamente. Para os amantes do Espaghetti Western que nunca assistiram e inédito na TV brasileira. Só exibido nos cinemas.



Trailer áudio Inglês
”Música 1 Track não original”

17 agosto 2015

Rezo a Deus e Odeio o meu Próximo [Odia il Prossimo Tuo] Especial Brasil

Rezo a Deus e Odeio o meu Próximo - Brasil
Vingança Implacável - Brasil
A Lei Do Ódio E Da Vingança - Brasil
Gatilhos Da Vingança - Brasil
Odia il Prossimo Tuo - Itália
Hate The Neighbor - USA

Produção: Itália 26 de Julho de 1968
Direção: Ferdinando Baldi
Escrito: Luigi Angelo, Roberto Natale e Ferdinando Baldi
Música Intérprete: Raul Lovecchio
Duração: 86 Minutos
Produção: Enrico Cogliati Dezza
Música: “Two Friends” Composta e Dirigida Por Robby Poitevin
Interpretada: Raul Lovecchio ( Raoul)

Fotografia: Enzo Serafin      
Edição: Antonietta Zita
Direção de Arte: Giorgio Postiglione          
Dublês: Franco Fantasia
Co Produção: Cinecidi
Distribuição Original em VHS no Brasil: Reserva Especial

Spiros Focás (Clyde Garner) - Ken Dakota
George Eastman (Luigi Montefiori) - Gary Stevens
Nicoletta Machiavelli - Peggy Savalas
Horst Frank - Chris Malone
Ivy Holzer - Sra. Malone
Roberto Risso (Robert Rice) - Duke
Paolo Magalotti - José
Franco Fantasia - Xerife
Claudio Castellani - Criança/Pat Dakota
Giovanni Ivan Scratuglia - Armendáriz
Remo De Angelis - Bill Dakota
Franco Gulà - Doc
Osiride Pevarello - Membro da gang barbudo     


Ken Dakota (Garner), ao saber da notícia, chega à cidade de San Antonio para participar dos funerais e vingar a morte de seu irmão Bill Dakota e sua esposa a mando de um rico proprietário de terras “Chris Malone” e executados por Gary Stevens.
Enquanto ele parte para a missão, sua esposa fica tomando conta de seu sobrinho “Pat” (Castellani).

Junto com “Duke”, o agente funerário da cidade, Ken segue ao encalço do assassino de seu irmão dirigindo-se para o México, onde vive o sinistro “Gringo” Horst Frank mas o seu primeiro alvo é o xerife da cidade que negou ajuda a seu irmão antes de ser assassinado e logo depois ele sai em sua caçada contra o perigosíssimo Gary Stevens (Eastman) e seu bando, responsáveis pela metade das sepulturas do cemitério.

Porém outros interesses se escondem por trás deste cruel pistoleiro e Chris Malone (Horst Frank), seu rico e ganancioso sócio. Eles guardam um mapa de uma preciosa mina, que foi roubado de Bill Dakota e Chris fará de tudo para conseguir apoderar-se da parte deste mapa de Gary para si mesmo que tenha que torturá-lo até a morte com cobras cascavéis como último recurso.



A história em si tem um tema básico; “A vingança” que é baseda numa teia entre os vilões que mantém o clima interessante o suficiente para assegurar o ritmo da ação culminando em emocionantes lutas e tiroteios.

Há alguns elementos de humor, muito bem integrados no roteiro e um deles é o personagem fabricante de caixões, Duke, interpretado pelo ator “Roberto Risso” mas poderia ter sido mais explorado, mas aqui Baldi optou para que ele fizesse uma simples e agradável participação. Há também o aspecto romantico entre Ken e Peggy que é discutido algumas vezes, mas nunca evolui satisfatoriamente e a paixão caminha a distância aos problemas e intrigas locais bem ao estilo americano.



O aspecto mais original do filme são os combates entre seus oponentes com garras de ferro, promovidos por Malone obrigando os mexicanos resolverem seus assuntos locais para sua simples diversão mesmo que seja até a morte. Um César na arena do Coliseu. Uma violência barata que funciona bem aos nervos do telespectador.

A direção de Ferdinando Baldi é geralmente caracterizada por um trabalho de camera sólido na maioria das vezes com muito talento e isso é exatamente o que vemos aqui em algumas sequências criativas, incluindo uma sequência de título muito incomum para os créditos iniciais muito inovador feito em páginas de um jornal entitulado de “Silver City News”.

A guitarra forte na trilha sonora do compositor Robby Poitevin, (criador responsável pelo Espaghetti Western Musical, “Rita Nel Oeste” com Terene Hill e Gordon Mitchell (1967), fornece um apoio muito sólido para o filme, incluindo uma balada tema, popular nos primórdios do gênero na voz de Ettore Raoul Lovecchio.



Em algumas versões do filme como por exemplo na dublada em Inglês esta cansão é “Two Friends” cantada por Raoul, mas eu possuo uma versão VHS dublada para o português do Brasil com uma música instrumental completamente diferente da original.

Não sei confirmar se isso foi feito no Brasil ou faz parte de uma outra versão original europeia. Apesar de ter feito alguns filmes na Itália (incluindo o drama “Rocco e i suoi Fratelli” (1960) de Luchino Visconti, o ator grego Spiros Focas era um desconhecido fora de seu próprio país, mas assumindo o papel principal neste filme surpreende a todos com sua peformance e alavancou a sua carreira na Europa.

Retornando como os vilões de “Preparati la Bara” (Viva Django! – Brasil - 1968) também de Ferdiando Baldi. George Eastman retorna com força total procurando por Malone, o ator alemão Horst Frank novamente interpretando o vilão sofisticado. Juntos, dispostos a deixar que seus homens façam o trabalho sujo ao ostentar seu terno branco relusente.

Há alguns rostos conhecidos de destaque neste elenco, incluindo Nicoletta Machiavelli “Un Fiume di Dollari” (Sangue nas Montanhas - Brasil - 1966) e que em sua entrevista exclusiva concedida a este blog, expressou a sua opinião sobre este filme.


Aqui ela é Peggy, o interesse amoroso de Bill. Paolo Magalotti “Sette Pistole per i MacGregor” (1966) em um papel de maior destaque do que o normal como o capanga braço direito de seu chefe, Malone.

A partir de um roteiro detalhado para uma direção sólida, seria fácil confundir com um tradicional Western americano, mas os rostos familiares do Euro Western o distinguem disso.

Filmado exclusivamente na Itália, o resultado final é recomendável para os fãs de ambos os gêneros italianos e americanos que preferem enredo e personagens sobre muita ação e tiroteios.

Uma dupla de atores como Hort Frank e Georgte Eastman juntos neste filme garantem o seu sucesso e bons 86 minutos de diversão. Um jogo de interesses, tiroteios lutas a socos, perseguições a cavalo e muito cheiro de pólvora. Muito apreciável.
Exibido na TV Record em Bang Bang à Italiana em 28 de Setembro de 1983, 29 de Maio de 1985 e 22 de Junho de 1988 com o título de “Vingança Implacável” e nos cinemas brasileiros como: “Rezo a Deus e Odeio o Meu Próximo”.



Versão áudio Italiano
Legenda: Espanhol
https://www.youtube.com/watch?v=55D24QfP4c0 


11 julho 2015

Django Mata em Silêncio [Bill il Taciturno] Especial Brasil



Django Mata em Silêncio - Brasil
E o Chamavam o Matador - Brasil
Bill Il Taciturno  - Itália
Django Kills Softly - USA
Django Kills Silently - USA
Django, Le Taciturne - França

Produção: Itália e França - 29 de Abril de 1967
Duração: 108 minutos
Direção: Massimo Pupillo (Max Hunter) Música: Berto Pisano

Fotografia: Mario Parapetti
Produção: Alberto Puccini
Escrito: Lina Caterini, Paul Farjon, Marcello Malvestito e Renato Polselli (Leonide Preston) Edição: Lina Caterini e Marcello Malvestito
Co Produção: Avis Film (Roma), Europea Distribuzione di Salvatore Prignano & Les Films Jacques Leitienne (Paris)
Relançado nos cinemas brasileiros em Technicolor pela produtora “3 Poderes”, com o título "E o Chamavam o Matador".

George Eastman (Luigi Montefiori) - Django/Bill
Luciano Rossi (Edwin G. Ross) - Dr. Thompson
Liana Orfei - Linda
Mimmo Maggio - El Santo
Spartaco Conversi - Miguel
Federico Boido (Rick Boyd) - O nervoso
Paul Marou – Steve
Giovanna Lenzi - Dançarina Mesa Saloon
Antonio Toma - Pedro
Remo Capitani - Pedro
Mario Dardanelli - Popular
Alberico Donadeo - Bandido Mexicano
e com Peter Hellman, Claudio Biava, Martial Boschero, Ilona Drash, Enrico Manera e Federico Pietrabruna.


Quando se pensa em assistir ao filme na expectativa de ver um Django no estilo Franco Nero, você estará enganado. "Django Kills Softly" em sua abertura não é muito diferente do Django original. Durante um ataque de uma gangue de bandidos mexicanos a uma pequena caravana de colonos que encontram-se acampados, um forasteiro “Django”, testemunha o ataque intrometendo-se e elimina todos os bandidos. Apesar de uma criança entre os colonos receber um tiro no peito nesta cena, isto não está à altura em comparação a violência sangrenta visto em Django de Corbucci. Em seguida o pistoleiro conhecido aqui por Bill salva uma jovem mulher, cujo marido fora assassinado, por traficantes de armas e juntos lutarão contra Thompson e seu bando de assassinos.

Django chega na cidade de Santa Anna a mando de um homem chamado Sanders que estava tentando comprar uma passagem segura para a sua carga negociada com um bandido mexicano chamado El Santo. Django acha que Sanders foi morto e que seu rival, um homem chamado Thompson, agora está tentando lidar com El Santo. Django, depois de um breve envolvimento com uma bela jovem “Linda” que tem informações sobre uma mina de ouro Perdida, se envolve nessa situação por concordar em escoltar um carregamento através do território de El Santo.

Este seria um resumo básico e simples mas como relançado no Brasil na década de 70 e agora rebatizado como "Django Mata em Silêncio", foi exibido nos cinemas brasileiros também como “E o Chamavam o Matador”, o filme possui muitas reviravoltas e roteiro interessante onde pessoas levam tiros, mas elas caem completamente sem sangue. Bill fixa-se na cidade de Santa Anna, a qual é dominada por Thompson e seus homens a fim de descobrir toda a operação destes bandidos. O confronto entre Bill e os bandidos será inevitável e desigual, mas Bill, com uma série de truques, conseguirá eliminar todos e se apaixonará e ficará com a bela viúva.


O diretor Massimo Pupillo, pseudônimo Max Hunter, lançava aqui George Eastman, o italiano Genovês, Luigi Montefiori no gênero Western Espaghetti com um papel importante. Reviver Django. Em sua carreira repleta de filmes nos mais variados gêneros populares na época tais como da comédia erótica ao horror, alem, de escritor e diretor e muitos filmes-B na América, é também lembrado por sua proeza e agilidade semelhante a Giuliano Gemma.

Aqui ele é incumbido de tentar limpar uma área de fronteira nas mãos de um conjunto diversificado de gângsteres que enchem os bolsos com trabalho desonesto desses homens. Santa Anna, no Texas, é um buraco no país, abandonado e esquecido por todos e onde reina com supremacia o Dr. Thompson, apoiado por sua gangue de homens e de onde cargas de traficantes de armas são enviadas para o México e que são o seu principal negócio ilícito.

Durante várias sequências, George Eastman não mostra nenhuma aparência e não há nenhuma ligação com o personagem de Corbucci. Eastman aqui faz poses e sorri para a câmera, claramente satisfeito com a sua boa atuação na ação por ele desempenhada. Claramente é um Django diferente, que não é citado durante todo o filme a não ser na cena final deixando uma impressão de que o diretor quis corrigir a falha e lembrou-se de que era um filme de Django.

Mais uma vez o nome título "Django" é utilizado para comercialização sobre o sucesso do filme original e o seu poder de influência aos fãs do Espaghetti. O Django aqui não tem um caixão com uma metralhadora, é mais falador, canastrão e menos obscuro.

Há uma infinidade de clichês com grande quantidade de mortes, quedas de telhados, quedas de corrimões, brigas extenuantes, duelos, embora tudo sem sangue. Django circula pela cidade de Santa Anna controlada pelo implacável Thompson e os seus homens. Nesta história como não ha um outro grupo disputando o controle da cidade, é substituído por uma gangue de bandidos mexicanos liderada por El Santo, obsevando tudo para tirar proveito da situação. Teria alguma ligação com a história de Yojimbo? A base do roteiro sugere que sim.

Eastman faz um Django Light, mas é rápido o suficiente com a arma para sobreviver sozinho. A verdadeira força deste Django não está na força bruta ou em seus close-ups mortais e sim na sugestão do título "Silêncio", ou seja, suas habilidades noturnas como um ninja se esgueirando suavemente na noite e podemos presenciar isso em algumas cenas divertidas.

Uma das melhores é quando os homens de Thompson tentam surpreender Django à noite para matá-lo em seu quarto. Procuram ao redor e Django está longe de ser encontrado. Os homens ouvem algo atrás da porta do banheiro, mas Django está em outro lugar, no teto do quarto e surge repentinamente matando dois dos quatro intrusos. Em seguida ele salta pela sacada do hotel para a rua surpreendendo os dois outros intrusos alvejando-os enquanto cai, matando-os em uma boa e ousada sequencia.

Um Django acrobata, um gato, um ninja matando suavemente e silenciosamente. Este Django faz me lembrar de "Django o Bastardo" com Anthony Steffen. Parece até mesmo ter uma influência dele dominando a arte da sombra, matando bandidos na calada da noite.

Um consideravelmente bem editado e bem filmado com alguns excelentes zooms nos olhos e rostos para valorizar a habilidade de Django no tiro.
A cena do cantil jogado ao ar e Django disparando contra ele é a marca registrada do filme.
Os cenários interiores muito bem cuidados com pinturas e cores mais fortes.


Uma trilha sonora elaborada pelo Maestro Berto Pisano que conta com o título de abertura "La banda di El Santo", muito inspiradora com a trompa solo por Mario Di Fulvio e muito boa para os ouvidos e também conta com uma música vocal  "Chi non è con te" interpretada por Patricia no saloon.
As duas fazem parte de um compacto raríssimo em 45 rpm.

Toda a tensão mesmo fica para o Gran-finale e seus duelos, divertido e emocionante final. É alto em violência, mas a música contrapõe a isso fazendo com que ela não seja explícita e macabra. O resultado disso surpreende, funciona bem para as cenas mais sangrentas [sem sangue].

Antes de tudo acabar, quando tudo parece perdido para Django, eis que uma faca arremessada pelo jovem mexicano Pedro, atinge um de seus inimigos pelas costas salvando Django. Graças a um bom desempenho de Eastman e alguns bons momentos divertidos, o filme pode-se considerar salvo em comparação a outras tentativas de Djangos feitas na época.

Exibido na televisão brasileira com título de "Django Mata em Silêncio" em "Bang Bang à Italiana" da TV Record em 12 de agosto de 1982 e em "Segunda Sem Lei" da TV Bandeirantes em 23 de Setembro de 85, 09 de Fevereiro de 1987 e 03 de Março de 1988 pela última vez.

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